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	<title>EA Originais Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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		<title>Review: Split Fiction (Switch 2)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jhonatan Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 16:53:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro da indústria dos games, é sempre louvável quando vemos jogos que fazem algo de muito único e diferente. Contudo, geralmente esses títulos acabam relegados mais ao âmbito independente. Nesse contexto, o trabalho realizado pela Hazelight Stufios fica ainda mais surpreendente, ainda mais quando se leva em consideração o fato de a empresa ter desenvolvido [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dentro da indústria dos games, é sempre louvável quando vemos jogos que fazem algo de muito único e diferente. Contudo, geralmente esses títulos acabam relegados mais ao âmbito independente. Nesse contexto, o trabalho realizado pela Hazelight Stufios fica ainda mais surpreendente, ainda mais quando se leva em consideração o fato de a empresa ter desenvolvido seus últimos títulos com financiamento da EA, uma das publicadoras mais conservadoras e avessas a riscos da indústria.</p>



<p>Para quem não se recorda do histórico da Hazelight, essa é a empresa capitaneada por Joseph Fares, icônico desenvolvedor que ficou famoso por gritar “F*ck the Oscars” durante a transmissão de uma The Game Award. Atendendo a um nicho de jogos muito específico, mas pouco atendido, o estúdio de Fares desenvolveu títulos focados na experiência co-op de tela dividida, como <em>A Way Out</em> e<em> </em>o premiado <em>It Takes Two</em>.&nbsp;</p>



<p>Seu mais recente jogo, <a href="https://republicadg.com.br/review-split-fiction-ps5-pro/"><em>Split Fiction</em></a>, segue uma premissa similar e, na época de seu lançamento original, em março de 2025, recebeu inúmeros elogios em nosso <a href="https://republicadg.com.br/review-split-fiction-ps5-pro/">review</a> aqui no RepúblicaDG. Agora, cerca de três meses após seu lançamento inicial, <em>Split Fiction</em> chega ao Nintendo Switch 2 junto com os demais títulos de lançamento do console. E eu já preciso adiantar desde agora: se você está procurando algum outro jogo para jogar após gastar algumas dezenas de horas em <a href="https://republicadg.com.br/review-mario-kart-world-switch-2/"><em>Mario Kart World</em></a>, <em>Split Fiction </em>é facilmente uma das melhores opções disponíveis no console.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7126-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-73133" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7126-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7126-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7126-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7126-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7126-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7126-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7126-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7126.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tudo começa com um erro na Matrix. (Imagem: Jhonatan Carneiro)</figcaption></figure>



<h2 class="has-text-align-center"><strong>Entre a razão e a emoção</strong></h2>



<p>A premissa básica de <em>Split Fiction</em> é focada em duas protagonistas com personalidades quase que opostas. De um lado, temos a estóica e centrada Mio, uma escritora de ficção científica que parece enxergar o mundo todo com um certo grau de ceticismo. Do outro lado, temos a esperançosa e sonhadora Zoe, uma escritora de fantasia que vê tudo com um olhar de ingenuidade e otimismo. As duas acabam indo parar juntas em uma aventura bizarra em um mundo de realidade virtual que mistura as obras escritas por ambas as personagens.</p>



<p>Tudo começa quando as duas autoras decidem vender suas obras a uma empresa chamada Editora Rader. Mais do que publicar seus livros, o objetivo dessa empresa é transformar as obras de diversos escritores em mundos de realidade virtual que podem ser quase que literalmente vividos por meio de uma tecnologia que coloca o usuário em um tipo de hiper-sono. O grande problema, contudo, é que Mio e Zoe acabam indo parar em um mesmo universo, que parece estar colapsando ao tentar misturar os mundos escritos pelas duas escritoras em uma única coisa coesa. O objetivo de ambas as protagonistas é encontrar uma maneira de escapar dessa realidade virtual, mas, como você pode imaginar, existe mais em jogo do que apenas isso.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7127-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-73134" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7127-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7127-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7127-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7127-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7127-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7127-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7127-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7127.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Com personalidades diferentes, as protagonistas precisam trabalhar juntas. (Imagem: Jhonatan Carneiro)</figcaption></figure>



<p>Durante as cerca de 15 horas de campanha de <em>Split Fiction</em>, as personalidades e alguns elementos do passado de Mio e Zoe são explorados, bem como as verdadeiras intenções da Editora Rader e seu CEO, que passa a assumir um papel de antagonista durante a trama. Todavia, eu diria que a parte mais fraca de <em>Split Fiction </em>é, justamente, sua narrativa. Não quero dizer com isso que a história de <em>Split Fiction </em>seja ruim, necessariamente, porém é uma história que serve mais como um pano de fundo do que qualquer coisa.</p>



<p>Alguns elementos ligados à trama até se destacam. No final das contas, Mio e Zoe tornam-se protagonistas bastante gostáveis, e o trabalho de dublagem original e captura de movimentos ajuda a entregar o momento-a-momento da jogatina. Além disso, os altos e baixos da trama ajudam a pontuar e ditar o ritmo da aventura. Dito isto, eu não acho que qualquer pessoa que jogue <em>Split Fiction</em> ficará pensando e remoendo sua narrativa por muito tempo. Ela faz o seu papel, e é isso.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7129-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-73135" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7129-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7129-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7129-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7129-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7129-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7129-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7129-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7129.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A variedade de gameplay é vasta e surpreendente. (Imagem: Jhonatan Carneiro)</figcaption></figure>



<h2 class="has-text-align-center"><strong>Qual é o gênero do jogo mesmo?</strong></h2>



<p>O gameplay, por outro lado, ah, esse sim é o aspecto no qual <em>Split Fiction </em>mais se sobressai — ao ponto de elevá-lo ao mesmo patamar de alguns dos melhores lançamentos disponíveis atualmente no Nintendo Switch 2. Seguindo um pouco da base que foi criada em <em>It Takes Two</em>, mas elevando a experiência a outro patamar, <em>Split Fiction</em> apresenta uma campanha que não se prende a um único estilo de gameplay, ou mesmo um único gênero de videogames. Do mesmo modo como <em>Split Fiction </em>mistura as temáticas de ficção científica e fantasia, ele também mistura os mais diversos gêneros do mundo dos games.</p>



<p>É claro, existe uma base única que serve para unificar o jogo em uma campanha coesa. Isso significa que, em boa parte da trama, <em>Split Fiction</em> joga como um jogo de ação e aventura em terceira pessoa, no qual duas pessoas diferentes jogarão com cada um dos personagens. Vale ressaltar aqui, inclusive, que é impossível jogar <em>Split Fiction </em>sozinho. Esse jogo <em>exige</em> dois jogadores a todo momento, seja localmente ou pela internet, nas modalidades online. Mais pra frente, detalharei um pouquinho mais essas opções.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7128-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-73136" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7128-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7128-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7128-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7128-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7128-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7128-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7128-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7128.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Há muita ação, incluindo trechos de combate. (Imagem: Jhonatan Carneiro)</figcaption></figure>



<p>Voltando ao gameplay em si, embora <em>Split Fiction</em> tenha essa base em terceira pessoa, cada segmento da campanha apresenta mecânicas e ideias únicas, o que faz com que o jogo seja um dos mais criativos da indústria dos games. Em um momento, ele pode jogar como um jogo de ação, com combate frenético onde Mio desfere ataques corpo-a-corpo com uma espada e Zoe utiliza um laço para agarrar e lançar inimigos e objetos. Num momento seguinte, temos trechos de plataforma e puzzle, onde cada uma das personagens precisa abrir o caminho para a outra. A variação é sempre surpreendente.</p>



<p>Em muitos momentos, <em>Split Fiction</em> esse seu gameplay variado para criar segmentos hilários, ou repletos de ação. Volta e meia, fica claro que trechos inteiros do jogo foram criados como homenagens a grandes títulos clássicos da indústria dos games. No instante seguinte, cenas extremamente inusitadas são apresentadas com o intuito de fazer o jogador (e seu parceiro de jogatina) gargalharem alto com o absurdo da situação. Tons, temas e gameplay se variam a todo instante, tornando a campanha uma divertida montanha-russa jogável.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7132-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-73137" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7132-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7132-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7132-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7132-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7132-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7132-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7132-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7132.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Alguns momentos são verdadeiramente hilários. (Imagem: Jhonatan Carneiro)</figcaption></figure>



<h2 class="has-text-align-center"><strong>Um port bom o suficiente</strong></h2>



<p>Toda essa variedade incrível é apresentada com uma direção de arte fantástica. Os cenários sci-fi não deixam nada a desejar a grandes clássicos da ficção científica, como filmes como <em>Blade Runner</em>, ou ainda jogos como <em>Cyberpunk 2077</em>. Os cenários de fantasia, por sua vez, hora remetem aos clássicos absolutos do cinema como <em>O Senhor dos Anéis</em>, outrora a jogos marcantes como <em>Fable</em> e <em>Dragon Age</em>. Há um senso de escala constante, que ajuda a impressionar ao incluir também set pieces repletas de ação em ambientes gigantescos.</p>



<p>Em termos técnicos, essa versão do Nintendo Switch 2 apresenta paridade de conteúdo com as versões de PS5, Xbox Series e PC, porém, alguns compromissos foram necessários para que o jogo rodasse no aparelho da Nintendo. Em outras palavras, isso significa que a versão do Switch 2 roda a 30 frames por segundo, com uma resolução dinâmica que utiliza-se do DLSS para entregar uma qualidade maior na TV. Visualmente, alguns momentos mais frenéticos podem apresentar alguns pequenos artefatos aqui e ali, mas nada que comprometa a experiência como um todo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7131-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-73138" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7131-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7131-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7131-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7131-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7131-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7131-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7131-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7131.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O jogo faz referência à grandes clássicos. (Imagem: Jhonatan Carneiro)</figcaption></figure>



<p>Quando consideramos as qualidades técnicas de outros lançamentos do Switch 2, como <em>Cyberpunk 2077</em>, <a href="https://republicadg.com.br/review-hogwarts-legacy-switch-2/"><em>Hogwarts Legacy</em></a> e <em>Yakuza 0</em>, é uma pena que a versão de Switch 2 de <em>Split Fiction</em> não seja um pouco melhor tecnicamente. Todavia, esse é um daqueles casos em que eu diria que vale muito a pena ignorar essas leves limitações em prol de poder desfrutar de um jogo absolutamente fantástico.</p>



<p>Por falar nisso, <em>Split Fiction</em> possui diversas opções de co-op, e todas funcionam fantasticamente bem. Você pode jogar em um único console, no modo local. Você pode utilizar o GameShare para compartilhar o jogo com alguém usando um Switch 1 localmente. Você pode, inclusive, utilizar a função de cross-play para jogar com pessoas de outras plataformas. Na maior parte do tempo, eu joguei com um amigo que estava utilizando a versão de PC, e tanto gameplay quanto o online funcionaram perfeitamente bem durante toda a campanha.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7130-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-73139" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7130-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7130-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7130-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7130-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7130-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7130-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7130-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_7130.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Apesar de algumas limitações, o jogo é bastante bonito. (Imagem: Jhonatan Carneiro)</figcaption></figure>



<h2 class="has-text-align-center"><strong>Review de Split Fiction — Imperdível!</strong></h2>



<p>Quando comparada às versões disponíveis em outras plataformas, a versão de Nintendo Switch 2 de <em>Split Fiction </em>infelizmente apresenta algumas leves limitações técnicas. Todavia, apesar desses pequenos detalhes, a fantástica experiência co-op do jogo é apresentada em sua integridade, e pode ser desfrutada de maneiras diversas, seja com amigos localmente ou até mesmo com pessoas que joguem em outra plataforma.</p>



<p>De verdade, essa é uma campanha que <em>merece</em> ser jogada pela maior quantidade de jogadores. Caso você não tenha outra plataforma, vale sim muito a pena adquirir esse jogo no Nintendo Switch 2 — ou, ainda, você pode utilizar o <em>Friend’s Pass</em> que está disponível na eShop para jogar com um amigo que possua o jogo em outra plataforma. Em qualquer um dos casos, essa é uma experiência imperdível, que todos aqueles que gostam de videogame precisam experienciar. Afinal, uma experiência em co-op com o formato e qualidades de <em>Split Fiction</em> é tão única quanto rara, e merecem ser apreciadas pela maior quantidade de pessoas possível.</p>



<p><em>PS: A análise foi feita em um Nintendo Switch 2 através de uma cópia cedida pela Electronic Arts.</em></p>
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