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	<title>The Arcade Crew Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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	<title>The Arcade Crew Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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		<title>Review: MainFrames (Switch)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jhonatan Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 16:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Assoupi]]></category>
		<category><![CDATA[MainFrames]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo Switch]]></category>
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<p>O que é preciso para que um jogo independente de plataforma 2D consiga se destacar em pleno 2025? Considerando o quão bem esse gênero já foi desbravado por inúmeros estúdios independentes talentosíssimos, acredito que não é exagero nenhum dizer que é preciso de muito para galgar o mínimo de espaço diante de verdadeiros titãs. De Super Meat Boy à FEZ, de Limbo à Celeste, de Yooka-Laylee and the Impossible Lair à Kaze And The Wild Masks… inúmeros são os exemplos de jogos fantásticos do gênero. Agora, será que MainFrames têm o suficiente para entrar nesse rol tão disputado?</p>



<p>Antes de responder essa pergunta, acho importante explicar que tipo de jogo de plataforma 2D MainFrames é. Com uma interessante direção de arte pixel art, que mistura gráficos 2D estilo 16-bits com filtros, elementos e estéticas que remetem à monitores CRT um pouco mais antigos, MainFrames apresenta um jogo de plataforma com uma pegada levemente hardcore, onde o mundo que existe <em>dentro</em> de um computador ganha vida por meio da personificação de elementos como mensagens de email, pastas de arquivo e ícones de salvamento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5790-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-63000" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5790-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5790-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5790-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5790-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5790-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5790-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5790.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Em um mundo de computador, as janelas são suas plataformas. <em>(Imagem: Captura de Tela/Jhonatan Carneiro)</em></figcaption></figure>



<p>Em outras palavras, isso significa que você controlará Disquete, uma pequena versão de um meio de armazenamento obsoleto que, por algum motivo, está viajando por dentro do sistema de um computador. Durante essa sua jornada, você visitará sete mundos distintos enquanto pula de janela em janela (literalmente), procura segredos e lida com trechos de plataforma extremamente desafiadores.</p>



<h2 class="has-text-align-center"><strong>Um mundo de janelas e sistemas</strong></h2>



<p>Em termos de gameplay, MainFrames se assemelha muito a jogos como Super Meat Boy, já que o set principal de habilidades de Disquete é muito baseado em mecânicas de plataforma pura. Isso significa que você tem à sua disposição mecânicas de pulo bastante “analógicas”, o que te permite ter um controle aéreo muito grande da personagem. Embora sutil, a possibilidade de segurar o botão de pulo para ir mais longe, ou modificar a trajetória de pulo ainda no ar possibilitam um nível de expressão bastante elevado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5783-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-63001" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5783-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5783-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5783-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5783-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5783-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5783-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5783.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Conforme você avança, novos elementos e mecânicas são apresentados. <em>(Imagem: Captura de Tela/Jhonatan Carneiro)</em></figcaption></figure>



<p>Contudo, o que realmente diferencia MainFrames de outros títulos de plataforma 2D já lançados é justamente o modo como o jogo interpreta mecanicamente essa sua ideia de se passar dentro de um computador. Para começo de conversa, todos os trechos de plataforma de MainFrames só existem dentro de “janelas” de computador. Imagine a tela de um sistema operacional mais antigo, onde vemos diversas pequenas janelas abertas. São essas janelas que formam cada uma das fases do jogo.</p>



<p>Nas primeiras fases, isso funciona mais como um elemento estético, que ajuda a separar os pedaços de plataforma dos buracos nos quais você pode cair e morrer. Porém, conforme o jogo avança, MainFrames passa a apresentar mecânicas novas, onde determinadas janelas podem trazer elementos, inimigos ou mecânicas diferentes. Em determinado mundo, por exemplo, você pode utilizar um pequeno “mouse” para mover as telas com o seu analógico direito. Em outro, algumas janelas podem modificar a orientação do seu personagem, fazendo que você possa andar nas paredes ou no teto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5788-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-63002" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5788-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5788-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5788-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5788-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5788-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5788-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5788.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Existem fases bastante desafiadoras, principalmente se tratando do conteúdo opcional. <em>(Imagem: Captura de Tela/Jhonatan Carneiro)</em></figcaption></figure>



<h2 class="has-text-align-center"><strong>Super Disquete Girl</strong></h2>



<p>Por meio dessa mistura entre mecânicas precisas de plataforma e um mundo criado a partir de telas de computador que oferecem diferentes efeitos, MainFrames apresenta um jogo de plataforma simples, mas bastante desafiador. Como eu disse anteriormente, o jogo apresenta sete mundos pelos quais é possível progredir linearmente. Contudo, embora exista um caminho crítico único, MainFrames oferece diversas fases paralelas opcionais que são capazes de desafiar até mesmo os jogadores mais veteranos.</p>



<p>Zerar o jogo não é tão difícil assim, até porque MainFrames oferece aquele reinício instantâneo típico de jogos como Super Meat Boy. Bateu num obstáculo? Caiu em um buraco? No mesmo segundo, você já é transportado para o início da fase e pode tentar de novo. Sendo um pouco persistente e se focando no caminho crítico, é possível terminar o jogo em poucas horas. Terminar todas as fases secundárias é outra história.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5787-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-62998" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5787-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5787-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5787-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5787-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5787-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5787-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5787.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O jogo até possui uma história, mas ela é um tanto quanto confusa. <em>(Imagem: Captura de Tela/Jhonatan Carneiro)</em></figcaption></figure>



<p>Nessas fases paralelas, você geralmente precisa resgatar algum personagem que está preso em determinado ponto do cenário. O grande desafio está em como cada personagem diferente apresenta uma mecânica de movimentação única, que está atrelada aos controles de Disquete. Isso inclui coisas como personagens que andam por um trilho conforme você se movimenta, ou ainda um personagem que fica girando ao seu redor. Isso cria alguns desafios extremamente complexos, que prometem adicionar algumas horas a mais na campanha daqueles que se atreverem a completar o jogo como um todo.</p>



<h2 class="has-text-align-center"><strong>Pane no sistema, alguém me desconfigurou</strong></h2>



<p>Embora tudo o que eu tenha falado de MainFrames até agora soe muito positivo, infelizmente o jogo não está livre de alguns probleminhas. O principal deles está relacionado a alguns bugs que encontrei durante a minha partida, que incluíam coisas como música que começava a loopar infinitamente, travamentos e quedas de framerate em fases específicas, além de elementos interativos da fase que paravam de funcionar por algum motivo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5782-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-62997" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5782-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5782-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5782-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5782-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5782-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5782-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5782.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Está vendo essas várias barras vermelhas? Não era para elas terem aparecido todas ao mesmo tempo. <em>(Imagem: Captura de Tela/Jhonatan Carneiro)</em></figcaption></figure>



<p>Esses problemas foram bastante pontuais, e foram resolvidos ao fechar e abrir o jogo. Além disso, a desenvolvedora Assoupi já nos comunicou antecipadamente que está ciente desses bugs, e já está trabalhando em patches para corrigir esses pequenos problemas, que devem ficar disponíveis já durante o lançamento do jogo. De qualquer forma, é importante estar ciente de que é possível encontrar algumas pequenas arestas em MainFrames – mas nada que estrague o jogo como um todo.</p>



<p>Ademais, vale ressaltar outro ponto menos interessante da experiência de MainFrames: sua narrativa. Durante as aventuras de Disquete, você encontrará diversos personagens que falarão a respeito do estado do mundo e dos seus objetivos. Contudo, se eu te disser que entendi a narrativa do jogo, estaria mentindo. No geral, achei a história um pouco confusa e mal explicada. Considerando o foco em gameplay que o jogo tem, isso não é um grande problema, mas acaba sendo um detalhe que não acrescenta muito à experiência final.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5785-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-62999" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5785-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5785-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5785-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5785-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5785-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5785-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_5785.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Os visuais do jogo são agradáveis, mas não há tanta variedade entre os mundos. <em>(Imagem: Captura de Tela/Jhonatan Carneiro)</em></figcaption></figure>



<h2 class="has-text-align-center"><strong>Review de MainFrames – um bom passatempo entre jogos maiores</strong></h2>



<p>No final das contas, a melhor coisa de MainFrames é o seu gameplay. Embora não muito longo, sua campanha é bastante proveitosa, e pode trazer durar muito mais caso você se desafie a completar todas as fases extras. Visualmente, o jogo apresenta uma estética muito bacana, que só peca um pouco pela falta de variedade. Nesse sentido, todos os mundos do jogo são bastante parecidos, com as telas de computador formando cenários similares, mas com fundos de background diferentes.</p>



<p>Mesmo assim, considerando o seu preço mais acessível, MainFrames consegue ser uma opção interessante para quando você procura um jogo um pouco menor e mais despretensioso, perfeito para ajudar você a “limpar o palato” entre dois jogos grandiosos. É uma aventura de plataforma 2D divertida e proveitosa, que oferece um gameplay sólido e interessante. Embora ele não chegue ao mesmo nível de outros marcos do gênero de plataforma, MainFrames é uma opção suficientemente interessante no ano de 2025, principalmente se você for fã do gênero.</p>



<p><em>PS: A análise foi feita em um Nintendo Switch através de uma cópia cedida pela</em> <em>The Arcade Crew.</em></p>
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		<title>Vengeful Guardian: Moonrider ganha trailer de lançamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 17:02:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[JoyMaasher]]></category>
		<category><![CDATA[The Arcade Crew]]></category>
		<category><![CDATA[Vengeful Guardian: Moonrider]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jogo brasileiro já está disponível</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-justify">Vengeful Guardian: Moonrider teve seu trailer de lançamento divulgado. Desenvolvido pelo estúdio brasileiro <a href="https://joymasher.com/">JoyMasher</a>, o game reúne elementos de plataforma e ação com inspiração em títulos retrô. Veja o vídeo abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Vengeful Guardian: Moonrider - Launch Trailer" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/8LrDlSh74FQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="has-text-align-justify">Confira a descrição abaixo:</p>



<p class="has-text-align-justify">A humanidade encontra um herói improvável na luta contra a opressão. Depois de construir um exército de supersoldados como armas de guerra, os autoritários acabam por selar o seu próprio destino ao dar vida ao guerreiro ninja conhecido como Moonrider. Concebido como uma ferramenta para preservar o estado totalitário, Moonrider rejeita o seu propósito e trava uma batalha implacável por vingança contra os seus criadores e os outros supersoldados.</p>



<h2>O que achamos de Vengeful Guardian: Moonrider</h2>



<p class="has-text-align-justify">Vengeful Guardian: Moonrider é uma ótima experiência retrô. Embora sua história possa ficar aquém do esperado, a mensagem passada é importante e um aceno à esperança. Sua jogabilidade é fluída e refinada, seu level design criativo e as lutas são bem feitas. Talvez seu maior contra seja a curta duração, que faz que um gostinho de “quero mais” apareça no jogador. Em todo caso, é um jogo que merece ser experimentado e que faz jus à onda retrô que vem surgindo há algum tempo na indústria de videogames.</p>



<p>Leia nosso review completo aqui: <a href="https://descontoemgames.com/blog/review-vengeful-guardian-moonrider-ps5">Review – Vengeful Guardian: Moonrider (PS5) | Desconto em Games</a></p>



<p>Considere ler outros artigos:</p>



<ol><li><a href="https://descontoemgames.com/blog/novo-trailer-de-wanted-dead-explica-mecanicas-do-combate">Novo trailer de Wanted: Dead explica mecânicas do combate | Desconto em Games</a></li><li><a href="https://descontoemgames.com/blog/saiba-quais-foram-os-jogos-mais-baixados-da-ps-store-em-dezembro">Saiba quais foram os jogos mais baixados da PS Store em Dezembro | Desconto em Games</a></li><li><a href="https://descontoemgames.com/blog/jogo-baseado-na-serie-kingdom-da-netflix-ganha-primeiro-gameplay">Jogo baseado na série Kingdom da Netflix ganha primeiro gameplay | Desconto em Games</a></li></ol>
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			</item>
		<item>
		<title>Vengeful Guardian: Moonrider chega em 12 de janeiro</title>
		<link>https://republicadg.com.br/vengeful-guardian-moonrider-chega-em-12-de-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ruancarlo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 19:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[The Arcade Crew]]></category>
		<category><![CDATA[Vengeful Guardian]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A publicadora The Arcade Crew (Infernax, Young Souls, Blazing Chrome) e a  consagrada desenvolvedora indie brasileira JoyMasher (Blazing Chrome), anunciaram hoje que a luta de Vengeful Guardian: Moonrider contra um exército de proteção cruel e totalitário começa em 12 de janeiro de 2023. O jogo de ação em plataformas irá canalizar a era de ouro dos jogos de ação clássicos em 16-bit no [...]</p>
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<p class="has-text-align-justify">A publicadora <a href="https://masamune.us20.list-manage.com/track/click?u=af7c8f0028ca1e7984139f729&amp;id=437d282a11&amp;e=273b089653" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>The Arcade Crew</strong></a> (<em>Infernax, Young Souls, Blazing Chrome) </em>e a  consagrada desenvolvedora indie brasileira <a href="https://masamune.us20.list-manage.com/track/click?u=af7c8f0028ca1e7984139f729&amp;id=88994458bd&amp;e=273b089653" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>JoyMasher</strong></a> (<em>Blazing Chrome</em>), anunciaram hoje que a luta de <strong><em>Vengeful Guardian: Moonrider</em></strong> contra um exército de proteção cruel e totalitário começa em 12 de janeiro de 2023. O jogo de ação em plataformas irá canalizar a era de ouro dos jogos de ação clássicos em 16-bit no PC, Nintendo Switch e consoles PlayStation: <br><br>A data de lançamento de Vengeful Guardian: Moonrider chegou das sombras junto com um novo trailer de gameplay, mostrando os talentos letais do ciborgue ninja chamado Moonrider. Este guerreiro em estado de arte se virou contra seus criadores enquanto desafia o seu propósito original numa busca incansável por vingança. Assista Moonrider cortar por uma oposição sombria e poderosa com um arsenal futurístico: </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Vengeful Guardian: Moonrider - Release Date Reveal Trailer" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/saBEv9ymQbM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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<p class="has-text-align-justify">O design de&nbsp;<em><strong>Vengeful Guardian: Moonrider</strong>&nbsp;</em>carrega os melhores elementos de um clássico jogo de ação na visão&nbsp;precisa à laser de&nbsp;seu ninja, mantendo o combate ágil, responsivo e desafiador. Poderosos chips modificadores estão guardados e escondidos pela aventura, permitindo que o super soldado ciborgue personalize seu estilo de luta, enquanto ganha vantagens e habilidades matadoras. O mundo maravilhosamente sombrio do jogo recria&nbsp;com expertise&nbsp;a era 16-bit com toda a crocância da combinação entre pixel art e áudio cintilante, construindo um desafio intenso em oito estágios mortais.&nbsp;<strong><em>Vengeful Guardian: Moonrider</em></strong>&nbsp;traz diversão de alto nível, com ação em plataforma refinada para uma experiência precisa, que nunca deixa sua espada ficar cega.</p>



<p class="has-text-align-justify">&#8220;Desde utilizar técnicas tradicionais de gravação de áudio até&nbsp;paletas de cores limitadas que seriam perfeitas em um Mega Drive, queríamos que cada aspecto de&nbsp;<em>Vengeful Guardian: Moonrider</em>&nbsp;fosse uma completa homenagem à era formativa dos jogos, que foi a inspiração definitiva para que criássemos o nosso&#8221;, disse Danilo Dias, co-fundador&nbsp;da JoyMasher e diretor de arte em&nbsp;<em>Vengeful Guardian: Moonrider.&nbsp;</em>&#8220;A simplicidade clássica dos jogos de plataforma e ação continua a influenciar o game design até hoje, e&nbsp;<em>Vengeful Guardian: Moonrider</em>&nbsp;é um tributo para onde algumas das melhores experiências retrôs se originaram, bem como a nossa própria interpretação de como elas ainda podem evoluir&#8221;.&nbsp;</p>
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