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	<title>The Last of Us: Part II Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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		<title>Laura Bailey diz que adoraria retornar em sequência de The Last of Us Part II</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 12:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PlayStation]]></category>
		<category><![CDATA[The Last of Us: Part II]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Laura Bailey, intérprete de Abby em The Last of Us: Part II, adoraria interpretar o papel novamente, apesar da controvérsia envolvendo a personagem. Segundo Bailey em entrevista ao Comic Book Moive, o papel foi um dos mais influentes em sua carreira e que, se a oportunidade surgisse, voltaria a interpretar Abby. Abby é cercada de [...]</p>
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<p class="has-text-align-justify">Laura Bailey, intérprete de Abby em The Last of Us: Part II, adoraria interpretar o papel novamente, apesar da controvérsia envolvendo a personagem. Segundo Bailey em entrevista ao Comic Book Moive, o papel foi um dos mais influentes em sua carreira e que, se a oportunidade surgisse, voltaria a interpretar Abby. </p>



<p class="has-text-align-justify">Abby é cercada de polêmica, uma vez que foi pelas suas mãos que Joel Miller, personagem muito querido pelo público, morreu. Ao longo de The Last of Us: Part II acompanhamos em parte do game o ponto de vista de Abby e suas ações e motivações que a levaram a confrontar Joel e Ellie. Enquanto muitos entenderam os seus atos, outros continuaram a expressar sentimentos negativos para com a personagem. Ao final do game fica subentendido que os Vagalumes podem exercer algum papel importante no futuro de Abby.</p>



<p class="has-text-align-justify">A segunda parte da duologia The Last of Us é uma história sobre ódio, trauma e vingança. Após uma perda dramática, a jovem Ellie vai a Seattle para matar integrantes da organização conhecida como Washington Liberation Front (WLF). Em sua jornada, ela encontra várias adversidades e inimigos, além de entender que há limites que não foram feitos para serem cruzados.</p>



<p>O game está disponível para PlayStation 4 e PlayStation 5.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.eurogamer.pt/atriz-que-da-voz-a-abby-em-tlou-adoraria-uma-continuacao-the-last-of-us">Eurogamer</a></p>
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		<title>O brilhantismo do roteiro de The Last of Us: Part II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lucien.gilbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 14:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[PlayStation]]></category>
		<category><![CDATA[Naughty Dog]]></category>
		<category><![CDATA[The Last of Us: Part II]]></category>
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<p class="has-text-align-justify">Terminar The Last of Us: Part II nos deixa com sentimentos conflitantes. Por um lado, há a sensação de triunfo por conta de termos enfrentado todos os desafios possíveis que o jogo tem a oferecer. Por outro, uma tristeza e amargor pelas perdas de todos os personagens torna impossível que não ocorram reflexões sobre a jornada que a franquia nos apresentou nestes anos. E tudo isso com um fio da meada muito curioso: o ciclo do ódio.</p>



<p class="has-text-align-justify">O enredo é uma verdadeira montanha-russa emocional e, desde sempre, se mostra muito corajoso. Isto por ele ignorar um elemento que não é incomum em muitas histórias: criar  personagens especificamente para serem mortos. E é este o caminho que o jogo poderia seguir, mas não o fez.</p>



<p class="has-text-align-justify">Como foi estabelecido desde o começo, The Last of Us: Part II seria uma história de vingança que levaria Ellie de Jackson até Seattle. E, com os primeiros trailers, especulou-se que a namorada de Ellie, Dina, seria o motivo desta missão da protagonista. Matar um personagem recém-introduzido seria chocante. Afinal, estamos falando do interesse amoroso da protagonista, o que já seria razão suficiente para Ellie arrumar suas coisas e caçar os Lobos. Entretanto, esta escolha poderia debilitar o enredo.</p>



<p class="has-text-align-justify">Embora Ellie conheça Dina há tempos, nós só teríamos contato com a personagem durante um curto período de tempo. Isto acabaria fazendo os jogadores muito provavelmente não estarem no mesmo compasso da história de vingança da protagonista, o que poderia prejudicar a visão que a Naughty Dog pretendia passar: uma completa imersão no enredo. Os produtores do jogo realmente levaram a sério o mantra &#8220;se sentir na pele da própria Ellie&#8221;. Portanto, a escolha óbvia para despertar a ira da protagonista era a morte de Joel, protagonista do primeiro jogo. Conhecemos Joel em 2013 e a relação de carinho entre os fãs e o personagem extrapolou os anos. Quando o vemos morrer da forma que aconteceu, é como se uma mola nos impulsionasse e entrássemos de vez em todo o ódio, ressentimento e raiva que levam o jogo para Seattle. É essa imersão que tempera a história com um sabor especial e inesquecível, capaz de arrancar lágrimas do jogador e fazê-lo até sentir-se mal com o rumo que as coisas tomam.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/09/The-Last-of-Us-2-1024x576.jpg" alt="The Last of Us" class="wp-image-22349"/><figcaption>Fonte: TechRadar</figcaption></figure></div>



<p class="has-text-align-justify">O ódio é corrosivo. Ele vai alterando não só Ellie, como também o ambiente para que se possa reconhecer melhor essa mudança. Exemplo: Ellie e Dina chegam em Seattle de dia e aos poucos o cenário se torna mais escuro, turvo e chuvoso. Da mesma forma, a violência vai crescendo a níveis inimagináveis. Os inimigos terem nomes não é algo aleatório: mostra que Ellie está matando pessoas que possuem famílias, sentimentos e histórias. Ainda assim, as mortes possuem um grau de violência absurdo. Nada disso é gratuito: demonstra o declínio de Ellie enquanto uma sombra domina sua mente. Gradativamente, o nível de insanidade aumenta a ponto da garota torturar Nora e matar Mel, que estava grávida. Muito longe de acabar com os problemas, as ações de Ellie alimentam o ciclo do ódio. Isto provoca o efeito rebote de Abby e Lev, fazendo-os realizar uma emboscada no teatro na metade do jogo.</p>



<p class="has-text-align-justify">A partir daí, um incrível paralelo é criado para com Abby, uma vez que percebemos que o ciclo do ódio a consumiu também. Isto faz com que desarmemos (ou não) nossas defesas e criemos empatia pela jovem. O ódio a levou a matar Joel. Em consequência, Owen, o mais perto de uma família que Abby tinha, foi assassinado. É um ciclo interminável, como podemos ver. Este ciclo só é quebrado graças a Lev, que é uma semente de esperança em um mundo caótico e sangrento. É por causa de Lev que Abby não mata Dina, o que estava disposta a fazer mesmo sabendo de sua gravidez. Lev é um recomeço para Abby e vemos isso de maneira quase catártica quando ela grita &#8220;você é a minha gente!&#8221;.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://api.descontoemgames.com/wp-content/uploads/2022/09/TLOU-1024x576.jpg" alt="The Last of Us" class="wp-image-22352"/><figcaption>Fonte: ResetEra</figcaption></figure></div>



<p class="has-text-align-justify">Depois, Ellie desiste da vingança quando entende que aquilo não lhe daria um benefício real. O estresse pós-traumático gerado pela morte do Joel não iria sumir em um passo de mágica. Muito provavelmente, caso Ellie matasse Abby em Santa Barbara, o ciclo continuaria: Lev iria vingar a amiga e caçá-la ou, pior, atingir Dina e o filho do casal, JJ.</p>



<p class="has-text-align-justify">Por fim, Ellie retorna para casa. As consequências de sua busca são pesadas: sua família a abandonou e é triste perceber que ela mal consegue tocar o violão por conta da perda de dois dedos. Você pode renunciar ao ciclo do ódio, mas não consegue renegar tudo o que já aconteceu e as marcas por ele deixadas.</p>



<p class="has-text-align-justify">O ódio não é tema único de Ellie e Abby. Isaac e a Profetisa, por exemplo, não souberam conviver juntos. Isto radicalizou a seita dos Serafitas e levou a uma guerra sangrenta entre estes e os Lobos. Tal situação culminou em um verdadeiro inferno com a batalha para a tomada da ilha dos Cicatrizes. Tommy também é vítima do ciclo do ódio: na tentativa de vingar seu irmão, ele fica manco e perde um olho.</p>



<p class="has-text-align-justify">Todo esse ódio é vivido pelo jogador de uma maneira que pode até mesmo se tornar incômoda, culminando em um final emocionante onde Ellie e Joel conversam pela última vez. Percebemos o quanto é inválido o ciclo do ódio e o quanto suas consequências acabam frustrando as expectativas da pessoa que quer se vingar. Não só isso, atrai problemas e implica em pesadas consequências.</p>



<p class="has-text-align-justify">O roteiro, de maneira muito inteligente, utiliza todo o ódio gerado de maneira a fazer um estudo crítico sobre suas implicações e desenlaces. Seu realismo em tratar os sentimentos humanos com o peso que merecem acaba tornando-o um dos grandes trunfos do jogo e uma das razões pelas quais o título foi amplamente premiado. É uma jornada que eleva os sentidos e se traduz em uma odisseia dolorosa que deveria ser, ao menos uma vez, experimentada.</p>



<p>The Last of Us: Part II está <a href="https://store.playstation.com/pt-br/product/UP9000-CUSA07820_00-THELASTOFUSPART2">disponível </a>para PlayStation 4 e PlayStation 5.</p>


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