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	<title>The Dark Pictures Anthology Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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		<title>Review — The Devil in Me (PS5)</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 14:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PlayStation]]></category>
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		<category><![CDATA[The Dark Pictures Anthology]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Serial killers são um tópico famoso na mídia, uma vez que suas ações sempre causam perplexidade e indignação. Como uma pessoa pode ter um comportamento tão errático, tirar vidas em sequência e sentir-se satisfeito com isso? É um questionamento que atravessa gerações. Com esta proposta chegamos a The Devil in Me, último capítulo da primeira [...]</p>
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<p class="has-text-align-justify">Serial killers são um tópico famoso na mídia, uma vez que suas ações sempre causam perplexidade e indignação. Como uma pessoa pode ter um comportamento tão errático, tirar vidas em sequência e sentir-se satisfeito com isso? É um questionamento que atravessa gerações. Com esta proposta chegamos a The Devil in Me, último capítulo da primeira temporada de The Dark Pictures Anthology — série de jogos de drama interativo da <a href="https://www.supermassivegames.com/">Supermassive Games</a>. Este encerramento traz novos personagens, mecânicas e uma ameaça capaz de causar calafrios.</p>



<p class="has-text-align-justify">The Devil in Me coloca o jogador, mais uma vez, à frente de decisões difíceis e momentos definitivamente assustadores. Não há respostas fáceis e errar uma escolha pode significar a diferença entre a vida e a morte. O game se destaca principalmente no fator replay e na ambientação. Entretanto, roteiro e expressões faciais derrapam em certos pontos. Afinal, o jogo vale a pena? Vamos descobrir.</p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color wp-block-heading">Visuais</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/11/184c04c6d9c84-screenshotUrl-1024x576.png" alt="" class="wp-image-25579" /><figcaption>Captura de tela: Lucien Gilbert</figcaption></figure>



<p class="has-text-align-justify">The Devil in Me possui uma estética que pode variar de um outono vibrante a uma noite cercada de mistérios. Em sua maior parte do tempo, o game se passa em uma ilha isolada. Tal fato permite que se crie toda uma atmosfera opressiva de perigo que inevitavelmente atinge o jogador.</p>



<p class="has-text-align-justify">A Supermassive realizou um excelente trabalho nesse sentido. A iluminação se destaca, com cores bem equilibradas e tons vivos em múltiplos ambientes. Rochas, grama, árvores, cômodos e passagens secretas foram tratados de forma muito interessante e todos os cenários são realmente muito bonitos graficamente. </p>



<p class="has-text-align-justify">Há um visual labiríntico que parece ser organizado propositalmente a fim de confundir o jogador e fazê-lo imergir no drama das personagens. Luzes vermelhas e o constante perigo que pode surgir de qualquer cômodo amedrontam. Além disso, a ilha possui um cuidado no que se refere à parte sonora. Sons de chuva, gaivotas, o vento&#8230; Tudo constrói um cenário crível que permite que o jogador consiga se relacionar com o mundo de The Devil in Me.</p>



<p class="has-text-align-justify">Em relação aos modelos de personagens, algumas questões acabam atravessando o imaginário do jogador. Eles são ótimos em texturas, com detalhes nas roupas e também na pele. É possível ver poros, rugas e marcas facilmente, o que é um ponto muito positivo. Entretanto, o jogo peca nas expressões faciais, principalmente nos olhos dos protagonistas. Em um game pautado pelo medo, é de vital importância que consigamos ver o que os personagens estão sentindo não só pela atuação de suas vozes, mas também pelo que seus rostos demonstram. A falta de expressividade nos olhos nos leva a fazer uma viagem pelo vale da estranheza. É algo que não conversa com o excelente trabalho de voz realizado pelos atores escalados para o título</p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color wp-block-heading">A jogabilidade de The Devil in Me</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/11/184c04cf0e186-screenshotUrl-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-25580" /><figcaption>Captura de tela: Lucien Gilbert</figcaption></figure>



<p class="has-text-align-justify">Como nos demais títulos de The Dark Pictures Anthology, The Devil in Me é um survival horror interativo, com o jogador controlando um grupo de personagens e tomando decisões que influenciam diretamente o foco do game: sua história. Para direcionar a narrativa, existem diversos caminhos. Os jogadores, por exemplo, podem ser instados a escolher entre um caminho ou outro, o que ramifica o enredo e traz consequências imprevisíveis. Existem também os Quick Time Events (QTEs), onde determinado botão deve ser pressionado uma ou repetidas vezes. Caso isto não ocorra, uma consequência negativa pode ocorrer para o personagem controlado. Há também QTEs envolvendo mirar e acertar determinado objeto ou local. Outra mecânica interessante faz os jogadores terem que repetir batimentos cardíacos do personagem controlado, fazendo-o manter-se escondido (ou revelar sua localização, caso falhe).</p>



<p class="has-text-align-justify">The Devil in Me também conta com escolhas que envolvem apontar o ponteiro de uma bússola para uma de duas escolhas possíveis e que influenciam os relacionamentos entre os personagens. Eles possuem barras que demonstram as suas afinidades uns com outros, com índices que podem subir ou cair. Este recurso é ótimo, uma vez que permite ao jogador moldar parcerias ou inimizades. Os protagonistas podem ser agradáveis, detestáveis ou um pouco dos dois. A escolha é sua.</p>



<p class="has-text-align-justify">Jogadores podem escalar, pular e correr (algo novo na antologia). Além disso, os personagens têm um inventário, ainda que bastante limitado, com itens que possam usar na aventura. Outra adição interessante são quebra-cabeças pautados em ferramentas. </p>



<p class="has-text-align-justify">O game também possui conteúdos adicionais na Director’s Cut, permitindo que se jogue a partir da perspectiva de outros personagens e criando uma visão inédita de certas cenas. Há colecionáveis e também dioramas, obtidos com óbulos. Estas moedas, responsáveis no imaginário da Antiguidade por pagar a viagem ao mundo dos mortos, estão espalhadas pelos cenários. Pelos cômodos também estão espalhados segredos do game e quadros que exibem premonições do que vai acontecer adiante. No que se refere à jogabilidade, cada personagem possui uma característica especial.</p>



<p class="has-text-align-justify">Charlie é o líder da Lonni Entertainment, uma produtora de documentários. De meia-idade e narcisista, ele acaba sendo inepto ao impor suas decisões aos outros sem consultá-los, além de arriscar a segurança do grupo em prol da tentativa de fazer a empresa ter sucesso. A Lonnit não vem sendo muito lucrativa nos últimos tempos e o foco em Holmes pode ser a sua tábua de salvação. Charlie também possui um vício em cigarros e utiliza um isqueiro para iluminar ambientes. Sua habilidade especial é abrir alguns objetos como armários e caixas registradoras.</p>



<p class="has-text-align-justify">Kate é a estrela dos documentários. Ambiciosa e egocêntrica, ela já não tem muita fé na Lonnit e planeja sair da produtora em algum momento. Ela também possuía um relacionamento com Mark, mas ambos terminaram e estão lidando com as cicatrizes. Kate pode usar uma pedra de ametista que carrega consigo.</p>



<p class="has-text-align-justify">Mark é o responsável pelas imagens, sempre com uma câmera e um tripé a postos. Em suas tentativas de auxiliar os companheiros, ele acaba sendo uma pessoa protetora que coloca outros interesses acima dos próprios. Ele pode usar o seu tripé para pegar objetos em lugares altos.</p>



<p class="has-text-align-justify">Jamie é uma pessoa de personalidade forte, muito sincera e questionadora em relação às coisas que não concorda. Ela é responsável pela iluminação e aparatos relativos, podendo usar um voltímetro para resolver puzzles elétricos. Jamie também possui uma inimizade com Kate e ambas costumam sempre discordar sobre os mais variados assuntos.</p>



<p class="has-text-align-justify">Erin é uma jovem tímida, mas possui uma enorme vontade de ajudar e é responsável pela parte do áudio na Lonnit. Enquanto possui suas dúvidas a respeito da produtora, ela busca sempre ser amigável. Dos demais membros da produtora, Erin é mais próxima de Jamie. Ela também possui asma e, por vezes, precisa usar um inalador. Erin também tem à sua disposição um equipamento de áudio para investigar ruídos e outros sons estranhos.</p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color wp-block-heading">História</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/11/184c050318111-screenshotUrl-1024x576.png" alt="" class="wp-image-25583" /><figcaption>Captura de tela: Lucien Gilbert</figcaption></figure>



<p class="has-text-align-justify">Logo no início somos introduzidos, mais uma vez, ao Curador, personagem sempre presente na antologia. Nosso narrador onisciente precisa de ajuda para direcionar uma história, a história de um desafortunado grupo que conhecerá a morte de perto.</p>



<p class="has-text-align-justify">Importa dizer que desde o início The Devil in Me apresenta uma ameaça muito mais humana do que nos títulos anteriores da antologia. Isto dá um frescor ao jogo e muda a relação com que o medo é colocado nos jogadores e como eles lidam com as situações que surgem.</p>



<p class="has-text-align-justify">Somos apresentados a um prólogo que nos introduz H. H. Holmes. Conhecemos um pouco mais sobre seu modus operandi, sua estratégia em relação às vítimas e quem de fato o homem era. Após isso, a história se passa no tempo presente com os horrores de Holmes voltando à tona em uma roupagem moderna. Neste contexto conhecemos cinco pessoas que juntas formam a Lonnit Entertainment. Como vimos, todos os integrantes da produtora são muito diferentes um dos outros, o que ajuda a torná-los mais próximos em relação ao jogador.</p>



<p class="has-text-align-justify">Apresentados os personagens, a premissa da história é Charlie receber um contato inusitado que pode mudar o jogo para a Lonnit e emplacar um sucesso: um homem rico e recluso possui uma posse em uma ilha que é uma réplica do Castelo da Morte, o hotel onde H. H. Holmes realizava seus assassinatos. Ele quer convidar os membros da Lonnit a fazer um tour pelo local. Bom demais para ser verdade? Pois é.</p>



<p class="has-text-align-justify">Ao longo do enredo, como dito anteriormente, o jogador é confrontado com escolhas difíceis. Pessoas podem morrer ou sobreviver de acordo com o que escolhemos, mas não só isso: relacionamentos, apatia, empatia e outros aspectos também podem ser trabalhados tanto para o bem ou para o mal. É uma alegria perceber que The Devil in Me entrega uma real experiência interativa com história ramificada. As escolhas levam a consequências com as quais temos que lidar, absorver, entender e digerir. É um ponto muito positivo.</p>



<p class="has-text-align-justify">Mas, superada esta perspectiva, é preciso verificar se o enredo e suas variações são capazes de contar uma história coesa e satisfatória. Afinal, estamos falando de um jogo cujo foco é na narrativa, sendo este talvez o seu aspecto mais importante.</p>



<p class="has-text-align-justify">A premissa, quando observada em um primeiro momento, não é nova: diversas histórias têm como cerne pessoas que são convidadas a uma ilha onde as coisas saem do controle. Vemos isso, por exemplo, em filmes como Ilha do Medo e Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Entretanto, The Devil in Me luta para buscar sua própria identidade, o que é bom. Há ao menos um elemento dotado de originalidade que é bastante perturbador e realmente capaz de gerar calafrios. Ainda assim, toda a estrutura do game ainda vai fazer o jogador lembrar de algo que já viu antes em obras como Jogos Mortais e Halloween.</p>



<p class="has-text-align-justify">Infelizmente, o enredo acaba possuindo algumas falhas que contribuem para a perda de imersão, desconectando-nos do que surge à tela em alguns momentos. Um dos personagens possui uma espécie de plot armor, isto é, sobrevive a diversas situações como se o roteiro o protegesse. É algo que prejudica a narrativa e torna alguns momentos menos críveis. De igual forma algumas outras decisões se mostram desnecessárias e mal escritas. Em dado momento, a ameaça enfrentada pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo (ainda que só caminhe e nunca corra) e ser incrivelmente resistente. Em outro, ela parece agir de maneira boba, deixando brechas que permitem sobrevida aos protagonistas.</p>



<p class="has-text-align-justify">Além disso, existem perguntas que não são respondidas no início, durante o jogo e em seu final. Fica a sensação de que houve questões não exploradas e todo um background da Lonnit Entertainment que parece estar em falta. O jogo até se propõe a criticar a idolatria aos serial killers, mas toca o assunto apenas superficialmente. Outra falha é a tentativa de empurrar aos jogadores que H. H. Holmes realizou duas centenas de assassinatos. Além de ser algo não comprovado, acaba sendo ruim para o jogo como um todo já que afeta a sua fundação.</p>



<p class="has-text-align-justify">No que se refere ao tempo de jogo, o título possui uma extensão confortável e pode ser terminado em por volta de cinco horas (isto, é claro, depende de cada pessoa). O fato do game não ser muito longo é uma decisão correta para que se mantenha a tensão e também o jogador não se canse. Há de se destacar, por fim, a interação entre os personagens com todas as suas características diversas. Suas conversas, momentos de afeto e seus atritos são bem construídos e elogiáveis.</p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color wp-block-heading">Desempenho e localização</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/11/184c051c34573-screenshotUrl-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-25585" /><figcaption>Captura de tela: Lucien Gilbert</figcaption></figure>



<p class="has-text-align-justify">The Devil in Me roda de maneira satisfatória no PlayStation 5, não demonstrando queda de frames ou bugs. Entretanto, existem telas pretas e de loading que atrapalham a experiência e são muito estranhas, uma vez que o jogo poderia se beneficiar do hardware de nova geração e não parece fazê-lo.</p>



<p class="has-text-align-justify">Também é preciso destacar a boa localização. O game não possui dublagem, mas o cuidado com os textos e legendas realmente é muito importante e possibilita que a experiência seja acessível para a maior parte do público brasileiro. E não se trata apenas de traduzir os textos: é fazê-los de maneira compreensível e adaptada quando necessário. Nisso, o jogo é ótimo.</p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color wp-block-heading">O veredito para The Devil in Me</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/11/184c05120c762-screenshotUrl-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-25586" /><figcaption>Captura de tela: Lucien Gilbert</figcaption></figure>



<p class="has-text-align-justify">O tema “serial killer” teve diversas aparições na mídia durante os anos, tornando-se sempre predominante em programas de true crime. Além disso, a ficção já está marcada por assassinos famosos e que vêm de longa data. Criar um novo personagem nestes moldes que desperte curiosidade é um desafio. Infelizmente, The Devil in Me falha em construir um perigo que possa superar H. H. Holmes e que, unidimensional e explorado de maneira errônea, torna-se esquecível.</p>



<p class="has-text-align-justify">Também, quando encontramos um game focado na história, esta tem uma responsabilidade maior de apresentar um enredo que prenda o jogador e não utilize soluções fáceis. Aqui temos um roteiro satisfatório, mas que possui falhas comprometedoras à estrutura como um todo.</p>



<p class="has-text-align-justify">Embora não seja perfeito The Devil in Me ainda vale a pena, sendo uma boa experiência de terror que assusta e também nos faz torcer pelos personagens. A história ramificada, o trabalho de voz dos atores e a ambientação ajudam a construir um jogo que possui seus júbilos, mas que tinha também espaço para ser algo mais. De todo modo, o encerramento de The Dark Pictures Anthology é bom e nos deixa ansiosos para futuros projetos da Supermassive Games. Que venham mais jogos apavorantes e que o medo permaneça sendo um fiador de experiências cada vez mais interessantes e assustadoras.</p>





<p>PS: A análise foi realizada em um PlayStation 5 a partir de uma cópia cedida pela Supermassive Games e Bandai Namco Entertainment.</p>



<p>Leia também: </p>



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		<title>The Devil in Me ganha novo trailer; conheça o Serial Killer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 22:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Supermassive Games divulgou um novo trailer do Serial Killer de The Dark Pictures Anthology: The Devil in Me. O popular game de terror de escolhas e consequências da Bandai Namco Entertainment conta com uma atmosfera sombria em um Hotel habitado por um assassino, no qual busca caçar um grupo de comentaristas que resolve investigar [...]</p>
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<p class="has-text-align-justify">A <a href="https://www.supermassivegames.com/">Supermassive Games</a> divulgou um novo trailer do <strong>Serial Killer</strong> de <strong>The Dark Pictures Anthology: The Devil in Me.</strong> O popular game de terror de escolhas e consequências da Bandai Namco Entertainment conta com uma atmosfera sombria em um Hotel habitado por um assassino, no qual busca caçar um grupo de comentaristas que resolve investigar o local após relatos perturbadores da população. Confira o trailer assustador abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="The Dark Pictures Anthology: The Devil In Me – Halloween Serial Killer Trailer" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/oIThzfcgKTk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="has-text-align-justify">No trailer podemos ver alguns personagens sendo executados pela força maligna do assassino. Apesar de não oferecer mais detalhes sobre o Serial Killer, é possível analisar toda sua violência e brutalidade contra os documentaristas. Mais detalhes serão compartilhados em breve!</p>



<p class="has-text-align-justify"><strong>The Dark Pictures Anthology: The Devil in Me será lançado em 18 de Novembro de 2022 para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC.</strong></p>



<h2 class="has-orange-light-color has-text-color wp-block-heading">Sobre The Dark Pictures: Anthology: The Devil in Me</h2>



<p><strong>BOAS-VINDAS À THE DARK PICTURES</strong></p>



<p class="has-text-align-justify">Uma série de jogos de terror cinematográficos individuais do estúdio por trás de Until Dawn. Fácil para pegar e jogar em sessões curtas, em jogos solo ou com amigos. The Devil in Me é o quarto jogo da série e o último do Primeira Temporada.</p>



<p class="has-text-align-justify">Um grupo de documentaristas recebe uma ligação misteriosa os convidando para visitar uma réplica do &#8220;Castelo da Morte&#8221; de H. H. Holmes, o assassino em série. Essa é uma oportunidade única e pode ser exatamente o que precisavam para conquistar a audiência.</p>



<p class="has-text-align-justify">O hotel é o cenário perfeito para o novo episódio, mas coisas não são bem o que parecem. A equipe logo descobre que está sendo observada e até manipulada, e de repente, há muito mais em jogo que a audiência!</p>



<p class="has-text-align-justify"><strong>Boas-vindas ao Hotel da Morte!</strong><br>Aqui, nada é o que parece, e as instalações são de matar! Explore cada canto do Hotel da Feira Mundial com os recursos inéditos do fim da temporada que incluem inventários de personagens, quebra-cabeças com ferramentas e mais ações como correr, saltar e escalar.</p>



<p class="has-text-align-justify"><strong>Ele planejou a sua morte</strong><br>Fuja das criações atormentadoras de um monstro maligno que está disposto a se tornar o maior assassino em série dos Estados Unidos da América e sobreviva a &#8220;salas letais&#8221; em que a sua morte foi planejada pelo assassino.</p>



<p class="has-text-align-justify"><strong>Não jogue sozinho!</strong><br>Enfrente testes de lealdade cruéis: você vai arriscar a própria vida por alguém querido? Os dois aclamados modos multijogador estão de volta: compartilhe a sua história online com um amigo ou fique à salvo com as pessoas próximas no modo offline para 5 jogadores passarem o controle.</p>



<p class="has-text-align-justify">Você é capaz de superar o assassino e salvar a todos? Todos os personagens jogáveis podem viver ou morrer na sua história.<br><strong>APROVEITE A ESTADIA</strong></p>



<p><strong>Mais notícias:</strong></p>



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