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	<title>Goodwin Games Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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		<title>Review: Selfloss (PS5)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 08:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Goodwin Games]]></category>
		<category><![CDATA[Merge Games]]></category>
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		<category><![CDATA[Selfloss]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando eu vi o trailer de Selfloss pela primeira vez, nem esperei o vídeo terminar e já estava decidido que precisava jogar ele. São pouquíssimos os jogos que possuem coragem de abordar o luto e, Selfloss, não só aborda essa temática como amarra todo o alicerce de sua história e jogabilidade nisso. Feito por Alex [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando eu vi o trailer de <strong><a href="https://republicadg.com.br/?s=merge+games">Selfloss</a></strong> pela primeira vez, nem esperei o vídeo terminar e já estava decidido que precisava jogar ele.</p>



<p>São pouquíssimos os jogos que possuem coragem de abordar o luto e, Selfloss, não só aborda essa temática como amarra todo o alicerce de sua história e jogabilidade nisso.</p>



<p>Feito por Alex Goodwin e a <strong><a href="https://www.alexgoodwingames.com/">Goodwin Games</a></strong>, uma equipe de apenas 3 pessoas, vem ler esse review de Selfloss para descobrir o porque eu acho que ele seja obrigatório para toda e qualquer pessoa que adora indies!</p>



<h2 class="has-text-align-center">Brutal e Encantador</h2>



<p>No começo de Selfloss, tudo é bem confuso. Controlamos um velho sem nome que usa um cajado e que precisa seguir as ordens de uma figura gigantesca.</p>



<p>Após alguns minutos, as coisas começam a ser explicadas. O Velho, o protagonista da aventura, se chama Kazimir. E, ao que tudo indica, ele tirou sua própria vida usando uma corda e foi parar em Leeway.</p>



<p>Leeway é o que conhecemos por Reino da Morte. Esse reino é comandado por Mareena, uma Deusa que serve como uma espécie de capataz das almas que não querem largar a mão da vida.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-26-1024x576.png" alt="review selfloss" class="wp-image-54289" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-26-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-26-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-26-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-26-1536x864.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-26-2048x1152.png 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-26-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-26-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-26-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Mareena, a Deusa do Leeway (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>A lore do jogo é riquíssima, contando com deuses e deusas, gigantes, sereias, elfos, baleias… o folclore eslávico serviu como uma inspiração fortíssima para Selfloss e, graças a isso, temos uma narrativa bem rica e diferente do que estamos acostumados a ver.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-21-1024x576.png" alt="review selfloss" class="wp-image-54284" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-21-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-21-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-21-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-21-1536x864.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-21-2048x1152.png 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-21-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-21-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-21-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A lore do jogo é riquíssima! (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>Na medida que avançamos pelo mapa, encontramos pergaminhos que servem como colecionáveis. Eles explicam mais sobre o mundo e as criaturas que vivem por lá.</p>



<p>Kazimir é encarregado de chegar até uma baleia, contudo, o caminho até lá é cheio de obstáculos e de seres que estão sofrendo com a perda de entequeridos. É aí que entra o conceito de Selfloss.</p>



<p>Selfloss é um ritual para curar as feridas das almas das pessoas que perderam entequeridos. Para dar certo, o ritual demanda dois componentes, um item de valor pessoal para a pessoa viva e a morta e uma essência de peixe.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-25-1024x576.png" alt="review selfloss" class="wp-image-54288" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-25-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-25-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-25-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-25-1536x864.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-25-2048x1152.png 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-25-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-25-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-25-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O primeiro Selfloss que realizamos (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>A história do jogo é excelente e sua forma de lidar com perdas é excepcional. Um jogador em média vai levar entre 5 a 6 horas para zerar o jogo. Um grande ponto negativo é que ele não apresenta legendas em PT-BR.</p>



<h2 class="has-text-align-center">Um cajado de luz</h2>



<p>Como mencionei mais acima, Kazimir, nosso protagonista, usa um cajado. O objeto é uma peça central na jogabilidade. O mundo de Selfloss foi tomado pelo Miasma, uma espécie de corrupção que deixou o planeta devastado e fez com que várias cidades fossem abandonadas.</p>



<p>Como o Cajado de Kasimir é capaz de manipular a luz, ele é crucial para eliminar ou congelar os Miasmas, dando o golpe derradeiro com a foice que o personagem carrega.</p>



<p>Para a minha surpresa, temos vários trechos de combate e o personagem é capaz de esquivar e se curar consumindo plantas. Na medida que progredimos na história, nosso cajado ganha incrementos, como a capacidade de emitir pulsos que destroem cristais robustos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-23-1024x576.png" alt="" class="wp-image-54286" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-23-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-23-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-23-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-23-1536x864.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-23-2048x1152.png 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-23-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-23-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-23-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O combate do jogo funciona bem (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>Apesar da existência de trechos de combate, na maior parte do tempo estaremos resolvendo puzzles seja a pé ou através do barco. A física do jogo é muito boa e podemos sentir até as ondas gerando resistência na navegação com o barco.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-22-1024x576.png" alt="" class="wp-image-54285" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-22-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-22-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-22-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-22-1536x864.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-22-2048x1152.png 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-22-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-22-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-22-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O barco serve quase como um &#8220;companion&#8221; de Kazimir (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure>



<p>Os puzzles são intuitivos mas alguns deles demandam que o jogador use a cabeça. Na maior parte do tempo, o mecanismo é o mesmo: iluminar botões para abrir portas, iluminar pontes secretas ou atrair peixes.</p>



<p>Uma mecânica interessante do cajado é que as vezes precisamos deixar ele parado e apontar a Luz para o personagem, limpando ele da corrupção do miasma. Caso a gente esteja levemente distante, basta assoviar para que o cajado retorne.</p>



<p>No geral, a jogabilidade é bem fluída e apresenta um leque bom de diversidade numa frequência boa. Minha única crítica vai para a câmera. Em alguns pedaços, ela atrapalha já que não podemos movê-la livremente.</p>



<h2 class="has-text-align-center">A parte técnica</h2>



<p>A parte técnica de Selfloss é impressionante, ainda mais levando em consideração que se trata de um projeto feito por apenas 3 pessoas.</p>



<p>Os visuais estão ótimos e refletem a atmosfera melancólica da história. A física do jogo também impressiona. Sentimos uma leve resistência ao se movimentar em tábuas, gerando o senso de perigo, assim como as correntes de ar que empurram nosso barco.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-24-1024x576.png" alt="" class="wp-image-54287" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-24-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-24-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-24-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-24-1536x864.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-24-2048x1152.png 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-24-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-24-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-24-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O cemitério das tartarugas (Imagem: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>


<p>Também não tive nenhum bug, crash ou queda de frame. Mas a parte mais impressionante de Selfloss é o som. O estúdio foi além ao cuidar dos efeitos e da trilha sonora.</p>



<p>Temos canções eslávicas, trilhas mais melancólicas que reforçam o sentimento de luto e efeitos sonoros que rivalizam com AAAs. É possível ouvir as ondas se chocando, baleias se “comunicando”, o ranger da madeira ao andar nesse tipo de piso..</p>



<p>Pode parecer um exagero mas a parte sonora do jogo é uma das melhores que eu pude escutar desde Alan Wake 2.</p>



<p>O único ponto negativo no quesito técnico vai para a falta de localização em PT-BR.</p>



<h2 class="has-text-align-center">Review de Selfloss: Vale muito a pena!</h2>



<p>Desde que eu vi seu primeiro trailer, Selfloss já entregava que seria uma experiência singular e cheia de alma. Jogar ele só trouxe a feliz confirmação disso. Se você gosta de indies, considero o jogo como obrigatório, não deixe de colocá-lo na sua lista!</p>
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