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    Home » Review: Wayward Strand (PC)
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    Review: Wayward Strand (PC)

    gislenegislenesetembro 15, 20227 Mins Read
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    Os jogadores que já passaram dias em um hospital, seja como paciente ou acompanhantes, vão se sentir representados em Wayward Strand, já que ele é o único lugar que temos acesso em nossa jogatina.

    No entanto, o mais interessante é que passamos por essa experiência na pele de uma garotinha que ainda está na escola e que irá “aproveitar” as suas férias de verão nesse hospital aéreo, onde sua mãe é enfermeira. Inclusive, as falas – nossas escolhas – da personagem também fazem sentido para idade que ela possui.

    Basicamente, como adiantei, Wayward Strand se passa nessa aeronave repleta de pacientes com uma idade mais avançada, profissionais da saúde sobrecarregados e a nossa protagonista Casey Beaumaris.

    Apesar de ser apenas uma estudante, ela ama livros, escrever e é jornalista no jornal de sua escola, – confesso que senti uma invejinha dela nesse ponto específico, um sonho escrever num jornal na minha época no colégio. 

    Casey aproveitando o seu momento de leitura (Captura de Tela: Gislene Barbosa)

    Pode parecer que ela é muito culta por conta de seus gostos, mas o jogo se passa em 1978, então as características dela fazem bastante sentido. Assim como toda a ambientação do jogo que é excepcional e te coloca realmente na década de 70, com muitos detalhes e histórias a serem exploradas. 

    Durante esse final de semana no hospital, Casey tem acesso a diversas histórias e justamente por isso, decide escrever um artigo sobre sua visita no trabalho de sua mãe. Enquanto ela tenta ajudar, se depara com diversos detalhes de cada pessoa ali, seja experiência boas de suas vidas ou traumas e momentos tristes. 

    O tempo em Wayward Strand

    Um aspecto muito fascinante de Wayward Strand é que nesse mundo, o tempo passa para todos e não te espera realizar ações para isso. E por ser de escolha, se você decidir simplesmente ficar parada em algum local do hospital, o tempo irá passar da mesma forma, caso você escolhesse conversar com todos ali. 

    Sendo assim, os pacientes continuam suas vidas mesmo que você não interaja com eles, mas se você interagir, cada um irá se comunicar com seus traços de personalidade específicos e mudará sua perspectiva de jogo de acordo com qual você escolher conversar.

    Casey passando um tempo com uma das pacientes (Captura de Tela: Gislene Barbosa)

    Cada indivíduo do hospital é único, possui os próprios desejos, objetivos, sonhos, características e os quartos possuem decorações distintas. Sendo assim, não espere que todos te tratem bem e seja receptivo com você, já que a Casey conhecerá pessoas simpáticas, mas também algumas rudes. 

    À primeira vista pode parecer um jogo simples, mas os seus visuais fofos e encantadores enganam muito bem, porque Wayward Strand é complexo e emocionante. 

    Experiência relaxante e inovadora

    Para aqueles que amam ficar livres e relaxar jogando, ele é ideal, porque não te obriga a interagir com ninguém e muito menos tem tarefas para cumprir. Você pode aproveitar suas horas ali da forma que desejar. 

    Inclusive, quem gosta de uma boa fofoca, eu recomendo muito esse jogo, porque o que mais acontece são os personagens compartilhando informações entre si e também tem a possibilidade de ficar apenas espiando. 

    A trilha sonora é muito especial, uma vez que ela se modifica dependendo do sentimento da cena em que estamos. E os efeitos sonoros são bem feitos e te deixam mais imerso no contexto do jogo.  

    É uma pena que o jogo não tenha tradução para nenhuma língua, apenas está disponível em inglês. Porque pra mim, os problemas começam justamente nesta questão, uma vez que as conversas acontecem em tempo real e você um certo tempo para fazer suas escolhas durante a conversa. 

    A cafeteria do hospital (Captura de Tela: Gislene Barbosa)

    Admiro o fato deles terem escolhido fazer o game desta forma, para dar mais dinâmica para a jogatina, como se ela estivesse acontecendo de verdade. Mas por ter muitas falas, prejudica bastante as pessoas que não sabem inglês e terão que ficar traduzindo a todo momento, também porque isso não será possível, por conta da rapidez que as falas vão se desenrolando. 

    Em uma discussão no Steam, a condenadora de marketing do jogo, Marigold Bartlett, informou sobre a localização de Wayward Strand:

    “Adoraríamos traduzir o jogo para outros idiomas, mas o simples fato é que somos uma equipe autopublicada muito pequena e não temos muito dinheiro sobrando. Dado que há mais de 25.000 linhas (algo como 150k palavras) apenas no script, isso nos custaria BEM mais de US$ 15k por idioma, o que simplesmente não temos. Um dos nossos primeiros objetivos ‘stretch’ é oferecer localização, mas depende das vendas. Se tivermos a oportunidade de localizar, queremos muito :).”

    Infelizmente, a falta de orçamento atrapalhou a experiência, exatamente por ser um jogo de narrativa e os personagens serem extremamente interessantes e ter conversas tão cativantes.

    Muita coisa acontece neste hospital aéreo

    Além das falas dos personagens, outras coisas vão acontecendo ao seu redor. Mesmo que você não esteja presente naquela cena do jogo, ainda vai ter algo ocorrendo. Então são os enfermeiros conversando, alguém falando no alto-falante, outros pacientes conversando entre si, te fazendo perder algumas informações. 

    No entanto, eu também vejo isso como algo positivo, porque dá vontade de jogar ele diversas vezes para saber o que aconteceu naquele momento.

    Outra coisa positiva, apesar de estar em inglês também, é o caderno da protagonista, já que ela anota as principais informações que teve no decorrer daquela conversa, além de alguns pensamentos. Então acredito que essa opção irá ajudar muito para entender e sanar curiosidades.

    O caderno com as anotações e ilustrações (Captura de Tela: Gislene Barbosa)

    Vale ressaltar também, que o jogo tem uma curta duração e por acontecer tudo ao mesmo tempo, ele parece ser bem mais curto do que realmente é. Porém até os próprios desenvolvedores do jogo citam que é interessante ele ser jogado mais um vez, pois:

    “A cada vez que jogar, você terá a oportunidade de descobrir algo que não havia visto antes. O que você não viu na primeira pode estar na segunda, terceira ou quinta vez.” 

    A interação com os objetos, apesar de não interferir na minha experiência de jogo, como foi o caso da localização, ficou engraçado em alguns momentos específicos.

    Um exemplo é na hora de comer, que a colher atravessa as mãos das pessoas e até a tigela de sopa. Outro momento é quando a Casey fica em frente a uma porta ou “atrapalhando” algum outro personagem e eles se atravessam como se fossem fantasmas. 

    Mas no final, o jogo tem muitos mais qualidades do que defeitos, então será uma boa experiência para aqueles que gostam de narrativas!

    Casey observando o hospital áreo (Captura de Tela: Gislene Barbosa)

    Wayward Strand: Vale a pena?

    Vale muito a pena, pois o jogo é excelente e interessante, com uma proposta única e história envolvente, que te faz sentir muita empatia com todos aqueles que ela conversa, com assuntos profundos e reais. Espero que eles consigam boas vendas no game, para ser mais acessível a mais jogadores.

    Ele está disponível para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One, Switch e PC via Steam.

    PS: Este review foi feito com um código de PC cedido pela Ghost Pattern.

    Indie Game pc Review Wayward Strand
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