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	<title>cronologia DOOM Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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		<title>Conheça a sequência dos jogos DOOM desde o clássico até The Dark Ages</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eric Bortoleto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 20:37:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cronologia DOOM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DOOM é mais que um jogo; na verdade, é um marco na história dos FPS. Desde sua estreia, a franquia se destacou com tiroteios frenéticos, monstros infernais e uma pegada visual que marcou época. Mesmo após décadas, a série segue relevante e cheia de ação. Pensando em comprar jogos digitais? Aproveite o para comprar giftcard&#160;nesse [...]</p>
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<p>DOOM é mais que um jogo; na verdade, é um marco na história dos FPS. Desde sua estreia, a franquia se destacou com tiroteios frenéticos, monstros infernais e uma pegada visual que marcou época. Mesmo após décadas, a série segue relevante e cheia de ação.</p>



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<p>Agora, em 2025, Doom: The Dark Ages chega com uma proposta ousada: levar o caos para a Idade Média. Apesar dos cenários antigos, o jogo mantém o estilo brutal da franquia e ainda aprofunda a história por trás do universo DOOM. Portanto, é ideal tanto para novos jogadores quanto para veteranos — e já está disponível no PC, PS5, Xbox e Game Pass.</p>



<p>Mas afinal, onde The Dark Ages entra na linha do tempo? Apesar de ser o lançamento mais recente, ele se passa antes de muitos acontecimentos clássicos da série.</p>



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<p>Por isso, se você quer entender a ordem dos jogos DOOM, confira a cronologia completa abaixo. Assim, você verá como tudo começou e onde esse novo capítulo se encaixa no universo da franquia.</p>



<h2>1. DOOM (1993)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="450" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544539023.png" alt="" class="wp-image-72966" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544539023.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544539023-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544539023-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544539023-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544539023-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>O primeiro DOOM, lançado em 1993 pela id Software, mudou os videogames para sempre. Na época, ele trouxe gráficos 3D impressionantes, uma trilha sonora intensa e uma ação de tirar o fôlego, oferecendo ao mundo uma experiência brutal e viciante. No papel de um fuzileiro solitário em Marte, o jogador enfrentava hordas de demônios com muita velocidade e adrenalina.</p>



<p>Além de ser um sucesso, DOOM 1993 definiu o que seria o gênero FPS. A estrutura em episódios e a jogabilidade rápida influenciaram diretamente os jogos que viriam depois.</p>



<p>Outro ponto importante é que o título popularizou os mods e o modelo de distribuição via shareware — algo inovador para os anos 90. Por isso, não é surpresa que tenha se tornado um verdadeiro fenômeno cultural.</p>



<p>Assim, DOOM não apenas deu início à franquia, mas também criou as bases para uma das séries mais influentes dos games. Uma lenda que, mesmo décadas depois, continua a inspirar novos títulos — como o recente The Dark Ages.</p>



<h2>2. DOOM 2: Hell on Earth (1994)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="450" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544773038.png" alt="" class="wp-image-72967" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544773038.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544773038-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544773038-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544773038-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544773038-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Lançado em 1994, DOOM II: Hell on Earth continuou exatamente de onde o primeiro parou — porém trouxe novidades que elevaram o nível da franquia. Agora, a ameaça demoníaca alcança a Terra, colocando o jogador para enfrentar criaturas infernais em meio a cidades destruídas e cenários urbanos caóticos.</p>



<p>Diferentemente do original, DOOM 2 abandonou o formato em episódios e apresentou uma campanha contínua, com dificuldade crescente e mapas ainda mais elaborados. Além disso, a jogabilidade ficou mais afiada, com novos inimigos e armas. Entre elas, a super shotgun se destacou rapidamente, tornando-se uma das favoritas dos fãs — um verdadeiro ícone da série.</p>



<p>Além da campanha intensa, o jogo também ajudou a popularizar o multiplayer deathmatch, abrindo caminho para partidas em rede local e, posteriormente, para o cenário competitivo online.</p>



<h2>3. Final DOOM (1996)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="452" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193543851005.png" alt="" class="wp-image-72968" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193543851005.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193543851005-300x170.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193543851005-768x434.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193543851005-150x85.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193543851005-450x254.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Final DOOM, lançado em 1996, é um exemplo marcante de como a comunidade pode expandir uma franquia. Criado por modders talentosos e distribuído oficialmente pela id Software, o jogo trouxe duas campanhas completas: TNT: Evilution e The Plutonia Experiment. Cada uma apresenta mapas únicos, histórias próprias e um nível de dificuldade muito mais alto que os jogos anteriores.</p>



<p>Usando o mesmo motor gráfico de DOOM II, o título não trouxe avanços técnicos, mas surpreendeu pelo design criativo e pela intensidade das fases. Até hoje, muitos jogadores o consideram um dos capítulos mais desafiadores da série.</p>



<p>Além de seu conteúdo brutal, Final DOOM também simboliza a força da comunidade criativa nos games. Ele provou que fãs apaixonados podem contribuir de forma significativa com franquias consagradas — algo que infelizmente ainda não é amplamente valorizado pela indústria.</p>



<h2>4. DOOM 64 (1997)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544789039.png" alt="" class="wp-image-72969" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544789039.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544789039-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544789039-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544789039-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544789039-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Lançado originalmente para Nintendo 64, DOOM 64 chegou em 1997 como uma continuação direta de DOOM II e Final DOOM. Mesmo mantendo a essência da série, o jogo trouxe mudanças visuais e técnicas importantes. Com gráficos aprimorados para o console da Nintendo, ele entregou ambientes mais escuros, claustrofóbicos e com uma atmosfera ainda mais pesada.</p>



<p>Além disso, DOOM 64 introduziu inimigos inéditos e novos elementos de jogabilidade que o tornaram único. No entanto, na época de seu lançamento, passou meio despercebido — talvez por ter ficado preso a um único console.</p>



<p>Com o tempo, porém, o jogo conquistou uma base fiel de fãs e ganhou status de cult. Seu relançamento em plataformas modernas reacendeu o interesse, especialmente após ser oficialmente incluído na cronologia da franquia com DOOM Eternal. Hoje, DOOM 64 é visto como a ponte perfeita entre a fase clássica e a era moderna da série.</p>



<h2>5. DOOM 3 (2004)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544351013.png" alt="" class="wp-image-72970" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544351013.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544351013-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544351013-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544351013-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544351013-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Em 2004, DOOM 3 marcou um reboot completo na franquia. Dessa vez, a ação frenética deu lugar a um ritmo mais lento e focado no terror de sobrevivência. Com gráficos impressionantes para a época, o jogo trouxe iluminação dinâmica e ambientes fechados que criavam uma sensação constante de tensão e claustrofobia.</p>



<p>A trama reimagina a clássica invasão demoníaca em Marte, agora com uma pegada mais cinematográfica. O jogo apostou forte na narrativa, nos sustos e na atmosfera sombria — um contraste direto com os capítulos anteriores da série.</p>



<p>Apesar de dividir opiniões entre os fãs mais antigos, DOOM 3 conquistou muitos jogadores novos com sua abordagem mais moderna e imersiva. Ele também teve grande impacto em outros títulos de horror e ação lançados nos anos seguintes.</p>



<p>Além disso, o sucesso do jogo levou a uma adaptação para o cinema, que infelizmente não agradou o público nem a crítica. Ainda assim, DOOM 3 permanece como uma peça importante na evolução da franquia, mostrando que a série também sabe inovar fora da zona de conforto.</p>



<h2>6. DOOM: The Dark Ages (13 de maio de 2025)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544398016.png" alt="" class="wp-image-72971" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544398016.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544398016-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544398016-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544398016-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544398016-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>DOOM: The Dark Ages chegou em 13 de maio de 2025 trazendo uma nova proposta para a franquia — e um novo ponto de partida. Servindo como prequel de DOOM (2016), o game volta no tempo para explorar a origem do DOOM Slayer em meio a uma guerra antiga entre os Sentinelas e as forças do inferno.</p>



<p>Dessa vez, o cenário deixa o futurismo de lado e aposta em uma ambientação medieval sombria, cheia de castelos, ruínas e batalhas brutais. O combate corpo a corpo ganhou destaque, com o uso de armamentos pesados e ferramentas dignas de um guerreiro lendário.</p>



<p>Mesmo com mudanças no estilo visual e de gameplay, The Dark Ages mantém a essência acelerada da série, enquanto mergulha mais fundo na mitologia do universo DOOM. O resultado é uma experiência épica e intensa, que mistura ação, narrativa e atmosfera como nunca antes.</p>



<p>Já disponível no PC, PS5, Xbox e Game Pass, o jogo promete marcar o início de uma nova fase para a franquia — e talvez, uma nova trilogia.</p>



<h2>7. DOOM (2016)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544726033.png" alt="" class="wp-image-72972" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544726033.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544726033-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544726033-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544726033-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544726033-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Depois de mais de uma década longe dos holofotes, DOOM voltou com tudo em 2016 — e mostrou que ainda sabia como dominar o gênero FPS. Ao invés de seguir o estilo mais lento de DOOM 3, o jogo resgatou o ritmo acelerado, a violência estilizada e a ação direta dos títulos clássicos.</p>



<p>Com gráficos modernos, combate intenso e um DOOM Slayer mais brutal do que nunca, o game apresentou uma jogabilidade fluida, repleta de &#8220;glory kills&#8221; e movimentação agressiva. Cada confronto era um show de velocidade, estratégia e destruição.</p>



<p>Mesmo com pouca exposição direta à história, DOOM (2016) entregou uma narrativa envolvente nas entrelinhas, expandindo a mitologia da franquia de forma inteligente. A trilha sonora pesada e o design preciso das arenas completaram a experiência.</p>



<p>O impacto foi imediato: crítica e público elogiaram o jogo, que conquistou prêmios e indicações em várias categorias, incluindo Melhor Jogo de 2016. Mais do que um retorno, DOOM (2016) marcou o início da fase moderna da série — brutal, estilosa e inesquecível.</p>



<h2>8. DOOM Eternal (2020)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544367014.png" alt="" class="wp-image-72973" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544367014.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544367014-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544367014-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544367014-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544367014-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Lançado em 2020 como sequência direta de DOOM (2016), DOOM Eternal ampliou o universo da franquia e elevou o gameplay a um novo patamar. O jogo trouxe mais mobilidade, novas armas devastadoras e inimigos ainda mais desafiadores. Além disso, sua história se aprofundou, revelando traições, divindades e segredos do passado do DOOM Slayer.</p>



<p>Comparado ao seu antecessor, Eternal oferece combates mais estratégicos e intensos, quase coreografados, que exigem habilidade e rapidez dos jogadores. O visual também foi aprimorado, com cenários grandiosos e detalhes impressionantes que intensificam a imersão.</p>



<p>Essa combinação de ação técnica e narrativa elaborada conquistou tanto os fãs mais antigos quanto os novos jogadores, consolidando DOOM Eternal como uma das experiências FPS mais incríveis da atualidade.</p>



<h2>9. DOOM Eternal: The Ancient Gods – Parte 1 (2020)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544336011.png" alt="" class="wp-image-72974" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544336011.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544336011-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544336011-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544336011-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/10193544336011-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Lançada em 2020 como uma expansão independente, DOOM Eternal: The Ancient Gods – Parte 1 dá continuidade direta aos eventos do jogo principal. Nessa sequência, o DOOM Slayer encara a missão de eliminar os últimos vestígios da invasão demoníaca, enfrentando poderosos antigos deuses que ameaçam o equilíbrio cósmico da saga.</p>



<p>Essa expansão se destaca por elevar ainda mais a dificuldade, entregando combates intensos e desafiadores para os fãs mais dedicados. Além disso, as fases apresentam um design mais aberto, permitindo maior liberdade e estratégia durante a ação.</p>



<p>Mais do que apenas ação frenética, The Ancient Gods – Parte 1 aprofunda a mitologia do universo DOOM, revelando o verdadeiro papel do Slayer como uma força imparável entre o caos e a ordem.</p>



<p>Para quem terminou DOOM Eternal, essa expansão é essencial para entender a continuidade da história e experimentar uma jogabilidade ainda mais exigente.</p>



<h2>10. DOOM Eternal: The Ancient Gods – Parte 2 (2021)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/09004708385004.png" alt="" class="wp-image-72975" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/09004708385004.png 800w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/09004708385004-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/09004708385004-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/09004708385004-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/09004708385004-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Lançada em 2021, DOOM Eternal: The Ancient Gods – Parte 2 encerra de forma grandiosa o arco iniciado em DOOM (2016). Nesta conclusão, o DOOM Slayer enfrenta o Dark Lord, a entidade suprema por trás da corrupção demoníaca que ameaça o universo.</p>



<p>Com cenários impressionantes e batalhas épicas, essa expansão se destacou pela narrativa ousada e pelo ritmo eletrizante. O enredo traz um desfecho filosófico e impactante, surpreendendo os jogadores com um plot twist inesperado.</p>



<p>Além de fechar o ciclo do protagonista com chave de ouro, o final aberto da expansão criou espaço para novas histórias dentro do universo DOOM. Curiosamente, a franquia voltou no tempo com Doom The Dark Ages, explorando outras fases da mitologia da série.</p>



<p>Para quem acompanhou a saga, essa expansão é fundamental, oferecendo ação intensa e uma conclusão emocionante para o DOOM Slayer.</p>
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