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	<title>Squanch Games Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Thu, 12 Feb 2026 11:02:24 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Squanch Games Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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		<title>Review: High on Life 2 (PS5)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Custódio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 11:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[High on Life 2]]></category>
		<category><![CDATA[PS5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>High on Life foi um caso raro em 2022. Ele não era um blockbuster tradicional e não carregava o peso de uma grande franquia, mas conseguiu se destacar porque entregava duas coisas que quase raramente aparecem juntas: um FPS competente e uma comédia que realmente funcionava. No caso do título da Squanch Games, o humor [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://republicadg.com.br/tag/High-on-Life/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">High on Life</a> foi um caso raro em 2022. Ele não era um blockbuster tradicional e não carregava o peso de uma grande franquia, mas conseguiu se destacar porque entregava duas coisas que quase raramente aparecem juntas: um FPS competente e uma comédia que realmente funcionava.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="REVIEW/ANÁLISE DE HIGH ON LIFE 2, MELHOR ou PIOR que o primeiro jogo? (PS5)" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/M7XKHo_wSOE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>No caso do título da Squanch Games, o humor ácido não servia apenas para esconder falhas estruturais. Pelo contrário, ele caminhava lado a lado com uma experiência sólida de jogo.</p>



<p>Muito além do “DNA Rick and Morty”, o primeiro título da série tinha identidade, e as armas falantes eram apenas a ponta do iceberg. Cada mapa, diálogo e fase funcionavam como palco para piadas inesperadas, provocações e comentários absurdos, tornando tudo quase um stand-up alienígena jogável e cheio de referências à cultura norte-americana.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211174330-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94406" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211174330-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211174330-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211174330-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211174330-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211174330-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211174330-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211174330-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211174330-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Ainda assim, quem terminou o jogo percebeu limitações. A movimentação era simples demais, as seções de plataforma nem sempre acompanhavam o ritmo do resto da experiência e algumas lutas se arrastavam além do necessário. O impacto dos tiros, em certos momentos, também parecia leve demais.</p>



<p>E havia outro fator inevitável: humor é subjetivo. Para alguns, o jogo era hilário. Para outros, o excesso de falas e a falta de silêncio podiam cansar. Mesmo assim, ele deixou sua marca.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211214243-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94407" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211214243-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211214243-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211214243-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211214243-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211214243-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211214243-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211214243-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211214243-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Por isso, quando <a href="https://opencritic.com/game/19191/high-on-life-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">High on Life 2</a> foi anunciado, a empolgação veio acompanhada de desconfianças. Sequências de comédia são perigosas, e se repetem demais, ficam previsíveis; se mudam demais, perdem identidade. Felizmente, a Squanch Games entendeu exatamente onde precisava mexer.</p>



<h2>Cerca de 5 anos depois&#8230;</h2>



<p>A história de High on Life 2 continua a partir do primeiro título. Após derrotar o cartel G3, o protagonista se envolve em uma nova conspiração: uma corporação farmacêutica começa a capturar humanos para experimentos com alcance global. </p>



<p>Essa premissa coloca nosso herói em uma jornada ainda mais explosiva e imprevisível, onde velhos amigos e novos aliados se juntam para salvar o universo de uma ameaça que pode culminar com a extinção definitiva de uma raça.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215555-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94408" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215555-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215555-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215555-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215555-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215555-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215555-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215555-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215555-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>High on Life 2 mantém o absurdo, mas agora serve como base para uma estrutura mais ambiciosa. Porém, a mudança mais significativa não está no roteiro: está na jogabilidade.</p>



<p>Em vez da movimentação tradicional de FPS, o personagem agora anda de skate. Sim, literalmente. Ao pressionar o botão correspondente, ele sobe no skate e passa a realizar ollies, grinds e manobras enquanto atravessa os cenários. O que parece estranho no papel funciona surpreendentemente bem na prática.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002343-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94409" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002343-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002343-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002343-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002343-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002343-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002343-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002343-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002343-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Os mapas de High on Life 2 se transformam em grandes playgrounds. Corrimões, rampas e estruturas espalhadas pelos ambientes incentivam o movimento constante de forma intuitiva, redefinindo o ritmo do jogo. Há também mecânicas de wallride com limite de tempo e ataques corpo a corpo integrados ao deslocamento. E tudo se conecta de forma natural.</p>



<h2>Combate mais dinâmico e menos estático</h2>



<p>Essa decisão de inovar com um skate gera um efeito direto no combate. Se a movimentação agora é mais veloz, o tiroteio precisava acompanhar. E felizmente acompanha.</p>



<p>As batalhas em High on Life 2 deixaram de ser trocas de tiro estáticas. Agora há mais camadas, com armas possuindo habilidades especiais com cooldown e a necessidade de alternar constantemente entre recursos. Enquanto isso, o uso do gancho conecta movimentação e ataque, permitindo escapar, avançar ou iniciar combos de forma criativa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002632-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94410" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002632-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002632-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002632-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002632-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002632-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002632-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002632-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002632-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O resultado é um FPS mais energético, que lembra o espírito de jogos como Sunset Overdrive. O jogador não é recompensado por ficar parado, e tudo que acontece incentiva improviso e mobilidade.</p>



<p>Além disso, a variedade de situações cresceu em High on Life 2. As cidades alienígenas são menos lineares, apresentam puzzles com e sem skate, eventos dinâmicos e pontos de interesse espalhados pelos mapas. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002453-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94411" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002453-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002453-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002453-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002453-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002453-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002453-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002453-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002453-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Um exemplo claro dessa evolução é uma missão de investigação envolvendo um assassinato. Durante esse trecho, o jogador precisa conversar com NPCs, reunir pistas e formular conclusões. É possível acertar parcialmente ou errar completamente, e o jogo reage com humor à sua decisão. Essas mudanças reduzem a sensação de repetição que foi criticada no primeiro título.</p>



<h2>Humor mais agressivo e melhor localizado</h2>



<p>O humor continua sendo o principal elemento de storytelling, e as armas falantes retornam com novas companheiras e dinâmicas inéditas. Agora, inclusive, há pequenas escolhas de fala que podem trocar automaticamente a arma ativa, permitindo que diferentes personalidades participem da cena e a desenrolem de forma imprevisível.</p>



<p>High on Life 2 também investe pesado em quebra da quarta parede. Logo no início, uma luta contra chefe invade o menu principal, altera configurações e simula até um reset do próprio jogo. É um momento totalmente de fazer cair o queixo, capaz de reforçar o compromisso com o absurdo e com inovações.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002559-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94412" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002559-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002559-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002559-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002559-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002559-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002559-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002559-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260212002559-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Outro avanço importante em High on Life 2 é a localização em português do Brasil. Menus e textos finalmente estão traduzidos, o que torna as referências mais compreensíveis. Para quem não se conectava totalmente com o humor no primeiro jogo, essa adaptação faz toda a diferença.</p>



<p>Ainda assim, vale reforçar: se você não compra a proposta de besteirol constante, o jogo pode se tornar cansativo. A diferença é que agora existem opções para reduzir a frequência de falas excessivas, como houve nas configurações de Forspoken.</p>



<h2>Mais conteúdo e identidade visual reforçada</h2>



<p>Visualmente, o salto em High on Life 2 é claro. Os mundos são mais amplos e detalhados, mesmo sem serem totalmente abertos. Parado em qualquer ponto, é possível enxergar o horizonte cheio de planetas e estruturas alienígenas.</p>



<p>Explorar também vale muito mais a pena. Há itens cosméticos para o skate, armas e protagonista, além de coletáveis e vantagens passivas. Enquanto isso, os NPCs estão mais expressivos, reagem às suas ações e criam interações inesperadas, com uma reatividade natural que ajuda a dar vida a tudo que está ocorrendo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215932-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94413" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215932-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215932-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215932-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215932-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215932-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215932-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215932-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/High-On-Life-2_20260211215932-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Os inimigos também apresentam maior variedade de design e comportamento. E nem todos os chefes exigem disparos constantes; alguns pedem leitura de padrão e uso inteligente de habilidades, ou às vezes simplesmente não fazer nada.</p>



<h2>Problemas técnicos e tropeços</h2>



<p>Apesar das melhorias, High on Life 2 não é perfeito. A explicação de certas habilidades é confusa e pode gerar momentos de frustração, principalmente em trechos obrigatórios de puzzle e mais no início da campanha.</p>



<p>Além disso, a performance apresenta instabilidades. Quedas de FPS aparecem com frequência e são bem mais nítidas especialmente por causa da velocidade do skate. Também ocorrem crashes e pequenos bloqueios de progressão que exigem reiniciar o último ponto de controle. Esses problemas acabam quebrando o ritmo, mas sem invalidar tudo que foi implementado.</p>



<h2>High on Life 2 voa para novos horizontes</h2>



<p>High on Life 2 mantém a essência do original, mas ajusta o que precisava ser aprimorado. A movimentação é mais divertida, o combate é bem mais criativo e a variedade de situações impede que a campanha pareça repetitiva.</p>



<p>Sua duração é semelhante à do primeiro jogo, mas há mais atividades secundárias para quem quiser explorar além do essencial. E isso aumenta substancialmente o tempo gasto pelo jogador naquele universo.</p>



<p>No fim, a sequência consegue o mais difícil: continua engraçada, mas agora se sustenta ainda mais como jogo. Se você gostou do primeiro, aqui encontrará uma versão mais ousada e refinada da mesma ideia, mas com detalhes que te farão apreciar o belo trabalho conceitual e de alívio cômico da Squanch Games.</p>
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		<title>EXCLUSIVO: Entrevistamos Alec Robbins, diretor de narrativa de High on Life 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 17:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[High on Life 2]]></category>
		<category><![CDATA[Squanch Games]]></category>
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<p>Tivemos a feliz oportunidade de entrevistar <strong><a href="https://squanchgames.com/meet-squanch-presents-alec-robbins/">Alec Robbins</a></strong>, o diretor de narrativa do aguardado High on Life 2. A sequência da <strong><a href="https://republicadg.com.br/?s=squanch+games">Squanch Games</a></strong> será lançada no dia 13 de fevereiro de 2026 no PC, PS5 e Xbox Series. E com direito a lançamento Day One no Xbox Game Pass.</p>



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<iframe title="INTRODUCING HIGH ON LIFE 2 – DEVELOPER DIARY" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/1lHDU6ZIILY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>República DG &#8211; Para aqueles que não jogaram High On Life 1, eles podem ir direto para a sequência ou você recomendaria voltar ao primeiro jogo antes? </strong></p>



<p>Alec Robbins: Você pode absolutamente começar pela sequência — nós trabalhamos bastante para colocar os novos jogadores a par logo no início do jogo. Se você é fã do primeiro, há muitos retornos e conexões empolgantes, mas tudo é realmente novo.</p>



<p><strong>A narrativa é uma continuação direta ou mais uma história independente? Quanto tempo se passou desde os eventos do original?</strong> </p>



<p>AC: A história parte do status quo em que terminamos o primeiro jogo, mas esta é uma nova trama. Alguns anos se passaram entre os dois, mas tudo o que você precisa saber é que você salvou a raça humana e agora é famoso por isso.</p>



<p><strong>O coração do jogo são definitivamente as armas. De onde vocês tiram inspiração para criar novos Gatlians?</strong> </p>



<p>AC: Cada arma começa de alguns pontos diferentes: pensamos em novas ideias de jogabilidade (um arco e flecha? um rifle de batalha?) e também em atores de voz que gostaríamos de destacar como novos membros da equipe. </p>



<p>Às vezes começamos com uma ideia engraçada e vemos se funciona na jogabilidade — foi assim com Travis &amp; Jan, basicamente: não seria engraçado se tivéssemos uma dupla de pistolas empunhadas que também fossem um casal casado? </p>



<p>Estou muito animado com as novas adições ao nosso elenco, como Ken Marino, Ralph Ineson, Gabourey Sidibe e Frankie Quinones. Todos são perfeitos e entregaram atuações incríveis. Para a sequência, realmente quisemos nos desafiar mais com as armas, e acho que superamos nossas próprias expectativas.</p>



<p><strong>O skate parece ser um dos grandes pilares de movimento e, por extensão, do combate. Como surgiu a ideia de implementá-lo na jogabilidade?</strong> </p>



<p>AC: Foi algo que Erich, nosso Diretor de Design, realmente defendeu. Todos nós amamos os jogos Tony Hawk e a cultura do skate, e parecia se encaixar bem tematicamente, além de ser muito divertido se conseguíssemos implementar. Levou um tempo até chegarmos à ideia de substituir o botão de corrida, mas o skate foi divertido desde o momento em que foi implementado. Realmente pareceu uma mudança imediata no jogo. Uma vez que tivemos essa prova de conceito, todos apoiaram e conseguimos construir mais do jogo em torno disso.</p>



<p><strong>Joguei recentemente o DLC do primeiro jogo e aquelas corridas no deserto me lembraram de um certo ouriço azul. Podemos esperar referências divertidas a outras IPs nesta sequência?</strong></p>



<p>AC: Engraçado você dizer isso, porque em certo ponto do desenvolvimento havia sim uma referência direta a… bem, vou ficar quieto, já que podemos querer revisitar a ideia mais tarde. Mas sim, há várias pequenas coisas espalhadas que podem lembrar outros jogos! </p>



<p>Nossa equipe tem muitas influências — pessoalmente, sinto que muitas vezes sigo os passos de Hideo Kojima e Toby Fox. Também me inspiro em outros desenvolvedores como Yeo (<em>Fading Afternoon</em>), Ville Kallio (<em>Cruelty Squad</em>), McPig (<em>Pizza Tower</em>), Sunset Visitor (<em>1000xRESIST</em>), Frictional (<em>SOMA</em>), Color Gray (<em>Case of the Golden Idol</em>), Kodaka/Uchikoshi (<em>The Hundred Line</em>), e muitos outros.</p>



<p><strong>As lutas contra chefes no primeiro jogo eram muito focadas em personalidade. Como vocês estão projetando os novos chefes para que sejam não apenas engraçados, mas também desafiadores mecanicamente?</strong> </p>



<p>AC: Os chefes da sequência são ainda mais insanos — cada um deles é totalmente único e exigiu muito trabalho para acertarmos o design. Do ponto de vista narrativo, cada luta contra chefe é essencialmente o clímax de sua missão, então precisamos equilibrar bastante diálogo com a jogabilidade. Não pode ser muito distrativo, mas precisa ser satisfatório. E também queremos que seja engraçado sem se tornar repetitivo. Essas são algumas das partes mais difíceis de escrever, mas também algumas das minhas favoritas!</p>



<p><strong>Aqueles comerciais hilários que passavam nas telas da HQ vão voltar?</strong> </p>



<p>AC: Com certeza. Temos uma nova leva de animações (e mais) para assistir desta vez. Trabalhamos com muitos animadores talentosos, tanto internos quanto externos.</p>



<p><strong>Qual foi a maior lição que você aprendeu desenvolvendo o primeiro jogo e que está aplicando na sequência?</strong> </p>



<p>AC: Para mim, a maior mudança foi dar ao jogador suas novas armas mais cedo em cada missão, em vez de apenas após derrotar cada chefe, como acontecia frequentemente no primeiro jogo. Isso nos permitiu apresentar cada novo personagem de forma mais natural e imersiva — tanto em personalidade quanto em jogabilidade. As primeiras missões especialmente são tanto sobre suas novas armas quanto sobre os chefes que você está caçando.</p>



<p><strong>High On Life 2 chegará no Day One ao Xbox Game Pass. Como lançar no serviço imediatamente beneficia o estúdio?</strong> </p>



<p>AC: Coloca o jogo nas mãos de mais jogadores, e é isso que queremos. Fizemos este jogo para ser jogado!</p>



<p><strong>Muitos de nossos leitores compraram o PS5 Pro. O jogo terá melhorias para essa plataforma</strong></p>



<p>AC: Algumas sim — planejamos aumentar a resolução de 1080p para 1440p. Também daremos a opção de rodar PSSR em vez do TSR nativo da Unreal. Dada a enorme resposta no PlayStation em 2025, no geral planejamos dar mais suporte &#8220;divertido&#8221; em futuras atualizações de conteúdo para todo o console (base), além do que o PS5 Pro pode oferecer. Fiquem atentos.</p>



<p><strong>Veremos facções rivais além do cartel G3? E podemos esperar que essas facções interajam entre si de forma orgânica?</strong> </p>



<p>AC: O cartel G3 está basicamente acabado neste ponto da linha do tempo, mas todos os seus capangas encontraram novos trabalhos em outros lugares. Uma das grandes novas facções inimigas são os Good Guys, uma empresa militar privada contratada pela Rhea Pharmaceuticals para fazer o trabalho sujo. Mas você também enfrentará caçadores de recompensas rivais e muito mais — e sim, às vezes eles lutarão entre si. Pode haver até uma área secreta totalmente focada nisso, na verdade…</p>



<p><strong>O design de som foi uma parte enorme do primeiro jogo. O que mudou na direção musical da sequência?</strong> </p>



<p>AC: Continuamos trabalhando com Tobacco na trilha sonora — realmente não consigo imaginar o jogo sem a música dele. Pessoalmente, fiquei impressionado com como elevamos nossos momentos mais cinematográficos. Há muitas viradas intensas na história com um design de som imersivo. Também tivemos mais membros da equipe contribuindo com músicas em diferentes partes do jogo, como dois de nossos produtores, Matty Studivan e Ash Hegedus, que também são músicos!</p>



<p><strong>No primeiro jogo, os jogadores podiam matar certos NPCs apenas por diversão, e as armas comentavam sobre isso. As escolhas morais (ou imorais) vão afetar significativamente o final desta vez, ou continuará sendo uma rota única?</strong> </p>



<p>AC: Estamos (o jogo) acompanhando o que você faz, sempre que for engraçado. O final definitivamente reconhece como você jogou de uma forma grande e divertida. Temos vários momentos da história que permitem abordagens bem diferentes, o que foi um pouco ambicioso para uma equipe tão pequena. O Mistério de Assassinato, em particular, foi insano, mas há muito mais além disso.</p>



<p><strong>O primeiro jogo provou que ainda há muito espaço para humor afiado e original na indústria. O que você espera que seja a “marca registrada” que os fãs lembrarão desta sequência daqui a dez anos?</strong> </p>



<p>AC: Enquanto os jogadores puderem sentir o quanto nos divertimos fazendo esses jogos, estou feliz. Estamos realmente fazendo o que queremos aqui, e espero que isso transpareça. Acho que essa energia é contagiante, e quero ver mais jogos de grande orçamento arregaçando as mangas e se divertindo um pouco.</p>



<p><strong>Sabemos que vocês adoram esconder segredos bizarros. Há algum segredo ou easter egg em High On Life 2 que você teme que ninguém nunca encontre — ou pior, que alguém realmente encontre?</strong> </p>



<p>AC: Meu Deus, há pelo menos um realmente insano que um dos nossos designers escondeu. Tenho certeza de que as pessoas vão encontrá-lo rapidamente, mas mesmo sabendo onde está eu AINDA preciso de ajuda para lembrar exatamente como chegar lá. Não vou dizer mais nada.</p>



<p><strong>Por fim, se você pudesse dar apenas um conselho aos jogadores antes de apertarem “Start” em High On Life 2, qual seria?</strong> </p>



<p>AC: Compre o jogo mais duas vezes. E depois compre uma cópia para seus amigos. Quanto mais cópias de <em>High On Life 2</em> você tiver, mais feliz você será.</p>



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<p>Acompanhe as novidades da Squanch Games nas redes sociais do estúdio:</p>



<ul>
<li><strong><a href="https://www.youtube.com/@SquanchGames">YouTube</a></strong></li>



<li><strong><a href="https://x.com/squanchgames">X</a></strong></li>
</ul>
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		<title>High On Life 2 recebeu gameplay fantástico que mostra começo da campanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[High on Life 2]]></category>
		<category><![CDATA[Squanch Games]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>High on Life 2, a sequência do hilário jogo de tiro da Squanch Games, recebeu seu primeiro vídeo de gameplay. Liberado pela IGN no quadro IGN First, o material exibe um trecho inicial da campanha da sequência. A missão exibida se chama Mate o bilionário Larry Pinkstock. Logo de início é impossível não ficar impressionado [...]</p>
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<p>High on Life 2, a sequência do hilário jogo de tiro da Squanch Games, recebeu seu primeiro vídeo de gameplay. Liberado pela IGN no quadro IGN First, o material exibe um trecho inicial da campanha da sequência.</p>



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<li><a href="https://grupos.descontoemgames.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Está de olho nos melhores descontos em games e acessórios? economize com os grupos da DG!</strong></a></li>
</ul>



<p>A missão exibida se chama Mate o bilionário Larry Pinkstock. Logo de início é impossível não ficar impressionado com os visuais, que mostram uma clara evolução quando se comparados ao primeiro jogo. O design de personagens também está fantástico, lembrando o clássico Rick &amp; Morty.</p>



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<p>Em relação à jogabilidade, podemos avistar novos armamentos e talvez a mudança mais impactante de todas, o protagonista consegue se locomover usando um skate, tornando a movimentação mais ágil. </p>



<p>A interatividade com os personagens no cenário continua alta (e os diálogos hilários permanecem). Também é possível encontrar atividades secundárias inusitadas. No vídeo, o protagonista consegue usar uma arma para &#8220;aspirar&#8221; um personagem preso na água até um local seguro enquanto ele desvia de minas.</p>
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