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    Home » Review: Saros (PS5)
    Reviews

    Review: Saros (PS5)

    André CustódioAndré Custódiomaio 6, 202610 Mins Read
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    saros
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    O Sol é para sempre. Não devemos esquecer disso de forma alguma. No conto “O Rei de Amarelo”, escrito por Robert W. Chambers, a estrela é ligada apenas à sua cor original, algo que não necessariamente faz referência ao calor ou luz. Porém, quando esse conceito é levado para o horror cósmico, temos uma exploração mais clara à exposição ao desconhecido.

    Saros marca o retorno dos exclusivos da PlayStation em grande estilo. Ou devo dizer, grandíssimo estilo? O projeto, que nada mais, nada menos é do que um sucessor espiritual de Returnal, parte para uma proposta bem mais narrativa para a Housemarque, mas com a identidade de quem domina, atualmente, o mercado dos bullet-hell.

    E não tem pra onde correr. O título do PS5 é um verdadeiro espetáculo visual, uma dança de balas, com uma história no mínimo intrigante e um dos universos mais bonitos e misteriosos apresentados nesta atual geração de consoles.

    Os últimos sobreviventes

    Arjun Devraj, um Executor da Soltari, se vê preso no planeta Carcosa depois de um eclipse misterioso transformar totalmente a região. Com isso, o local entrou em um estado ritualístico, supostamente estando preso em um limbo entre a vida e a morte.

    Motivado por um propósito maior, Arjun explora o planeta em busca de recursos minerais para sua empresa, apenas para descobrir que ele está sendo um peão. Com isso, a loucura e a desconfiança acompanham a transformação de Carcosa; agora indo para um lado onde os poucos sobreviventes restantes entram em contagem regressiva.

    Assim, o Executor deve lutar, morrer e voltar mais forte, à medida que busca entender porque está preso nesse ciclo e quais razões estariam tornando o eclipse mais persistente. Seria uma força maior? A Soltari estaria envolvida nisso? Apenas a morte terá a resposta.

    Saros é um jogo de tiro em terceira pessoa com mecânicas de roguelike. Desenvolvido pela Housemarque, o título recicla diversos elementos de Returnal, mas sem deixar de incorporar mecânicas inéditas e uma história muito, mas muito mais profunda e complexa.

    Porém, dessa vez o estúdio não investe sua grana e tempo em algo dependente de habilidade. Agora, além de ser uma experiência genuinamente desafiadora, o game traz um sistema de progressão enorme, com muitas opções de nodos e de upgrades caso você queira preferir builds específicas. Assim, temos um jogo bem mais acessível.

    Enquanto isso, a campanha de Saros leva no mínimo 15h para ser finalizada. O título consiste em três atos narrativos, separados por plot twists que se conectam bem, mas deixando inúmeros “furos” para interpretação. Apesar disso, é inegável que o game possui bem mais densidade de roteiro do que seu irmão, Returnal.

    O puro suco do gameplay

    Se você escutar algum dizendo “quem gosta de videogame, vai gostar de jogar Saros”, confie na palavra. Essa pessoa é sua amiga. O título é literalmente o puro suco do gameplay.

    Temos, por essência, um bullet-hell, com balas vindo de todas as direções e uma exigência alta para a intuição e impulso. Como em todo jogo do gênero, é preciso desligar o cérebro para o mundo exterior e se atentar 100% ao game, pois a quantidade de informações na tela e o alto nível de desafio te obrigam a observar.

    Esse é facilmente o grande charme do jogo. Enquanto avança por hordas e hordas de monstros, Arjun precisa se esquivar, atravessar balas, usar um escudo, saltar, utilizar seu gancho para pular por plataformas e, obviamente, atirar. Atirar muito.

    Saros tem uma quantidade absurda de armas, com variantes dentro dos próprios tipos. Uma balestra, por exemplo, pode ser de tiro único, de rajada ou automática, por exemplo, com a possibilidade de ativar uma versão corrompida mais na frente. E cada uma delas muda totalmente sua estratégia dentro do jogo, vá por mim.

    Os monstros também oferecem dificuldade progressiva e em alta escala. Depois que você progride entre os biomas, verá monstros mecânicos e orgânicos, criaturas voadoras, de suporte a outras, com escudos e até mesmo mais ferozes, conhecidas como alfas (essas tem um escudo maior e uma frequência de ataque muito superior aos outros).

    Os mapas também são cheios de abismos, e há dano de queda caso você caia no limbo. Somando tudo isso, talvez essa seja a fórmula de viciar que a Housemarque propõe: uma experiência que genuinamente usa e abusa do cérebro humano, em especial de sua capacidade de racionar rápido e de tomar decisões certas. E caso tome decisões erradas, improvise.

    Nesse sentido, Saros tem apenas um pecado: o combate melee. Aqui, há um efeito semelhante ao de Horizon Zero Dawn, pois Arjun dá apenas um golpe que pode destruir escudos ou atordoar. Infelizmente, esse comando não é tão preciso e você pode acabar sendo penalizado caso ataque um oponente com os braços e erre por espaço de centímetros.

    Mas, no geral, as coisas funcionam muito bem. Mesmo você não sendo bom nesses jogos mais aleatórios e ágeis, tudo ali se relaciona de forma bastante intuitiva, e não demora para você começar a correr pelo mapa ao mesmo tempo que atira, salta, se esquiva e se protege. Um excelente trabalho da Housemarque.

    Progressão é tudo

    A progressão em Saros é mais um ponto que merece elogios. A Housemarque acertou em cheio ao implementar um sistema no melhor estilo RPG, com uma árvore bem extensa e que acompanha o avanço do jogador ao concluir cada bioma.

    Basicamente, há duas “moedas” no jogo. A primeira é Lucenita, recurso abundante no mundo que você ganha coletando nos mapas, em repositórios e ao derrotar inimigos. E a segunda é a Serenidade, que já é bem mais escasso e garante melhorias importantes no que o game chama de armadura.

    Elas contribuem pra que Arjun cresça rapidamente e de forma contínua. Ou seja, mesmo você morrendo em um ciclo, haverá uma contagem final, que acrescenta Lucenita de acordo com um de seus atributos principais e reduz devido à morte. Porém, tudo é extremamente justo e, à medida que as coisas vão ficando mais caras, você também acumula mais recursos.

    Já os fãs de Returnal se familiarização com outros sistemas, como a Integridade, que funciona como o HP e pode ser aprimorada de forma permanente, e a Proficiência, que funciona como um XP e garante que, quanto maior for o nível, melhores as armas que você encontrará.

    As mecânicas em Saros são bastante orgânicas e simples, deixando o desafio para o jogo em si.

    Chefes, portais… Arjun não tem vida fácil

    Sendo bastante objetivo, os chefes de Saros são simplesmente sensacionais. Facilmente é um dos pontos altos do loop de gameplay, com cada bioma terminando diante de batalhas épicas, grandiosas e riquíssimas em detalhes.

    O game possui uma boa variedade de bosses, e todos eles são bastante criativos. Voadores, gigantes e até mesmo um kraken impressionante… o trabalho de conceito da Housemarque é algo que merece palmas de pé.

    Todas as grandes lutas em Saros são recheadas de drama, impulsionado pela excelente trilha sonora. As músicas do game, aliás, são absurdas de imersivas e de empolgantes, tornando-se, sem sombras de dúvidas, um dos melhores álbuns de games que já escutei em toda a minha vida.

    Esses combates também se destacam pelo show de cores e pelas mudanças ambientais; tudo isso rodando a 60 FPS. São muitas coisas acontecendo na tela, com balas que ocupam literalmente toda a interface e eventos dinâmicos que exigem não apenas atenção constante, mas habilidade no controle para agir rápido.

    Ao longo de sua busca por propósito, Arjun também enfrenta mini chefes conhecidos como alfa, que já falei anteriormente, portais do inferno que consistem em hordas realmente difíceis, mas com recompensas muito boas, e as gaiolas, que criam um campo de força em toda a área e obrigam que todos os inimigos sejam eliminados.

    Uma história com altos e baixos

    Pra quem tá acompanhando as discussões das redes sociais, a história de Saros é o maior ponto de debate. Ela foi alvo de uma grande campanha de fake news, com usuários criando imagens por IA e outros interpretando o roteiro a fim de gerar cliques com críticos à ideologia de gênero. Porém, isso não condiz com o que realmente acontece ali; ao menos em parte.

    A narrativa do game é bem apresentada, mas cai em um pretensiosismo absurdo ao deixar basicamente tudo como subjetivo. Alguns pontos são claros, principalmente quando falamos sobre as relações entre os personagens, mas outros acabam caindo em furos que abrem brecha para que as versões contadas na internet, por exemplo, tenham fundamento.

    A Housemarque parece ter uma série dificuldade em apresentar roteiros coesos, e realmente sugere ter a intenção de criar coisas complexas e, às vezes, sem sentido. Talvez para deixar aberto para outros jogos? Pode ser, visto que muitas pessoas dizem que Returnal e Saros estão em um mesmo universo.

    Quanto aos pontos positivos, o game tem uma excelente dublagem em português do Brasil, e enquanto Arjun demora a entrar na história, as coisas melhoram consideravelmente com o final do primeiro ato. Documentos deixados pelo mundo tornam as personagens ainda mais ricas, e é possível entender, ainda que por cima, suas motivações e papeis dentro e fora do eclipse.

    Já as CGIs carecem de melhorias. O desempenho in-game de Saros é excelente, mas as cenas em CGI, que são quase realistas, sofrem com inconsistências. Elas não estão nem um pouco suaves e rodam a menos de 30 FPS sem sombra de dúvidas, algo que incomoda até a vista de quem está jogando o game por algumas horas.

    Saros é um forte candidato ao jogo do ano

    Apesar dos pesares, é inegável que Saros é um jogo de altíssima qualidade. Seus gráficos, seu gameplay e sua trilha sonora são de impressionar mesmo o público mais cético ou fora desse gênero roguelike, enquanto as batalhas contra chefes empolgam e te motivam substancialmente a não desistir.

    O título supera Returnal nos aspectos de progressão e acessibilidade, visto que temos uma árvore de progressão gigante e sempre em evolução, bem como um sistema de modificadores que balanceia vantagens e desvantagens, mas que pode facilitar sua jornada caso você consiga contornar os déficits.

    A Housemarque precisa, apenas, melhorar o impacto do combate melee e a otimização geral das CGIs. E para o futuro, o departamento de roteiros deve ser mais objetivo, mesmo que ainda trabalhe em arcos subjetivos e que deixam brechas para a interpretação. Em Returnal, isso funcionou bem, mas em Saros, em especial devido às referências ao Rei de Amarelo e ao horror cósmico, fica um pretensiosismo evidente.

    O novo exclusivo de PlayStation é um jogo muito recomendado. Bem otimizado na máquina da Sony e com ótimo suporte ao DualSense, ele é um prato cheio pra fãs de DOOM e de outros jogos de ação baseados em arenas e em bullet-hell, e certamente temos um roteiro de impacto, sombrio e muito, mas muito maduro.

    8.8 Ótimo

    Imersivo, viciante e impressionantemente bonito, Saros é uma pretensiosa e arriscada jornada que evolui quase tudo apresentado por Returnal.

    Pontos positivos
    1. Excelente variedade de armas
    2. Gunplay preciso e muito viciante
    3. Ótima dublagem em português do Brasil
    4. Uma das melhores trilhas sonoras que já escutei
    5. Trabalho impecável no sistema de áudio
    6. Mundo intrigante e muito bem construído
    7. Desempenho in-game suave e estável
    Pontos negativos
    1. História com boas referências, mas muito pretensiosa
    2. Combate melee poderia ser mais preciso
    3. Cenas em CGI têm péssima performance
    • História 8
    • Gráficos 9
    • Som 10
    • Desempenho 8
    • Jogabilidade 9
    SAROS
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