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    Home » Review: Skull and Bones (PS5)
    PlayStation Reviews

    Review: Skull and Bones (PS5)

    lucien.gilbertlucien.gilbertfevereiro 20, 20248 Mins Read
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    Skull and Bones
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    Minha relação com Skull and Bones é bem antiga – começou em 2017, quando eu ainda era calouro na faculdade. Na época, ainda fora do mundo dos consoles de mesa, lembro-me de assistir um vídeo da Ubisoft apresentando características do game e tendo realmente me deslumbrado com a amostra. A impressão era a de que a evolução dos jogos seria linear ali em diante e que estávamos diante de um dos pesos pesados do futuro da indústria, muito também por representar um sucessor espiritual do incrível Assassin’s Creed: Black Flag. O tempo passou, e Skull and Bones encontrou um limbo. Poucas atualizações do projeto vinham a público e por algum tempo os entusiastas passaram a duvidar de que ele seria lançado. Nesse lapso temporal eu concluí minha graduação, joguei e rejoguei muito dos títulos de Assassin’s Creed lançados até então e esperei. Foi com uma certa surpresa que vi que Skull and Bones estaria em nossas mãos em sua versão completa. E é pensando nisso que venho tentando elucidar uma questão principal em relação ao game: ele vale a pena? Vamos descobrir.

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    Gráficos e visuais

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    Confesso que os gráficos foram o que menos me agradaram no jogo, de modo geral. E digo isso com tristeza porque a parte da exploração dos mares é realmente bonita, mas não é a totalidade do game. Falando especificamente da jogabilidade, nas águas temos visuais realmente estonteantes, com um jogo de iluminação muito bacana. Esta parte do game teve realmente um tratamento incrível! Mas eventualmente nosso personagem precisa ir à terra firme para incrementar o navio, obter missões ou encontrar contatos importantes.

    É aí que as coisas se complicam, porque o visual das ilhas e massa de terra do game são bem feios. Há uma falta de tratamento de texturas e uma direção de arte abaixo da média, resultando em um visual que não agrada tanto os olhos. É algo que deve ser criticado, uma vez que estamos diante de um jogo cujo desenvolvimento começou em 2013. É ainda mais complicado quando a Ubisoft menciona o jogo como um “AAAA”, ou seja, um novo patamar acima do costumeiro AAA que denomina grandes produções e blockbusters da indústria.

    A situação se agrava quando realizamos comparações com Assassin’s Creed: Black Flag, game que ajudou a inspirar a criação de Skull and Bones. Em algumas seções, os gráficos parecem mais vivos e palatáveis em Black Flag, o que é surpreendente porque estamos comparando jogos com duas gerações de diferença. Isso para não mencionar os personagens do novo game da Ubisoft que possuem expressões faciais um tanto vazias e ultrapassadas. Já no tocante aos navios, os gráficos são competentes, mas há consciência de que tudo poderia estar melhor. Sabemos que estamos falando de um game com grande foco no multiplayer, mas é impossível não apontar que os gráficos estão inconsistentes e que o polimento poderia ser maior.

    Jogabilidade e história

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    A jogabilidade de Skull and Bones é, definitivamente, o ponto alto do game e conversa bem com a história. A maior parte da gameplay, como é de se imaginar, consiste em navegação nos mares com coleta de recursos e também combate. A navegação em si é bem agradável, com a brisa balançando as velas de nosso navio – o qual conta com uma extensa personalização. Eu achei realmente fantástico manobrar por entre tempestades, que alteram as ondas e as fazem ter muitos metros de altura. Navegar no mar com nuvens colossais, as águas revoltas e o vento no navio é realmente uma experiência! Posso mencionar também quando encontrei um nevoeiro e me vi perdido, consciente do que estava à frente apenas por fogos de artifício que vinham de outro barco ao longe.

    O combate é satisfatório, embora esteja limitado, de certa forma. Os embates navais são interessantíssimos, podendo ser executados em grupos de jogadores também. Usando diferentes tipos de armas e melhorias para nosso navio pirata, temos de usar da estratégia e esperar que o tempo nos favoreça para darmos tiros de canhão críticos e enfraquecer o inimigo até uma abordagem. A parte da abordagem é fraca, envolvendo apenas o lançamento de arpões e uma cutscene de poucos segundos.

    Após isso, o navio inimigo é destruído e ficamos com os espólios, o “butim”. O jogo também conta com um sistema de base onde podemos obter melhorias, caçar recompensas e também incrementar nosso vestuário. O mapa é bem grande, lembrando um pouco o escopo de Assassin’s Creed Odyssey, e possui uma grande variedade de locais que remontam a diversas culturas. E se você estiver incomodado com um mapa grande, saiba que também há viagem rápida por aqui! O jogo também exige um certo grind, com certos objetos e diagramas sendo encontrados em determinados lugares e exigindo um poder de fogo mais forte.

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    Quanto à história, considero-a interessante e envolvente até certo ponto, marcando a ascensão do jogador a ser um grande líder pirata a partir de suas negociações com Scurlock, chefão da comunidade de Sainte Anne. E digo “até certo ponto” porque nós controlamos um protagonista mudo, o que é frustrante. Sei que parte do público não se importa, mas para mim é importante que ou o nosso personagem fale ou que o jogo crie artifícios para que os diálogos soem naturais, como Baldur’s Gate 3 e Starfield fizeram. Infelizmente, não é o que temos aqui.

    Entre as atividades que permeiam o mundo temos o controle de rotas e postos de comércio, caça a recompensas, caça de animais entre outros. O mundo pirata de Skull and Bones, ainda que ofuscado pelos gráficos, é grandioso e cheio de coisas para se fazer.

    A jogabilidade possui um forte foco multiplayer, o que também não me agradou totalmente – embora entenda que esta seja a proposta por aqui. Por exemplo, se o seu navio ficar muito tempo parado no mar você é simplesmente desconectado por inatividade. Além disso, para este tipo de modo seria interessante que os tipos de personalizações de rosto e corpo fossem abrangentes – mas não são, resumindo-se a alguns tipos pré-selecionados no início do game. Se o jogador quiser criar seu próprio estilo, é melhor que faça isso pelas roupas. De todo modo, o multiplayer tem pontos positivos como a possibilidade de realizar ataques com grupos de jogadores e pedir ajuda para conseguir concluir seus objetivos de forma mais rápida.

    Localização, trilha sonora e desempenho

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    Eu confesso que a trilha sonora de Skull and Bones não me fisgou. Tem seus momentos, mas acredito que deveria ser melhor trabalhada no game. A localização é muito competente, com áudio e legendas em pt-br. A dublagem, inclusive, não economiza em palavrões e no linguajar áspero característico dos piratas. Há dois modos para o game no quesito gráfico: desempenho e qualidade. Priorizei o de desempenho e tive uma experiência fluída e tranquila. Aliás, é importante pontuar que os loadings são extremamente rápidos, o que é muito legal para o game como um todo e é o esperado na nova geração.

    O veredito para Skull and Bones

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    Tornar-se um pirata nos games é algo que vem seduzindo os jogadores desde Assassin’s Creed: Black Flag. Entretanto, ao jogar Skull and Bones temos a impressão de que o game sofre com um mal que já acometeu outras obras como Starfield, por exemplo. Sua ambição acaba por fazê-lo triunfar em vários pontos e falhar em outros, demonstrando uma necessidade de polimento que atrasaria seu lançamento em pelo menos mais alguns anos. O jogo não é ruim: é divertido, capaz de engajar e sendo uma boa experiência principalmente com amigos. Mas ele falha em ser a suprema aventura pirata prometida pela Ubisoft, tropeçando em sistemas datados e gráficos realmente ultrapassados.

    Em todo caso, é uma pedida interessante e que deve agradar entusiastas do tema e fãs de jogos de aventura. Não foi desta vez, porém, que um grande tesouro da indústria foi encontrado. Nesse sentido, Skull and Bones surge como uma oportunidade desperdiçada. O alto tempo de desenvolvimento e a ambição da Ubisoft realmente poderiam entregar um produto revolucionário. Entretanto, o que vemos é uma obra que claramente não alcançou a plenitude do seu potencial.

    Obs: Esta crítica foi feita através de uma cópia do game cedida pela Ubisoft, a quem agradecemos.

    Leia também:

    • Ubisoft promete: Star Wars Outlaws não será um RPG “infinito”
    7.4 Bom

    Skull and Bones não é a suprema aventura pirata prometida pela Ubisoft, figurando, porém, como um divertido game de aventura com grandes mares a serem desbravados.

    • História 8
    • Jogabilidade 8
    • Desempenho 8
    • Visuais 6
    • Trilha sonora 7
    Skull and Bones Ubisoft
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    lucien.gilbert

    Sou advogado, escritor e entusiasta da tecnologia. Meu primeiro console foi um PlayStation 2 e, desde então, os jogos se tornaram parte da minha rotina. Escrevo sobre o audiovisual desde 2013 com passagens pelo Geekdama, Reserva Cinéfila e Cinerama.

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