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	<title>Fallen Tree Games Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 May 2025 13:00:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Review de The Precinct após a platina (PS5 Pro)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 13:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Fallen Tree Games]]></category>
		<category><![CDATA[PS5 Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[The Precinct]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando eu vi o primeiro trailer de The Precinct, eu pensei imediatamente: preciso jogar isso. O jogo parecia reunir vários elementos fantásticos para entregar uma experiência policial similar a de L.A Noire, um game que sinto uma grande falta. É claro que a proposta tem suas diferenças, tanto em jogabilidade quanto em orçamento. Desenvolvido pela [...]</p>
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<p>Quando eu vi o primeiro trailer de The Precinct, eu pensei imediatamente: preciso jogar isso. O jogo parecia reunir vários elementos fantásticos para entregar uma experiência policial similar a de <strong><a href="https://republicadg.com.br/?s=rockstar">L.A Noire</a></strong>, um game que sinto uma grande falta.</p>



<p>É claro que a proposta tem suas diferenças, tanto em jogabilidade quanto em orçamento. Desenvolvido pela <strong><a href="https://fallentreegames.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fallen Tree Games</a></strong>, The Precinct é um indie com visão isométrica, lembrando os primórdios da franquia GTA.</p>



<p>O próprio site do jogo já entrega que o projeto é uma carta de amor aos filmes policiais clássicos. Temos uma atmosfera que de fato exala a mesma de longas como Serpico, Caçador de Morte, Operação França. É perceptível que a equipe passou anos pesquisando esses materiais que servem de alicerce para a construção de The Precinct.</p>



<p>Mas será que o jogo vale seu tempo e dinheiro? É isso que você vai descobrir nesse review de The Precinct.</p>



<h2 class="has-text-align-center">O peso do nome</h2>



<p>Nossa história é protagonizada por Nick Cordell Jr., um policial recém formado e filho do antigo chefe de polícia. Seu pai foi assassinado e o caso nunca foi solucionado, servindo como uma das justificativas para a nossa campanha.</p>



<p>Por ser um novato, Nick é colocado para trabalhar em turnos com Kelly, um policial veterano prestes a se aposentar e que por ventura era amigo de seu pai. A personalidade de Kelly segue o clichê de policiais veteranos. O desgaste do tempo de trabalho deixou Kelly cínico e descrente da justiça. Agora ele só quer acabar seu turno e ir pra casa sem se meter em problemas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-historia-1024x576.jpeg" alt="Review de The Precinct" class="wp-image-68148" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-historia-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-historia-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-historia-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-historia-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-historia-2048x1152.jpeg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-historia-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-historia-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-historia-1200x675.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O assassinato do pai de Nick é a trama central da história (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>As interações entre os dois são bem escassas mas segue à risca o que esperaríamos de uma dupla em um filme policial. Ela me lembrou bastante a relação de Steve McGarrett e Danny Williams, dupla protagonista de Hawaii Five-0. Inclusive podemos ouvir o clássico bordão “Book ‘em, Danno” várias vezes ao longo da jogatina.</p>



<p>No geral, senti que o roteiro se apoia bastante em clichês na história principal. Não temos nenhuma imprevisibilidade, a narrativa é abordada de um jeito superficial, com imagens estáticas que lembram visual novel e até as histórias paralelas, como a do advogado, deixam um vislumbre de qualidade mas o desfecho é corrido e raso.</p>



<p>Compreendo as limitações do estúdio e do projeto, mas a atmosfera é tão incrível que o componente narrativo acaba deixando a desejar mas por um bom motivo. Louco, não é? Averno, a cidade do jogo, é cheia de charmes e potencial e o jogador, ao mergulhar no universo, fica sedento por mais e por profundidade e o game não entrega isso.</p>



<p>A equipe focou demais nos aspectos sandbox do game, o que ao meu ver, foi um erro. Acredito que o jogo seria bem melhor se tivesse um foco em investigações e casos e não na conclusão de turnos pra ganhar XP. Falarei mais sobre essa mecânica abaixo.</p>



<p>Levei 19 horas para fazer tudo que o jogo tem a oferecer, obtendo a platina no processo. A campanha em si é relativamente curta. Precisamos coletar pistas para derrubar o Tenente, Capitão e por fim o Chefe de duas gangues diferentes. Após isso, temos a resolução do mistério principal do jogo que é o assassinato do pai de Nick.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-pistas-1024x576.jpeg" alt="Review The Precinct - Pistas" class="wp-image-68149" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-pistas-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-pistas-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-pistas-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-pistas-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-pistas-2048x1152.jpeg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-pistas-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-pistas-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-pistas-1200x675.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sistema de pistas é engessado e reforça a repetitividade do jogo (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>Como a estrutura da narrativa principal está presa nesse processo de coletar pistas, ela acaba se tornando engessada e repetitiva demais, tudo graças ao já mencionado foco nos aspectos sandbox.</p>



<h2 class="has-text-align-center">O melhor de Averno</h2>



<p>The Precinct é um jogo policial sandbox com um mundo aberto e visão isométrica. Pense nos GTAs originais, só que controlando um policial e com um sistema de crimes procedurais.</p>



<p>Nosso “dia” sempre começa na delegacia, onde precisamos escolher as características do nosso turno. Quais tipos de crimes iremos combater, a duração do turno, se iremos a pé ou de carro e até a zona de patrulha. Esse sistema de escolhas logo acaba ficando sem nexo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-turnos-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-68150" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-turnos-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-turnos-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-turnos-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-turnos-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-turnos-2048x1152.jpeg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-turnos-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-turnos-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-turnos-1200x675.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Os turnos são a peça central da jogabilidade (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>The Precinct conta com um sistema de geração de crimes procedurais. Por exemplo, você escolhe um turno pra patrulhar infrações de estacionamento. Você vai até a zona e fica procurando isso mas o game gera vários e vários tipos distintos de crimes. Acaba se tornando ilógico escolher um tipo de crime a ser focado, já que pode aparecer pessoas jogando lixo na rua até guerras entre gangues.</p>



<p>No sentido dos crimes, o jogo flerta com a proposta de ser um simulador. Por exemplo, ao abordar um suspeito, podemos verificar a identidade deles e só então vasculhar seus pertences. Caso você vasculhe os itens antes, você recebe uma penalização de XP. Ao perseguir suspeitos que resistem à prisão, aparece um prompt para dizer os direitos deles e por aí vai. Esses detalhes pequenos fazem uma grande diferença e tornam a jogabilidade mais charmosa.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-talentos-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-68151" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-talentos-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-talentos-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-talentos-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-talentos-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-talentos-2048x1152.jpeg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-talentos-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-talentos-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-talentos-1200x675.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A árvore de talentos é direta ao ponto (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>A trocação de tiro acontece dentro do esperado para um jogo de tiro isométrico e, como já mencionei, lembra muito os GTAs antigos. O sistema de mira é intuitivo e na medida que subimos de ranque, desbloqueamos novas armas como espingardas, uma UZI, uma carabina, M16 e por aí vai. As armas seguem à risca o esperado para o ano em que o jogo se passa &#8211; anos 80.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-combate-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-68153" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-combate-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-combate-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-combate-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-combate-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-combate-2048x1152.jpeg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-combate-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-combate-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-combate-1200x675.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Os confrontos são satisfatórios (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure>



<p>Outro sistema crucial de The Precinct é a dirigibilidade. E aqui temos um caso clássico de ame ou odeie. Ela é prazerosa e irritante ao mesmo tempo. O sistema de colisão é uma doideira e muitas vezes, muitas mesmo, eu bati em coisas como hidrantes e cabines telefônicas e o veículo acabou entrando no chão.</p>



<p>Durante as perseguições policiais, podemos preencher uma barra de ação para solicitar apoio como bloqueios de estrada, uma viatura, apoio de helicóptero e mais. A barra só é preenchida ao ficarmos próximos do carro, o que garante uma boa dose de adrenalina para as perseguições.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-dirigibilidade-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-68152" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-dirigibilidade-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-dirigibilidade-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-dirigibilidade-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-dirigibilidade-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-dirigibilidade-2048x1152.jpeg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-dirigibilidade-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-dirigibilidade-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-dirigibilidade-1200x675.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">I fought the law&#8230; and law on! (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>Duas das atividades secundárias, os rachas e o contra o tempo, são extremamente irritantes e mal feitas. Em muitos rachas o veículo do primeiro colocado por padrão é muito mais veloz que o nosso, demandando que a gente conte com a sorte do RNG para que ele cometa um deslize e a gente fique em vantagem.</p>



<p>No décimo e último racha por exemplo, eu só venci a corrida por que o primeiro colocado passou por um checkpoint e ele não foi contabilizado, automaticamente enviando ele para a última posição. Esse problema de não registrar um checkpoint aconteceu comigo várias vezes.</p>



<p>Temos 15 tipos de veículos únicos no total e 10 carros secretos que nada mais são do que “skins” especiais de 10 desses 15 tipos de carros. Logo no começo do jogo desbloqueamos a árvore de habilidades e um dos talentos permite que a gente use qualquer carro, automaticamente transformando ele no nosso carro de patrulha e ganhando a sirene. Eu senti falta de um sistema para salvar o veículo por padrão. No fim de todo turno, nosso veículo some e uma viatura nova surge na entrada da delegacia.</p>



<p>Além de disputar rachas e corridas contra o tempo, a outra atividade secundária consiste em recuperar 20 artefatos espalhados pelo mapa. Esses artefatos foram colocados em maletas que exigem senhas. As senhas são “exibidas” como pistas que funcionam como enigmas matemáticos ou um quiz sobre uma informação importante do jogo. Alguns desses enigmas me fizeram pensar bastante, o que acaba sendo um ponto positivo. Um deles envolve até uma equação de primeiro grau.</p>



<h2 class="has-text-align-center">Loucademia de Polícia</h2>



<p>Penso que The Precinct precisava ficar mais um tempinho no forno. Durante minhas 19 horas pra fazer o 100% no jogo eu tive MUITOS problemas técnicos. E dois desses problemas foram bem frequentes.</p>



<p>O primeiro e mais irritante diz respeito ao sistema de colisão. Várias vezes bastou triscar em um objeto para o carro entrar no chão. Já o outro problema consiste na queda frequente de frames em trechos do mundo aberto com vários veículos.</p>



<p>Essas quedas acontecem com frequência em trechos de perseguição policial, o que acaba prejudicando e muito visto que precisamos ter precisão ao dirigir. E, bom, o jogo não demanda muito de hardware e eu joguei no PS5 Pro…</p>



<p>O sistema de geração de crimes não é o dos melhores e torna tudo repetitivo. Somando isso com uma IA que não funciona bem e temos um mundo bem caótico que lembra a Loucademia de Polícia. Civis voando, engavetamento frequente de veículos.. A IA precisa de ajustes no trânsito.</p>



<p>No mais, o estúdio fez um trabalho impecável com a ambientação. Averno lembra uma variante de Nova York dos anos 80, com uma bela atmosfera neon noir e construções charmosas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-visuais-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-68154" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-visuais-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-visuais-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-visuais-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-visuais-1536x864.jpeg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-visuais-2048x1152.jpeg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-visuais-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-visuais-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/review-the-precinct-visuais-1200x675.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Averno é bem charmosa (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure>



<p>Muitos dos assets do jogo vieram diretamente de American Fugitive, o projeto antecessor da Fallen Tree Games. Os veículos por exemplo foram transportados de lá. Mas a equipe soube diferenciar bem as cidades e Averno exala identidade.</p>



<p>Isso é amplificado pela trilha sonora que aposta no synthwave da década de 80 com sons instrumentais para aumentar a imersão no mundo do jogo.</p>



<h2 class="has-text-align-center">Review de The Precinct &#8211; Aguarde promoção</h2>



<p>The Precinct apresenta boas ideias, contudo, sua execução não é a das melhores. A estrutura central do jogo é repetitiva e sua narrativa é rasa, em contrapartida, a simulação de um trabalho policial é competente e por mais estranho que pareça, o jogo consegue cumprir um pouco do vazio deixado por L. A. Noire. Se você procura por experiências similares, vale a pena dar uma chance após o game receber alguns patches de melhorias.</p>
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		<title>Entrevistamos os responsáveis por The Precinct, novo jogo policial promissor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 13:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Fallen Tree Games]]></category>
		<category><![CDATA[Kwalee]]></category>
		<category><![CDATA[The Precinct]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>The Precinct é um jogo indie desenvolvido pela Fallen Tree Games e publicado pela Kwalee. Situado na fícticia Averno na década de 80, o jogo busca entregar uma experiência de ação policial em um mundo sandbox com inspirações neon-noir. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, conseguimos realizar uma entrevista com os desenvolvedores [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>The Precinct é um jogo indie desenvolvido pela Fallen Tree Games e publicado pela <strong><a href="https://republicadg.com.br/?s=kwalee">Kwalee</a></strong>. Situado na fícticia Averno na década de 80, o jogo busca entregar uma experiência de ação policial em um mundo sandbox com inspirações neon-noir. </p>



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<p>Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, conseguimos realizar uma entrevista com os desenvolvedores do jogo, falando um pouco sobre os percalços do desenvolvimento, inspirações e mais.</p>



<p>Confira nossa entrevista abaixo.</p>



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<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-black-background-color has-text-color has-background"><strong>O cenário de The Precinct lembra os clássicos jogos policiais dos anos 80. Quais foram as principais referências que inspiraram a criação do universo do jogo?</strong></p>



<p>R: Nós nos inspiramos fortemente na atmosfera neon e decadente do cinema e da TV dos anos 1980. Filmes como Operação França, O Motorista e Serpico nos deram aquela energia caótica das ruas, enquanto programas de TV como Hill Street Blues, Cagney &amp; Lacey e T.J. Hooker ajudaram a moldar a sensação do dia a dia da rotina de um policial de rua.</p>



<p>Com relação aos jogos, é claro que GTA 1, 2 e Chinatown Wars foram uma influência, assim como True Crime, Police Quest e os jogos SWAT. Menção honrosa para o mod de GTA LSPDFR, que nos convenceu de que um sistema de geração aleatória de crimes poderia funcionar!</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-black-background-color has-text-color has-background"><strong>A ideia de simular a rotina policial em um mundo aberto envolve uma série de desafios técnicos. Qual foi o processo de desenvolvimento da IA para pedestres, veículos e criminosos, e como isso contribui para a imersão do jogador?</strong></p>



<p>R: Simular um ecossistema urbano crível foi um dos maiores obstáculos técnicos. Construímos sistemas de IA personalizados para diferentes camadas da cidade – civis têm rotinas, veículos obedecem às leis de trânsito básicas (pelo menos até o caos se instalar) e criminosos respondem dinamicamente às ações do jogador. </p>



<p>A mágica está na escalada: um pequeno crime pode se transformar em uma perseguição com &#8220;tiros disparados&#8221;, dependendo de como o jogador aborda a situação. Trata-se de dar ao mundo uma lógica de causa e efeito, com uma pitada de imprevisibilidade. O jogador deve sentir que faz parte de uma cidade viva – não de um palco com scripts.</p>



<p>Como em todos os nossos sistemas, construímos incrementalmente, adicionando camada após camada de recursos, melhorias e polimento. Isso significa que nosso processo de desenvolvimento pode ser bastante fluido, mas estamos trabalhando &#8220;abertamente&#8221; há vários anos, então podemos ver o que a comunidade está respondendo positivamente.</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-black-background-color has-text-color has-background"><strong>Uma das características do jogo é a combinação de ação em terceira pessoa com elementos táticos e investigativos. Como vocês equilibraram esses estilos de jogo para manter a experiência coesa e envolvente?</strong></p>



<p>R: Aprendemos desde cedo que, para isso funcionar, não poderia ser apenas ação ininterrupta. Tinha que parecer que você está trabalhando de verdade. Então, embora haja tiroteios e perseguições em alta velocidade, nós contrabalançamos isso com multas, patrulhamento e um pouco de procedimento policial. </p>



<p>O ritmo é fundamental: alguns turnos parecem explosivos, outros calmos e tensos. E como você é um oficial uniformizado – não um super-herói ou um exército de um homem só – você tem ferramentas e autoridade limitadas, o que torna cada decisão significativa. Os elementos táticos e investigativos não são um show à parte – eles são o que fundamentam o caos em uma aparência de autenticidade.</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-black-background-color has-text-color has-background"><strong>The Precinct promete um mundo dinâmico, com crimes acontecendo proceduralmente. Como vocês garantem que esses eventos mantenham variedade e relevância ao longo da progressão do jogador?</strong></p>



<p>R: Construímos o que chamamos de Sistema de Crime Dinâmico, onde os incidentes aumentam em dificuldade e frequência à medida que você progride. Este sistema oferece incidentes variados em natureza, localização e conteúdo, e ocasionalmente pode tomar um rumo insano. Ele também pode gerar chamados sobrepostos, forçando o jogador a tomar decisões críticas de priorização, bem como calmaria, onde você pode respirar.</p>



<p>Isso ajuda a manter as coisas desafiadoras e incentiva o jogador a fazer bom uso da árvore de Upgrades. Adicionadas a isso estão as histórias principais e o conteúdo secundário. Essa mistura de design sistêmico e cenários artesanais esperamos que impeça que o sandbox se torne obsoleto.</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-black-background-color has-text-color has-background"><strong>O jogo se passa em uma cidade fictícia dos anos 80. Como a direção de arte, o design de som e a trilha sonora trabalharam para capturar a essência dessa era sem cair em clichês?</strong></p>



<p>R: Não queríamos fazer uma versão caricata ou revisionista dos anos 80, uma synthwave da moda sem coração ou alma. Nossa direção de arte se baseia em fotografias reais, decadência urbana e a sordidez da Big Apple, sob uma camada de neon. O design de som usa uma paleta semelhante, evocando as texturas e os efeitos icônicos usados em filmes antigos.</p>



<p><em>Nota do editor: Synthwave é um microgênero de música eletrônica que se inspira na estética e nos sons das trilhas sonoras de filmes, jogos e cultura pop dos anos 80</em>.</p>



<p>Para a música, trabalhamos com dois compositores – Gavin Harrison e Sleepless Nights (também conhecido como Jonny Adams) – que se especializam nos sons analógicos dos anos oitenta. Sua trilha sonora incrível caminha na linha tênue entre o noir melancólico e o synth de alta octanagem; parte John Carpenter, parte Vangelis, parte Giorgio Moroder. Não é retrô apenas pela estética, está lá para contar uma história e fazer você se sentir como se estivesse vivendo em um filme.</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-black-background-color has-text-color has-background"><strong>Olhando para o futuro, existem planos para expansões ou modos cooperativos? Existem planos para evoluir o universo do jogo?</strong></p>



<p>R: No momento, estamos focados em entregar e atualizar uma experiência single-player completa e concisa. O modo cooperativo é bastante improvável devido à quantidade de código que teria que ser reescrito.</p>



<p>Dito isso, o mundo de Averno tem muitas histórias para contar – tanto narrativa quanto mecanicamente. Temos um milhão de ideias para conteúdo pós-lançamento e mal podemos esperar para ouvir o que a comunidade quer ver mais.</p>



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<p>Deixamos aqui nosso muito obrigado ao estúdio Fallen Tree Games por ter cedido essa entrevista. Vocês podem acompanhar as redes sociais da equipe abaixo:</p>



<ul>
<li><strong><a href="https://www.instagram.com/fallentreegames/">Instagram</a></strong></li>



<li><strong><a href="https://www.linkedin.com/company/fallen-tree-games/?originalSubdomain=br">LinkedIn</a></strong></li>



<li><strong><a href="https://fallentreegames.com/">Site oficial do jogo</a></strong></li>



<li><strong><a href="https://x.com/fallentreegames">X</a></strong></li>
</ul>
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