A Pearl Abyss confirmou que Crimson Desert não terá loja de itens cosméticos nem qualquer tipo de microtransação. O jogo, que chega em 19 de março e será vendido como experiência premium completa, ou seja, paga uma vez, joga tudo.
A declaração veio de Will Powers, diretor de marketing da Pearl Abyss America, durante o programa Dropped Frames. Segundo ele, o modelo é simples: “Você compra e aproveita o mundo. Essa é a transação. Ponto final.” A fala reforça que o estúdio não pretende adotar modelo free-to-play nem compensar receita com vendas internas.
Para quem acompanha o mercado, Crimson Desert não ter microtransação demonstra um posicionamente forte. Em um cenário em que até jogos single-player possuem monetização adicional, a ausência total de microtransações tende a agradar quem espera uma experiência tradicional.
Mundo aberto maior que Skyrim e Red Dead Redemption 2
Além da monetização, o tamanho do mundo voltou ao centro das atenções. Powers afirmou que o continente de Pywel é “pelo menos duas vezes maior” que o mapa de The Elder Scrolls V: Skyrim e superior em escala ao de Red Dead Redemption 2.
Segundo ele, porém, o foco não está apenas no tamanho, mas na densidade de atividades. Pywel é dividido em cinco regiões e permite que o jogador avance na missão principal de Kliff na ordem que preferir, aceitando missões de facções, participando de cercos e batalhas em larga escala ou explorando atividades menores focadas em personagens.
Com o avanço da história, dois personagens jogáveis adicionais ficam disponíveis, cada um com estilo próprio de combate. A exploração inclui cavalgadas, escaladas, planagem e, mais adiante, meios de locomoção pouco convencionais, como um robô lançador de mísseis e até um dragão. Também será possível montar um urso.
O estúdio afirma que o mundo estará repleto de tesouros escondidos, enigmas, mecanismos antigos e pontos de interesse pensados para incentivar a curiosidade.
Crimson Desert chega no dia 19 de março para PC, PS5 e Xbox Series. Ansioso?
