Em 2026, alguns dos jogos mais marcantes da história completam duas décadas de lançamento. Em 2006, o mercado passava por uma renovação importante, com novas tecnologias, novas ideias e mudanças claras na forma de jogar. Como resultado, surgiram títulos que ajudaram a moldar gêneros inteiros e influenciam os games até hoje.
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Além disso, foi um período em que a experiência do jogador ganhou mais profundidade. Os gráficos evoluíram, as narrativas ficaram mais maduras e a liberdade dentro dos jogos aumentou de forma significativa. Ao mesmo tempo, estilos como tiro em terceira pessoa, mundo aberto e jogos musicais alcançaram um novo patamar de popularidade.
Por isso, revisitar esses títulos em 2026 vai muito além da nostalgia. Eles representam um momento decisivo da indústria. A seguir, confira os 10 jogos que completam 20 anos em 2026 e continuam relevantes mesmo após tanto tempo.
Okami

Lançado nos últimos anos do PlayStation 2, Okami se destacou por seguir um caminho totalmente diferente do padrão da época. Em vez de buscar realismo, o jogo apostou em um visual artístico inspirado na pintura japonesa tradicional, o que ajudou a criar uma identidade única e fácil de reconhecer até hoje.
O jogador assume o papel de Amaterasu, a deusa do sol, representada como uma loba branca, o que já tornava a experiência especial desde o início. A mecânica do Pincel Celestial trouxe uma forma criativa de interagir com o cenário, resolvendo desafios e enfrentando inimigos de maneira intuitiva. Como resultado, Okami se transformou em uma aventura memorável, frequentemente citada entre os melhores jogos de sua geração e ainda muito relevante para quem busca uma experiência criativa e atemporal.
Test Drive Unlimited

Antes mesmo de jogos como Forza Horizon ganharem espaço, Test Drive Unlimited já mostrava como corridas poderiam ir além das pistas tradicionais. Lançado em 2006, o jogo apresentou uma proposta ambiciosa ao unir competição online e exploração em um enorme mapa aberto.
A recriação da ilha de Oahu, no Havaí, em escala real, oferecia mais de 1.600 km de estradas para explorar livremente. Além de correr, o jogador podia comprar casas, visitar concessionárias e encontrar outros pilotos pelo caminho, iniciando desafios de forma espontânea. Como resultado, o jogo entregava uma sensação de liberdade rara para a época, combinada com um clima de luxo e estilo de vida que poucos títulos conseguiram replicar. Mesmo após 20 anos, Test Drive Unlimited ainda é lembrado como um marco nos jogos de corrida em mundo aberto.
Guitar Hero II

Antes de os controles em formato de guitarra virarem item esquecido em casa, Guitar Hero II dominou festas e encontros entre amigos. Lançado em 2006, o jogo aprimorou tudo o que já funcionava no título original, tornando a experiência mais fluida e acessível para novos jogadores.
A seleção de músicas ajudou a elevar o sucesso do game, reunindo bandas icônicas como Guns N’ Roses e Avenged Sevenfold. Outro destaque foi o modo cooperativo, que permitia dividir os instrumentos e tocar juntos, algo que reforçava o lado social do jogo. Como resultado, Guitar Hero II se tornou um fenômeno cultural e marcou uma geração, sendo lembrado até hoje como um dos jogos musicais mais importantes da história.
Kingdom Hearts II

Se o primeiro Kingdom Hearts gerou desconfiança, a sequência provou que a ideia funcionava. Lançado em 2006, Kingdom Hearts II elevou o nível da franquia ao refinar o combate, deixando as batalhas mais ágeis, vistosas e envolventes do início ao fim.
A narrativa ganhou mais peso emocional. A história de Sora ao lado de Donald e Pateta foi aprofundada, especialmente com a introdução de Roxas, um personagem que trouxe um tom mais dramático à aventura. Como resultado, o jogo entregou momentos marcantes tanto em gameplay quanto em história. Por isso, Kingdom Hearts II se firmou como um dos grandes RPGs de ação da sua geração e ajudou a transformar a série em um dos nomes mais fortes do gênero.
Half-Life 2: Episode One

Com Half-Life 2: Episode One, a Valve apostou em um formato diferente para dar sequência à história de Gordon Freeman. Em vez de esperar por um novo jogo completo, o estúdio entregou uma continuação mais curta, porém focada em aprofundar a experiência narrativa.
A relação com Alyx Vance ganhou destaque. A personagem atuava como companheira constante, com uma inteligência artificial avançada para a época, tornando o gameplay mais dinâmico e natural. Além disso, o jogo apresentou variações ainda mais ameaçadoras dos inimigos e mostrou a força da Source Engine, especialmente no uso de física realista e expressões faciais detalhadas. Como resultado, Episode One reforçou o impacto da franquia e mostrou que a série ainda tinha muito a oferecer mesmo em um formato episódico.
Final Fantasy XII

Final Fantasy XII causou estranhamento no lançamento, porém o tempo mostrou o quanto o jogo estava à frente da sua geração. Em 2006, a Square Enix rompeu com o combate tradicional da série e apostou em batalhas em tempo real, sem encontros aleatórios, algo ousado para a época.
O sistema de Gambits permitia programar o comportamento dos personagens, oferecendo mais controle estratégico e menos interrupções durante a exploração. Ao mesmo tempo, a história seguiu um caminho mais sério, com foco em política, conflitos e traições no mundo de Ivalice. Como resultado, Final Fantasy XII se afastou do tom mais juvenil de outros capítulos e entregou uma experiência madura, que hoje é vista como uma das mais ambiciosas e bem envelhecidas da franquia.
Bully

Enquanto muitos aguardavam ansiosamente o próximo GTA, a Rockstar surpreendeu ao levar os jogadores para um cenário bem diferente. Em Bully, lançado em 2006, o caos urbano deu lugar aos corredores da Bullworth Academy, com conflitos muito mais pessoais e irônicos.
Em vez de armas de fogo, o jogo apostou em estilingues, pegadinhas e brigas de recreio. Além disso, o roteiro satírico conseguiu retratar com precisão o espírito da adolescência rebelde. O jogador podia frequentar aulas como química e inglês, transformadas em minigames criativos, ao mesmo tempo em que lidava com diferentes grupos sociais da escola. Como resultado, Bully se tornou uma experiência única, provando que a Rockstar conseguia contar boas histórias mesmo longe do universo do crime organizado.
Gears of War

Gears of War marcou uma mudança importante nos jogos de ação ao popularizar de vez o uso do sistema de cobertura. Embora a ideia não fosse inédita, a Epic Games conseguiu refiná-la de forma tão eficiente que o modelo passou a ser referência por muitos anos.
O visual pesado e sombrio ajudou a criar uma identidade própria, reforçada pelo rifle com motosserra e pelo tom mais sério da narrativa. Marcus Fenix e o Delta Squad rapidamente se tornaram símbolos do Xbox 360. Como resultado, o jogo também elevou o modo cooperativo, oferecendo partidas intensas e estratégicas que influenciaram diretamente diversos títulos lançados na década seguinte.
The Elder Scrolls IV: Oblivion

Antes de Skyrim se tornar um fenômeno mundial, Oblivion foi o responsável por apresentar Cyrodiil a uma nova geração de jogadores. Lançado em 2006, o jogo impressionou ao oferecer um nível de liberdade raro para a época, especialmente nos consoles.
O sistema Radiant AI dava vida aos NPCs, que seguiam rotinas próprias e criavam situações imprevisíveis, muitas vezes divertidas. Como resultado, o RPG ajudou a popularizar o estilo de mundo aberto ocidental fora do PC. A trilha sonora de Jeremy Soule também contribuiu para a imersão, tornando cada exploração ainda mais marcante. Anos depois, Oblivion voltou aos holofotes com um remake, reforçando seu legado como um dos RPGs mais influentes da história.
The Legend of Zelda: Twilight Princess

Após o visual mais leve de Wind Waker, a Nintendo decidiu seguir um caminho diferente com Twilight Princess. Lançado em 2006, o jogo apresentou uma Hyrule mais sombria e melancólica, atendendo aos fãs que buscavam uma experiência mais madura dentro da série The Legend of Zelda.
A transformação de Link em lobo trouxe novas mecânicas de exploração e combate, enquanto Midna se destacou como uma das companheiras mais carismáticas da franquia. Outro ponto importante foi o lançamento duplo, servindo como despedida do GameCube e, ao mesmo tempo, como título inicial do Wii. Como resultado, Twilight Princess entregou dungeons criativas, desafios memoráveis e uma atmosfera única, sendo lembrado até hoje como um dos Zeldas mais marcantes da história.
