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    Home » Review – Like a Dragon: Ishin (PS4)
    PlayStation Reviews

    Review – Like a Dragon: Ishin (PS4)

    renan.venturinirenan.venturinifevereiro 28, 20238 Mins Read
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    Like a Dragon: Ishin
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    É muito difícil começar esse review sem antes citar minha relação com a franquia Yakuza. Sempre tive vontade de jogá-la desde o momento que aprendi inglês (o que é uma barreira enorme de entrada pra essa série específica). Recentemente os jogos da franquia entraram e estão disponíveis nos catálogos da PlayStation Plus e no Game Pass (há mais tempo). Joguei todos de forma seguida, algo que nunca fiz antes e simplesmente me senti fisgado pela forma como o Ryu Ga Gotoku Studio planeja e faz seus jogos.

    Dito tudo isso, Like a Dragon: Ishin! é um spin off da franquia Yakuza que tem como premissa levar os personagens tão amados da série regular para um contexto histórico diferente. Nosso protagonista aqui se chama Sakamoto Ryoma, um ronin de uma cidade do Japão Feudal que após um tempo na capital para estudar artes da espada, volta à sua cidade e cai de paraquedas numa situação onde é acusado de matar o próprio pai. A partir daí, Ryoma busca respostas na cidade de Kyo, e é nela que o jogo se desenrola.

    PS: Este review foi feito com um código de PS4 cedido pela assessoria da SEGA no Brasil.

    História

    Resumidamente e sem spoilers, a história de Like a Dragon Ishin! é desenvolvida com as características que o RGG Studio se notabilizou. Textos com muitos pormenores, um humor típico nipônico, belíssimas cutscenes dramáticas e plot twists bastante interessantes e inesperados em certos aspectos.

    Se você me perguntar: “É a melhor história da franquia?”, te respondo que não. O ritmo é bem direto e o jogo é relativamente menor se comparado a outros jogos do estúdio como o outro spin off Judgment. Caso você foque somente na história principal, é possível termina-la em 12 a 15h tranquilamente. No meu caso, eu terminei com 33 horas e vou descrever os motivos a seguir.

    O primeiro motivo obviamente é as sidequests, aqui denominadas “Substories”. Muitas são interessantes e diferentes como ajudar uma mulher que é professora de dança e depois disso, ela te chama para que você pratique essa dança.

    Esse é um dos inúmeros minigames do jogo que é desbloqueado depois que se realiza a Substory (e é bastante difícil de se masterizar) – Fonte: Renan Venturini

    Outras sidequests envolvem entregas de mensagens, escolta de uma dama, cuidar de possíveis manifestações de trabalhadores e por aí vai. O conteúdo nesse aspecto é bastante extenso.

    Da pra enquadrar aqui também duas outras coisas. Em determinado momento do capítulo 4, você se depara com uma parte do jogo denominada “Another Life”. Aqui, você encontra uma menina que têm os pais mortos e vira órfã e a casa dela que deveria ser comprada pelos pais passa a ser uma divida dela mesmo. Ryoma então assume essa casa e se responsabiliza por resolver o problema da menina. Para os fãs da franquia original, a menina é nada mais nada menos que a Haruka (e ela é chamada assim mesmo até no Ishin!). Sem entrar em spoilers da série principal, o envolvimento deles é praticamente o mesmo.

    A partir do momento que você pode acessar a casa (que é uma mini fazenda), mais minigames são liberados. Criar uma horta, cozinhar, entregar produtos nas redondezas. É um segmento que com certeza acrescenta mais umas 12 horas no mínimo ao jogo (gastei um bom tempo nisso rs).

    A outra coisa que eu citarei aqui como aumento de duração do jogo é outro segmento que se libera no capítulo 5, na qual você realiza pequenas missões em dungeons, com o objetivo de subir de nível e adquirir materiais necessários para criação de armas e equipamentos.

    Jogabilidade

    O gameplay é onde o jogo se sobressai na minha opinião. Você tem 4 estilos de combate que variam entre si e possuem prós e contras. Brawler é o estilo de socos básico da franquia original que funciona muito bem em grandes quantidades de inimigos. Gunman é um estilo de combate a distância em que se usa uma pistola. Existem munições diferentes que causam efeitos diferentes no combate, mas particularmente, não foi algo que eu usei muito na minha experiência. Wild Dancer é um estilo onde se usa a katana e a arma. É excelente para combates contra grande números de inimigos e foi o segundo estilo que mais usei durante meu gameplay. O meu preferido sem dúvida foi o Swordsman, em que se usa somente a sua katana e é o estilo que se usa obritoriamente contra chefes.

    Como em todo jogo do RGG, o sistema de upgrades de habilidades é bem didático, com 4 árvores de habilidades em referência aos 4 estilos de combate disponíveis. A diferença é que quanto mais se usa um estilo, mais ele evolui, ou seja, você pode aumentar as habilidades de duas formas: com os “Souls Orbs” que se obtêm ao subir de nível geral, ou com os “Style Orbs”, que se obtêm ao subir de nível em um estilo especifico. Isso é ótimo porque você consegue desbloquear mais habilidades mesmo jogando com 1 estilo só caso prefira.

    Em relação ao sistema de armas e equipamentos, em determinado momento da história, você tem acesso a uma loja que possibilita criar ou melhorar armas. É bastante importante que se vá regularmente a essa loja e ela tem um sistema de level que vai aumentando a medida que se utiliza a mesma. Além disso, é possível doar armas ou equipamentos que você não utiliza para isso também.

    Como colocado anteriormente, existem inúmeros minigames que além de divertidos, são clássicos dos jogos da RGG, como o minigame do karaokê (que eu gosto muito).

    Exemplo de uma música no minigame do karaokê (Fonte: Renan Venturini)

    Além dele, existem outros que foram criados para esse jogo pelo contexto histórico, como por exemplo cortar madeira (que é muito simples mas que representa bem o que era essa atividade ou é até hoje).

    Parece tedioso, mas é bem divertido (Fonte: Renan Venturini)

    Já citei muitos elementos do gameplay e ainda faltou alguns. Lojas, bares e restaurantes estão presentes. E quase tudo no jogo gera entre Ryoma e o NPC que ele interage um “Bond” (laço) que precisa ser desenvolvido para que gere “Virtue”. “Virtue” se adquire ao completar os inúmeros pontos de checklist que existem em qualquer jogo da RGG. Aqui, esses pontos de “Virtue” que seriam como se fosse uma benção divina, podem ser trocados em templos por habilidades de qualidade de vida, como maior capacidade do inventário, maior tempo ao correr na cidade, coisas que envolvem a casa do “Another Life” e etc. Ufa, acho que consegui citar tudo de relevante no gameplay de Ishin!.

    Visuais

    Na parte visual, Ishin! me passou uma sensação de ser um jogo relativamente abaixo nisso. Em vários momentos, as texturas demoravam a carregar. Outro ponto é que devemos levar em consideração que esse jogo foi feito na Unreal Engine 4, motor diferente ao utilizado pela RGG na franquia principal que é a Dragon Engine.

    Não é um jogo feio, mas longe de ser um primor visual (Fonte: Renan Venturini)

    Agora nas cutscenes, o jogo é lindíssimo, com vários momentos épicos e muito bem feitos.

    Não da pra dizer que é feio né não galera? (Fonte: Renan Venturini)
    Nas cutscenes, Ishin! é deslumbrante e impecável. (Fonte: Renan Venturini)

    Não ficarei tanto nesse tópico porque gráfico é algo que é bem subjetivo, mas se você procura uma experiência next gen aqui, não vai encontrar e nem é a proposta do RGG.

    TRILHA SONORA

    A trilha sonora de Ishin!, como na franquia base é um dos pontos altos. Bastante imersiva e impactante tanto nas cutscenes principais como nos diálogos corriqueiros durante o gameplay. Não há nenhum elemento a se pontuar de forma negativa nesse aspecto.

    DESEMPENHO

    O desempenho é algo que gostaria de escrever a minha surpresa. Joguei o jogo no PS4, e nele tinha duas opções gráficas: modo “Priorizar Desempenho” e modo “Priorizar Qualidade”. 30 ou 60 FPS no PS4 não é algo comum e fiquei muito feliz de ver que o RGG conseguiu isso mesmo em um hardware de 2012. Joguei minha experiência no “Priorizar Desempenho” por motivos óbvios e fica a seu critério o que achar melhor.

    Outro ponto importante do desempenho é que como em todo jogo do RGG no PS4, existe muito loading, mesmo que sejam loadings relativamente curtos, de 10 a 15 segundos em média, mas que sempre gera uma quebra no gameplay.

    E em um determinado capítulo do jogo, o FPS não aguentou e dropou pra menos de 30 mesmo no modo de priorizar desempenho. Além disso, era frequente que após uma viagem rápida por exemplo, as texturas demorassem alguns segundos pra carregar completamente. Aqui é notável a limitação do hardware e que impacta diretamente no gameplay em certos momentos.

    Like a Dragon: Ishin vale MUITO a pena!

    Like a Dragon Ishin! é um grande jogo que eu recomendo a todos que já gostam dos jogos do RGG Studio ou queiram testar algum jogo do estúdio para ver se interessa a você. Graficamente não é nada espetacular, mas entrega o suficiente pra uma experiência satisfatória. Trilha sonora e história conversam sempre e junto do gameplay, é onde o jogo brilha. Caso você queira um motivo pra testar ou dar uma chance, fica aqui o meu relato: o RGG Studio é dos melhores estúdios japoneses hoje e falo por ser alguém que ficou fissurado nos jogos deles e que vai sempre jogar o que eles lançarem daqui pra frente.

    like a dragon Like a Dragon: Ishin PS Review SEGA
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