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    Home » Review: Borderlands 4 (PS5)
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    Review: Borderlands 4 (PS5)

    Sherman CasteloSherman Castelodezembro 30, 20256 Mins Read
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    Review Borderlands 4
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    Depois de Borderlands 3, que dividiu opiniões, e de Tiny Tina’s Wonderlands, que mostrou um lado mais experimental da franquia, a Gearbox retorna à saga principal com Borderlands 4.

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    Lançado em 2025 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series, o jogo leva os Caçadores de Arcas a um planeta inédito e aposta em uma estrutura de mundo aberto como principal novidade.

    A ideia é ambiciosa, mas e resultado? Pois é, fica comigo nesta review de Borderlands 4 e veja se a execução acompanhou a imaginação.

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    Os Caçadores de Arcas – Captura por Sherman Castelo

    Mapa novo, mas a história já é conhecida

    Borderlands 4 se passa em Kairos, um planeta dominado pelo Guardião do Tempo (Timekeeper), que mantém a população sob controle absoluto. Presos nesse mundo, os Caçadores de Arcas precisam unir diferentes regiões, derrotar três tenentes e, só então, enfrentar o vilão principal.

    Uma pequena parte de Kairos – Sherman Castelo

    A decisão de contar uma história independente funciona bem: não é preciso conhecer os jogos anteriores para entender o que está acontecendo.

    O problema aparece na execução. Há personagens demais disputando atenção e diálogos que se estendem além do necessário.

    O Guardião do Tempo quase não age, vira mais um narrador distante do que uma ameaça real. O resultado é uma campanha longa, fácil de acompanhar, mas difícil de se envolver de verdade.

    Captura por Sherman Castelo

    Por vária vezes, eu me vi jogando no automático, atirando em tudo o que via pela frente, realizando missões, sem me importar com os motivos de eu estar fazendo aquilo. E isso é algo que me frustra demais em um jogo.

    Um mundo aberto bonito e previsível

    Um bom lugar para relaxar – Captura por Sherman Castelo

    Explorar Kairos é, nos primeiros momentos, um prazer. A direção de arte em cel-shading nunca foi tão bem trabalhada, e o planeta oferece biomas variados e visualmente marcantes. Nesse caso, eu preciso admitir: Borderlands 4 é um dos jogos mais bonitos da série.

    Com o tempo, porém, o mundo aberto começa a mostrar seus limites. Pontos de interesse, acampamentos para limpar, contratos e atividades opcionais se acumulam no mapa, mas raramente fogem do padrão.

    E vou logo avisando, se está cansado da forma Ubisoft em fazer jogos de mundo aberto, talvez sinta o mesmo cansaço aqui. Embora eu ame a fórmula, como já disse em outras reviews, eu entendo que os jogadores vivem uma relação de amor e ódio com esse estilo de gameplay.

    Combate e loot: onde Borderlands ainda se sustenta

    O combate continua sendo o coração da experiência. Os quatro Caçadores de Arcas oferecem estilos distintos, com árvores de habilidade interessantes e boas possibilidades de build.

    A árvore de talentos é gigantesca – Captura por Sherman Castelo

    O sistema de loot segue generoso, às vezes até demais, mas ainda sabe transformar um item realmente bom em um momento especial.

    As novidades de movimentação, como o gancho e a investida, melhoram a fluidez, mas são subaproveitadas. A ideia é boa, mas a execução, nem tanto.

    É normal ficar com a mochila cheia – Captura por Sherman Castelo

    Além disso, inimigos resistentes demais e um bestiário pouco variado acabam desgastando os confrontos comuns, mesmo com chefes bem mais criativos salvando a experiência em momentos pontuais.

    A dificuldade pode afastar até mesmo jogadores experientes

    Aqui vale um comentário mais pessoal. Eu sou um jogador acostumado a jogos difíceis, Soulslikes sempre estiveram entre meus favoritos, então não tenho problema algum com desafio elevado. Ainda assim, Borderlands 4 me pareceu difícil demais em alguns momentos, e não no melhor sentido.

    Em várias situações, cheguei a áreas onde os inimigos estavam no mesmo nível que o meu personagem, mas mesmo assim se comportavam como verdadeiras esponjas de balas e causavam dano altíssimo.

    A margem de erro é pequena: você morre rápido, às vezes antes mesmo de conseguir reagir. Jogando sozinho, isso fica ainda mais evidente.

    Existe a mecânica que ao cair, você ainda tem uma última chance de matar um inimigo para se levantar e ganhar um fôlego extra de vida. É uma ideia interessante e, quando funciona, salva a partida.

    O problema é que, muitas vezes, não há tempo suficiente para finalizar o inimigo caído no chão, especialmente quando você está cercado ou enfrentando adversários muito resistentes. Sem um amigo para ressuscitar, a frustração aparece rápido.

    Dica prática: sempre que possível, vale a pena deixar ao menos um inimigo com a vida bem baixa durante os combates. Assim, caso você caia, aumenta bastante a chance de conseguir abatê-lo no chão e se levantar. Isso faz diferença real na sobrevivência.

    Para mim, essa dificuldade mais elevada acaba sendo um ponto positivo, mas é fácil entender por que esse equilíbrio pode afastar parte do público. Inclusive, já vi outros jogadores abandonarem o jogo justamente por acharem o desafio excessivo ou cansativo demais.

    Jogar junto muda tudo

    Se jogado sozinho, Borderlands 4 evidencia ainda mais seus problemas de ritmo. Em grupo, eles diminuem. O cooperativo para até quatro jogadores funciona muito bem, com cross-play entre plataformas com sistemas pensados para manter o grupo unido. É um título que, claramente, foi feito para ser jogado em coop.

    Não é um defeito, nem de longe. Portanto, já que existe a possibilidade de jogar o título todo single, esse modo deve agradar da mesma forma e deve ser consistente como todos os outros.

    Parte técnica e conteúdo pós-jogo

    No PlayStation 5 base (console usado para a realização desta review de Borderlands 4), o desempenho é aceitável, mas não impecável.

    Travamentos rápidos ao carregar áreas novas, quedas pontuais de desempenho e animações de inimigos pouco refinadas aparecem com frequência. Nada que torne o jogo injogável, mas longe de um trabalho técnico exemplar.

    O conteúdo pós-jogo tenta prolongar a experiência com desafios semanais e níveis de dificuldade adicionais. A ideia parece robusta no papel, mas se esgota rápido demais para quem pretende investir muitas horas depois da campanha.

    Considerações finais

    Finalizo esta minha review de Borderlands 4 dizendo que ele é um jogo competente, mas cauteloso demais. A Gearbox entrega um pacote sólido, com ótima direção de arte, sistemas de RPG bem ajustados e um cooperativo que continua sendo referência.

    Ao mesmo tempo, a aposta no mundo aberto amplia os problemas de repetição e evidencia o quanto a fórmula tem dificuldade para evoluir.

    Fãs da série ainda vão encontrar aqui exatamente o que esperam, especialmente jogando com amigos. Já quem buscava uma mudança mais profunda talvez perceba que, apesar do planeta novo, Borderlands 4 continua preso a ideias antigas.


    Curtiu esta review de Borderlands 4? Comente!

    7.3 Bom

    É um jogo competente, mas cauteloso demais. A Gearbox entrega um pacote sólido, com ótima direção de arte, sistemas de RPG bem ajustados e um cooperativo que continua sendo referência.

    Ao mesmo tempo, a aposta no mundo aberto amplia os problemas de repetição e evidencia o quanto a fórmula tem dificuldade para evoluir.

    As coisas boas
    1. Builds flexíveis
    2. Criaturas lendárias
    3. Gráficos estilosos e muito bonitos
    4. Jogar Coop é muito divertido
    5. Gunplay gostoso
    6. Loot generoso
    As coisas ruins
    1. Falatório exagerado
    2. Mundo aberto com missões bem genéricas
    3. Endgame que não estimula
    4. A dificuldade pode afastar alguns jogadores
    5. Repetitivo
    • Visuais 9
    • Desempenho 7
    • Jogabilidade 6.5
    • História 6
    • Trilha Sonora 8
    Borderlands 4 Review
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    Sherman Castelo

    Apaixonado por jogos desde que me conheço por gente! Jogos desafiadores são os meus preferidos, mas não rejeito um bom Super Mario.

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