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    Home » Review: One Piece Odyssey (PS5)
    PlayStation Reviews Xbox

    Review: One Piece Odyssey (PS5)

    lucien.gilbertlucien.gilbertjaneiro 20, 20236 Mins Read
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    One Piece Odyssey
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    Fazer um jogo baseado em uma saga de sucesso não é uma tarefa fácil. Este tipo de processo, que é o inverso do que normalmente é feito nos dias de hoje, esbarra em diversos obstáculos como tempo de produção para acompanhar a obra que serve como base, fidelidade e, por que não, qualidade envolvida. Quando falamos de One Piece, o trabalho ainda se torna um pouco mais árduo: estamos nos referindo a uma franquia muito longeva, aclamada e que ainda está em produção até hoje. A obra de Eiichiro Oda deu origem a diversos games no passar dos anos e alguns se saíram relativamente bem enquanto outros, nem tanto. Agora estamos diante de um novo jogo da franquia batizado de One Piece Odyssey. Produzido pela ILCA e distribuído pela Bandai, ele promete ser uma excelente experiência para os fãs. Mas e então, temos um que título que faz jus a One Piece? Vamos descobrir.

    Visuais

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    One Piece Odyssey é moldado na Unreal Engine, trazendo uma identidade visual própria de games da ILCA. O jogador facilmente pode se sentir transportado a uma época mais antiga, onde games de animes em outros consoles eram muito famosos. Odyssey resgata um pouco desta nostalgia e nos leva a um mundo com cores vibrantes, personagens bem modelados e paisagens apaixonantes. Todos os personagens estão devidamente caracterizados de acordo com seus visuais após o timeskip na franquia, tornando o game palatável e familiar aos fãs. O material base foi muito bem aproveitado neste ponto.

    Jogabilidade

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    One Piece Odyssey é um jogo de RPG com combate em turnos, trazendo estes elementos a uma aventura que também se pauta pela exploração. Podemos controlar nove membros dos Piratas dos Chapéus de Palha: Luffy, Zoro, Nami, Sanji, Usopp, Chopper, Robin, Brook e Franky. Cada um deles possui habilidades específicas que auxiliam na travessia e também a encontrar novas áreas. Luffy, por exemplo, pode usar seus poderes de borracha como um gancho. Já Zoro pode passar por paredes antes impenetráveis e Chopper se esgueirar por passagens pequenas.

    A exploração é feita em um mundo semiaberto, com diversos itens a serem obtidos. Existem, por exemplo, vários fragmentos de poder guardados em cubos e que podem ser utilizados para evoluir ataques de personagens. Algo que estranha em um primeiro momento é o fato de vermos em tela, durante a exploração, apenas o “líder” que escolhemos controlar. Esta escolha se mostra acertada, porém, uma vez que nem sempre o terreno vai comportar todos os personagens em tela.

    Falando do combate especificamente, temos muitos golpes, respeitando o que foi estabelecido no mangá. Em um combate de turnos como este, a quantidade de técnicas é muito interessante para tornar as lutas dinâmicas e atrativas. Os combates normalmente duram pouco e são prazerosos, exceto quando temos que confrontar o mesmo inimigo diversas vezes. Por vezes, os adversários se repetem em outras cores ou com o título “selvagem”, indicando maior poder. Isto acaba se tornando um elemento que pode levar ao cansaço do jogador. Já os bosses são mais interessantes e podem tornar as lutas mais divertidas.

    Os personagens podem atacar, se curar (ou curar aliados) ou ainda desenvolver técnicas. Como dito anteriormente, o escopo de golpes é muito extenso, com animações fluídas e excelentes.

    Existem resistências, fraquezas e multiplicadores. Talvez aqui o game peque: não há uma estrutura muito intuitiva ao jogador como existe em títulos como Pokémon. Isto acaba não importando no final, uma vez que o game acaba se mostrando fácil até demais. Como o desafio não é tão grande, fica a pergunta da razão de tantas variáveis que podem afetar o combate. Não é preciso muita expertise ou técnica: os vilões, um a um, vão sendo derrotados.

    Os jogadores também podem acampar e fazer uma festa, aumentando estatísticas temporariamente. Outro recurso interessante são missões secundárias das quais podemos participar.

    Narrativa

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    One Piece Odyssey traz uma narrative filler, isto é, não canônica para a obra original. Ele se passa em Waford, uma ilha que possui um poder oculto e que atrai a atenção do Governo Mundial. É para lá que os Chapéus de Palha vão e, uma vez no local, eles fazem novos aliados quase ao mesmo tempo em que perdem a maior parte de suas habilidades. A missão dos Chapéus de Palha é recuperá-las, fazendo isto gradualmente ao longo da história e ganhando novos atributos. É um recurso que já foi utilizado em outros games como God of War, e aqui se justifica porque estamos falando de personagens que já estão mais evoluídos. Afinal, o Novo Mundo é uma área da Grand Line acessada depois de centenas de episódios no anime, e trazer os personagens com todos os golpes disponíveis já de início se mostraria exagerado e não traria nenhuma sensação de progressão.

    Por já estarmos falando do Novo Mundo, temos um grupo entrosado, com um excelente senso de humor e piadas internas. Aqui entramos no maior acerto de One Piece, que pode ser também seu maior defeito: é um jogo feito para os fãs. Não há como reapresentar Luffy, sua trupe e o mundo de One Piece sem tomar uma boa parte do início do game. O jogo vai além de outros títulos e traz um material que será consumido propriamente por quem é próximo da obra de Oda. Não é um detalhe ruim, mas pode acabar afastando quem nunca leu ou assistiu One Piece.

    A partir de Waford, os jogadores podem experimentar lembranças de momentos do anime, trazendo nostalgia e alegria aos fãs de longa data. Mais uma vez, estamos aqui diante de um produto para o fã. A narrativa acaba sendo simples, mas permite que a história se desenrole sem se afastar do material base.

    Desempenho, localização e trilha sonora

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    O desempenho do game é satisfatório, salvo por alguns pop-ins que por vezes aparecem. Na trilha sonora não há inovações em relação ao estilo de aventura do game, cumprindo seu papel em animar o jogador e fazê-lo simpatizar com o mundo. No quesito de localização o jogo é ótimo, possuindo legendas e textos em PT-BR de maneira muito satisfatória.

    Conclusão

    O Zoro sola! (Captura de tela: Lucien Gilbert)

    One Piece Odyssey chega para se tornar, talvez, o melhor game da franquia. A combinação de variedade no combate, história interessante e nostalgia tornam o jogo altamente recomendável. Pesam contra ele o cansaço ao enfrentar inimigos repetidos e também a sua grande facilidade. No fim das contas, é um jogo de fãs projetado para fãs. A sensação é que estamos diante de um projeto bem-sucedido e que carrega um grande amor pela saga que há mais de vinte anos cativa multidões pelo mundo.

    Obs: A análise foi feita em um PlayStation 5 através de uma cópia cedida pela ILCA e Bandai, a quem agradecemos.

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    ILCA One Piece Odyssey
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    lucien.gilbert

    Sou advogado, escritor e entusiasta da tecnologia. Escrevo sobre o audiovisual desde 2013 com passagens pelo Geekdama, Reserva Cinéfila e Cinerama.

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