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	<title>Terra-média: Sombras de Mordor Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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	<title>Terra-média: Sombras de Mordor Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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		<title>Os finais mais decepcionantes dos games</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Erick Felipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 21:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Batman: Arkham Asylum]]></category>
		<category><![CDATA[God of War Ragnarok]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem jogos que são tão bons que vão escalonando de forma épica para o final, mas quando chegam lá, acabam escorregando de maneira frustrante, não tornando a obra ruim, mas decepcionando o jogador pela expectativa criada. Pensando nisso, resolvi montar essa lista com jogos que beiram a perfeição, mas que possuem finais decepcionantes. Obs: Por [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tem jogos que são tão bons que vão escalonando de forma épica para o final, mas quando chegam lá, acabam escorregando de maneira frustrante, não tornando a obra ruim, mas decepcionando o jogador pela expectativa criada.</p>



<p>Pensando nisso, resolvi montar essa lista com jogos que beiram a perfeição, mas que possuem finais decepcionantes. </p>



<p><strong>Obs: Por motivos óbvios, essa lista contará com spoilers dos finais dos jogos. Então, sem mais delongas, vamos à lista.</strong></p>



<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>Batman: Arkham Asylum</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="512" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-130-1024x512.png" alt="" class="wp-image-48365" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-130-1024x512.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-130-300x150.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-130-768x384.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-130-150x75.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-130-450x225.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-130-1200x600.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-130.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem/Reprodução: Batman: Arkham Asylum</figcaption></figure>



<p>Como Batman: Arkham Asylum é bom! Toda a atmosfera criada no primeiro título da lendária saga Arkham beira a perfeição. No jogo, controlamos o Batman durante uma noite em que seus maiores vilões escaparam de suas celas no sanatório de Gotham City.</p>



<p>O jogo é bastante cadenciado, com momentos de stealth e ação bem equilibrados, e batalhas contra chefes bem criativas, como a do Crocodilo e a Hera Venenosa, até chegar no Coringa&#8230;</p>



<p>O Coringa nunca foi conhecido por ser um personagem porradeiro, mas sim pela sua psicopatia e insanidade, adentrando no psicológico do Batman. Contudo, no final desse jogo, a Rocksteady, desenvolvedora do jogo, achou de bom tom colocar o &#8220;Veneno&#8221;, droga usada pelo Bane, no personagem.</p>



<p>Resultado? Uma boss battle que é praticamente uma <strong>cópia da batalha contra o Bane</strong>, reutilizando as mesmas mecânicas. O final não estraga o jogo, longe disso, haja vista que Arkham Asylum tornou-se um clássico, mas essa batalha contra o Coringa destoa de todo o resto do jogo, talvez sendo a pior de toda a saga.</p>



<p><strong>Para ter acesso a mais listas como esta, descontos em games e acessórios, e notícias em primeira mão, entre em nossos grupos do WhatsApp e Telegram pelo link abaixo.</strong></p>



<ul>
<li><a href="https://bit.ly/gruposdg"><strong>Grupos da DG</strong></a></li>
</ul>



<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>Inside</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-131-1024x576.png" alt="" class="wp-image-48366" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-131-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-131-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-131-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-131-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-131-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-131-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-131.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem/Reprodução: Insider</figcaption></figure>



<p>Inside é um jogo da Playdead, mesma desenvolvedora do excelente &#8220;Limbo&#8221;. Ambos são bem parecidos: controlamos um personagem em um jogo 2D, com vários quebra-cabeças e uma ambientação mais madura, trazendo uma atmosfera mais pesada.</p>



<p>Embora o jogo não tenha um enredo nos moldes tradicionais, durante a campanha é possível notar críticas à sociedade, como a alienação das massas e o tratamento dos animais de corte, que podem ser entendidos como os humanos.</p>



<p>Apesar de não ser claro, é possível interpretar a trama do jogo, até chegar ao final&#8230;</p>



<p>No desfecho, o personagem se une a outros e se transforma em uma <strong>bola de carne</strong> que sai destruindo tudo. Sentido? Não existe.</p>



<p>Apesar de haver diversas teorias na internet, nenhuma chega a uma conclusão definitiva. Uma campanha que beira a perfeição, deslizar de tal forma no final, chega até a ser cômico.</p>



<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>Terra-média: Sombras de Mordor</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-132-1024x512.png" alt="" class="wp-image-48367" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-132-1024x512.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-132-300x150.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-132-768x384.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-132-1536x768.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-132-150x75.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-132-450x225.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-132-1200x600.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-132.png 1800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem/Reprodução: Terra-média: Sombras de Mordor</figcaption></figure>



<p>Sombras de Mordor chegou em 2014 como quem não queria nada e surpreendeu o mundo com tamanha qualidade. O jogo é ambientado no universo de fantasia criado por J. R. R. Tolkien e se passa na Terra-Média, entre os eventos de &#8220;O Hobbit&#8221; e &#8220;O Senhor dos Anéis&#8221;.</p>



<p>Sem entrar em muitos detalhes, na campanha controlamos Talion, um guardião que passa por um ritual macabro, é assassinado junto com sua família, mas retorna dos mortos em busca de vingança.</p>



<p>Foi neste jogo que estreou o inovador sistema &#8220;Nêmesis&#8221;, onde há hierarquia entre os inimigos, e, como Talion se torna &#8220;imortal&#8221;, toda vez que ele morre e retorna, o inimigo que o matou sobe de patente e se lembra da batalha travada.</p>



<p>O que a campanha tem de intrigante e inovadora, o final tem de pior. Na batalha final, enfrentamos <strong>Sauron</strong>, sim, ele mesmo, um dos, se não o personagem mais forte do universo de Tolkien. A expectativa estava alta até o início da batalha.</p>



<p>Em resumo, a batalha é em câmera lenta, com o personagem resolvendo tudo em <strong>quick time events</strong>. O final em si não existe, deixando uma lacuna para a sequência &#8220;Terra-média: Sombras da Guerra&#8221;, que só foi lançada no final de 2017.</p>



<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>Starfield</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="774" height="435" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-133.png" alt="" class="wp-image-48368" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-133.png 774w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-133-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-133-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-133-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-133-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 774px) 100vw, 774px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem/Reprodução: Starfield</figcaption></figure></div>


<p>Starfield foi, sem dúvidas, o jogo mais hypado de 2023. Uma nova IP original da <a href="https://republicadg.com.br/?s=bethesda" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bethesda</a> depois de 20 anos, o jogo apresenta um universo sci-fi futurista, onde a humanidade conseguiu dominar a dobra, podendo viajar entre as galáxias.</p>



<p>Na trama principal, o personagem precisa encontrar artefatos que lhe concedem poderes para que possa adentrar <strong>a Concórdia</strong>, um lugar enigmático.</p>



<p>Porém, após diversas horas buscando os artefatos, enfrentando inimigos, descobrimos que a Concórdia nada mais é que uma espécie de portal para uma realidade paralela. Sim, o tão batido tema do <strong>multiverso é o foco principal do jogo</strong>.</p>



<p>Se o jogador resolver entrar na Concórdia, o New Game Plus será iniciado, com um universo paralelo que é praticamente igual ao original, mudando apenas detalhes, como personagens que podem estar mortos desde o início do jogo.</p>



<p>Uma jornada tão gratificante acaba de uma forma previsível e que já pode ser considerada genérica.</p>



<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>God of War Ragnarök</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-134-1024x576.png" alt="" class="wp-image-48370" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-134-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-134-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-134-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-134-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-134-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-134-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-134.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A saga God of War sempre foi conhecida por suas batalhas épicas contra chefes. E os finais? Como esquecer o final do God of War 2, que faz a ponte perfeita para o 3, sendo talvez a melhor ligação entre dois jogos já criada. Aí chegamos ao último título da franquia, o Ragnarok.</p>



<p>Pelo nome, era esperado batalhas épicas, afinal, Ragnarok significa o fim dos deuses da mitologia nórdica. Durante o jogo, Odin pede a <strong>Atreus (Loki) que busque uma máscara</strong> que poderá ser usada para evitar o seu fim.</p>



<p>Asgard é apresentada, assim como os deuses que vivem lá, e Kratos encontra o Surtr, gigante de fogo que, segundo a profecia, irá participar da destruição de Asgard. Tudo encaminha para uma conclusão épica, até que&#8230;</p>



<p>O Ragnarok começa, porém, é basicamente um corredor em linha reta enfrentando inimigos, enquanto coisas acontecem ao fundo do cenário. A batalha contra Odin é patética, além de fácil, não impressiona. <strong>Jormungand</strong>, que se destacou no jogo anterior e que, pela trama, enfrentaria Thor de forma inacreditável, <strong>desaparece em menos de 15 segundos</strong>.</p>



<p>A máscara tão falada? Quebra e não serve para nada. Um desperdício tremendo de história e horas de jogo.</p>



<p>God of War Ragnarök não é ruim, longe disso, mas seu final morno passou longe das expectativas criadas pelos fãs e não faz jus ao apresentado pela saga durante anos.</p>



<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>Spider-Man 2</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/imagem_2024-05-28_180022341-1024x576.png" alt="" class="wp-image-48373" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/imagem_2024-05-28_180022341-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/imagem_2024-05-28_180022341-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/imagem_2024-05-28_180022341-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/imagem_2024-05-28_180022341-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/imagem_2024-05-28_180022341-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/imagem_2024-05-28_180022341-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/imagem_2024-05-28_180022341.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem/Reprodução: Spider-Man 2</figcaption></figure>



<p>É difícil até explicar o quanto Spider-Man 2 foi esperado. Após o sensacional Spider-Man lançado em 2018 e a ótima DLC standalone do Miles Morales, o mais novo título da franquia prometia muito, unindo Kraven, o Caçador, e Venom, dois dos vilões favoritos da galeria do Homem-Aranha, além de ser o primeiro jogo a contar com Peter Parker e Miles Morales jogáveis ao mesmo tempo.</p>



<p>Os dois primeiros atos do jogo são excelentes, com a caçada do Kraven bem semelhante aos quadrinhos e uma boa apresentação do simbionte e seus efeitos positivos/negativos. Mas então chegamos ao terceiro ato do jogo e à introdução do Venom&#8230;</p>



<p>Em resumo, o Venom espalha o simbionte por toda Nova Iorque, criando espécies de &#8220;filhos&#8221;, e para impedi-lo, é preciso ir até seu ninho e acionar um dispositivo. Até aí tudo bem, só que para essa missão, o objetivo de ir até o local com o dispositivo é delegado para <strong>Mary Jane</strong>. Mary Jane, uma humana normal, com uma mera pistola, enfrentando dezenas de simbiontes, não faz o menor sentido.</p>



<p>E Miles Morales? Do nada, ele inventa que precisa de um novo traje, se apresentando com a roupa da imagem acima. Esse traje, além de não fazer sentido, haja vista que a ideia principal é ocultar a identidade secreta do personagem, mas esse mostra todo o cabelo de Miles, mais parece mais uma propaganda escancarada da <strong>Adidas</strong>, que deve ter desembolsado alguns milhões para aparecer no jogo.</p>



<p>O arco do Venom é concluído da mesma forma que começou, sem pé nem cabeça. Parece que os roteiristas estavam sem tempo para elaborar algo complexo e aceleraram ao máximo o final do jogo.</p>



<p>Bem diferente do jogo anterior, onde a batalha final contra o Dr. Octopus foi construída durante toda a trama e houve o sacrifício de Tia May, trazendo uma carga dramática bem pesada aos personagens.</p>



<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>Mass Effect 3</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-136-1024x576.png" alt="" class="wp-image-48375" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-136-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-136-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-136-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-136-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-136-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-136-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-136.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem/Reprodução: Mass Effect 3</figcaption></figure>



<p>A saga Mass Effect conquistou os fãs como um RPG espacial onde suas escolhas realmente moldavam o curso da história.</p>



<p>O segundo título da franquia é extremamente aclamado, com uma missão final na qual a tripulação e seus amigos podem morrer dependendo das escolhas feitas.</p>



<p>Esperava-se algo desse nível para a conclusão da saga, mas não foi o que aconteceu. Apesar de apresentar três finais diferentes, nenhum deles agradou aos fãs, resultando em inúmeras reclamações nos fóruns oficiais do jogo devido à falta de escolhas e à ausência de explicações.</p>



<p>A polêmica foi tão intensa que, após o lançamento, a <strong>EA disponibilizou uma DLC gratuita</strong> (sim, a EA lançou uma DLC gratuita em pleno 2012) com um suposto final verdadeiro.</p>



<p>Mas o estrago já estava feito, Mass Effect 3 carimbou sua vaga na lista de finais mais decepcionantes dos jogos.</p>



<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>Os finais fazem os jogos serem ruins?</strong></p>



<p>Como enfatizei durante o texto, os finais não estragam as obras citadas, até porque a maioria delas são excelentes, com começo e meio bem definidos, deslizando apenas nos &#8220;45 do segundo tempo&#8221;.</p>



<p>De qualquer maneira, recomendo a todos jogarem os jogos citados. Aposto que irão se divertir e talvez até discordem da minha opinião.</p>



<p><strong>E você, concorda que os finais desses jogos foram decepcionantes? Fala para gente nos comentários!</strong></p>
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