A franquia God of War atravessou gerações de consoles, mudou de mitologia, reformulou seu sistema de combate e manteve um padrão alto de recepção no Metacritic pela crítica.
Desde a fase grega no PlayStation 2 até a nova saga nórdica, a série desenvolvida pela Santa Monica Studio construiu uma das trajetórias mais consistentes do catálogo da Sony.
Abaixo, organizamos os títulos da série de God of War com base na nota da mídia especializada do Metacritic, do maior para o menor. Ressalto que estamos levando em consideração somente a versão original dos games, ou seja, sem ports/remasters e a DLC Valhalla.
1º – God of War Ragnarok – 94
Lançado em 2022 para PS4 e PS5, Ragnarok encerra a saga nórdica iniciada em 2018. O jogo amplia as mecânicas do antecessor, aprofunda a relação entre Kratos e Atreus e oferece mais variedade de reinos e atividades secundárias.
A crítica destacou o equilíbrio entre narrativa e jogabilidade, além do refinamento técnico no PS5. Para muitos veículos, é o ponto mais alto da franquia em termos de produção.
2º – God of War – 94
O reboot de 2018 marcou uma mudança estrutural na série. A câmera passou a ser em terceira pessoa mais próxima do ombro, o combate ganhou mais estratégia, e a narrativa adotou um tom mais balanceado.
Com ambientação inspirada na mitologia nórdica, o jogo redefiniu a identidade da franquia. No Metacritic, divide a liderança com Ragnarök, mas foi o título responsável por reposicionar a marca para uma nova geração.
3º – God of War – 94
O jogo que iniciou tudo. Lançado em 2005 para PS2, apresentou Kratos ao público e estabeleceu as bases da franquia: combate baseado em combos e confrontos contra figuras da mitologia grega.
Seu impacto na época foi imediato, influenciando outros títulos de ação nos anos seguintes.
4º – God of War 2 – 93
Considerado por muitos como o ápice da era PS2, God of War II expandiu o sistema de combate e apresentou batalhas mais elaboradas contra chefes mitológicos.
Mesmo chegando no fim do ciclo do console, o título demonstrou domínio técnico e consolidou a reputação da série como referência em ação no gênero hack and slash.
5º – God of War 3 – 92
Encerrando a trilogia original em 2010, God of War III levou o hardware do PS3 ao limite técnico da época. O foco estava na escala dos confrontos e na conclusão da vingança de Kratos contra o Olimpo.
A remasterização para PS4 manteve a recepção positiva, mas é a versão original de PS3 que concentra o Metascore mais alto.
6º – God of War: Chains of Olympus – 91
Lançado para PSP, Chains of Olympus surpreendeu pela qualidade gráfica e pelo escopo. Cronologicamente, funciona como prelúdio ao primeiro jogo.
A crítica elogiou a adaptação do combate para o portátil da Sony.
7º – God of War: Ghost of Sparta – 86
Desenvolvido em parceria com a Ready at Dawn para PSP, Ghost of Sparta aprofundou o passado de Kratos, explorando sua relação com Deimos.
Mesmo limitado pelo hardware portátil, entregou uma experiência próxima da trilogia principal.
8º – God of War: Ascension – 80
Ascension tentou explorar as origens de Kratos antes do primeiro jogo. Apesar da ambição, a recepção foi mais morna, com críticas ao ritmo da campanha e às mudanças no sistema de armas.
Ainda assim, manteve o padrão técnico elevado da série no PS3.
9º – God of War: Sons of Sparta – 66
Lançado em 12 de fevereiro de 2026, Sons of Sparta chegou como o capítulo mais recente da franquia. No momento da publicação original do nosso especial, a nota não é das melhores. O novo game amarga o último lugar
Antes de qualquer pacto com Ares, antes das Lâminas do Caos e muito antes do Olimpo tremer, existe Esparta e o treinamento de espartanos.
Sons of Sparta explora a juventude de Kratos ao lado de Deimos, mostrando o treinamento brutal e a cultura espartana.
Mais do que contextualizar, o jogo aprofunda a relação entre os irmãos, algo que ganha peso anos depois em Ghost of Sparta e cria uma boa base para o relacionamento e tratamento entre Kratos e Atreus.
Concorda com as notas dos jogos da franquia de God of War segundo o Metacritic? Está ansioso para os Remakes?
