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    Home » Review: Carmageddon – Rogue Shift (PS5)
    Reviews

    Review: Carmageddon – Rogue Shift (PS5)

    o retorno do caos
    Sherman CasteloSherman Castelofevereiro 3, 2026Updated:fevereiro 3, 202610 Mins Read
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    Review Carmageddon Rogue Shift
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    Carmageddon é uma franquia que passou tempo demais esquecida. Criada em 1997, com sequências lançadas em 1998 e 2000, a série entrou em um longo hiato e só voltou a dar sinais de vida em 2016, com Max Damage. Agora, dez anos depois, em 2026, a franquia retorna com o spin-off Carmageddon Rogue Shift, tentando se reinventar ao adotar uma estrutura roguelite.

    Desenvolvido pela 34BigThings, mesma produtora da série Redout, o game chega no dia 06 de fevereiro para PC, PlayStation 5, Xbox Series S/X e Switch 2.

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    Como fã declarado de jogos de corrida arcade, bem longe de simulação como Gran Turismo ou Forza Motorsport, sempre tive um carinho especial por franquias como Burnout, MotorStorm, Rock n’ Roll Racing, Forza Horizon e o próprio Carmageddon. Portanto, fiquei muito animado para produzir este review de Carmageddon: Rogue Shift.

    São jogos exagerados e focados em diversão e destruição. Joguei bastante os títulos clássicos da franquia e cheguei a experimentar o Max Damage, mas joguei pouco dele.

    No entanto, vale lembrar que Carmageddon sempre foi controverso. Em vários países, o jogo sofreu censura por conta do atropelamento de humanos, o que levou algumas versões a substituí-los por “zumbis”. Essa identidade sempre fez parte da série, gostando ou não.

    Após cerca de 10 a 12 horas de jogo, com a primeira vitória levando algo em torno de 4 horas, jogando no PlayStation 5 base, fica a pergunta: Carmageddon Rogue Shift consegue recolocar a franquia no lugar que nunca deveria ter saído?

    Fica comigo nesta review de Carmageddon Rogue Shift e descubra se a 34BigThings conseguiu trazer o brilho de franquia novamente. Segue, abaixo, nossa análise em vídeo, não deixe de conferir:

    Vencer o Carmageddon é a saída

    Sempre começo qualquer review com a história do game, mas, Carmageddon Rogue Shift não foca nisso.

    O game até tem uma história, mas ela existe apenas como contexto para justificar as corridas. Estamos em 2050, em um mundo pós-apocalíptico tomado pelos Perdidos, criaturas que dominam as ruas durante a noite e forçam a humanidade a viver barricada em arranha-céus.

    A única chance de escapar desse mundo em ruínas é o Carmageddon, um torneio de corridas mortais que promete poder e prêmios valiosos. O grande objetivo é vencer o campeonato e conquistar o direito de tentar a fuga pelo porto espacial além das montanhas.

    Não há narrativa e nem personagens desenvolvidos. E, na boa, isso não faz falta. A franquia sempre foi sobre destruição desenfreada.

    Aqui, o jogo abraça formato roguelite. Cada jornada — ou run — precisa ser concluída de uma só vez. Se você morrer ou falhar, tudo volta ao início, como em Returnal e Hades.

    Há algumas melhorias são permanentes, adquiridas por meio de Beatcoins, a famosa moeda do game, a qual você gasta no Mercado Clandestino, visando comprar benefícios que podem faciltar as próximas tentativas. Vale ressaltar que, quanto mais você gasta, mais páginas irão sendo liberadas, parecendo com o que ocorre em ARC Raiders.

    são 11 páginas para desbloquear no Mercado Clandestino – Captura por Sherman Castelo

    Como funciona o Roguelite em Carmageddon?

    Cada run é formada por um mapa em forma de teia, onde o jogador escolhe caminhos estratégicos até o chefe final. Esses caminhos levam a diferentes tipos de eventos:

    Escolher bem o caminho a seguir é muito importante – Captura por Sherman Castelo
    • Corridas da morte
    • Corridas de elite
    • Corridas de sobrevivência
    • Batalhas contra chefes
    • Lojas e eventos especiais

    A escolha do trajeto faz diferença. Caminhos mais curtos costumam concentrar corridas de elite, enquanto trajetos mais longos oferecem mais oportunidades de ganhar créditos, se fortalecer e chegar mais preparado ao final.

    Tipos de desafios em cada run

    Corridas da morte

    As mais comuns. Basta chegar até o terceiro lugar para avançar, portanto, são ideais para farmar créditos com mais tranquilidade e/ou reparar seu veículo sem gastar para isso.

    Corridas de elite

    É vencer ou vencer! – Captura por Sherman Castelo

    Aqui não existe margem de erro: é primeiro lugar ou game over. São bem mais difíceis, mas recompensam melhor com beatcoins e créditos. Para quem está começando e não upou ainda seu carro, a dica é evitar.

    Corridas de sobrevivência

    O objetivo é sobreviver por duas voltas enquanto os perdidos, carros inimigos, bombas e outros perigos tentam te destruir. Não há colocação, porém, os ganhos em créditos são bons. Sendo assim, eu quase não as evitava.

    Batalhas contra chefes

    Todo chefe tem a sua própria introdução – Captura por Sherman Castelo

    São três no total. O foco é destruir o chefe durante a corrida, usando armas e colisões. As duas primeiras são justas. O chefe final, no entanto, falaremos dele depois.

    Cada carro traz um estilo diferente de jogabilidade

    O jogo começa com poucos carros disponíveis, mas ao todo são 14 veículos desbloqueáveis. Cada um possui características bem definidas. Vale ressaltar que cada um deles já vem com uma habilidade especial específica, fique de olho nisso!

    Captura por Sherman Castelo
    • Carros pesados: mais resistentes, porém lentos
    • Carros leves: muito rápidos, mas frágeis
    • Carros equilibrados: bons para controle e drift

    A escolha do carro impacta diretamente a estratégia da run. Pessoalmente, prefiro veículos mais equilibrados, mas tudo depende do estilo de cada jogador.

    Captura por Sherman Castelo

    Gerenciamento é vida

    Durante a jornada, o jogador encontra diferentes tipos de lojas.

    Loja de armas

    A loja de armas – Captura por Sherman Castelo

    O arsenal inclui canhões a laser, metralhadoras, lança-mísseis e espingardas. A variedade é aceitável, mas poderia ser maior. As armas podem ser melhoradas ao longo da run, e cada jogador vai encontrar aquela que mais combina com seu estilo. Minha primeira vitória, por exemplo, veio usando metralhadora.

    Loja de reparos

    Serve para consertar o carro entre corridas, usando créditos. Algumas melhorias permanentes permitem reparos gratuitos e isso me ajudou demais.

    Ateliê

    Use o Ateliê com sabedoria – Captura por Sherman Castelo

    Talvez a loja mais importante do jogo, pois é nela que você melhora atributos do carro, defesa, turbo e habilidades passivas, como: recuperar vida ao destruir inimigos, aumentar dano ao pegar munição, bônus de dano na última bala do pente e muitas outras melhorias.

    Nesse quesito, a 34BigThings acertou demais, existe uma ótima variedade de upgrades durante a jornada e tudo vai depender da build que você está criando. Portanto, eu sempre preferi as que me davam mais PV (vida) e defesa, sempre pensando no último chefe do game.

    Caça ao tesouro

    Evento onde você pode abrir até cinco contêineres, recebendo recompensas como créditos, Beatpoints, melhorias, reparo total da caranga e vários outros prêmios. No entanto, o risco é encontrar um zumbi especial e perder tudo. Simples e bem divertido, ele funciona como um certo alívio ao caos das corridas.

    Corridas malucas, como devem ser!

    Você sabe o significado de insanidade? É Carmageddon Rogue Shift – Captura por Sherman Castelo

    As corridas são completamente insanas. Explosões, carros voando em câmera lenta, monstros cuspindo ácido, bombas caindo do céu e inimigos atirando sem parar. É caos arcade puro.

    Durante as provas, você coleta munição, engrenagens para reparo, alguns crânios dourados que rendem mais créditos.

    Contudo, atropelar os “perdidos”, fazer drifts, usar rampas, destruir inimigos e cumprir metas secundárias aumentam os ganhos ao final da corrida. Portanto, nem sempre é sobre vencer!

    Captura por Sherman Castelo

    Os cenários passam por bueiros, hospitais, serrarias, canteiros de obras, entre outros. A variedade funciona, mas é limitada. Com o tempo, as pistas começam a se repetir, o que contribui para o cansaço.

    O que poderia ser melhor

    Apesar da diversão, alguns problemas ficam evidentes:

    • Pouca variedade de pistas
    • Variedade limitada de armas
    • Progressão confusa das armas: armas melhoradas até o nível 4 perdem relevância quando lojas finais vendem armas nível 5 prontas
    • Controle do carro inconsistente, com perda de aderência frequente
    • Pequenos erros de física em saltos e curvas

    O chefe final é inesquecível, mas não de um jeito bom

    A curva de dificuldade do chefe final é exagerada e destoante do resto do jogo. Ele tem janelas de dano muito curtas, ataque que tiram muita vida e pouco tempo para ser derrotado, o que gera uma sensação constante de injustiça. Não é um desafio bem construído, é frustrante. Por algumas vezes, eu pensei em desistir, confesso.

    Morri várias vezes mesmo com builds bem montadas, e isso quebra o ritmo da experiência. Existe um modo fácil, mas não cheguei a utilizá-lo.

    A trilha sonora poderia ser melhor

    A trilha sonora aposta no rock, como esperado, mas não é marcante. Não é daquelas que dá vontade de aumentar o volume só para ouvir. Em vários momentos, preferi baixar o som do jogo e usar música externa no próprio PS5.

    Os efeitos sonoros, por outro lado, são ótimos. Explosões, colisões, tiros e impactos dos carros funcionam bem e reforçam a sensação de destruição.

    Não é feio, mas também não é bonito

    Visualmente, Carmageddon Rogue Shift entrega exatamente o que promete. Não é um jogo feio, mas também não tenta impressionar. Texturas simples, modelos funcionais e um modo foto básico. Lembre-se que esse não é o foco do game.

    O desempenho no PS5 base é excelente. Mesmo com muitas partículas e efeitos na tela, quase não notei quedas de frame. Não enfrentei bugs graves, entretanto, tive um problema pontual de colisão, resolvido com o sistema de reposicionamento do próprio jogo.

    E após vencer, vale a pena tentar mais runs?

    Apesar de ser um roguelite, o fator replay não me prendeu tanto quanto eu esperava. A repetição das pistas e a existência de um único modo de jogo fazem com que a vontade de iniciar várias runs diminua com o tempo.

    Joguei entre 10 e 12 horas, venci algumas vezes e senti que já tinha visto praticamente tudo o que o jogo tinha a oferecer. Para outros jogadores, especialmente fãs do gênero, o replay pode ser maior, porém, comigo, foi limitado.

    Review Carmageddon Rogue Shift: vale a pena?

    Carmageddon é uma franquia que nunca deveria ter ficado dez anos sem um jogo novo. Jogos arcade de destruição fazem falta hoje, especialmente para quem gosta de corridas malucas, explosões, carros absurdos e ação sem compromisso com realismo.

    Carmageddon Rogue Shift não é perfeito, mas diverte muito. Me prendeu por várias horas, exigiu estratégia, atenção e entregou exatamente aquilo que a franquia sempre soube fazer bem: caos e muita diversão.

    Quem gosta da franquia vai se sentir em casa. Quem curte roguelite também deve se divertir. Já quem não gosta desse formato talvez acabe passando longe, mesmo apreciando jogos arcade, o que é uma pena, porque o jogo merece ser jogado.

    O saldo é positivo, com problemas pontuais que podem ser ajustados com atualizações. Que o jogo faça sucesso e que Carmageddon não volte para outro hiato tão longo. Esse retorno mostra que ainda há espaço para jogos arcade de verdade.


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    Carmageddon está vivo

    8.2 Ótimo

    Carmageddon Rogue Shift é um ótimo retorno para uma franquia que passou tempo demais esquecida. Ao abraçar o formato roguelite, o jogo encontra uma forma moderna de manter o caos e a destruição que sempre definiram a série, mesmo tropeçando em problemas de equilíbrio e repetição.

    Não é um jogo que tenta impressionar tecnicamente, mas acerta ao entregar corridas do jeito que fãs de arcade gostam, o famoso: tiro, colisão e bomba. Com ajustes pontuais, especialmente no chefe final e na variedade de conteúdo, Rogue Shift tem tudo para se firmar como um novo caminho viável para Carmageddon.

    Loucura total
    1. Corridas caóticas e divertidas
    2. Uma boa estrutura roguelite
    3. Boa variedade de carros
    4. Liso no PS5 base
    5. Bons efeitos sonoros
    6. Bom tempo para cada run
    Onde o game derrapou
    1. Pouca variedade de pistas
    2. Mais tipos de armas, por favor
    3. O controle do carro tem que ser melhorado
    4. O chefe final é o Isshin Ashina dos jogos de carro
    5. O fator replay não me conquistou
    • Visuais 7.5
    • Desempenho 9
    • Jogabilidade 8
    • Trilha e efeitos sonoros 7.5
    • Diversão 9
    34BigThings Carmageddon: Rogue Shift Corrida PlayStation 5 Review Roguelite
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    Sherman Castelo

    Apaixonado por jogos desde que me conheço por gente! Jogos desafiadores são os meus preferidos, mas não rejeito um bom Super Mario.

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