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    Home » Review: GRIS (PS5)
    PlayStation Reviews

    Review: GRIS (PS5)

    lucien.gilbertlucien.gilbertdezembro 22, 20228 Mins Read
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    Gris
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    A sinestesia é um fenômeno muito interessante e particular para os indivíduos, ocorrendo quando associamos palavras, objetos e cores a sentimentos, entre outras possibilidades. Este tipo de expressão é capaz de evocar nostalgia, preocupação ou mesmo júbilo. É uma forma de arte que há muito se coloca nos videogames e nos faz experimentar momentos impressionantes. Talvez o pináculo do encontro entre sinestesia e jogos se manifeste em GRIS, game da Nomada publicado pela Devolver Digital. Sendo um game íntimo, alegórico e lúdico, este título é aquele que deveria ser experimentado ao menos uma vez pelos jogadores de qualquer plataforma. Vamos descobrir o que, de fato, é GRIS?

    Visuais

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    Engrandecido pela sinestesia, GRIS é uma experiência sensorial poderosa com foco na visão, audição e tato. Se tratando do primeiro sentido, o game apresenta visuais extremamente lindos, com cenários que muitas vezes farão o jogador realizar capturas de tela. Não é exagero dizer que o game funciona como um wallpaper vivo, deslizando em um show de brilho e deslumbramento.

    Aqui as cores são associadas a sentimentos e fases de superação do luto, surgindo em explosões, pinceladas e transições adocicadas. GRIS brinca com a mente do jogador ao fazer cores surgirem e desaparecerem com destreza, trazendo frescor tanto para o mundo quanto para a jogabilidade. Os tons possuem um visual minimalista, lembrando por vezes a atual identidade visual do Android que é pautada pelo Material Design. Gris, a protagonista, possui um traço sutil e delicado. Tudo é regido por uma direção de arte avassaladora tão fantástica quanto um maestro invisível.

    GRIS possui uma grande variedade de tons se alternando. Matizes mais claras denotam conforto e cuidado, variantes mais escuras atestam caos e ruptura. As alterações de cores são fundamentais para o desenvolvimento da história com transições conscientes e intencionais.

    Todas as áreas possuem suas próprias características. No princípio, nos vemos em um ambiente descolorido. Depois, um vermelho pungente toma a nossa vista, alterando-se para um verde florestal e depois para um azul mais agressivo que vai se diluindo. Há inspirações próprias para os mundos do jogo com hélices e velas de moinhos, plantas e castelos que nos parecem levar a uma versão surrealista de uma das fases de Disney’s Alladin.

    Jogabilidade

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    GRIS possui uma jogabilidade simples com o objetivo de ser uma experiência agradável para qualquer jogador que o experimente. Estamos diante de um game de plataforma 2D, onde é possível se mover para a esquerda, direita, cima ou baixo dependendo da situação. Boa parte do game consiste em pular em plataformas, subindo ou descendo, e obter pontos brilhantes semelhantes a estrelas que orbitam ao redor da protagonista, sendo em seguida levadas a uma espécie de receptáculo. Quando o número suficiente de pontos preenche os espaços, o game abre um novo caminho para o jogador. O progresso para diferentes áreas também é feito com a protagonista caindo ou deslizando para novas zonas.

    Gris possui algumas habilidades e mecânicas que auxiliam em sua jornada. A protagonista pode, inicialmente, encaixotar-se para resistir a ventos, em uma clara alegoria, ou quebrar objetos frágeis. Após isso, os “poderes” de Gris se expandem: ela pode usar um pulo duplo ou também realizar impulsos embaixo d’água. Sim, GRIS possui jogabilidade subaquática de uma maneira muito leve e bonita. Cabe, entretanto, uma ressalva: em alguns trechos a protagonista se confunde com o cenário, o que pode atrapalhar os jogadores em pequenas partes da gameplay. Não é algo que realmente incomode, mas ainda assim é digno de nota. Existe ainda mais uma habilidade oculta, mas seu impacto é tão bonito e especial no jogo que ela será omitida deste texto: é melhor descobrir por si próprio.

    Outras mecânicas que auxiliam são o que parecem ser borboletas, levando Gris até a grandes alturas. Há linhas divisórias em cenários que quando atravessadas fazem a personagem andar de ponta-cabeça e também lugares que cristalizam a forma de Gris para posterior uso. Com o tempo, as mecânicas precisam ser utilizadas em conjunto para a progressão.

    Existem puzzles que devem ser resolvidos por Gris, também. A solução normalmente é simples, buscando uma experiência tranquila. Os caminhos nem sempre são óbvios, levando a protagonista a diversas direções e ações. Exemplo: existem plataformas que se alteram a cada pulo de Gris, necessitando que se observe quando a protagonista deve alcançá-las.

    Importa também dizer que o game não possui inimigos, ao menos não em seu sentido tradicional. Os adversários que aparecem são formas que aparentam mais fazer parte do próprio cenário e que não podem realmente fazer mal a Gris, sendo poucos e servindo com obstáculos a serem evitados. É mais um esforço do game em trazer uma experiência amigável onde não há dano, morte ou game over.

    História

    Gris
    Captura de tela: Lucien Gilbert

    A história de GRIS possui elementos interpretativos, uma vez que temos um grande conteúdo alegórico e sinestésico. O que podemos abstrair, porém, é que é um game que trata sobre superar a morte de um ente querido. Isto fica especialmente nítido quando observamos os troféus do game e verificamos a existência de conquistas relacionadas aos cinco estágios do luto. No início vemos Gris na mão do que parece ser uma estátua de mulher e, ao cair, fica desamparada em um mundo sem cor. A mão a sustentar a protagonista é a literalidade de uma expressão que significa ser uma pessoa a apoiar outra. A perda disso é um evento traumático e coloca Gris em uma espiral de desolação.

    As cores, fora do alcance de Gris, devem ser reconquistadas. Com transições bonitas, somos levados a ambientes que cada vez mais manifestam a integração dos tons à protagonista. Não é uma jornada, porém, sempre ascendente: muitas vezes Gris sofre derrotas pelo cenário, quedas e precisa se reorganizar para enfrentar estes desafios em busca da superação do luto.

    Muitos jogos se propõem a falar sobre o processo traumático de lidar com a perda. Mas, uma vez que este não é seu foco em diversas vezes, o assunto pode ser pouco construído e até atropelado. Como esta é a temática principal de GRIS, é fácil prestar atenção nos detalhes que fazem referência ao momento pelo qual a personagem passa e sua tentativa de reconstruir a si própria.

    A respeito da história também podemos citar a duração do game. Não ultrapassando as três horas, GRIS é um título que sabe quando chegar ao fim e não cria barrigas desnecessárias para justificar uma maior campanha.

    Ao final da jornada é possível acessar extras e também seleção de cenas e capítulos para obter colecionáveis não conquistados anteriormente.

    Desempenho, localização, trilha sonora e DualSense

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    No quesito desempenho, não há o que se reclamar. O jogo funciona muito bem no PlayStation 5, mantendo-se estável e exibindo seu espetáculo visual sem quaisquer problemas. No que se refere a localização, os menus estão bem traduzidos, mas é só. E não é algo ruim: o game aposta na acessibilidade ao eliminar vozes e texto, permitindo que mais pessoas possam aproveitar a experiência independentemente do idioma.

    A trilha sonora é parte do pacote sensorial do jogo, com melodias fantásticas que empoderam e traduzem os sentimentos vigentes. É fácil sentir-se fascinado ou até mesmo emocionado com tudo o que é apresentado. O DualSense dá um show à parte: sons saem do controle, os gatilhos adaptáveis são usados e o feedback háptico também tem lugar, aumentando a imersão do jogo. Tato e audição tornam-se aqui dois outros sentidos valiosos para o game.

    O veredito para GRIS

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    Os videogames sempre tiveram propriedades que foram além da diversão, fazendo o jogador refletir sobre algum tema, por exemplo. O trabalho em GRIS é simplesmente brilhante, consagrando-o como uma das melhores experiências dos últimos anos e uma verdadeira obra de arte ao tratar o luto de maneira criativa e com uma abordagem sinestésica e gentil.  GRIS é um game único, relaxante, introspectivo e bonito. Trata-se de uma excelente experiência sensorial e uma viagem ímpar. Para as pessoas que estão no processo de superar o luto pode ser um dos jogos mais poderosos que já experimentaram, capaz de levar às lágrimas e a um conforto mágico. A perda de uma pessoa próxima pode nos tragar para o abismo, mas a consciência de que ela sempre estará conosco deve ser importante. Não é menosprezar a morte, ela sempre é impactante, mas encontrar respostas na memória, no amor e sobretudo na vida.

    PS: A análise foi realizada em um PlayStation 5 a partir de uma cópia cedida pela Nomada Studio e Devolver Digital.

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    Gris Nomada Studio
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    lucien.gilbert

    Sou advogado, escritor e entusiasta da tecnologia. Meu primeiro console foi um PlayStation 2 e, desde então, os jogos se tornaram parte da minha rotina. Escrevo sobre o audiovisual desde 2013 com passagens pelo Geekdama, Reserva Cinéfila e Cinerama.

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