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	<title>Indústria Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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	<title>Indústria Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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		<title>Minhas previsões para a indústria dos games em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 14:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[GTA 6]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você acompanha o República desde os primórdios, já sabe o quanto eu adoro falar sobre a indústria dos games na perspectiva de negócio. Minha formação em Marketing colaborou e muito para fazer com que eu sempre me encante por esse tópico. É diante disso que eu encontrei motivação para escrever esse texto. Nele eu [...]</p>
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<p>Se você acompanha o República desde os primórdios, já sabe o quanto eu adoro falar sobre a indústria dos games na perspectiva de negócio. Minha formação em Marketing colaborou e muito para fazer com que eu sempre me encante por esse tópico.</p>



<p>É diante disso que eu encontrei motivação para escrever esse texto. Nele eu irei abordar as minhas previsões para a indústria de games no ano de 2025.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1) Ano fiscal recorde para a PlayStation</h3>



<p>O próximo ano fiscal da PlayStation, período que se inicia no dia 1 de Abril de 2025 e vai até 31 de Março de 2026, será o melhor da história para a companhia. E vários motivos me levam a crer nisso.</p>



<p>Primeiro, o impulso na venda de hardwares. E aqui podemos dividir em duas vertentes. <strong>O PS5 Pro vai começar a vender bem por conta do lançamento de grandes jogos</strong> que irão incentivar a busca por um hardware mais parrudo. Além disso, o <strong>modelo padrão do PS5 deve sofrer um corte de preço permanente</strong>, ajudando a escoar mais unidades.</p>



<p>No campo dos serviços, eu acredito que a companhia vai<strong> adotar estratégias cada vez mais agressivas no que diz respeito aos tiers Extra e Deluxe da PS Plus</strong>. No último senso liberado pela marca, 70% dos assinantes estavam concentrados na Essential, o que é longe de ser a condição ideal. Por conta disso, veremos grandes jogos chegando no catálogo do tier Extra, inclusive títulos de terceiros chegando no Day One.</p>



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<iframe title="Ghost of Yōtei - Trailer de anúncio | PS5" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/rlk9ClzyBes?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>Por fim e não menos importante, temos a venda de softwares. A PlayStation vai <strong>lançar vários de seus jogos no PC esse ano</strong>, começando por Marvel&#8217;s Spider-Man 2. Além disso, teremos a <strong>chegada dos primeiros grandes AAAs exclusivos do PlayStation 5</strong>, como Ghost of Yotei e Death Stranding 2: On the Beach. <strong>Se tratando de third parties, jogos colossais como Monster Hunter Wilds e Borderlands 4 vão ajudar a receita da empresa a alcançar novos ares</strong>. </p>



<p>Lembre-se que a PlayStation fica com cerca de 30% do valor de cada jogo vendido na PS Store!</p>



<h3 class="wp-block-heading">2) GTA 6 adiado</h3>



<p>Eu sei que não era isso que você queria ler mas eu não acredito em GTA 6 saindo nesse ano. Mas calma que irei explicar os motivos que me levam a ter essa crença.</p>



<p>Primeiro, o número de consoles ativos. Atualmente temos cerca de 120 milhões de consoles da atual geração vendidos e a quantia de consoles ativos deve ser próxima disso. Para facilitar o nosso cálculo, vou usar o valor de 100 milhões de consoles ativos (PS5 e Xbox Series).</p>



<p>GTA 5, lançado em 2013, custou U$265 milhões para ser feito e promovido. Uma estimativa colocou os custos de Red Dead Redemption 2, lançado em 2018, em U$540 milhões. Logo, para ajudar em nosso cálculo, irei supor que o custo de GTA 6 vai ficar por volta de U$650 milhões (apesar de achar que será mais do que isso).</p>



<p>Considerando o custo de U$650 milhões, o jogo precisa vender 9,3 milhões de unidades APENAS para pagar os custos. Olhando para a esteira de produtos da 2K em 2025, temos: Civilization 7, Mafia: The Old Country, Borderlands 4 e o NB2K anual. Fora a possibilidade de Judas sair esse ano também.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Mafia: The Old Country | Trailer A Iniciação | The Game Awards 2024 | Legendado PT BR" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/KNssRVId7e8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Faz mais sentido, ao menos pra mim, se apoiar nesses jogos em 2025 e deixar GTA 6 para 2026, lançado o game em um mercado mais maturado e praticamente dobrando a geração de receita</strong> na janela de lançamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3) Xbox abraça o papel de publisher</h3>



<p>Essa previsão já está meio que se concretizando, afinal, já temos a confirmação do lançamento de Indiana Jones and the Great Circle e DOOM: The Dark Ages no PS5 esse ano. Além desses dois, The Outer Worlds 2 também chegará no console da Sony.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Indiana Jones and the Great Circle - Gamescom Date Reveal Trailer | PS5 Games" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/76VpUciztBs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>O conselho da Microsoft parece querer transformar a Xbox em uma publisher capaz de gerar uma renda massiva</strong> e o caminho para isso é lançar os games no PS5 e Nintendo Switch 2.</p>



<p>Acredito que veremos vários lançamentos da marca no PS5 em 2025, como Hellblade 2 e Forza Horizon 5. O que resta é saber o quanto a Xbox vai abrir suas fronteiras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4) Nintendo Switch 2 com problemas de estoque </h3>



<p>A Nintendo historicamente sempre teve problemas com estoque e eu não acredito que nesse ano vai ser diferente. A Big N não deve conseguir atender a demanda gigantesca pelo novo console por conta da falta de estoque.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5) Ubisoft salva pela Tencent</h3>



<p>A Ubisoft está em apuros mas eu acredito firmemente que a publisher ainda vai conseguir se salvar. Assassin&#8217;s Creed Shadows parece estar excelente e o jogo vai dar um respiro para a crise de confiança (e fiscal) da companhia.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Brand New Assassin&#039;s Creed Shadows Combat Gameplay..." width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/gnspp90iNAc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>Com isso, creio que a publisher vai bolar um plano de resgate com a Tencent com a possibilidade de recompra das ações ao longo do tempo. A família Guillemot não parece estar disposta a abrir mão de seu domínio e não vejo isso mudando tão cedo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6) Mais flops e demissões</h3>



<p>2024 foi brutal para a indústria, com vários jogos esperados com uma performance comercial abaixo do esperado. Foram dezenas de estúdios fechados e mais de 15 mil funcionários demitidos.</p>



<p>Acredito que a tendência vai se manter firme e forte em 2025. O mercado está cada vez mais competitivo e, mensalmente, vemos a chegada de novos jogos gratuitos que estão abocanhando pedaços significativos do mercado, como Marvel Rivals por exemplo.</p>



<p>Com a chegada de tantos AAAs aguardados, como Monster Hunter Wilds, <strong>os jogos menores vão sofrer e verão seu preço despencar rapidamente nas lojas físicas e digitais</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7) Aquisição bilionária em movimento geopolítico</h3>



<p>Pode não parecer mas jogos e geopolítica andam de mãos dadas. Essas movimentações muitas vezes ajudam a formar novos polos de desenvolvimento e estamos vendo isso na atualidade.</p>



<p>Vários estúdios estão se formando em países como Polônia e Coreia do Sul, além disso, a China e a Arábia Saudita estão investindo quantias significativas no espaço de jogos AAA.</p>



<p>Acredito que um grande estúdio/publisher vai ser adquirido em 2025 numa movimentação geopolítica. </p>



<h3 class="wp-block-heading">8) Mais jogos asiáticos absurdos</h3>



<p>Black Myth: Wukong, Crimson Desert, Wuchang: Fallen Feathers.. Eles vieram pra ficar! Aqueles jogos AAA que pareciam inacreditáveis vão continuar aparecendo e, felizmente, sendo lançados.</p>



<p>Essas foram as minhas previsões para a indústria dos games em 2025! O que vocês acharam? Diz aí nos comentários e não esquece de entrar em nossos grupos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><a href="https://grupos.descontoemgames.com/">Entre em nossos grupos e economize!</a></strong></li>
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		<title>Explicando a atual crise da indústria dos games</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 16:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a crise que está afetando a indústria dos games</p>
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<p>Uma crise assola a indústria dos games. Dezenas de estúdios do setor sofreram demissões em massa, diversos projetos foram reiniciados ou até cancelados e serviços e consoles tiveram seus preços reajustados.</p>



<p>Ao analisar a situação, muitos consumidores pensam que cada aspecto desse se trata de algo isolado, contudo, eles estão todos conectados e podem ser explicados pelo mesmo motivo: as empresas estão cortando custos.</p>



<p>Vou explicar, de maneira simples e objetiva, o que tem causado todos esses problemas na indústria que tanto gostamos. Se aconchegue e vem comigo nesse texto!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Era uma vez a Pandemia</h2>



<p>A pandemia fez com que o mundo inteiro ficasse em casa e, consequentemente, transformou a indústria dos games em uma galinha de ouro para os investidores. Os números do setor atingiram máximas históricas e todo mundo começou a ganhar e a injetar dinheiro adoidado.</p>



<p>Contudo, o frenesi não durou muito tempo e, com o relaxamento dos lockdowns, as pessoas voltaram a se interessar mais por outros tipos de entretenimento. Com o nível de interesse do público menor, a torneira dos investimentos começou a jorrar menos água e os problemas começaram, afinal, as empresas já haviam “passado o cartão” como se a fatura não fosse chegar no mês seguinte.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Missão: Consolidação</h2>



<p>Com o frenesi das empresas, impulsionadas por um crescimento exponencial no interesse e investimentos, uma corrida por consolidação se iniciou e, as principais companhias do segmento, começaram a gastar uma nota pra adquirir estúdios menores.</p>



<p>Embaladas pelos números, a Xbox por exemplo comprou 4 publishers no espaço de 3 anos (Bethesda, King, Blizzard e Activision). De 2021 até agora, a Sony <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_acquisitions_by_Sony">adquiriu</a> nada mais nada menos que 21 empresas. Essas compras trazem benefícios óbvios mas consequentemente aumentam expressivamente os custos fixos e variáveis da companhia.</p>



<p>Com um quadro de funcionários inchado, projetos com uma produção caótica que estão drenando quantias expressivas de dinheiro, custos de marketing disparando e um ambiente macroeconômico completamente instável por conta de guerras e inflação, as empresas acabaram sofrendo um golpe duro na margem de lucro operacional, um dos principais indicadores da saúde de um negócio.</p>



<p>Pra se ter uma ideia, no ano fiscal de 2022, o lucro operacional da <a href="https://republicadg.com.br/?s=playstation">PlayStation</a> foi de 12.6%. No de 2023, o número caiu pra 6.9%. E a previsão para o ano fiscal de 2024 é de apenas 6.3%. A queda acentuada preocupa os investidores que começam a pressionar<br>a companhia por ajustes e resultados melhores.</p>



<p>Outro problema gravíssimo diz respeito ao crédito. Com a inflação e um cenário macro instável, o crédito fica mais caro e os bancos ficam menos receptivos para negociações, o que prejudica as companhias sem um bom fluxo de caixa para contornar o problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sacrifícios</h2>



<p>Em um cenário de lucro operacional reduzido, o óbvio sempre acontece: cortes brutais de custos. Nessa “dança”, os funcionários categorizados como não essenciais ou que são os mais custosos são os primeiros a serem enviados embora. A folha de pagamento dos funcionários quase sempre é a parte mais custosa da operação de qualquer empresa e, em muitos casos, ela representa 80% dos custos fixos de uma companhia.</p>



<p>Projetos “buraco negro”, isso é, que drenam muitos recursos e possuem uma previsão de ROI baixo acabam sendo engavetados e as empresas entram em um modo de aversão à risco, passando a apostar muito mais em produtos já testados no mercado, como é o caso de sequências ou remakes.</p>



<p>Após todos os cortes possíveis serem feitos, o próximo passo sempre costuma ser reajuste de preços, um caminho sempre polêmico e que gera um rastro de frustração por onde passa. Temos dois exemplos cristalinos disso com o reajuste de preço da PlayStation Plus e o recente aumento do Xbox Series S no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma guerra pelas carreiras</h2>



<p>Com todos os cortes feitos e preços reajustados, as companhias iniciam o “endgame” pra aumentar o lucro operacional: monetização agressiva. Pense em jogos narrativos com conteúdo picotado em múltiplas DLCs, conceder os direitos de um jogo pra um serviço de assinatura ou até reverter uma decisão e optar por lançar um jogo pra geração antiga de consoles (alô, Star Wars?)</p>



<p>Os jogos multiplayers recebem eventos temáticos e pacotes bem agressivos com uma proposta de valor aparentemente imperdível (pense na season mais recente de Warzone ou Fortnite OG &#8211; esse último quebrou o recorde de jogadores simultâneos). Games com foco narrativo com acesso antecipado trancado em versões deluxe.</p>



<p>Pois é, esses são apenas alguns dos artifícios que as empresas usam e estão usando pra aumentar a receita e, consequentemente, o lucro operacional. Com balanços fiscais mais atrativos, os acionistas ficam felizes e as ações sobem. Com metas batidas e o preço do papel da ação em alta, os executivos ganham bônus enormes. Quase todo mundo fica feliz, menos os funcionários demitidos e os consumidores que muitas vezes não são ouvidos pela empresa.</p>



<p>Por mais que uma pessoa ou outra acredite que a empresa se importa genuinamente com os fãs, tudo se trata na verdade de um jogo entre a diretoria da companhia com acionistas onde o foco é dinheiro. Claro que isso não é válido para a indústria inteira. Ainda temos estúdios e projetos de escopo menor que são motivados puramente pela comunidade e pela paixão pela obra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel dos jogadores</h2>



<p>Os jogadores também não estão isentos de culpa. Calma, não precisa ficar com raiva. Muitos players são bem ansiosos e pressionam os estúdios nas redes sociais. A impaciência dos gamers e dos acionistas acabam resultando em games lançados de maneira apressada e cheios de problemas. </p>



<p>Isso consequentemente faz com que os críticos/imprensa avalie os títulos inacabados, causando um impacto negativo na nota. Aí entra em cena os gamers novamente. Quando eles não tentam descredibilizar o trabalho da crítica especializada, eles caçoam do jogo e o chamam de lixo ou nota amarela, afetando as vendas. Com as vendas baixas, o estúdio tem um fluxo de dinheiro bem menor entrando e é obrigado a cortar brutalmente os custos. Percebeu o loop?</p>



<p>A situação é alarmante e é difícil ver uma luz no fim do túnel mas ela existe. A Insomniac por exemplo encontrou um ótimo template pra se atuar, criando narrativas mais compactas, com uma duração menor e se apoiando em DLCs para gerar aquela renda extra.</p>



<p>A Capcom, com Resident Evil, vende itens que facilitam o gameplay por dinheiro real mas que são completamente opcionais, ganhando aquele trocado extra sem prejudicar ninguém. São muitos caminhos que podem ser seguidos e que não ferem o consumidor. Contudo, o que muitas publishers estão fazendo é indo atrás de um GaaS de sucesso, gerando uma receita estável.</p>



<p>O problema com a medida é que o espaço dos GaaS está ficando cada vez mais competitivo e poucos exemplares abocanham a maior parte dos jogadores. Os novos entrantes no mercado já chegam com chances mínimas de sucesso. Resta ficarmos na torcida para que os estúdios encontrem caminhos mais saudáveis para que possam ser perpetuados e continuarem criando as obras que tanto adoramos.</p>
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