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	<title>NatsumeAtari Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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		<title>Review &#8211; Eiyuden Chronicle: Rising (PS5)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jul 2022 14:48:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[505 Games]]></category>
		<category><![CDATA[Eiyuden Chronicle: Rising]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prequel chega com a missão de apresentar o universo da nova franquia</p>
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<p class="has-text-align-justify">A franquia Eiyuden Chronicle já surgiu em meio ao sucesso. O jogo Hundred Heroes foi a terceira maior campanha já financiada no Kickstarter, atrás apenas de Shenmue 3 e Bloodstained: Ritual of the Night. Com o grande nível de interesse por parte dos jogadores, <a href="https://505games.com/pt-br/">a publisher</a> logo se prontificou para expandir o universo e, claro, fazer a famosa moeda. Diante desse contexto temos o surgimento de <strong>Eiyuden Chronicle: Rising</strong>, um título estruturado como um prequel e com a missão de apresentar alguns dos personagens e um pouco de contexto antes da chegada do jogo principal.</p>



<p class="has-text-align-justify">Mas será que vale a pena se aventurar nesse prequel ou é melhor poupar dinheiro e esperar Hundred Heroes? É isso que você vai descobrir neste review!</p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color">A história de Eiyuden Chronicle: Rising</h2>



<p class="has-text-align-justify">No jogo, inicialmente acompanhamos a história de CJ. Uma jovem que faz parte de uma família de caçadores de tesouros. A família dela faz um ritual inusitado quando os membros atingem certa idade. Eles precisam sair pelo mundo e procurar por um tesouro mais valioso do que o encontrado pelo membro anterior da família.</p>



<p class="has-text-align-justify">É sob esse contexto que CJ chega no vilarejo que serve como  um dos&#8221;protagonistas&#8221; do jogo. No entanto, sua caçada ao tesouro não será nada simples. Os habitantes do vilarejo não gostam de exploradores e até a Prefeita exige que eles obtenham carimbos que são concedidos ao ajudar pessoas.</p>



<p class="has-text-align-justify">Esses cartões de carimbos se posicionam como uma das principais mecânicas do jogo e extendem e muito a duração da jornada. São dezenas de missões secundárias divididas entre diferentes grupos. Temos missões de loja, missões de personagens e por aí vai. A medida que progredimos, novos aliados se juntam ao grupo, o que torna a história e a jogabilidade mais complexa e ao mesmo tempo divertida. Um problema é que a narrativa demora cerca de 3 a 4 horas para engatar e a porção inicial do jogo é bem entediante.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/07/181e363e0eb18-screenshotUrl-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-16603"/><figcaption>A história traz lições poderosas (Captura de Tela: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>



<p class="has-text-align-justify">Maldição, familiares perdidos, maquinações políticas, o fim do mundo&#8230; No geral, o roteiro segue a linha de outros JRPGs e <strong>a história é bem tranquila de se acompanhar. O título também ensina lições preciosas sobre amizade e desenvolve os personagens de uma maneira magistral</strong>. Após cerca de 15 horas (com direito a platina), encerrei minha aventura encantado com a amizade de CJ, Garoo e Isha.</p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color">A dureza de se tornar mais forte</h2>



<p>Outra mecânica importantíssima de <em>Eiyuden Chronicle: Rising</em> é o desenvolvimento do vilarejo. Quando CJ chega no lugar, quase loja nenhuma existe e a população sofre diversos problemas. A medida que a gente resolve esses problemas e completamos os cartões de selos, as lojas vão surgindo e mudando de nível. Isso traz uma necessidade de gerenciar bem os recursos e, claro, fazer um pouco de farm para completar missões e aprimorar as armas e armaduras.</p>



<p class="has-text-align-justify">Cada um dos três personagens só possui uma arma e uma armadura. Podemos aprimorar nosso equipamento de duas formas: melhorando o nível de raridade e a qualidade do mesmo. Por exemplo, a arma começa dessa forma: Arma 1 com uma estrela. No final da jornada, ela termina: Arma 1 SSS +30 com 5 estrelas. Os aprimoramentos melhoram o poder de ataque, o bloqueio e traz um novo leque de possibilidades para o combate. Isha é uma maga e de início ela só pode lançar dois cristais como ataque. A medida que aprimoramos a arma dela, podemos lançar 5 cristais, o que facilita e muito no combate.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/07/181e364110a81-screenshotUrl-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-16604"/><figcaption>Melhorar as armas e armaduras é crucial para sobreviver (Captura de Tela: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>



<p class="has-text-align-justify">O grande problema nisso tudo é a<strong> sensação bizarra de repetitividade</strong> que fica ao longo da jornada. Como mencionei acima, eu gastei 15 horas para concluir 100% do jogo, mas, a sensação que eu tive é de que foram 50 horas ou mais. Precisamos ficar indo e voltando dos lugares para coletar materiais ou com a finalidade de completar missões bobas. <strong>O jogo possui algumas das piores missões secundárias que eu já vi</strong>, o que gera uma frustração enorme. Felizmente, graças ao poder do PS5, podemos fazer viagem rápida entre os locais, o que diminui um pouco a frustração. O problema é que existem cenários que funcionam como calabouços. Nos calabouços, a viagem rápida só pode ser acionada usando placas de sinalização.</p>



<p class="has-text-align-justify">A exploração nos cenários é bem linear, afinal, o game foi estruturado como um jogo 2.5D. Um elemento que impede a exploração no início é a presença de cristais elementais que bloqueiam as passagens. Para quebrar esses cristais, é necessário obter runas elementais que são encontradas ao longo da história. Essas runas elementais também alteram o tipo de dano dos ataques podendo ser de gelo, fogo, terra ou raio. Como os inimigos também apresentam diferentes elementos, equipar a runa correta em cada cenário garante uma vantagem enorme pro jogador, potencializando e muito o dano dos personagens. <strong>O título, que já é fácil, se torna ainda mais moleza</strong>. Vale mencionar que após zerar desbloqueamos o Modo Hard. Mas, graças a existência de acessórios extremamente roubados, o jogo se torna um passeio ainda mais. Existem acessórios que transformam todos os ataques em ataques críticos por exemplo. Até mesmo o último chefe acaba sendo derrotado em poucos segundos com o uso do acessório.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/07/181e363f6fa75-screenshotUrl-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-16605"/><figcaption>Os elementos são um mecanismo importante no jogo (Captura de Tela: Ruancarlo Silva)</figcaption></figure></div>



<p class="has-text-align-justify">Por falar em inimigos, existe uma quantidade bem pouca deles. Para disfarçar e tentar diminuir o senso de repetição, a equipe alterou o design deles usando o elemento (fogo, gelo, terra, raio) como desculpa, contudo, a medida não deu muito certo.</p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color">A parte técnica</h2>



<p class="has-text-align-justify">O review tem como base a versão de PlayStation 5. Não tive nenhum problema ao longo das minhas 15 horas com o jogo. Não presenciei nenhum bug, os loadings são extremamente velozes e o estilo visual adotado pela equipe é um dos mais charmosos que eu já vi. O combate flui bem e mesmo nos ataques linkados, onde muitos elementos surgem na tela, não percebi nenhuma queda de frame.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/07/Ei-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-16606"/><figcaption>As cores vibrantes dão um charme a mais no jogo (Captura de Tela: 505 Games)</figcaption></figure></div>



<p class="has-text-align-justify"><strong>Um dos pontos fortes do jogo é sua tradução extremamente competente</strong>. Temos a presença de diversas piadas que foram transportadas para o nosso contexto, revelando o enorme cuidado que os tradutores tiveram em localizar o conteúdo para PT-BR. Um elemento que não me agradou foi a trilha sonora. Ela não é tão marcante quanto deveria ser, ainda mais se tratando de um RPG asiático que são conhecidos pelas  trilhas sublimes.</p>



<p class="has-text-align-justify">Contudo, vale mencionar que entendo a situação. O jogo foi feito com o dinheiro excedente obtido na campanha do Kickstarter e, quando levamos isso em consideração, o trabalho realizado pela equipe passa a ser surpreendente.</p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color">Eiyuden Chronicle: Rising &#8211; Vale a pena!</h2>



<p class="has-text-align-justify">Se todos os prequels fossem feitos com o mesmo cuidado que Rising, os jogadores estariam muito bem servidos. Apesar das limitações, que são compreensíveis visto o orçamento e tempo de desenvolvimento, Rising proporciona uma ótima entrada na franquia e cumpre muito bem o seu papel: deixar os jogadores com o gostinho de &#8220;quero mais&#8221;. Como mencionei mais acima, adorei a jornada de CJ, Isha e Garoo e já me sinto muito conectado aos três personagens. Se a equipe conseguir replicar isso em Hundred Heroes, bom, o game certamente será memorável.</p>





<p><em>PS: Este review foi feito graças a um código de PlayStation 5 cedido pela publisher 505 Games.</em></p>
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