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    Home » Review: Battlefield 6 (PS5 Pro)
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    Review: Battlefield 6 (PS5 Pro)

    Ruancarlo SilvaRuancarlo Silvaoutubro 17, 2025Updated:outubro 17, 20256 Mins Read
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    review battlefield 6
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    Depois de vários tropeços, na forma de Battlefield V e Battlefield 2042, a EA chega ao final do ano com uma missão incrivelmente difícil: recuperar o prestígio de uma das maiores IPs do gênero shooter.

    Com um beta que fez um sucesso estrondoso, o caminho até o Sol parecia livre, mas será que a versão final de Battlefield 6 tem a qualidade que os fãs esperam? É isso que você vai descobrir nesta review de Battlefield 6.

    Honra, clichês e cinema

    Como de costume em jogos do gênero, a campanha de Battlefield 6 se apoia em clichês para construir sua narrativa. Uma empresa militar, a Pax Armada, está ameaçando a paz mundial, e cabe ao nosso esquadrão colocar um fim na ameaça.

    No meu ponto de vista, usar esses atalhos não é problema algum quando o estúdio consegue construir uma conexão emocional com quem joga. E, desde o começo, não é isso que acontece na história de Battlefield 6.

    Os acontecimentos são apressados, falhando em criar uma ponte emocional do jogador com os personagens. O antagonista principal, Kincaid, é extremamente superficial, fazendo com que a campanha se torne meio que “qualquer coisa”.

    A equipe acertou em cheio nas localizações – temos missões em lugares icônicos como Brooklyn e Cairo –, pena que a qualidade do roteiro não acompanha a ambientação. Você simplesmente não consegue se importar com o elenco e com as consequências dos atos da Pax Armada.

    Missão com design mais aberto funcionou bem (Imagem: Ruancarlo Silva)

    No geral, senti que a campanha teve bastante conteúdo cortado e seu desenvolvimento foi apressado pela pura pressão de “ter que entregar o modo”. Alguns cortes não são nada sutis, assim como a conclusão da história.

    A pressa fica nítida em certos segmentos, onde as animações dos personagens estão claramente inacabadas. Um exemplo é um momento em que cortamos um cadeado e a mão do personagem não segura o objeto. O lado positivo é que, dessa vez, a campanha foi atrelada à progressão geral da conta e, ao concluir desafios, é possível ganhar tokens de XP duplo e cosméticos que podem ser usados no multiplayer.

    O sentimento em relação à campanha é de decepção. O jogo tinha tudo para superar a história de Bad Company, mas falha em entregar profundidade. Apesar de o level design das missões ser excelente, o peso narrativo é inexistente, tornando o modo dispensável.

    Playground Caótico

    O multiplayer de Battlefield 6 faz algumas concessões que, ao meu ver, são exigidas pelo mercado em geral. O DNA da franquia permanece, contudo, a jogabilidade está claramente mais próxima do aspecto arcade que vemos em Call of Duty. Modos clássicos como o Conquista retornam, e um modo inédito, o Escalada, ajuda a apimentar os embates com um mapa que vai reduzindo de tamanho.

    Por falar em mapas, mesmo os de larga escala estão um pouco mais compactos do que em jogos prévios da saga, diminuindo o tempo entre o respawn e o início de um novo conflito. A variedade de mapas está satisfatória, no entanto, notei que o jogo costuma selecionar os mesmos mapas frequentemente.

    Dominando o lobby (Imagem: Ruancarlo Silva)

    Isso não chega a incomodar, mas é algo curioso. Como mencionei acima, várias decisões foram tomadas pensando em acelerar o loop de jogo e tornar Battlefield 6 mais viciante – e, na minha opinião, elas foram acertadas.

    Uma coisa que me deixou genuinamente impressionado é que o arsenal de lançamento está bem vasto, e as armas estão, em sua maioria, bem equilibradas. Quase todas as opções são viáveis. Só que isso acabou destacando uma falha de game design.

    Ajustar o loadout é essencial (Imagem: Ruancarlo Silva)

    A progressão está bem lenta, principalmente a das armas e, em virtude disso, os jogadores estão usando pouquíssimas armas para colocá-las no nível máximo. As partidas são basicamente uma chuva de M4A1, M2010 ESR e SGX.

    Os mapas mais compactos também diminuíram a importância e o impacto dos veículos nas partidas. Eles podem ser destruídos rapidamente e facilmente. Logo, controlar os veículos deixou de ser uma vantagem tão absurda no controle do mapa. Como o gameplay está mais ágil, a movimentação se tornou uma peça ainda mais central nos conflitos, principalmente nos 1v1.

    Há quem diga que isso acaba distanciando Battlefield 6 do DNA original da saga. Contudo, na minha visão, essas mudanças foram necessárias para ajustar o jogo às audiências atuais do gênero shooter. Por falar em DNA original, as destruições retornam e adicionam uma camada estratégica nos embates.

    Percebeu que um prédio está com uma grande concentração de atiradores de elite? Lance mísseis no teto para destruir a cobertura e forçá-los a se reposicionarem. Agora preciso confessar que esperava um pouco mais do sistema de destruição atualizado. Seria legal se fosse possível destruir prédios inteiros, e não apenas um pedaço deles.

    No quesito recompensas, sinto que a equipe de Battlefield ainda tem muito a aprender com seu rival. Na franquia opositora, as recompensas, como camuflagens de armas, são concedidas em um ritmo bem rápido, servindo como descargas de dopamina. O sistema de recompensas de Battlefield 6 deixa um pouco a desejar. Até as skins de operadores não são nada empolgantes.

    Skins de operadores deixam um tanto a desejar (Imagem: Ruancarlo Silva)

    Os Engenheiros fizeram um bom trabalho

    Tecnicamente falando, Battlefield 6 entrega uma boa experiência no geral. Os visuais estão bons, temos ajuste de FOV, modos gráficos variados, e a parte sonora é excelente. Claro que isso não é isento de problemas. Em certos momentos da campanha, as expressões faciais parecem inacabadas e a sincronia labial com o áudio em português está ruim. Vale mencionar, no entanto, que a qualidade da dublagem está ótima!

    Animações inacabadas prejudicam a experiência (Imagem: Ruancarlo Silva)

    Outro problema são as quedas de frames em momentos de explosão, e isso mesmo jogando no PS5 Pro. No quesito multiplayer, tive alguns problemas que incomodaram um pouco a experiência, mas já prometeram correções. Em horários de pico, é praticamente impossível hospedar partidas no Battlefield Portal por conta da sobrecarga de servidores.

    Muitos jogadores estão usando a ferramenta para fazer exploit de XP. Um problema, esse mais grave, é que está sendo bem comum entrar em partidas com uma quantidade expressiva de bots. Isso trivializa demais a experiência e, como destaquei, está acontecendo em uma frequência alarmante.

    Felizmente, a equipe está fazendo uma força-tarefa para solucionar os problemas o mais rápido possível. A progressão, por exemplo, será aprimorada na próxima semana.

    Review de Battlefield 6: Vale a Pena!

    Os desenvolvedores de Battlefield 6 fizeram o dever de casa, reposicionando a franquia no lugar de onde jamais deveria ter saído. Apesar de a campanha deixar a desejar, o multiplayer é incrivelmente divertido e um dos melhores que a saga já teve, rendendo momentos épicos de pura adrenalina e diversão. Se você procura um shooter online para gastar centenas de horas, sua busca chegou ao fim: em 2025, Battlefield 6 é a escolha definitiva!

    8.2 Ótimo

    Com uma campanha que tropeça e se torna dispensável, Battlefield 6 brilha no multiplayer e entrega a experiência mais divertida do ano para fãs de shooters online.

    Pontos Positivos
    1. Boa variedade de armas
    2. Partidas mais estratégicas tornam viradas improváveis possíveis
    3. Trabalho sonoro exemplar
    Pontos Negativos
    1. Progressão lenta
    2. Campanha deixa e muito a desejar
    • Campanha 7
    • Multiplayer 9
    • Desempenho 8
    • Visuais 8
    • Som 9
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