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    Home » Review: Back to the Dawn (Switch 2)
    Reviews

    Review: Back to the Dawn (Switch 2)

    Jhonatan CarneiroJhonatan Carneiromarço 5, 2026Updated:março 5, 202610 Mins Read
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    review back to the dawn
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    Para mim, um dos aspectos mais fantásticos do meio indie é a possibilidade de encontrar um jogo que, por um motivo ou outro, tinha passado totalmente por fora do seu radar, e acabar descobrindo um dos títulos mais fantásticos e instigantes dos últimos tempos. Foi exatamente isso que aconteceu comigo quando comecei a jogar Back do the Dawn no Nintendo Switch 2.

    Logo de cara, o jogo já tinha me chamado a atenção por sua premissa interessante e direção de arte muito charmosa. Estamos falando de um jogo focado em narrativa, que opta por contar uma história de “fuga da prisão”, onde escolhemos um dentre dois protagonistas para viver o dia-a-dia de uma penitenciária enquanto dá o seu melhor para crescer na hierarquia, fazer alianças (e inimigos), conseguir dinheiro e, claro, sobreviver.

    Prepare-se para um jogo com grande foco em narrativa. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Isso tudo é feito por meio de uma direção de arte extremamente chamativa, que mistura pixel-art e cenários 3D (em um estilo que às vezes lembra os jogos HD-2D da Square Enix, mas com uma identidade muito própria). Diferentes ângulos de câmera são utilizados para criar cenários com finalidades e sensações distintas — às vezes, vemos o mapa de uma visão de cima, bem típica de jogos pixel-arte; em outras, temos ângulos diferenciados, que possibilitam ter breves vislumbres do horizonte, ou ainda a visão lateral das monótonas celas da prisão Boulderton.

    Como você pode perceber até o momento, Back to the Dawn criou uma impressão inicial extremamente positiva em mim. Agora, será que essa impressão se manteve a mesma durante as cerca de 15 horas que levei para terminar o jogo pela primeira vez (além das horas adicionais que passei explorando o segundo personagem)? É isso que vamos descobrir durante essa análise.

    Dois presos, duas histórias diferentes. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Uma história em duas prisões

    Caso você tenha o mínimo interesse em Back to the Dawn, é preciso deixar uma coisa bem clara desde agora: esse é um jogo com um foco muito grande em narrativa, e, consequentemente, exige muita leitura. Vale dizer que o tipo de leitura que o jogo oferece é bastante interessante, já que seu rol de personagens apresenta características únicas, que tornam todas as conversas interessantes e engajantes. O grande porém é que o jogo não possui localização na nossa língua (nem mesmo em espanhol, o que poderia ajudar algumas pessoas).

    Se a leitura em língua inglesa não for um empecilho para você, Back to the Dawn oferece duas narrativas distintas e igualmente interessantes. Logo no início do jogo, você pode escolher jogar com a raposa Thomas, um jornalista que é enviado para a prisão injustamente após descobrir um esquema de corrupção, ou com a pantera Bob, um agente infiltrado que busca desvendar um crime de dentro do cárcere. Cada um dos personagens traz uma narrativa própria, que dura cerca de 15 horas e que adiciona à Back to the Dawn um fator replay bastante interessante.

    A rotina da prisão oferece momentos bastante diferentes, incluindo um pouco de tempo ao ar livre. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Embora a estrutura geral de jogo seja a mesma com ambos os personagens — é preciso seguir a rotina da penitenciária, respeitando os horários de acordar, trabalhar, almoçar, o tempo livre, a hora de dormir etc —, cada um deles ganha com o tempo acesso a algumas sessões diferentes da penitenciária, e conseguem explorar interações e aspectos únicos do jogo em cada uma de suas campanhas. Isso significa que é quase como se tivéssemos dois jogos em um.

    Em ambos os casos, Back to the Dawn desenvolve os dramas e dificuldades dos protagonistas de maneira surpreendente, trabalhando as diferenças de suas personalidades tanto na narrativa quanto nas mecânicas. Por exemplo, como um jornalista, Thomas tem habilidades que o ajudam a coletar informações mais facilmente. Bob, por outro lado, tem mais força e se sai melhor em atividades físicas e combates. Cada um dos dois incentiva uma jogabilidade diferente.

    Cada presidiário possui um background único. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    A fazenda prisão dos bichos

    O mais interessante é que o ótimo trabalho de desenvolvimento de personagens não está limitado a Thomas e Bob, apenas. A prisão possuí nada mais, nada menos do que 47 presos, cada um com suas características e personalidades distintas. Além disso, policiais, médicos, cozinheiros e outros funcionários da penitenciária e personagens externos também complementam um rol de personagens interessantíssimo de se conhecer.

    Embora a temática de prisão traga toda uma sorte de temáticas e acontecimentos bastante pesados, que são muito bem explorados durante as duas campanhas, a escrita de Back to the Dawn consegue transitar por vertentes muito distintas, muitas vezes brincando com o humor, ou mesmo o non-sense. Isso cria uma experiência que consegue ser muito tensa, mas com quebras interessantes. Essa justaposição é reforçada ainda pelo modo como o jogo representa os seus diversos personagens.

    O tempo é limitado e você precisa escolher o que vale mais a pena fazer. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Seguindo uma pegada à lá ao filme Zootopia, a HQs Maus, ou ainda o jogo Night in the Woods, Back to the Dawn escolhe representar todos os seus personagens por meio de animais antropomorfizados. Essa é uma escolha que adiciona uma camada extra de significado e profundidade aos personagens que é trabalhada não apenas no sentido visual, como também por meio da quebra de expectativas perante os diversos personagens da prisão.

    Utilizando os líderes das gangues como exemplos, vemos que o elefante Jumbo controla um esquema de lutas ilegais por meio de sua força bruta, o leão Alex se porta como um predador de olho nos pátios externos, e o chimpanzé Caesar usa a inteligência em um esquema de agiotagem. Os outros personagens da penitenciária, sejam eles presos, guardas ou funcionários, também assumem formas que estão intimamente ligadas às suas personalidades e ações executadas durante as campanhas.

    Com recursos muito limitados, às vezes vale a pena trabalhar para ganhar alguma migalha. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    A redenção de Boulderton 

    Back to the Dawn não é um jogo apenas narrativo. Muito pelo contrário. Para tornar toda essa camada de história mais interessante e recompensadora, o jogo adiciona diversos elementos de RPG e sobrevivência para tornar a sua vida na prisão mais difícil. Para começo de conversa, nosso protagonista possui necessidades fisiológicas que precisam ser saciadas constantemente. Fome, vontade de ir ao banheiro, higiene e status físicos e mentais influenciam o dia-a-dia na prisão de diversas formas.

    Pessoalmente, eu costumo não ser muito fã de mecânicas de jogos de sobrevivência como Rust ou Ark. Para mim, são mecânicas que podem ficar muito cansativas rapidamente. Contudo, o modo como Back to the Dawn implementa esses elementos funcionou perfeitamente pra mim. Durante a rotina do presídio, você tem horários definidos para comer e dormir, porém essas situações apresentam escolhas que se tornam significativas.

    Cada lugar da prisão oferece oportunidades diferentes, incluindo a enfermaria. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Você vai querer gastar dinheiro para comer uma comida melhor, que te oferece mais saciedade? Ou é melhor economizar e malemá acabar com a sua fome? Suas noites de sono serão frias e repletas de pesadelos? Talvez seja bom economizar dinheiro e comprar um travesseiro e um cobertor. De modo análogo, caso você não consiga comprar sabão para tomar banho, pode começar a cheirar mal, o que vai te atrapalhar enormemente na hora de conversar com os outros presos e conseguir favores importantes.

    Quando você leva em consideração o fato de você ter tempo e recursos limitados na prisão, todas essas escolhas se tornam realmente significativas. A coisa toda se torna ainda mais interessante quando você adiciona à equação toda uma camada leve de RPG. Seu personagem possui pontuações diferentes em status como força, agilidade, inteligência e carisma, que afetam suas chances nas mais diversas atividades. Melhorar tais habilidades também permite liberar habilidades únicas, que podem afetar o combate e as diversas interações no jogo.

    O sistema de RPG envolve habilidades que podem ser aprendidas e equipadas. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Nem tudo são flores (ainda mais na cadeia)

    Falando em combate, talvez esse seja um dos poucos aspectos do jogo que não ressoou muito bem comigo. Existe, é claro, uma tentativa de tornar o combate na prisão em algo crível e “realista”. Isto significa que entrar em qualquer combate com algum presidiário se configura uma escolha extremamente perigosa em todos os momentos, já que o sistema de combate em turnos do jogo é bastante cruel e desafiador.

    Perder o combate e ser levado à enfermaria gera consequências devastadoras para a sua campanha, já que você pode ficar dias gravemente machucado. Tematicamente, é uma escolha interessante e condizente com o resto da experiência que Back to the Dawn tem a oferecer. O lado negativo disso, contudo, é que o sistema de combate soa injusto e aleatório, ao ponto de eu tentar evitar todo e qualquer combate durante minhas duas campanhas.

    O combate é punitivo ao extremo. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Outro aspecto levemente incômodo de Back to the Dawn está relacionado a sua performance no Nintendo Switch 2, que possui algumas pequenas inconveniências que não estragam em nada o jogo, mas que se mostram mais presentes do que eu gostaria. Esses probleminhas tomam forma em um micro-travamento que acontece em alguns momentos enquanto você está andando pela prisão, e às vezes quando você abre algum menu de interação. Devido à natureza do jogo, isso não chega a atrapalhar, mas pode ser incômodo em alguns momentos.

    Ao menos, o jogo compensa isso enormemente por meio de um estilo artístico muito interessante, no qual 3D e 2D se mesclam em cenários fantásticos. A trilha sonora, embora não muito marcante, consegue pontuar bem o momento-a-momento da prisão, principalmente em situações mais específicas, onde a tensão impera e os riscos de ser pego se tornam ainda maiores. O resultado é uma direção de arte coesa e muito charmosa.

    Informação é a chave para conseguir completar seus objetivos. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Review de Back to the Dawn — Imperdível

    Dentre tantos e tantos jogos que saem semanalmente em todas as plataformas, Back to the Dawn galgou um espaço todo especial na minha lista dos melhores jogos que joguei nos últimos tempos. Viver a vida na prisão de Boulderton é uma atividade surpreendentemente divertida e instigante, já que o jogo mescla muito bem uma série de mecânicas de RPG e sobrevivência com uma narrativa muito profunda, repleta de personagens interessantíssimos.

    Com dois personagens que oferecem experiências bastante diferentes, Back to the Dawn é um desses jogos para jogar e rejogar — nesse sentido, inclusive, o jogo oferece uma opção de New Game+, que te permite carregar parte do progresso para uma nova campanha, o que ajuda enormemente na hora de tentar encontrar uma outra rota de fuga, ou tentar fazer amizades que você não conseguiu durante a sua primeira run.

    Embora o jogo possua algumas pequenas arestas na forma de um combate muito punitivo e alguns pequenos problemas de performance (que, acredito, possam ser corrigidos em futuros patches), a experiência de jogar Back to the Dawn ainda é única e fantástica o suficiente para valer a pena para todo dono de Nintendo Switch 1 e Nintendo Switch 2. Caso queira um jogo diferente e de muita qualidade, Back to the Dawn é uma das melhores opções indies de 2026 até o momento.

    PS: A análise foi feita em um Nintendo Switch 2 através de uma cópia cedida pela Clouded Leopard Entertainment.

    9.0 Excelente

    Por meio de um estilo que mistura pixel-art e cenários 3D, Back to the Dawn oferece uma experiência narrativa fantástica focada em uma história de "fuga da prisão". Ao combinar elementos de RPG e sobrevivência, ele torna cada escolha muito significativa, configurando-se como um dos indies mais interessantes a chegar no Swtich 2 em 2026.

    Pontos positivos
    1. Narrativa interessante e poderosa
    2. Rol de personagens cativantes
    3. Mecâncias de RPG e sobrevivência engajantes
    4. Estilo artístico único e chamativo
    Pontos negativos
    1. Combate muito punitivo
    2. Leves engasgos aqui e ali
    3. Ausência de localização
    • Narrativa 10
    • Mecânicas 9
    • Conteúdo 9
    • Performance 8
    • Visuais 10
    • Trilha Sonora 8
    Back to the Dawn Clouded Leopard Entertainment Iron Head jogos narrativos Nintendo Switch 2 RPG Simulação
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    Jhonatan Carneiro

    Pai, professor e editor de arte. Estou sempre envolvido em algum projeto de revista ou livro sobre Nintendo. Você pode me encontrar lá no Twitter em: @JhoCarneiro

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