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    Home » Review: A.I.L.A. (PS5)
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    Review: A.I.L.A. (PS5)

    André CustódioAndré Custódionovembro 25, 20257 Mins Read
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    A.I.L.A.
    Fonte: RepublicaDG
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    Depois do lançamento do excelente FOBIA, os consumidores brasileiros voltaram seus olhos para a Pulsatrix Studios. Nada que a estreia de um ótimo jogo de terror não conseguisse mexer os pauzinhos e, não apenas isso, como também preparar o cenário para mais.

    Mais ambiciosa, a empresa decidiu meter um all-in em seu projeto seguinte, agora trabalhando em parceria com o youtuber MaxMRM e com a Fireshine Games. E o resultado não poderia ser outro: A.I.L.A. é uma experiência gigantesca, autorreferencial e muito, mas muito autêntica.

    Não apenas a indústria brasileira, como também o gênero de terror está em ótimas mãos. O título chega nesta terça-feira (25) para provar isso: fazer algo de fã para fã é meio passo para o sucesso. E eles fizeram.

    Que espécie de “Her” é esse?

    Beta tester, Samuel tem como profissão não apenas experimentar produtos tecnológicos de outras empresas, mas também criar seu próprio portfólio. Entusiasta de automação, ele tem uma casa totalmente adaptada e capaz de tornar sua vida muito mais acessível, especialmente quando diz respeito à confiança das corporações.

    Depois de fechar contrato com a SyTekk, ele acaba recebendo um novo equipamento para teste: um headset de realidade virtual impulsionado pela IA conhecida como A.I.L.A. Mas dessa vez, o acessório não é apenas um jogo, mas um protótipo que evolui à medida que leva Samuel para mundos realmente perturbadores.

    Fonte: André Custodio

    Vinculado à A.I.L.A., o beta tester não demora a perceber que fez uma má escolha. E agora, preso a um apavorante experimento de sobrevivência, ele precisa escapar com vida de jogos tensos e cada vez mais realistas, onde supostamente uma entidade maligna estaria os desenvolvendo para um propósito maior.

    A.I.L.A. é um survival horror em primeira pessoa com amplas inspirações nos blockbusters recentes. Seu conceito se fundamenta quase que inteiramente em três pilares: Resident Evil 7, SOMA e Outlast, mas com diversas particularidades que o tornam bastante único.

    Fonte: André Custodio

    O título é guiado por narrativa, com muitas CGIs in-engine, algumas interações quick-time event e muitas escolhas. Ao todo, ele inclui sete finais, onde parte deles é óbvio de ser identificado, enquanto outros requerem uma série de ações envolvendo decisões cruciais com a IA.

    O loop de gameplay de A.I.L.A. funciona dessa forma: você realiza algumas ações simuladas em sua casa (mundo real), interage com o headset VR e entra em um mundo preparado pela máquina. Após isso, Samuel é levado a uma experiência crua de survival horror, contendo todos os elementos que fazem fãs do gênero se sentirem homenageados.

    Fonte: André Custodio

    Além dos finais e do gameplay, o jogo possui uma campanha de até 10h de duração. Mas evitar alguns confrontos, não ir atrás de documentos e colecionáveis e pular puzzles secundários pode reduzir consideravelmente esse tempo, permitindo que a run se complete em até 6h ou 7h.

    Armado e preparado

    Assim como em Resident Evil 7, A.I.L.A. tem um grau simples e eficiente de combate. O título passa longe de ser um FPS padrão, contendo movimentação mais cadenciada, estrutura de tiro pesada e opções de combate corpo a corpo e com armas de fogo.

    A primeira fase, A Casa Impossível (que também está na DEMO), é mais lenta nesse aspecto e se assemelha mais aos jogos de anomalias, com backtracking, mudanças ambientais logo depois de olhar para um campo de visão específico e jumpscares pontuais. Digamos que ela é um mega tutorial que prepara os jogadores para o que virá.

    Fonte: André Custodio

    A partir do segundo mapa, a mansão abandonada, as coisas se tornam mais gerenciáveis. A.I.L.A. entrega munições (em boa quantidade, até), espingarda, pistola, rifle e mais, com destaque considerável para a excelente (digo, excelente) fase medieval, onde há espada, maça e uma besta muito eficaz.

    Em um primeiro momento, há um certo estranhamento. A mansão pode ser frustrante devido à quantidade de inimigos e à sua velocidade. Como o jogo não é um FPS, existe a clara sensação de desbalanceamento, sendo quase impossível sair ileso de confrontos por mais básicos que eles sejam. E mesmo aumentando a sensibilidade da câmera, não ajuda.

    Fonte: André Custodio

    Porém, a partir do mundo medieval, A.I.L.A. se torna muito mais gerenciável. A ação inclui escapar de perseguidores, explodir barris para derrotar monstros em área, se esconder em armários e muito mais. De fato, é um survival horror completo e caprichado nesse sentido, que muitas vezes pega os jogadores desprevenidos.

    O game também possui uma mecânica de crítico interessante. Usar armas de fogo em pontos vulneráveis dos inimigos (e até mesmo em locais mais fáceis de mirar) ativa o gancho do crítico, que permite matar monstros menores com uma bala e maiores com menos munições.

    Fonte: André Custodio

    E caso você esteja se perguntando sobre mais um elemento de survival horror, o gerenciamento de inventário, A.I.L.A. pega muito leve. O espaço é limitado no menu, mas Samuel nunca chega a extrapolá-lo, permitindo que tudo seja coletado sem a necessidade de sacrificar o que está em mãos.

    Atmosfera tensa e impressionante

    A.I.L.A. é um jogo muito, mas muito bonito em termos visuais. O trabalho dos desenvolvedores em criar cada mapa é simplesmente supremo, com uma riqueza absurda em efeitos de partícula, sombras, iluminação e densidade de objetos.

    O level design do jogo também está muito bom e evita que os jogadores se sintam travados, mesmo que alguns puzzles exijam pensar mais de duas vezes. E falando em quebra-cabeças, eles são bem mais fáceis em relação aos de FOBIA, tornando-se muito secundários no game.

    Fonte: André Custodio

    Porém, a atmosfera de terror em A.I.L.A. é excelente. Mesmo a casa de Samuel oferece uma sensação de insegurança; algo que evolui com o passar da campanha. O mapa medieval, também, é absurdo em qualidade e certamente vai surpreender, especialmente, fãs de Vermintide.

    Além disso, as referências fortalecem muito esse peso. Fears to Fathom, Resident Evil, Outlast, The Evil Within… tudo isso aliado a easter-eggs culturais e inspirados na cultura popular, como o próprio Chaves, dão a sensação de um lugar comum e garantem esse contraste entre segurança e desespero.

    Fonte: André Custodio

    Os monstros também são bem caprichados, principalmente os da era medieval e da floresta. Lutar contra eles traz um bom nível de impacto, embora alguns sejam esponjas de balas e ofereçam um nível de resistência que, muitas vezes, parece estranho; quase todos os maiores, no caso.

    Mas nem tudo são flores…

    Como uma experiência de terror, A.I.L.A. conversa bem quando mencionamos os principais elementos do gênero. Mas tecnicamente falando, há falhas. O jogo sofre com inconsistências nítidas que podem frustrar quem deseja testar algo mais fluido.

    Ao longo da campanha, passamos por diversos crashes e mensagens de erro, especialmente durante as interações com a IA. Além disso, há bugs comportamentais (como travar o perseguidor e inimigos se tornarem balões ao morrerem) e falhas evidentes nas animações, mais reparadas no mundo medieval.

    Entre elas, estão a posição do T, falta de sincronia labial, personagens girando durante as interações, glitches de iluminação e mais. Fora isso, morrer repetidas vezes em algumas áreas é meio cansativo, pois não há como pular animações e os checkpoints são relativamente espaçados.

    A.I.L.A. é um jogo de terror convincente e feito por quem entende

    A essência de terror em A.I.L.A. é muito poderosa. Atmosfera, excelente design de som (jogue com headset), nível de dificuldade na medida, puzzles sem quebra de ritmo e combate agradável em certo grau… As escolhas feitas para esse jogo o tornam especial.

    Há algumas falhas técnicas, mas nem de longe elas tiram o brilho do game. Os gráficos são incríveis, enquanto a dublagem de Samuel, feita por Fábio Azevedo Junqueira (o Kyle Crane, de Dying Light), é um espetáculo à parte. E não há como deixar de lado a ótima trilha sonora e os inúmeros easter-eggs (que lembram bastante Resident Evil, pegou?).

    O futuro da Pulsatrix é brilhante e A.I.L.A. é o típico jogo de capa de portfólio. Excelente história com decisões que moldam diálogos e eventos, batalhas memoráveis contra chefes, sistema de combate versátil e profundo e um mundo que se passa no mesmo universo de FOBIA (Treze Trilhas, você lembra?). Com tudo isso, é impossível não recomendar.

    Por mais clichê que seja, o título é uma carta de amor ao survival horror que marcará a atual geração de jogos brasileiros.

    8.4 Ótimo

    Assustador e épico em diversos aspectos, A.I.L.A. é um excelente jogo de terror brasileiro que reúne tudo que os fãs do gênero mais gostam, agora em uma experiência visualmente linda e muito bem construída.

    • História 8.5
    • Jogabilidade 8
    • Desempenho 8
    • Som 9
    • Visuais 9
    • Diversão 8
    A.I.L.A
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    André Custódio

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