<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Análise Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
	<atom:link href="https://republicadg.com.br/tag/analise/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://republicadg.com.br/tag/analise/</link>
	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Apr 2026 15:00:31 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2023/04/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>Análise Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
	<link>https://republicadg.com.br/tag/analise/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Review &#8211; Mouse: P.I. For Hire (PC)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-mouse-p-i-for-hire-pc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Fumi Games]]></category>
		<category><![CDATA[Mouse: P.I. for Hire]]></category>
		<category><![CDATA[PlaySide]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=100096</guid>

					<description><![CDATA[<p>Anunciado pela primeira vez em 2022, Mouse: P.I. For Hire é o tipo de jogo que chama atenção de imediato e já entrega que o jogo seria um verdadeiro sucesso. Não só pelo visual inspirado no estilo clássico “Rubber Hose”, marcante na animação americana, mas também pelo seu combate diferenciado, que mistura um FPS frenético [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-mouse-p-i-for-hire-pc/">Review &#8211; Mouse: P.I. For Hire (PC)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Anunciado pela primeira vez em 2022, <em><a href="https://republicadg.com.br/?s=Mouse%3A+P.I.+For+Hire">Mouse: P.I. For Hire</a></em> é o tipo de jogo que chama atenção de imediato e já entrega que o jogo seria um verdadeiro sucesso. Não só pelo visual inspirado no estilo clássico “Rubber Hose”, marcante na animação americana, mas também pelo seu combate diferenciado, que mistura um FPS frenético com elementos em 2.5D.</p>



<p>Como era de se esperar, Mouse seria comparado com Cuphead pelo estilo artístico, porém, com uma identidade própria, com um universo único e uma experiência diferente de tudo aquilo que já estamos acostumados.</p>



<p>À primeira vista, Mouse parece um desenho dos anos 30 que eu encontrei perdido em um sótão qualquer. Mas bastam apenas alguns minutos com a arma nas mãos para entender que Jack Pepper não é o Mickey Mouse, mas sim um investigador pronto para eliminar a corrupção a todo custo.</p>



<p>É um misto de nostalgia com uma das melhores experiências que tive nos games em 2026 até agora, se tornando com folga meu jogo favorito do ano. Mesmo com o ano apenas começando, esse é aquele tipo de experiência que fica marcada pra sempre.</p>



<p>Depois de passar mais de 30 horas no controle do detetive Jack Pepper, a pergunta que fica é:&nbsp;<em>Mouse: P.I. For Hire</em>&nbsp;é apenas um jogo bonito com filtro de 1930 ou ele realmente tem a essência para prender o jogador? É isso que você irá descobrir em nossa Review!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="REVIEW/ANÁLISE DE MOUSE: P.I. FOR HIRE, um NOIR CAÓTICO e VICIANTE!" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/oeJ37afxD2s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong>Uma investigação em um mundo de Corrupção</strong></h2>



<p>Pronto para encarar a corrupção dos anos 30, Jack Pepper, um rato e ex-herói de guerra, se torna detetive após um desaparecimento misterioso, que rapidamente evolui para um caso envolvendo assassinato e corrupção em Ratópolis. Mesmo diante dos perigos impostos pela máfia e por policiais corruptos, ele decide se infiltrar em delegacias, portos e até nas ruas dominadas pelo crime.</p>



<p>Um dos grandes destaques perceptíveis já nos primeiros minutos de gameplay é a variedade de armas, combinada com elementos de metroidvania, segredos espalhados pelos cenários e missões secundárias liberadas ao chegar à base de investigações de Jack. O local funciona como um hub, onde é possível organizar as provas coletadas, participar de mini-games de beisebol com cartas, que rendem moedas para desbloquear um item secreto, além de comprar colecionáveis e muito mais. Essas evidências também destravam novas missões, armas e itens.</p>



<p>Mesmo com uma progressão linear, <em>Mouse</em> incentiva a exploração ao esconder áreas secretas que podem ser acessadas com habilidades como pulo duplo, gancho e até o uso do rabo do protagonista, que funciona como uma hélice para flutuar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410091053_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-100173" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410091053_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410091053_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410091053_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410091053_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410091053_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410091053_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410091053_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410091053_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Procure por todos os cantos para encontrar segredos escondidos. (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Mesmo com uma narrativa presente, fica evidente que o foco principal de <em>Mouse: P.I. For Hire</em> está no combate. A grande quantidade de inimigos em tela cria uma sensação de dificuldade, lembrando a pegada frenética de jogos como Doom. E não se deixe enganar pelo visual: o ritmo é acelerado e pode se tornar bastante desafiador, dependendo da dificuldade escolhida ao longo da campanha.</p>



<p>Ainda assim, a experiência não se torna cansativa ou repetitiva, já que o jogo se renova constantemente com a introdução de novas armas, chefes e missões.</p>



<p>O jogo apresenta personagens cativantes que dão vida à história e garantem que o conteúdo secundário seja tudo, menos entediante. Eles servem como peças-chave para os mistérios do enredo, destacando-se por sua personalidade marcante e piadas fora de hora com um humor ácido.</p>



<p>Apesar de complementarem a trama e manterem o jogador focado, essas atividades pecam pela falta de inovação, limitando-se a tarefas repetitivas de busca, coleta ou entrega de itens.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410114047_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-100174" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410114047_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410114047_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410114047_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410114047_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410114047_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410114047_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410114047_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410114047_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Mouse: P.I. For Hire é uma verdadeira carta de amor para os fãs. (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Como destacado, embora a narrativa não seja o foco central, o título brilha ao investir em mecânicas de combate e exploração. Além disso, os colecionáveis espalhados pelo mapa desempenham um papel fundamental ao tentar aprofundar o enredo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong>Um FPS caótico e viciante</strong></h2>



<p>Se há algo que Mouse: P.I. For Hire entrega com maestria, é um combate caótico e frenético. Com hordas de inimigos, chefes imponentes e um arsenal variado que vai de pistolas a bazucas, a ação é constante. No mapa, os jogadores podem liberar itens semelhantes a pergaminhos que permitem aprimorar o armamento, aumentando a cadência de tiro, o dano e a capacidade do pente, além de desbloquear habilidades especiais.</p>



<p>Os pergaminhos de upgrade nem sempre estão à vista, exigindo que o jogador explore o mapa com cautela em busca de áreas secretas e resolva puzzles para abrir cofres, que podem emperrar permanentemente caso ocorra um erro. Essa dinâmica torna o jogo mais desafiador para aprimorar o vasto arsenal com mais de 10 armas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410074634_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-100175" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410074634_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410074634_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410074634_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410074634_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410074634_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410074634_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410074634_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410074634_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O game oferece um arsenal variado para os jogadores, tornando a experiência cada vez mais imersiva. (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Embora Jack possa recorrer a socos e pontapés, o combate corpo a corpo é visivelmente menos eficaz que o armamento do detetive. O combate também vai muito além de armas, explorando os objetos de cenário: é possível chutar barris, detonar galões de fogo ou gelo e derrubar objetos suspensos para esmagar os adversários.</p>



<p>Estrategicamente, usar o ambiente a seu favor funciona melhor, mas o título peca por não permitir um estilo de jogo&nbsp;<em>stealth</em>. Em níveis de dificuldade elevados, onde cada bala conta, a furtividade seria essencial para escapar. Como o combate é “pé no chão”, habilidades como a esquiva tornam-se essenciais para escapar das balas e compensar a falta de recursos.</p>



<p>O design de inimigos e chefes é um dos pontos altos na gameplay. A cada nova área, somos apresentados a adversários com&nbsp;<em>movesets</em>&nbsp;diferentes, que alternam entre o poder de fogo e o combate corpo a corpo. A galeria de chefes é gigante e memorável, com destaque especial para o trecho da delegacia, que funciona como uma excelente homenagem à franquia&nbsp;<em>Resident Evil</em>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410181821_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-100176" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410181821_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410181821_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410181821_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410181821_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410181821_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410181821_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410181821_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410181821_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Missões secundárias concedem itens importantes para a história. (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Em&nbsp;<em>Mouse</em>, não basta só sair atirando, o segredo é saber usar o cenário a seu favor e economizar bala, tudo isso sem parar de se mexer nem por um segundo. P.I. For Hire vai muito além do visual de desenho antigo, o que atrai mesmo é esse combate ágil que não deixa o ritmo cair!</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Um misto entre erros e acertos</h2>



<p>Depois de exaltar tantas qualidades, é preciso pontuar onde&nbsp;<em>Mouse: P.I. For Hire</em>&nbsp;escorrega, já que nenhum jogo é perfeito. Embora seja meu favorito de 2026 até agora, ele peca na falta de conteúdo pós-campanha. O combate frenético até convida a jogar de novo, mas a ausência de modos extras, como um sistema de hordas ao estilo&nbsp;<em>Call of Duty: Zombies</em>, pode afastar quem busca fator replay.</p>



<p>Além disso, a narrativa por vezes parece apenas um pretexto para avançar de fase. Veja bem&#8230; ela não é ruim, mas falta a imersão que os ótimos personagens secundários do jogo oferecem.</p>



<p>O mini-game de beisebol até diverte nos primeiros minutos, mas rapidamente se torna cansativo. Falta variedade e novas mecânicas ao longo do tempo, o que faz com que a experiência fique repetitiva, especialmente ao exigir 35 partidas para liberar recompensas. Além disso, não há opção de acelerar as partidas, mantendo sempre o mesmo ritmo contra uma CPU bastante fácil de vencer.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410094734_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-100177" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410094734_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410094734_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410094734_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410094734_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410094734_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410094734_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410094734_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260410094734_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Em determinados trechos com muitos inimigos, o jogo pode sofrer com pequenos engasgos. (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Na parte técnico, mesmo rodando em hardware como uma RTX 5090 e o Legion GO 2, notei pequenos engasgos em trechos com spawns de muitos inimigos. Embora sejam falhas pontuais e raras, é um detalhe que não poderia passar batido nesta análise.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Aspectos técnicos</h2>



<p>Se tem algo que surpreende em Mouse: P.I. For Hire, é sem sombra de dúvidas os gráficos e o estilo artístico optado pelo estúdio para tornar o jogo um verdadeiro noir clássico dos anos 30. A escolha pelo estilo &#8216;<strong>rubber hose&#8217;</strong> não é apenas algo estético, ela cria um contraste absurdo entre o velho e o novo. É como se estivéssemos jogando um curta perdido da era de ouro da animação, mas com uma metralhadora na mão. </p>



<p>Mais do que um &#8220;rostinho bonito&#8221;, o jogo brilha na construção dos cenários. O level design é surpreendente, recheado de rotas alternativas e colecionáveis que se camuflam na própria arquitetura do mapa. É o tipo de jogo que exige atenção: se você correr demais e explorar pouco, perde os detalhes que realmente trazem a atmosfera dos anos 30 e os segredos presentes em cofres e portas secretas para o 100% do game.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260408191245_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-100178" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260408191245_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260408191245_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260408191245_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260408191245_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260408191245_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260408191245_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260408191245_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260408191245_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Um título visualmente encantador e único. (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>O visual te atrai, mas o level design te prende. O mapa é um labirinto de segredos que recompensa o jogador, escondendo detalhes da história em áreas que muitos deixariam passar batido. Dá para sentir que cada canto foi pensado para reforçar essa ambientação de época, transformando a exploração em algo tão divertido quanto o combate em si.</p>



<p>O design de som brilha ao usar o jazz e a música clássica dos anos 30 para elevar a imersão. Cada detalhe foi planejado, desde o ruído das armas até os filtros sonoros que trazem variação à trilha sem cansar o jogador, mantendo o estilo impecável ao longo das cerca de 20 horas de campanha.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Review de Mouse: P.I. For Hire &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p><em>Mouse: P.I. For Hire</em>&nbsp;sempre exalou brilho, desde o anúncio que paralisou a internet com seu visual único. Testá-lo agora, perto do lançamento, só confirmou minhas expectativas: é, sem dúvidas, um forte candidato a Jogo do Ano e um dos títulos mais divertidos de 2026! Com combate frenético e um mundo repleto de segredos, o jogo é ousado e viciante. </p>



<p>Mesmo com deslizes técnicos e uma trama simples, ele entrega o que o mercado atual raramente oferece: uma experiência inovadora e puramente divertida. É uma verdadeira carta de amor aos fãs do gênero.</p>



<p>Não restam dúvidas, esse é um jogo obrigatório para todos!</p>



<p><strong>Esta review foi produzida graças a um código de PC cedido gentilmente pela </strong><a href="https://fumigames.com/"><strong>Fumi Games</strong></a><strong>.</strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-mouse-p-i-for-hire-pc/">Review &#8211; Mouse: P.I. For Hire (PC)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Review &#8211; Death Stranding 2: On the Beach (PC)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-death-stranding-2-on-the-beach-pc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 12:51:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Death Stranding 2: On the Beach]]></category>
		<category><![CDATA[Kojima Productions]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=98556</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eu me lembro perfeitamente de assistir à apresentação do trailer de Death Stranding 2: On the Beach ao vivo em Los Angeles, com Hideo Kojima e o elenco do jogo praticamente ao meu lado do palco. Foi uma daquelas experiências raras e únicas que ficam marcadas pra sempre. Naquele momento, os visuais impressionantes já deixavam [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-death-stranding-2-on-the-beach-pc/">Review &#8211; Death Stranding 2: On the Beach (PC)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Eu me lembro perfeitamente de assistir à apresentação do trailer de <em>Death Stranding 2: On the Beach</em> ao vivo em Los Angeles, com <strong>Hideo Kojima</strong> e o elenco do jogo praticamente ao meu lado do palco. Foi uma daquelas experiências raras e únicas que ficam marcadas pra sempre. Naquele momento, os visuais impressionantes já deixavam uma pergunta na minha cabeça: quando será que ele chega ao PC?</p>



<p>Lançado originalmente em <strong>26 de junho de 2025 para PlayStation 5</strong>, o jogo chegou ao PC em menos de um ano, reforçando a estratégia da Sony de expandir seu alcance e atingir um público além dos consoles. Como esperado, a versão de PC traz melhorias importantes, incluindo suporte a tecnologia de upscaling, taxa de quadros desbloqueada e outras melhorias significativas.</p>



<p>Mas afinal, vale a pena jogar <em>Death Stranding 2: On the Beach</em> no PC? Compensa revisitar o game novamente mesmo após zerar ou até platinar no PS5? É isso que você irá descobrir em nossa Review focada na parte técnica do game!</p>



<p><strong>Esta review foi produzida graças a um código de PC cedido gentilmente pela <a href="https://www.playstation.com/pt-br/ps5/?emcid=pa-co-520586&amp;gad_source=1&amp;gad_campaignid=23355195503&amp;gbraid=0AAAAADtcy-0IZXuuX87J9mvo0831DOUKl&amp;gclid=CjwKCAjwspPOBhB9EiwATFbi5L7eziX6GE8W6PJo5Vh1-zVXSup8sNzw_UseAL9MIC71ZmPOK9VpjhoCNWwQAvD_BwE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PlayStation Brasil</a>.</strong></p>



<p><strong>Pode ficar tranquilo(a): esta análise é totalmente livre de SPOILERS!</strong></p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">O retorno de Sam Bridges</h2>



<p>Eu fiquei receoso com o que iria achar da narrativa da sequência, afinal, eu não joguei o primeiro. Todos os comentários sobre Death Stranding 1 reforçavam o quanto Kojima é um “gênio louco”, que a história era complexa e tudo mais.</p>



<p>Me preparei antecipadamente assistindo e lendo recapitulações e me joguei nessa sequência.</p>



<p>Eu fui jogar o 2 com essas expectativas e acabei me surpreendendo mas não de um jeito positivo. A história do segundo jogo é bem óbvia e o estúdio não faz esforço pra esconder os maiores segredos da aventura. Se você prestar atenção, muitos dos enigmas que servem de alicerce pra história podem ser desvendados logo nos capítulos iniciais.</p>



<p>O jogo também respeita e assume que muitos são novatos, explicando vários termos através dos diálogos. Isso é feito de uma forma inteligente e bem dosado, de modo que os veteranos não fiquem de saco cheio com a reexplicação das coisas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-4.png" alt="" class="wp-image-98604" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-4.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-4-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-4-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-4-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-4-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>No geral, meu sentimento é de que a história é ótima mas não chega a ser excelente.</p>



<p>Temos 3 narrativas que se desenrolam de maneira simultânea e o foco acaba sendo em explicar as coisas. Em virtude disso, eu acabei sentindo falta de um maior desenvolvimento de personagens e dos temas abordados na trama.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Confira nossa Review completa do PS5 <a href="https://republicadg.com.br/review-death-stranding-2-on-the-beach-ps5-pro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLICANDO AQUI!</a></strong></li>
</ul>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">As melhorias da versão de PC</h2>



<p>O port de <em>Death Stranding 2: On the Beach</em> ficou nas mãos da Nixxes, estúdio já conhecido por adaptar diversos títulos da PlayStation para PC. Antes de entrar nos detalhes desta versão, vale destacar a qualidade da Decima Engine, que continua entregando visuais impressionantes e um nível de realismo elevado, algo que já chamava atenção no PlayStation 5 e no PlayStation 5 Pro.</p>



<p>No PC, essa versão foi aprimorada com melhorias gráficas significativas, acompanhadas de um ótimo desempenho até mesmo em máquinas mais modestas. Antes de detalharmos os testes realizados e nossa avaliação final da versão de PC, vale destacar todas as novidades que estão inclusas, tornando-se a versão definitiva do jogo. Confira a seguir:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-56-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-98638" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-56-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-56-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-56-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-56-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-56-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-56-1200x675.jpg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-56.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Upscaling e Frame Generation</strong> &#8211; O jogo conta com suporte às tecnologias NVIDIA DLSS 4, AMD FSR 4 e Intel XeSS 2. Pela primeira vez em um título da PlayStation no PC, também foi implementada a tecnologia PICO (Progressive Image Compositor), conhecida como uma solução de upscaling da Guerrilla Games utilizada nas versões de PlayStation 5.</li>



<li><strong>Desbloqueio da taxa de quadros </strong>&#8211; Diferente das versões de connsole no qual o jogo foca em 30 e 60 FPS, no PC é possível desbloquear a quantidade de quadros de acordo com sua preferência.</li>



<li><strong>Novidades no Ray Tracing</strong> &#8211; O Ray Tracing está presente nos reflexos, e especialmente em superfícies como a água, elevando o realismo das sombras e da ambientação.</li>



<li><strong>Suporte a resolução Ultrawide</strong> &#8211; Suporte para monitores Super Ultrawide (32:9) durante a gameplay e Ultrawide (21:9) em cutscenes.</li>



<li><strong>Imersão com o DualSense</strong> &#8211; Suporte completo as tecnologias de feedback háptico e gatilhos adaptáveis do DualSense.</li>
</ul>



<p>À primeira vista, as melhorias ficam evidentes principalmente nas áreas externas, com avanços na vegetação, no realismo do mar, nas montanhas e até em objetos de cenário. Vale destacar que a versão de PS5 já entregava um nível alto nesse aspecto, mas no PC tudo se torna ainda mais perceptível, especialmente com as configurações no preset “Alto”. Sem dúvidas, o trabalho de otimização da Nixxes é essencial, garantindo uma experiência fluida e acessível para diferentes configurações de PC, sem problemas de engasgos, stutterings ou bugs que possam comprometer a experiência dos jogadores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-57-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-98639" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-57-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-57-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-57-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-57-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-57-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-57-1200x675.jpg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/dia-1-57.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A cada novo port lançado pelo estúdio, fica a impressão de uma evolução constante, elevando o nível a cada projeto e entregando resultados cada vez mais próximos da perfeição!</p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Bancada de testes</h2>



<p>Para oferecer uma análise completa e mostrar como o jogo se comporta em diferentes configurações, realizamos testes em 4 máquinas distintas. A seguir, você confere como cada teste foi realizado e as conclusões obtidas em cada cenário:</p>



<p><strong>Obs 1: O HD Seagate Mach.2 Exos 2X14 foi utilizado apenas para os testes de desempenho e carregamento.</strong></p>



<p><strong>Obs 2: Embora as recomendações mínimas exijam uma memória de 16GB RAM, o recomendado é utilizar 32GB de RAM.</strong></p>



<p><strong>Obs 3: Reduzir as configurações ao mínimo podem até melhorar o desempenho no Steam Deck e no Legion Go 2, mas a experiência se torna praticamente injogável nos portáteis.</strong></p>



<p><strong>Obs 4: Até o momento, Death Stranding 2: On the Beach ainda não recebeu o selo de verificação para o Steam Deck.</strong></p>



<p><strong>Bancada Principal – Notebook Gamer Alienware M16 R1</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Processador Intel Core i9 13900HX</li>



<li>16GB de RAM DDR5 5600MHz</li>



<li>1 TB M.2 SSD NVMe</li>



<li>Placa de Vídeo GeForce RTX 4060</li>
</ul>



<p><strong>Resultado dos testes</strong>&nbsp;– Utilizando todas as configurações no “Alta” e com DLSS ativado, é possível atingir picos de 60 FPS com quedas em alguns trechos (áreas internas e externas).</p>



<p><strong>Bancada Secundária –</strong>&nbsp;<strong>Notebook Gamer Acer Nitro 5</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Processador Ryzen 7 4800H</li>



<li>8GB de RAM</li>



<li>Placa de Vídeo GeForce GTX 1650</li>
</ul>



<p><strong>Resultado dos testes</strong>&nbsp;– Utilizando todas as configurações no “Baixo”, é possível atingir picos de 30 FPS (áreas internas e externas) com muitos problemas de desempenho e engasgos. Os jogadores poderão desfrutar do game em resoluções como 720p.</p>



<p><strong>PC 3 – Steam Deck</strong></p>



<p>É possível rodar Death Stranding 2: On the Beach no Steam Deck, entretanto, a experiência é praticamente injogável, com quedas constantes até mesmo mantendo todas as configurações no &#8220;Baixo&#8221;.</p>



<p><strong>Resultado dos testes</strong>&nbsp;– Utilizando todas as configurações no “Baixo”, a experiência se torna injogável.</p>



<p><strong>PC 4 &#8211; Lenovo Legion GO2</strong></p>



<p>É possível rodar <em>Death Stranding 2: On the Beach</em> no Lenovo Legion Go 2, mas o jogo apresenta pequenos engasgos e exige que as configurações gráficas sejam mantidas no preset “Baixo” para garantir alguma estabilidade.</p>



<p><strong>Resultado dos testes</strong>&nbsp;– Utilizando todas as configurações no “Baixo”, é possível atingir os 30 FPS com alguns engasgos durante o combate.</p>



<p><strong>Conclusão</strong> – Apesar do port oferecer inúmeras configurações manuais, o uso do Upscaling é essencial para manter o “bom funcionamento” do game em diversas áreas. Novas atualizações serão essenciais para melhorar o desempenho do game no Steam Deck.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="557" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-1024x557.png" alt="" class="wp-image-98640" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-1024x557.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-300x163.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-768x418.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-1536x836.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-2048x1115.png 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-150x82.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-450x245.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-1200x653.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Review de Death Stranding 2: On the Beach &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p>Como já era esperado, a Nixxes Software entrega mais um port de alto nível para o PC, desta vez com <em>Death Stranding 2: On the Beach</em>. Utilizando a Decima Engine, o jogo impressiona ao elevar ainda mais o realismo dos ambientes e a naturalidade dos movimentos dos personagens durante a gameplay.</p>



<p>Embora não seja uma recomendação essencial para quem já explorou a experiência no PlayStation 5, a versão de PC se destaca como a edição definitiva e facilmente figura entre os jogos mais bonitos disponíveis no PC atualmente.</p>



<p>Ainda assim, mesmo com uma excelente otimização geral, os portáteis podem enfrentar algumas limitações, exigindo ajustes ao longo da campanha para manter um bom desempenho. No fim das contas, <em>Death Stranding 2: On the Beach</em> se consolida como uma experiência profunda e imersiva, que vai muito além da jogabilidade: é uma narrativa cheia de camadas e reviravoltas, algo que torna Hideo Kojima um verdadeiro roteirista no mundo dos games.</p>



<p><strong>Death Stranding 2: On the Beach já está disponível para PlayStation 5, PlayStation 5 Pro e PC.</strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-death-stranding-2-on-the-beach-pc/">Review &#8211; Death Stranding 2: On the Beach (PC)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Review: Tom Clancy&#8217;s The Division Resurgence (iOS)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-tom-clancys-the-division-resurgence-ios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 11:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Clancy&#039;s The Division Ressurgence]]></category>
		<category><![CDATA[Ubisoft Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=98894</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em celebração aos 10 anos da franquia, Tom Clancy&#8217;s The Division Resurgence vem com uma ideia ousada de expandir seu universo através do mobile (iOS e Android), trazendo uma experiência imersiva em um Shooter RPG em terceira pessoa. A nova aposta da Ubisoft busca alcançar o público mobile ao apresentar uma experiência inédita dentro da [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-tom-clancys-the-division-resurgence-ios/">Review: Tom Clancy&#8217;s The Division Resurgence (iOS)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em celebração aos 10 anos da franquia, <a href="https://republicadg.com.br/?s=the+division+resurgence" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tom Clancy&#8217;s The Division Resurgence</a> vem com uma ideia ousada de expandir seu universo através do mobile (iOS e Android), trazendo uma experiência imersiva em um Shooter RPG em terceira pessoa.</p>



<p>A nova aposta da Ubisoft busca alcançar o público mobile ao apresentar uma experiência inédita dentro da franquia, ambientada em uma Nova York devastada por um surto viral. Com foco em mundo aberto, missões cooperativas e progressão baseada em loot, <em>The Division Resurgence</em> surpreende pela evolução da série, especialmente pela forma como adapta seus controles para smartphones.</p>



<p>Mesmo com tantos pontos positivos, fica a dúvida: o jogo realmente consegue atingir novos jogadores e conquistar o público mobile inspirado no sucesso dos consoles? É isso que você irá descobrir em nossa Review!</p>



<p><em>PS: A análise foi realizada em um iOS através de uma cópia cedida pela <a href="https://www.ubisoft.com/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ubisoft Brasil</a>.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Um mundo vivo e hostil</h2>



<p>Em The Division Resurgence, a história se passa no começo de uma epidemia pandêmica situada no coração de Nova York. Os jogadores assumem o papel de um agente da Primeira Onda da SHD que havia entrado em coma durante os eventos de The Division 1 (exclusivo dos consoles e PC).</p>



<p>Ao despertar, os jogadores notam que a cidade foi completamente devastada, dando início a uma jornada de sobrevivência em um ambiente hostil. A missão é proteger um assentamento civil, que passa a funcionar como base de operações ao longo da nossa gameplay.</p>



<p>Neste momento da campanha, o jogo introduz o sistema de Especializações, classes com habilidades próprias que impactam diretamente o estilo de combate. Entre elas, acabei me identificando mais com o Vanguard, principalmente por já estar familiarizado com as habilidades que também estão presentes em outros jogos do gênero. A especialização permite escanear inimigos pelo mapa, marcando alvos automaticamente e potencializando os disparos, o que acelera bastante a eliminação e causa o dobro de dano nos inimigos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="471" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6-1024x471.png" alt="" class="wp-image-98898" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6-1024x471.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6-300x138.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6-768x353.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6-1536x707.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6-150x69.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6-450x207.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6-1200x552.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Prepare-se para entrar em um mundo hostil. (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Apesar dessa escolha não ser definitiva, o jogo também disponibiliza outras classes para quem prefere explorar abordagens diferentes de gameplay, sendo elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Vanguarda &#8211;</strong> Especialista focado em reconhecimento de área e dano. A classe permite utilizar o Pulse para escanear e marcar os inimigos, aumentando o dano e ajudando a equipe na localização. </li>



<li><strong>Médico de Campo &#8211;</strong> Especialista focado no suporte e cura. A classe permite utilizar drones, restaurar as armaduras e HP dos aliados da equipe.</li>



<li><strong>Baluarte &#8211;</strong> Especialista voltado à proteção do time, equipado com um Escudo Balístico capaz de absorver o dano e proteger os aliados por todo o mapa.</li>



<li><strong>Demolidor &#8211; </strong>Especialista focado em dano explosivo. Com um lançador de granadas equipado, é possível limpar boa parte dos inimigos com pequenas explosões.</li>
</ul>



<p>Seguindo o padrão dos jogos anteriores, o título traz um sistema de habilidades como uma Árvore de Talentos. Nele, os jogadores acumulam pontos para desbloquear especializações e habilidades únicas, além de aprimorar atributos como redução do tempo de recarga, aumento de dano e até expansão do HP.</p>



<p>Após algumas horas de jogo, é possível trocar de classe caso o jogador não se adapte ao estilo escolhido. Além disso, avançar na campanha em modo cooperativo se torna fundamental para desbloquear novos itens, aprimorar armas e desenvolver estratégias, especialmente diante da presença de novas facções inimigas.</p>



<p>E por falar em novos inimigos, o jogo apresenta uma campanha exclusiva que introduz a facção Freemen, presente ao longo de toda a jornada. Além disso, o mundo aberto se destaca pela variedade de atividades disponíveis. Um dos meus maiores medos durante a revelação do game era encontrar um mapa vazio, mas acontece justamente o contrário: há sempre algo acontecendo por aqui, com oportunidades de exploração, coletar loot e participar de novos confrontos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="471" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1024x471.png" alt="" class="wp-image-98899" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1024x471.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7-300x138.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7-768x353.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1536x707.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7-150x69.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7-450x207.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1200x552.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Durante a apresentação dos tutoriais, o jogo oferece a escolha do seu Especialista. &#8211; (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>O jogo também conta com um sistema de eventos, que concedem novos bônus diários e semanais, tornando a experiência da exploração ainda mais único. Se tem algo que me surpreendeu é que em nenhum momento o jogo te deixa de mãos abanando, sempre com algo que pode ser explorado ou descoberto com o passar do tempo. Conteúdo e fator replay é o grande charme de <em>The Division Resurgence</em>!</p>



<p>Seguindo o padrão do gênero, The Division Resurgence traz um sistema de loot aliado a um Passe de Temporada, além de eventos semanais e mensais. Os jogadores podem optar por adquirir o Passe para acelerar o desbloqueio de recompensas ou simplesmente progredir de forma natural ao avançar na campanha e explorar outros modos de jogo. Dessa forma, a experiência se mantém acessível, sem criar vantagens desbalanceadas para quem decide investir dinheiro.</p>



<p><strong>Partindo para o lado competitivo do game, 3 modos de jogo foram implementados:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Missões e Open World &#8211; </strong>Campanha principal do game, que pode ser realizada solo ou cooperativo, além de permitir repetir as missões que já foram concluídas anteriormente;</li>



<li><strong>Conflito &#8211;</strong> Modo de jogo que funciona com um Team Deatchmatch, onde equipes se unem para derrotar outros jogadores em equipes;</li>



<li><strong>Dark Zone &#8211;</strong> Modo de jogo PvE de jogador vs jogador.</li>
</ul>



<p>Por se tratar de uma análise em acesso antecipado, encontrar partidas foi praticamente impossível. Durante os testes, eu estava no Japão, e os servidores da Ásia estavam quase vazios. Mesmo ao tentar me conectar a outras regiões, a distância impactou diretamente a qualidade da conexão, resultando em instabilidade e problemas frequentes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="471" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8-1024x471.png" alt="" class="wp-image-98900" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8-1024x471.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8-300x138.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8-768x353.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8-1536x707.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8-150x69.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8-450x207.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8-1200x552.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Um sistema de Passe de Batalha estará disponível durante o lançamento. (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Vale destacar que, com o lançamento oficial, a tendência é que o número de partidas aumente significativamente, já que mais jogadores estarão ativos e participando do modo online.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma jogabilidade quase perfeita</h2>



<p>Você já imaginou jogar The Division na palma da mão? Pois é, esse momento finalmente chegou. E, para ser sincero, o resultado me surpreendeu bastante!</p>



<p>Mesmo não sendo um jogador frequente de mobile e sem tanta experiência com shooters/FPS em smartphones, a adaptação foi extremamente natural. Os comandos são responsivos e bem ajustados, sem exageros na interface e nada de HUD poluído ou carregado de ações desnecessárias, o que torna a experiência fluida e acessível desde os primeiros minutos.</p>



<p>O jogo também oferece suporte a controles, o que pode agradar quem busca uma experiência mais próxima dos consoles. Ainda assim, a jogabilidade me pareceu mais fluida utilizando apenas os comandos na tela. As ações são intuitivas: é possível se proteger em coberturas, atirar rapidamente sem precisar mirar ou usar a mira de precisão com armas como snipers, disparando automaticamente ao soltar o botão. Pode não ser o modelo ideal para todos, mas a agilidade e a resposta dos comandos me surpreenderam, especialmente depois de já ter experimentado o jogo nos consoles.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="471" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9-1024x471.png" alt="" class="wp-image-98901" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9-1024x471.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9-300x138.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9-768x353.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9-1536x707.png 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9-150x69.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9-450x207.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9-1200x552.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O jogo oferece uma gameplay fluida sem poluir o HUD com movimentos desnecessários. (Reprodução: Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>No geral, trata-se de uma experiência bastante completa, que consegue traduzir bem a essência da franquia para o mobile, entregando algo muito próximo do que se espera nos consoles, direto no smartphone ou tablet.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aspectos Técnicos</h2>



<p>Por se tratar de uma experiência “AAA mobile”, The Division Resurgence pode não apresentar o mesmo desempenho em todos os smartphones. Ainda assim, o jogo oferece opções de configuração que ajudam a tornar a experiência mais estável, especialmente em aparelhos mais antigos. </p>



<p>Durante os testes, joguei em um iPhone 17 Pro Max, equipado com o chip A19 Pro, e mesmo com o alto poder de processamento, houve momentos de engasgos ao longo da campanha, principalmente em áreas com grande concentração de inimigos. Além disso, em alguns momentos durante a minha exploração, o jogo acabou crashando, o que me fez perder alguns itens que eu já havia coletado. É importante manter a conta da Ubisoft ativada para garantir bônus ao longo dos meses.</p>



<p>Os gráficos impressionam e em muitos momentos nem parecem de um título pensado para smartphones. Com visuais de alto nível, um mundo aberto hostil e cenários ricos em detalhes, fica evidente o cuidado da equipe no desenvolvimento, entregando uma experiência que antes parecia exclusiva dos consoles.</p>



<p>Em relação a parte sonora, o jogo também se destaca. O trabalho de áudio é surpreendente, permitindo identificar a movimentação dos inimigos, o impacto dos disparos e até os perigos espalhados pelo mapa e pela campanha. Jogar com headset ou fones de ouvido é praticamente essencial, não só pela imersão, mas também pela vantagem estratégica, seja na comunicação com a equipe ou na movimentação dos inimigos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Review de Tom Clancy&#8217;s The Division Resurgence &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p>Como era de se esperar da franquia, <em>Tom Clancy’s The Division Resurgence</em> surge como um título essencial, uma verdadeira carta de amor para os fãs e também uma excelente porta de entrada para novos jogadores no mobile. Com campanha inédita, uma nova facção e uma boa variedade de conteúdos secundários, o jogo entrega uma experiência imersiva, com muitas horas de gameplay, alto fator replay e Passes de Temporada que prometem expandir ainda mais o conteúdo no lançamento e no pós-lançamento.</p>



<p>Apesar de alguns pequenos engasgos e questões de desempenho observados durante a análise, a jogabilidade se mantém fluida na maior parte do tempo e tende a evoluir com futuras atualizações baseadas no feedback da comunidade. Por ser um título free-to-play, é natural que alcance um público amplo, apresentando esse universo rico e sua nova história a ainda mais jogadores.</p>



<p>Sem exageros, <em>Resurgence</em> tem potencial para se consolidar como um dos grandes nomes do gênero, e possivelmente um dos melhores shooters mobile disponíveis atualmente. Para os fãs da franquia, é um título obrigatório!</p>



<p><strong>Tom Clancy&#8217;s The Division Resurgence será lançado em 31 de março de 2026 para Android e iOS.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.ubisoft.the.division.mobile.combat.shooting.open.world.rpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Baixe CLICANDO AQUI! (Google Play Store)</a></li>



<li><a href="https://apps.apple.com/us/app/the-division-resurgence/id1606349410" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Baixe CLICANDO AQUI! (App Store)</a></li>
</ul>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-tom-clancys-the-division-resurgence-ios/">Review: Tom Clancy&#8217;s The Division Resurgence (iOS)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Review &#8211; Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake (PS5 Pro)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-fatal-frame-2-crimson-butterfly-remake-ps5-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 01:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake]]></category>
		<category><![CDATA[Koei Tecmo]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=96846</guid>

					<description><![CDATA[<p>A franquia Fatal Frame nunca recebeu o reconhecimento que realmente merecia por parte dos jogadores. Desde sua estreia no PlayStation 2, a série apresentou uma proposta de survival horror autêntica e bastante única para a época. No entanto, em meio a gigantes do gênero como Resident Evil e Silent Hill, seu destaque acabou sendo ofuscado [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-fatal-frame-2-crimson-butterfly-remake-ps5-pro/">Review &#8211; Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A franquia <strong>Fatal Frame</strong> nunca recebeu o reconhecimento que realmente merecia por parte dos jogadores. Desde sua estreia no <strong>PlayStation 2</strong>, a série apresentou uma proposta de <em>survival horror</em> autêntica e bastante única para a época. No entanto, em meio a gigantes do gênero como <strong>Resident Evil</strong> e <strong>Silent Hill</strong>, seu destaque acabou sendo ofuscado ao longo dos anos, mesmo com alguns lançamentos em outros consoles.</p>



<p>Quando <strong><a href="https://republicadg.com.br/?s=fatal+frame" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake</a></strong> foi anunciado, a reação inicial foi marcada por  incerteza e por se tratar de um dos títulos mais queridos da franquia e frequentemente apontado pelos fãs como o melhor, qualquer mudança poderia gerar receio. Isso se intensificava ainda mais pelo fato de a <strong>Koei Tecmo</strong> ter lançado recentemente algumas remasterizações que não agradaram ao público.</p>



<p>Embora eu não seja um dos maiores fãs da série, tive a oportunidade de jogar <strong>Fatal Frame 2</strong> pela primeira vez no <strong>PlayStation 2</strong>, e ele acabou se tornando um daqueles jogos responsáveis por várias noites de insônia na minha infância. Convenhamos: o terror japonês é sem dúvida, um dos mais perturbadores que existem. Ele provoca uma sensação real de pânico e vulnerabilidade ao espectador.</p>



<p>A grande questão aqui era: <strong>Crimson Butterfly Remake</strong> realmente faria jus ao título de <em>remake</em> ou seria apenas uma versão com gráficos melhorados? Felizmente, posso dizer que o resultado superou minhas expectativas. O jogo não se limita a melhorias apenas a melhorias visuais, trazendo também novas mecânicas de gameplay, uma expansão em alguns pontos da história e até mesmo um final completamente inédito.</p>



<p><strong>Prepare um lanche, apague as luzes e venha descobrir por que este pode ser o jogo definitivo que os fãs da série sempre esperaram!</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Review/Análise de FATAL FRAME 2: CRIMSON BUTTERFLY REMAKE, o VERDADEIRO TERROR JAPONÊS ESTÁ de VOLTA" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/UclgPo6VJ1s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Esta review foi produzida graças a um código de PS5 cedido gentilmente pela&nbsp;<a href="https://www.koeitecmoamerica.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">KOEI TECMO</a>.</strong></p>



<p><strong>Pode ficar tranquilo(a): esta análise é totalmente livre de SPOILERS!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">O ritual da Vila Minakami</h2>



<p>A história de <strong>Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake</strong> acompanha as irmãs gêmeas <strong>Mio</strong> e <strong>Mayu Amakura</strong>. Durante uma visita a um local marcante de sua infância, que em breve seria submerso pela construção de uma represa,  Mayu se depara com uma misteriosa borboleta vermelha e decide segui-la pela floresta.</p>



<p>Percebendo que a irmã parecia agir de forma estranha e hipnotizada, <strong>Mio</strong> decide segui-la e acaba sendo conduzida a uma espécie de dimensão espiritual do passado, onde ambas chegam à <strong>Vila Minakami</strong> (conhecida como <em>The Lost Village</em>). O que inicialmente parecia apenas uma noite comum logo se transforma em algo muito mais sombrio, quando notamos que o vilarejo está preso em uma noite eterna, consequência do <strong>Sacrifício Escarlate</strong>, um ritual que acabou falhando e terminando em uma tragédia.</p>



<p>A partir desse momento, nosso principal objetivo passa a ser entender por que tantas almas vagam sem rumo por esse lugar amaldiçoado, encontrar <strong>Mayu</strong> que começa a demonstrar um comportamento cada vez mais estranho e tentar quebrar esse ciclo macabro. Como nossa principal aliada de toda franquia, a <strong>Câmera Obscura</strong> está de volta e é encontrada por Mio, servindo como uma &#8220;arma&#8221; para se proteger e exorcizar os espíritos que vagam na região.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060112-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-96921" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060112-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060112-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060112-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060112-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060112-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060112-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060112-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060112-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O laço de duas irmãs se rompe em um vilarejo perturbador. (Foto por Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Para os jogadores que nunca tiveram contato com a série, a <strong>Câmera Obscura</strong> funciona como a principal “arma” do jogo e utiliza diferentes tipos de filmes e filtros. Esses elementos atuam de forma semelhante a munições, mas dentro de uma única câmera. Cada filme ou filtro possui características próprias, como causar mais dano, reduzir o tempo de recarga entre as fotos ou até mesmo amplificar o dano causado aos espíritos. No entanto, esses recursos são bastante limitados e raramente encontrados durante a exploração.</p>



<p>Para registrar a foto perfeita e causar mais dano aos inimigos, é necessário executar o <strong>Fatal Frame</strong> no exato momento em que o espírito está prestes a atacar. Esse curto intervalo de tempo é essencial, pois a captura nesse instante aumenta significativamente o dano causado e ainda pode atordoar o inimigo, evitando ataques consecutivos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060159-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-96922" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060159-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060159-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060159-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060159-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060159-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060159-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060159-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304060159-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Qual o motivo de tantas almas vagarem? (Foto por Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Além disso, o jogo mantém o sistema de <strong>barra de HP e stamina</strong>, sendo que a stamina é consumida ao correr ou até mesmo em momentos de susto durante encontros com os fantasmas.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Novidades surpreendentes do Remake</h2>



<p>Durante os primeiros minutos de gameplay, já é possível perceber mudanças significativas na construção do mapa. O vilarejo agora se apresenta de forma mais ampla, oferecendo maior liberdade para que o jogador explore seus arredores. Para acessar novas áreas, será necessário resolver novos puzzles, coletar documentos que expandem a lore do jogo e descobrir eventos que podem levar a pequenas missões secundárias.</p>



<p>A clássica câmera fixa do original foi deixada de lado nesta versão, dando lugar a uma perspectiva em terceira pessoa. Essa alteração torna a experiência ainda mais assustadora, especialmente nos momentos em que os fantasmas se aproximam do jogador. A nova abordagem aumenta a sensação de tensão durante as aparições e ao mesmo tempo, moderniza um jogo que permaneceu preso no tempo por quase 20 anos.</p>



<p>Outra novidade presente em <strong>Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake</strong> é a introdução de uma mecânica de furtividade, que permite ao jogador decidir entre enfrentar os fantasmas diretamente ou tentar escapar utilizando o stealth. A lanterna também continua desempenhando seu papel na exploração, ajudando a iluminar ambientes escuros, no entanto, mantê-la acesa aumenta as chances de ser detectado pelos espíritos que vagam pelo vilarejo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304062211-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-96923" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304062211-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304062211-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304062211-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304062211-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304062211-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304062211-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304062211-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260304062211-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A câmera fixa foi deixadad de lado no Remake. (Foto por Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Em diversos momentos, optei por utilizar a furtividade, especialmente porque alguns inimigos do vilarejo costumam atacar em grupo. Para quem já está familiarizado com a série, sabe que enfrentar três ou quatro fantasmas em sequência pode facilmente se tornar uma situação fatal.</p>



<p>Com a introdução dos <strong>Charms (Amuletos)</strong>, o remake traz uma evolução interessante ao sistema de combate. Agora, os jogadores podem coletar amuletos pelo cenário ou adquiri-los utilizando pontos obtidos ao fotografar espíritos. Uma vez equipados, esses itens funcionam como atributos adicionais, oferecendo vantagens como redução do dano recebido, aumento da janela de <strong>Shutter Chance</strong> nas fotos ou até mesmo uma pequena recuperação de HP.</p>



<p>É engraçado como pequenos detalhes mudam tudo por aqui! No original, a Mio era muito mais vulnerável, limitada a utilizar curas básicas e ao clássico <strong>Stone Mirror</strong> para salvar o progresso. Agora, com esse sistema de amuletos, o jogo ganha uma camada mais tática que faz todo sentido e torna ainda mais acessível. Você sente que tem mais recursos para enfrentar os fantasmas, mas o medo de ser pego num corredor apertado continua exatamente o mesmo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260306170939-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-96924" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260306170939-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260306170939-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260306170939-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260306170939-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260306170939-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260306170939-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260306170939-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260306170939-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Novos finais e conteúdos foram adicionados, aprimorando o fator replay. (Foto por Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>Por fim, além das melhorias significativas nas mecânicas mencionadas anteriormente, o jogo também apresenta o final <strong>“Vínculo de Sangue” (Frozen Butterfly)</strong>, somando-se aos desfechos clássicos que já existiam desde a versão de 2003. No <strong>original de PlayStation 2</strong>, os jogadores basicamente se deparavam primeiro com o trágico final canônico e o final “bom” exigia condições específicas, que na prática, era quase impossível de alcançar na primeira run.</p>



<p>Todas essas mudanças foram fundamentais para reforçar o tom dramático de <strong>Fatal Frame</strong> e aumentar o fator replay. Confesso que essa deveria ter sido a abordagem da <strong>Koei Tecmo</strong> desde o anúncio dos remasters anteriores da franquia. É uma pena pensar que uma narrativa tão envolvente tenha ficado presa ao passado por tanto tempo. Por outro lado, é gratificante ver que finalmente temos uma versão que faz jus ao legado do jogo! </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307062553-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-96925" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307062553-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307062553-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307062553-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307062553-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307062553-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307062553-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307062553-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307062553-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Derrote os espíritos e encontre segredos nunca antes revelados. (Foto por Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Os problemas do Remake</h2>



<p>Após destacar todas as novas mecânicas e melhorias que ajudam a transformar este no que pode ser considerado o melhor jogo da franquia <strong>Fatal Frame</strong>, infelizmente alguns problemas sérios acabam se sobressaindo e podem se tornar uma verdadeira pedra no sapato para a maioria dos jogadores.</p>



<p>Antes de entrar nesses pontos, é importante esclarecer que esta análise foi realizada na versão de <strong>PlayStation 5 Pro</strong>, antes do lançamento oficial do jogo, o que normalmente poderiam ocasionar certos problemas.  Ainda assim, para entender melhor o problema que me acompanhou durante toda a gameplay, é fundamental diferenciar aquilo que é uma escolha artística dos desenvolvedores, falhas técnicas ou até mesmo falta de uma atualização.</p>



<p>Ao iniciar o game, pude notar que o jogo estava extremamente escuro. Para resolver este problema, decidi abrir as configurações e aumentar o brilho ao máximo para tentar, de alguma forma melhorar esse aspecto. Tentei habilitar o HDR e até mesmo desabilitar para ver se de fato alguma mudança seria aplicada por aqui, mas o jogo seguia escuro, dando a impressão de que eu estava equipado o tempo todo com a Câmera Obscura. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307000351-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-96926" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307000351-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307000351-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307000351-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307000351-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307000351-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307000351-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307000351-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307000351-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Problemas visuais impactam a versão de PS5. (Foto por Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>O jogo utiliza o <strong>granulado de filme</strong> como uma escolha artística da equipe de desenvolvimento, criando uma atmosfera mais sombria e intensa. No entanto, os problemas de iluminação aliados à granulação constante acabam comprometendo a experiência em vários momentos. Em diversas situações, mesmo com a lanterna ligada, os cenários ficavam tão escuros que era difícil enxergar o caminho, me obrigando a me aproximar da televisão e manter o brilho no máximo para conseguir continuar jogando.</p>



<p>Curiosamente, ao tirar capturas de tela ou gravar vídeos, o problema simplesmente desaparecia, como se a iluminação estivesse funcionando normalmente no jogo. Para garantir que não se tratava de alguma configuração incorreta, decidi realizar dois testes diferentes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Baixar a demonstração no Nintendo Switch 2;</li>



<li>Baixar a demonstração na Steam (PC);</li>
</ul>



<p>Em todas essas versões o problema da escuridão excessiva não estava presente. O granulado ainda era perceptível, mas cumpria claramente seu papel artístico de tornar os ambientes mais sombrios, algo que remete diretamente à atmosfera do clássico lançado no <strong>PlayStation 2</strong>.</p>



<p>Acredito que a versão final do jogo possa receber uma atualização para corrigir esse problema no lançamento. Ainda assim, é importante destacar que tive acesso apenas à versão de <strong>PlayStation 5 Pro</strong> antes da chegada oficial do título. Não tive contato com as versões completas dos outros consoles, o que me permitiu testar apenas as demonstrações disponibilizadas nessas plataformas.</p>



<p>Minha suspeita é de que o jogo tenha recebido uma atualização diferente daquela disponível nas demos. Ainda assim, independentemente disso, esse problema acabou impactando diretamente minha experiência durante a análise.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005001-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-96928" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005001-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005001-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005001-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005001-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005001-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005001-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005001-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005001-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A falta de legendas em PT-BR é um grande problema em Fatal Frame 2. (Foto por Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>E por falar em problemas, é impossível não mencionar a ausência de <strong>legendas em Português do Brasil (PT-BR)</strong>. Em pleno 2026, ainda não termos suporte ao nosso idioma oficial continua sendo uma grande falha. Isso acaba se tornando uma barreira para muitos jogadores e afasta parte do público de um jogo que é fortemente centrado em sua narrativa.</p>



<p>Aqui, o título oferece apenas alguns dos principais idiomas, como <strong>inglês, espanhol e japonês</strong>, o que é uma pena, especialmente considerando a grande quantidade de documentos e arquivos espalhados pelo jogo que são essenciais para compreender a história. Isso se torna ainda mais evidente a partir do quarto capítulo, quando diversas revelações importantes começam a surgir.</p>



<p>Outro ponto que também pode incomodar alguns jogadores é a limitação de <strong>30 FPS nos consoles</strong>. Durante meus testes na versão de <strong>PS5 Pro</strong>, não enfrentei travamentos ou quedas de desempenho que comprometessem a experiência, porém o jogo permaneceu travado nessa taxa de quadros.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005511-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-96929" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005511-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005511-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005511-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005511-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005511-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005511-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005511-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307005511-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Novos puzzles foram implementados no game. (Foto por Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>No <strong>PC</strong>, por outro lado, é possível alternar entre <strong>30 e 60 FPS</strong>, o que acaba sendo um pouco frustrante, especialmente considerando que o hardware dos consoles atuais teria capacidade suficiente para rodar o jogo com maior fluidez.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Aspectos técnicos</h2>



<p>Em comparação com a versão anterior lançada no Nintendo Wii, <strong>Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake</strong> apresenta melhorias gráficas significativas. Os cenários agora contam com uma maior quantidade de detalhes e objetos espalhados pelo ambiente, além de paisagens cuidadosamente construídas que remetem aos templos tradicionais do Japão. Tudo isso é aliado com um excelente level design que se conecta o tempo todo, ligando casas e até mesmo templos de um ponto ao outro para facilitar a sua rota.</p>



<p>O jogo também se destaca pelos efeitos sonoros perturbadores, que ampliam significativamente a sensação de imersão ao explorar o vilarejo. Para tornar a experiência ainda mais bizarra, recomendo utilizar um headset, já que assim é possível perceber detalhes como o ranger da madeira ao caminhar sobre o assoalho das casas, os sons dos espíritos se aproximando e até mesmo os gritos de agonia quando fotografamos um fantasma e causamos dano.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307002158-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-96930" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307002158-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307002158-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307002158-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307002158-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307002158-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307002158-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307002158-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FATAL-FRAME-II_-Crimson-Butterfly-REMAKE_20260307002158-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Efeitos sonoros perturbadores tornam a experiência de Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake ainda melhor. (Foto por Gabriel Petricevich)</figcaption></figure>



<p>No geral, o game entrega uma boa experiência com gráficos satisfatórios, que estão longe de se tornarem os mais bonitos da geração, mas cumprem bem seu papel entregando uma atmosfera sombria e tensa para quem procura um verdadeiro survival horror assustador.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Review de Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p>O folclore japonês é repleto de espíritos vingativos, rituais antigos e elementos perturbadores, o que sempre foi um grande destaque tanto em produções cinematográficas quanto em lendas urbanas presentes na cultura do Japão. Retornar a um clássico do passado exige um cuidado especial por parte da desenvolvedora, principalmente pelo forte fator nostálgico que inevitavelmente envolve os jogadores.</p>



<p>Mesmo com os problemas de iluminação mencionados, que podem ser corrigidos com ajustes futuros, <strong>Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake</strong> consegue entregar exatamente aquilo que esperamos da franquia: terror na medida certa, com sustos inesperados, uma narrativa envolvente e confrontos únicos utilizando a icônica <strong>Câmera Obscura</strong>.</p>



<p>O jogo ainda se mostra pouco acessível para o público brasileiro, já que não conta com legendas em Português do Brasil. Isso acaba tornando a experiência menos atrativa para parte dos jogadores, especialmente porque a narrativa depende bastante de arquivos e documentos espalhados pelo cenário que detalham os acontecimentos históricos do vilarejo.</p>



<p>Por outro lado, o título compensa com diversas novidades na gameplay, incluindo um <strong>novo final</strong> que aumenta o fator replay e a mudança para uma <strong>câmera em terceira pessoa</strong>, algo que foi muito bem-vindo e ajuda a modernizar a experiência. No geral, <strong>Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake</strong> é um jogo envolvente e que certamente vale o tempo dos fãs de terror!</p>



<p>O problema de iluminação, inclusive, já vem sendo comentado por outros jogadores em vídeos de gameplay no YouTube e em discussões na internet. Por isso, é provável que uma atualização seja lançada para corrigir essa questão.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-fatal-frame-2-crimson-butterfly-remake-ps5-pro/">Review &#8211; Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Review: Rayman 30th Anniversary (PS5 Pro)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-rayman-30th-anniversary-ps5-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Rayman 30th Anniversary]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Ubisoft]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=96160</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eu me lembro de ter jogado Rayman pela primeira vez no PC há mais de 20 anos. Como grande fã de Croc: Legend of the Gobbos, título que recebeu um relançamento recente nos consoles, conheci Rayman Gold através da clássica “distribuidora” de jogos para PC chamada CD Expert. Mesmo parecendo bastante desafiador para uma criança [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-rayman-30th-anniversary-ps5-pro/">Review: Rayman 30th Anniversary (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Eu me lembro de ter jogado <em>Rayman</em> pela primeira vez no PC há mais de 20 anos. Como grande fã de <em>Croc: Legend of the Gobbos</em>, título que recebeu um relançamento recente nos consoles, conheci <em>Rayman Gold</em> através da clássica “distribuidora” de jogos para PC chamada CD Expert. Mesmo parecendo bastante desafiador para uma criança de apenas cinco ou seis anos, o jogo se tornou uma experiência inesquecível, com belíssimos visuais e uma campanha desafiadora para os padrões da época.</p>



<p>Com a chegada de <em>Rayman 30th Anniversary</em>, celebrar o relançamento de tantos títulos marcantes da Ubisoft traz à tona uma onda de nostalgia. Apesar de seu enorme sucesso nos consoles, o game acabou permanecendo &#8220;adormecido&#8221; por muitos anos. Reviver esse clássico vai além de uma simples homenagem; é uma oportunidade para que novos jogadores descubram não apenas as versões lançadas para PC, mas também façam novos jogadores conhecerem <em>Rayman</em> através de suas adaptações para Game Boy Color, Game Boy Advance e até mesmo no Atari.</p>



<p><strong>Será que o game realmente envelheceu bem? Será que teremos futuros lançamentos de Rayman para os consoles de nova geração? É isso que você irá descobrir em nossa Review!</strong></p>



<p><strong>Esta review foi produzida graças a um código de PC cedido gentilmente pela&nbsp;<a href="https://www.ubisoft.com/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ubisoft Brasil</a>.</strong></p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>30 anos de Rayman: Uma celebração que vai além dos jogos</strong></h2>



<p>Ao iniciar <strong>Rayman 30th Anniversary</strong>, o jogador encontra a opção “História”, uma introdução que revisita as origens do personagem e funciona como um verdadeiro diário de desenvolvimento. O conteúdo apresenta documentários exclusivos dos bastidores, revelando detalhes que nunca haviam sido compartilhados publicamente. Além de explorar o processo de criação e evolução de Rayman, o material também apresenta a trajetória pessoal do desenvolvedor francês <strong>Michel Ancel</strong>, em parceria com a Ubisoft.</p>



<p>Além dos vídeos apresentando os bastidores da franquia, a coletânea também reúne uma galeria de imagens que documentam todo o processo de desenvolvimento desde 1995. O material revela etapas de criação, artes conceituais e curiosidades sobre a adaptação e lançamento dos jogos para plataformas como PlayStation, DOS, Atari Jaguar, Game Boy Color e Game Boy Advance, oferecendo uma visão geral da evolução da série ao longo dos anos. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3d66072d-c39d-46e1-aca9-abbc74d72d10-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-96245" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3d66072d-c39d-46e1-aca9-abbc74d72d10-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3d66072d-c39d-46e1-aca9-abbc74d72d10-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3d66072d-c39d-46e1-aca9-abbc74d72d10-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3d66072d-c39d-46e1-aca9-abbc74d72d10-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3d66072d-c39d-46e1-aca9-abbc74d72d10-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3d66072d-c39d-46e1-aca9-abbc74d72d10-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3d66072d-c39d-46e1-aca9-abbc74d72d10.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Rayman está de volta na coletânea de 30 anos da franquia. &#8211; Foto por Gabriel Petricevich</figcaption></figure>



<p>Como se não bastassem todas essas informações, a coletânea ainda inclui um protótipo de <em>Rayman</em>, apresentado como a primeira demo jogável do projeto. O protótipo desenvolvido em 1992 para SNES trata-se de um nível inacabado que funciona como um experimento, permitindo observar a movimentação do personagem e o mundo no qual somos inseridos.</p>



<p>Embora seja uma demonstração com menos de 1 minuto de duração, sua presença no conteúdo de 30 anos é extremamente significativa, afinal, estamos falando de um conteúdo raro, que permaneceu inédito por décadas e que agora pode ser testado pelo público pela primeira vez.</p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Os jogos de Rayman ao longo dos anos</h2>



<p>Sem sombra de dúvidas, a proposta 2D foi o grande acerto da franquia, tendo em vista que jogos de  aventura estavam começando a ganhar força no mercado. O sucesso de Rayman se tornou algo constante, gerando diversas continuações e expandindo a franquia para outras plataformas, indo além do PC. É surpreendente ver que um projeto experimental se tornou um verdadeiro hit viral para a época.</p>



<p>Na coleção de 30 anos de jogos de Rayman, o jogo oferece 5 títulos clássicos, sendo eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Rayman </strong>&#8211; Lançado originalmente em 1995 para PlayStation 1, essa é a versão definitiva do primeiro Rayman lançado no PC, com a adição de sequência de vídeos animados e animações em 2D;</li>



<li><strong>Rayman </strong>&#8211; Lançado originalmente em 1995 para Atari Jaguar, essa foi uma versão alternativa de Rayman, que utilizava um cartucho com diferenças na gameplay se comparadas ao mesmo título do PS1;</li>



<li><strong>Rayman </strong>&#8211; Lançado originalmente para MS-DOS em 1995, o jogo também contava com pequenas diferenças em relação as versões lançadas nos consoles;</li>



<li><strong>Rayman </strong>&#8211; Lançado para Game Boy Color em 2000, o título foi baseado na história de Rayman original, projetado para as plataformas de 8 bits;</li>



<li><strong>Rayman Advance</strong> &#8211; Lançado para Game Boy Advance em 2001, este foi o primeiro título da versão portátil de 32 bits.</li>
</ul>



<p>Todos os títulos presentes na coletânea preservam o conteúdo original de seus lançamentos, reunindo mais de 100 níveis no total. Além disso, a coleção traz melhorias modernas, como sistema de conquistas e troféus para os consoles atuais, opções de exibição em tela cheia ou no formato original, filtros visuais clássicos que reforçam a atmosfera nostálgica e até cheats especiais que permitem ativar recursos como vida infinita.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3b4e0801-d753-4d5c-8cc7-e2adbe3b4315-1-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-96249" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3b4e0801-d753-4d5c-8cc7-e2adbe3b4315-1-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3b4e0801-d753-4d5c-8cc7-e2adbe3b4315-1-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3b4e0801-d753-4d5c-8cc7-e2adbe3b4315-1-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3b4e0801-d753-4d5c-8cc7-e2adbe3b4315-1-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3b4e0801-d753-4d5c-8cc7-e2adbe3b4315-1-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3b4e0801-d753-4d5c-8cc7-e2adbe3b4315-1-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/3b4e0801-d753-4d5c-8cc7-e2adbe3b4315-1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Rayman conta com diversos títulos clássicos, incluindo GBA, GBC, PS e Jaguar. &#8211; Foto por Gabriel Petricevich</figcaption></figure>



<p>Em poucas horas de gameplay, já é possível perceber o peso do tempo nas mecânicas do jogo para os padrões atuais. Isso fica evidente principalmente nos momentos de salto e escalada entre plataformas, que exigem uma certa precisão para evitar quedas. O mesmo acontece com os ataques de Rayman, que demandam um timing bastante preciso para derrotar os inimigos. Trata-se claramente de um jogo de outra época, e dentro desse contexto, é natural encontrar uma jogabilidade mais travada e menos fluida quando comparada aos títulos modernos.</p>



<p>Sinto que a empresa perdeu a oportunidade de ir além do relançamento, apostando em remasterizações ou ajustes nas mecânicas que poderiam transformar a coletânea em uma celebração ainda mais marcante dos 30 anos da franquia. Uma abordagem interessante seria manter as versões clássicas intactas no pacote, mas também oferecer edições remasterizadas desses mesmos títulos, reunindo ambas as experiências em um único jogo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0b0029c5-03c0-4be2-b4fa-e7dc352e1197-1-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-96251" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0b0029c5-03c0-4be2-b4fa-e7dc352e1197-1-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0b0029c5-03c0-4be2-b4fa-e7dc352e1197-1-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0b0029c5-03c0-4be2-b4fa-e7dc352e1197-1-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0b0029c5-03c0-4be2-b4fa-e7dc352e1197-1-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0b0029c5-03c0-4be2-b4fa-e7dc352e1197-1-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0b0029c5-03c0-4be2-b4fa-e7dc352e1197-1-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0b0029c5-03c0-4be2-b4fa-e7dc352e1197-1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O game poderia ter recebido uma remasterização, com visuais repaginados ou até mesmo um reboot na série. &#8211; Foto por Gabriel Petricevich</figcaption></figure>



<p>De modo geral, os jogadores podem esperar uma experiência nostálgica, com mais de 100 níveis desafiadores que preservam a essência do clássico. No entanto, a coletânea não traz mudanças significativas para a série, mantendo-se fiel a proposta original.</p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Aspectos técnicos</h2>



<p>Como mencionado anteriormente, a coletânea preserva todo o conteúdo original, incorporando filtros visuais clássicos e modernos que ajudam a melhorar a experiência. Mesmo sem grandes alterações, o gameplay ganha um charme extra com a possibilidade de ajustar o filtro, destacando ainda mais os belíssimos cenários do jogo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0ac8bc24-5615-4f7f-9348-915ff1fb26b4-1-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-96250" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0ac8bc24-5615-4f7f-9348-915ff1fb26b4-1-1024x576.jpeg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0ac8bc24-5615-4f7f-9348-915ff1fb26b4-1-300x169.jpeg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0ac8bc24-5615-4f7f-9348-915ff1fb26b4-1-768x432.jpeg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0ac8bc24-5615-4f7f-9348-915ff1fb26b4-1-150x84.jpeg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0ac8bc24-5615-4f7f-9348-915ff1fb26b4-1-450x253.jpeg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0ac8bc24-5615-4f7f-9348-915ff1fb26b4-1-1200x675.jpeg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0ac8bc24-5615-4f7f-9348-915ff1fb26b4-1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O jogo conta com inúmeros filtros clássicos para tornar a experiência mais nostálgica. &#8211; Foto por Gabriel Petricevich</figcaption></figure>



<p></p>



<p>De certa forma, <em>Rayman</em> se destaca por seus níveis repletos de detalhes, cores vibrantes e um level design criativo, com mundos que se conectam de maneira fluida e natural. A trilha sonora também merece destaque: ela é marcante e cheia de personalidade, despertando as memórias de quem jogou na época. Em relação ao desempenho, todos os títulos incluídos na edição de 30 anos rodam a 60 FPS, entregando uma fluidez que já era esperada pelo público.</p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Review de Rayman 30th Anniversary &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p>Apesar de ter me divertido bastante revisitando os clássicos da franquia <em>Rayman</em>, fica a sensação de que a celebração de 30 anos poderia ter ido além. A inclusão de novos conteúdos, melhorias na jogabilidade ou até mesmo uma atualização visual mais robusta para os consoles atuais teria melhorado significativamente o pacote. Gostaria muito de ver algo semelhante ao trabalho realizado pela Activision com a trilogia <em>Crash Bandicoot N. Sane Trilogy</em>.</p>



<p>Rayman é um personagem icônico e certamente merecia uma homenagem ainda mais ambiciosa. O material dedicado à história de desenvolvimento é extremamente relevante e funciona como uma excelente adição para fãs, mas a jogabilidade também poderia ter recebido o mesmo nível de atenção.</p>



<p>Rejogar <em>Rayman</em> continua sendo uma experiência voltada a nostalgia, especialmente para quem acompanhou a série desde o início. Ainda assim, vale considerar aguardar uma futura promoção para jogá-lo novamente. Fica aqui a minha esperança de que nosso herói retorne em breve com um novo título mais divertido, trazendo melhorias significativas de gameplay ou até mesmo um remake completo do clássico lançado em 1995!</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-rayman-30th-anniversary-ps5-pro/">Review: Rayman 30th Anniversary (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Review de Resident Evil Requiem após a platina (PS5 Pro)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-de-resident-evil-requiem-apos-a-platina-ps5-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 15:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Capcom]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil Requiem]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=95507</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fazer a análise de uma franquia que marcou a sua vida nunca é uma tarefa simples! É preciso deixar o lado fã de lado e adotar um olhar mais crítico, equilibrando a paixão e a razão para avaliar seus erros e acertos. Felizmente, a Capcom vive atualmente um dos melhores momentos de sua história, consolidando-se [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-de-resident-evil-requiem-apos-a-platina-ps5-pro/">Review de Resident Evil Requiem após a platina (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fazer a análise de uma franquia que marcou a sua vida nunca é uma tarefa simples! É preciso deixar o lado fã de lado e adotar um olhar mais crítico, equilibrando a paixão e a razão para avaliar seus erros e acertos. </p>



<p>Felizmente, a <strong>Capcom</strong> vive atualmente um dos melhores momentos de sua história, consolidando-se como uma das empresas mais consistentes da indústria ao entregar jogos que estão fazendo cada vez mais sucesso. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Review/Análise de RESIDENT EVIL REQUIEM APÓS A PLATINA, JOGO MAIS AGUARDADO DA FRANQUIA!" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/VP7BmGB_rdQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>A franquia <strong><a href="https://republicadg.com.br/jogamos-resident-evil-9-requiem-na-alemanha/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Resident Evil</a></strong> passou por diversas fases ao longo dos anos, desde os clássicos que definiram o survival horror no PlayStation 1, até <strong>Resident Evil 4</strong>, um título que redefiniu todos os padrões da indústria.</p>



<p>Mesmo com muitos títulos de sucesso, nem o público deixou de criticar algumas decisões da empresa, especialmente aquelas que priorizaram uma abordagem mais voltada para a ação e mudanças na narrativa, como aconteceu em <strong>Resident Evil 6</strong>. </p>



<p>Após esse período conturbado, a Capcom passou a revisitar o &#8220;passado&#8221;. Esse retorno ao verdadeiro survival horror só se tornaria ainda mais relevante em 2017, com uma proposta ousada e totalmente diferente do que a franquia vinha apresentando, introduzindo a câmera em primeira pessoa.</p>



<p>Em 2025, tivemos o primeiro contato com Resident Evil Requiem durante uma <a href="https://republicadg.com.br/primeiras-impressoes-de-resident-evil-requiem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apresentação hands-off realizada na Summer Game Fest</a>, em Los Angeles. Meses depois, já com mais informações reveladas, surgiu a oportunidade de <a href="https://republicadg.com.br/jogamos-resident-evil-9-requiem-na-alemanha/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">experimentar o jogo em primeira mão durante a gamescom</a>, na Alemanha. Uma conquista especial para a equipe, mas que carrega um significado ainda maior para quem acompanha a franquia desde o início!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215185632-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95566" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215185632-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215185632-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215185632-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215185632-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215185632-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215185632-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215185632-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215185632-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Um dia atípico na vida de Grace Ashcroft. &#8211; Foto por Gabriel Petricevich</figcaption></figure>



<p>Deixando de lado o momento mais emocional desta análise, é importante ressaltar que <em>Resident Evil Requiem</em> aposta em uma proposta ousada, reunindo elementos que marcaram os jogos anteriores, enquanto introduz novidades que poderão determinar o futuro da franquia. Ainda assim, é preciso ser honesto: nem tudo é perfeito aqui. Requiem é um título que deve dividir opiniões, um verdadeiro ame ou odeie, mas que compensa com muita personalidade e uma das melhores jogabilidades dos últimos anos.</p>



<p>Uma das características mais marcantes do jogo é a forma como <strong>Leon Scott Kennedy</strong>, agora aos 51 anos, demonstra o peso de tudo o que viveu. Seu cansaço emocional e psicológico reforça ainda mais o significado do título <em>Requiem</em>, que ganha uma camada simbólica ao sugerir o possível encerramento de uma era, ou até mesmo a despedida de um agente que viveu o verdadeiro inferno desde os acontecimentos em Raccoon City.</p>



<p>Será que <strong>Resident Evil Requiem</strong> representa a evolução definitiva da franquia? O novo título consegue entregar a melhor experiência da série desde Resident Evil Village e seus aclamados REmakes? É exatamente isso que você irá descobrir agora em nossa análise <strong>TOTALMENTE LIVRE DE SPOILERS!</strong></p>



<p><strong>Esta review foi realizada a partir de um código de <strong>PS5</strong> disponibilizado antecipadamente pela <strong><a href="https://www.capcom-games.com/product/pt-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CAPCOM Brasil</a></strong>.</strong></p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Destinos entrelaçados</h2>



<p>Desde o primeiro anúncio de Resident Evil Requiem, a Capcom deixou claro que o terror estaria de volta e seria o <strong>&#8220;centro da experiência&#8221;</strong>, colocando Grace diante de um caso que iria mudar a sua vida para sempre, assim como aconteceu com Leon em 1998, durante o incidente de Raccoon City. As semelhanças entre suas jornadas revelam que o destino de ambos os protagonistas está ligado a traumas profundos e às cicatrizes que foram deixadas no passado.</p>



<p>Em Requiem, os jogadores assumem o papel de <strong>Grace Ashcroft</strong>, uma analista de inteligência do FBI designada para investigar um misterioso caso envolvendo desaparecimento e assassinato. Ao receber a missão, Grace entra em estado de choque ao descobrir que o <strong>Wrenwood Hotel</strong> é o mesmo local onde sua mãe foi assassinada oito anos atrás. O crime jamais foi solucionado, o que acabou causando uma profunda ferida em sua vida.</p>



<p>Na primeira sessão de nossa gameplay, o game deixa evidente o foco total no terror, e podemos ter a mesma sensação passada em Resident Evil 7 e Resident Evil Village. Pequenos corredores, salas escuras, e uma iluminação, ou melhor, a falta dela, que reforçam a sensação de pavor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215195843-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95567" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215195843-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215195843-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215195843-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215195843-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215195843-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215195843-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215195843-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215195843-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Uma investigação do FBI coloca Grace em Wrenwood Hotel anos após o incidente com sua mãe. &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p>Após a confirmação da presença de Leon nos trailers divulgados pela Capcom, a expectativa dos jogadores aumentou consideravelmente. Diferente da campanha de Grace, o jogo &#8220;recomenda&#8221; controlar Leon em terceira pessoa, reforçando o foco na ação constante ao longo de seus capítulos. Essa proposta fica evidente já no primeiro segmento ambientado nas ruas de Wrenwood, quando Victor Gideon, um dos principais antagonistas da narrativa, utiliza uma pistola biológica capaz de transformar cidadãos em zumbis, ampliando rapidamente a disseminação do vírus.</p>



<p>O peso do tempo também está presente aqui, tendo em vista que 30 anos se passaram desde o incidente de Raccoon City, lembrando que Leon Scott Kenedy já não é mais o novato prestes a iniciar seu primeiro dia de trabalho.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215202300-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95568" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215202300-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215202300-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215202300-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215202300-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215202300-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215202300-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215202300-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215202300-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Nosso herói favorito da franquia está de volta em Requiem. &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p>Enquanto com Grace os jogadores vivenciam uma experiência claramente voltada ao <strong>survival horror</strong>, marcada por puzzles, corredores apertados, ambientes escuros e constante escassez de munição (a depender da dificuldade), a campanha de Leon segue um caminho oposto. Com o agente veterano, o combate se torna mais brutal, trazendo um arsenal variado e inimigos constantes, focando em uma abordagem mais próxima do <strong>action horror</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2 histórias, uma única Campanha</h2>



<p>Ao contrário do que muitos jogadores imaginaram, Resident Evil Requiem apresenta uma única narrativa principal, diferente do que vimos em Resident Evil 2, onde era possível escolher entre as campanhas de Leon e Claire. Em Requiem, essa decisão funciona surpreendentemente bem, já que a história alterna naturalmente entre os momentos vividos por Leon e Grace, mantendo o ritmo da narrativa em constante evolução.</p>



<p>Desde o início da campanha, o jogo sugere que Grace seja jogada em primeira pessoa, enquanto Leon assume a perspectiva em terceira pessoa, embora o jogador possa alterar o tipo de câmera a qualquer momento pelo menu. </p>



<p>E, sinceramente? Essa foi uma das melhores decisões da Capcom! Por ser uma personagem inexperiente, lançada em um cenário de horror sem qualquer preparo, a visão em primeira pessoa reforça perfeitamente a sensação de vulnerabilidade e medo, colocando o jogador diretamente na pele de alguém que está enfrentando tudo aquilo pela primeira vez.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216022528-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95569" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216022528-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216022528-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216022528-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216022528-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216022528-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216022528-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216022528-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216022528-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A campanha de Grace foca totalmente no survival horror. &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p>Nos trechos de Leon, o grande destaque fica por conta do combate em terceira pessoa. Com um agente extremamente experiente em campo, o jogo aposta em confrontos brutais, trazendo múltiplas finalizações, a introdução de um tomahawk que pode ser utilizado tanto para afastar inimigos quanto para atacá-los, e claro, um arsenal completo com múltiplas armas que podem ser obtidas ao explorar a campanha.</p>



<p class="has-black-color has-text-color">Mas você provavelmente deve estar se perguntando: é possível perceber essas diferenças de “experiência” também durante o combate com Grace? A resposta é simples: sim! Com ela, fica evidente que estamos diante de alguém assustado, reagindo pela primeira vez a criaturas bizarras e situações extremas. A escassez de munição varia de acordo com a escolha da dificuldade pelo jogador, a falta de experiência em utilizar uma faca para finalizar inimigos e até a maneira desesperada como Grace empurra inimigos nos corredores para ganhar tempo e fugir reforçam essa sensação de vulnerabilidade. </p>



<p>Durante boa parte da minha gameplay, o medo era real e constante, com a falta de recursos e a dificuldade em manter a mira estável, já que a personagem tremia muito e deixava tudo ainda mais desesperador. Esses pequenos detalhes não apenas tornam o game ainda mais divertido, mas mostram que no universo de Resident Evil, muitos personagens foram forçados a viver essas circunstâncias.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216071200-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95570" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216071200-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216071200-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216071200-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216071200-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216071200-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216071200-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216071200-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216071200-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A falta de recursos pode ser um dos maiores desafios do game. &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p>Em uma primeira gameplay, explorando cada ambiente e buscando todos os colecionáveis disponíveis, os jogadores devem levar cerca de <strong>15 horas</strong> para concluir a campanha. Esse tempo pode variar bastante, dependendo da experiência de veteranos da franquia ou de novos jogadores que estejam tendo seu primeiro contato com a série. Já em uma segunda run, a duração tende a cair significativamente, já que estaremos familiarizados com os inimigos, puzzles e áreas de exploração.</p>



<p class="has-black-color has-text-color">Se havia algo que realmente me preocupava durante a campanha, era a possibilidade de passar grande parte do jogo controlando apenas Grace. Felizmente, isso não acontece, já que o jogo equilibra bem o tempo de tela entre os dois protagonistas. Por eu ter uma forte preferência por jogar com Leon, os primeiros trechos com o personagem inicialmente pareciam muito curtos, mas ganham maior duração conforme a narrativa avança, mesclando entre os momentos de tensão vividos por Grace e o combate mais intenso protagonizado por Leon.</p>



<p>Mesmo sendo um grande fã do survival horror e tendo apreciado bastante a experiência com a nova protagonista, o estilo de combate de Leon continua sendo um dos grandes atrativos da franquia. Sua construção como personagem se consolidou como algo icônico desde <em>Resident Evil 4</em> e <em>Resident Evil 6</em>, reforçando sua presença dentro da série.</p>



<p>Em suma, independentemente das transições entre os personagens ao longo da campanha, fica evidente que essas novas mecânicas têm potencial para se tornar parte do futuro da franquia, equilibrando diferentes estilos de gameplay e agradando tanto os fãs do survival horror clássico quanto aqueles que preferem a abordagem mais voltada para a ação. Uma baita oportunidade da Capcom em fazer história novamente!</p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">A gameplay de Resident Evil Requiem</h2>



<p>Como mencionado anteriormente, Resident Evil Requiem oferece 2 estilos de gameplay, desde o survival horror, ao action horror. Isso é visilmente apresentado aos jogadores desde o início da campanha, mostrando as grandes diferenças de cada um dos personagens.</p>



<p>Com Grace, os jogadores vivenciam momentos mais voltados ao <strong>stealth</strong>, seja para evitar confrontos diretos ou realizar ataques furtivos pelas costas dos inimigos. Esse sistema se torna evidente logo na introdução da primeira perseguidora do jogo, que exige uma abordagem mais cautelosa. Entre as novidades, destaca-se a mecânica de arremessar garrafas para distrair os inimigos por meio do som dos estilhaços.</p>



<p>Durante a gameplay realizada em agosto, a convite da Capcom, tive a impressão de que essa mecânica ainda estava um pouco “crua”. Mesmo ao arremessar a garrafa de vidro para distrair os inimigos, eles não pareciam reagir ao som, o que acabava tornando o recurso praticamente dispensável naquele momento de testes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216233047-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95571" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216233047-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216233047-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216233047-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216233047-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216233047-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216233047-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216233047-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216233047-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Apesar da idade, Leon continua surpreendendo com suas habilidades. &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p>Já na versão final do jogo, ficou evidente uma evolução significativa do sistema. A resposta dos inimigos ao barulho melhorou, tornando o stealth muito mais funcional, além da introdução de um novo item na campanha que também pode ser utilizado para atordoar inimigos.</p>



<p>Com <strong>Leon Scott Kennedy</strong>, alguns momentos também permitem uma abordagem furtiva, mas a essência do personagem segue um caminho bem diferente. Aqui, os confrontos são mais diretos, com inimigos mais agressivos e um combate focado em ação, incluindo finalizações com chutes, socos e novas execuções integradas ao uso das pistolas e da própria <em>Requiem</em>.</p>



<p>Assim como em no quarto título, é possível atordoar adversários com disparos para abrir espaço para ataques corpo a corpo, utilizando o Tomahawk como ferramenta de finalização ou até mesmo desmembrando inimigos com o poder das armas de fogo. </p>



<p>Outro aspecto que me chamou bastante atenção durante a gameplay foi a forma como <em>Resident Evil Requiem</em> combina mecânicas de títulos anteriores da franquia, tornando a jogabilidade mais fluida e disparada uma das melhores de todos os tempos. Um bom exemplo está na fusão entre o combate de <em>Resident Evil 4</em> e alguns elementos de movimentação e finalizações vistos em <em>Resident Evil 6</em>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216054957-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95572" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216054957-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216054957-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216054957-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216054957-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216054957-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216054957-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216054957-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216054957-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O que está acontecendo com Grace? O que realmente aconteceu com sua mãe? &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p class="has-black-color has-text-color">Antes que isso cause preocupação, vale destacar que Leon não executa todos aqueles &#8220;malabares malucos&#8221; do sexto jogo. Ainda assim, algumas mecânicas que remetem diretamente aos movimentos introduzidos em <em>Resident Evil 6</em> estão presentes, incluindo um momento específico da campanha em que um inimigo armado dispara em todas as direções, remetendo claramente às sequências mais voltadas para a ação vistas naquele título.</p>



<p>Em relação ao combate, Grace conta com um arsenal bastante limitado, restrito inicialmente a pistolas básicas e facas, obtidas após sua chegada a Rhodes Hill, depois de escapar da transfusão de sangue. Nesse momento da narrativa, Leon entrega a Requiem para ajudá-la a sobreviver e conforme a campanha avança, novos recursos passam a ser encontrados, como sucata e materiais utilizados na fabricação de munição e facas. Esse sistema de criação se estende aos dois protagonistas, estando presente ao longo de toda a campanha. </p>



<p>Na campanha de Grace, é importante destacar que o sistema de criação possui limitações claras, já que os jogadores precisam desbloquear as receitas por meio de amostras localizadas no laboratório. O jogo introduz uma ferramenta fundamental para a protagonista: o Coletor de Sangue, um dispositivo de análise capaz de extrair sangue dos zumbis que foram mortos.</p>



<p>O material coletado pode ser utilizado na fabricação de diferentes recursos, como o injetor hemolítico, que destrói as células sanguíneas dos infectados fazendo-os explodir, além de munição para pistolas, injetores responsáveis pelo aumento permanente da saúde e outros itens indispensáveis para a sobrevivência. Já na campanha de Leon, essa mecânica específica não está presente, sendo necessário apenas coletar recursos como pólvora e sucata para a fabricação de munições destinadas aos vários tipos de armas de fogo do game.</p>



<p>Como mencionado anteriormente, o tomahawk se torna uma arma fundamental durante o combate, funcionando tanto para ataques ofensivos quanto para aparar investidas inimigas, incluindo golpes de chefes. Para utilizá-lo de forma eficiente, é preciso realizar o bloqueio no momento exato, evitando danos desnecessários. No entanto, o gerenciamento do equipamento é essencial, já que a arma perde o fio após múltiplos usos, exigindo que o jogador a amole regularmente utilizando uma pedra de afiar.</p>



<p>Se você achou que as novidades do combate param por aí, está enganado. <em>Resident Evil Requiem</em> oferece aos jogadores um arsenal variado que é desbloqueado ao longo da campanha de Leon, indo muito além da pistola inicial e da própria Requiem. </p>



<p>Tudo isso funciona de forma bastante eficiente na prática, já que é possível sentir o peso e o impacto de cada arma durante o combate. Um dos melhores exemplos são as finalizações com a Requiem, a poderosa magnum de Leon, capaz de explodir a cabeça dos inimigos com um único disparo. As demais armas também apresentam a sensação de impacto, com desmembramentos visíveis e membros amputados, reforçando a brutalidade dos confrontos.</p>



<p>Bom, se você chegou até aqui, provavelmente percebeu uma sequência de elogios vindos de alguém apaixonado por Resident Evil. Porém, a verdade precisa ser dita: nem tudo são flores&#8230; <em>Resident Evil Requiem</em> apresenta alguns problemas significativos e que me deixaram decepcionado.</p>



<p>Quando iniciei a campanha com Grace, imaginei que o jogo apostaria em puzzles mais complexos e desafiadores. Não necessariamente algo no mesmo nível dos clássicos do PlayStation 1, que eram realmente desafiadores e, muitas vezes, até pouco acessíveis para parte dos jogadores da época, mas, esperava desafios mais marcantes por aqui.</p>



<p class="has-black-color has-text-color"><em>Resident Evil Requiem</em> adota uma abordagem mais linear, sem apresentar grandes obstáculos ao longo da jornada, concentrando seus desafios em puzzles mais tradicionais, como a abertura de cofres e enigmas baseados em figuras que precisam ser organizadas na ordem correta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216065451-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95573" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216065451-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216065451-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216065451-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216065451-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216065451-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216065451-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216065451-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216065451-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Requiem pode desapontar os jogadores com puzzles pouco elaborados. &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p>O jogo também não apresenta puzzles realmente complexos para abrir portas ou avançar na campanha. É verdade que, em determinados momentos, o jogador pode acabar se perdendo, principalmente quando inimigos bloqueiam caminhos ou perseguem o personagem por corredores vazios. Ainda assim, fica a sensação de que elementos mais elaborados de resolução de enigmas foram deixados de lado, algo que poderia ter enriquecido ainda mais a experiência.</p>



<p>Considerando que Rhodes Hill não possui a estrutura de uma mansão enigmática como nos títulos clássicos da franquia, é compreensível que não existam aquelas portas absurdamente elaboradas ou quebra-cabeças bizarros. No entanto, os puzzles presentes acabam sendo muito simples, geralmente com a solução praticamente entregue ao jogador logo ao lado, bastando a leitura de um arquivo para encontrar a resposta.</p>



<p class="has-black-color has-text-color">Como se não bastassem esses pontos, o jogo também decepciona (muito) quando o assunto são as boss fights e o desenvolvimento dos inimigos. Embora seja evidente que o foco narrativo esteja centrado na história de Grace Ashcroft, os chefes acabam sendo deixados de lado. Esse ponto eu iria abordar no momento em que estava falando da campanha de ambos os personagens, mas sinto que são motivos parecidos e deveriam ser incluidos neste mesmo tópico.</p>



<p>Ao citar Resident Evil Village, faço referência justamente à forma como o título apresentou seus chefes. Mesmo com introduções relativamente breves, cada líder de região possuía objetivos claros, uma personalidade marcante e uma história que se desenvolvia naturalmente ao longo da campanha. Em Resident Evil Requiem, por outro lado, muitos inimigos parecem ter sido inseridos apenas como obstáculos durante gameplay, surgindo mais como desafios pontuais para tornar a jornada de Leon mais difícil.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216234238-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95574" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216234238-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216234238-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216234238-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216234238-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216234238-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216234238-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216234238-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216234238-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Inimigos podem &#8220;ressuscitar&#8221; com a infecção. &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p>Por mais curioso que pareça, todos os chefes do jogo possuem arquivos dedicados a explicar de forma breve a história de cada um deles. Mesmo gostando de ler arquivos e parando para ler todos, essa abordagem não é divertida, já que grande parte do desenvolvimento desses inimigos fica restrito a textos. Como consequência disso, essas informações podem facilmente passar batidas pelos jogadores, transformando chefes em figuras irrelevantes.</p>



<p>Outro aspecto que para mim, está entre os mais decepcionantes do jogo é a <strong>falta de variedade no moveset dos chefes</strong>. Em várias batalhas, fica evidente que as arenas são pouco exploradas, praticamente sem interações com o cenário na hora de atacar. Na maioria das vezes, o ambiente se limita a carros, pilares ou barreiras usadas apenas para se proteger ou desviar dos golpes.</p>



<p class="has-black-color has-text-color">Sinto que os chefes poderiam ter sido melhores aproveitados no contexto histórico e da gameplay. Por outro lado, alguns problemas podem ser compensados com finalizações brutais por parte de Leon, arremessando ferramentas, barras de ferro e cortes com Tomahawk nos inimigos.</p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Gráficos, Trilha Sonora e Desempenho de Resident Evil Requiem</h2>



<p>Se tem algo que a <strong>RE Engine</strong> continua entregando com excelência é qualidade técnica, algo perceptível desde o sétimo capítulo da franquia. Tive a oportunidade de jogar <em>Resident Evil Requiem</em> no <strong>PlayStation 5 Pro</strong> e, mesmo sem a adição de modos de jogo como Modo Qualidade ou Modo Desempenho, o jogo impressiona pela performance.</p>



<p>O resultado é uma das experiências mais fluidas já vistas na série e talvez entre os jogos mais recentes da atual geração. Não é exagero dizer que <em>Requiem</em> se destaca nesse aspecto, oferecendo uma gameplay estável a <strong>60 FPS</strong>, com visuais extremamente realistas do início ao fim da campanha.</p>



<p>Em nenhum momento do jogo sofri com quedas de desempenho, engasgos, bugs relevantes ou crashes, reforçando que a Capcom segue no caminho certo ao evoluir constantemente a RE Engine e torná-la a base inicial de seus jogos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215230028-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95575" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215230028-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215230028-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215230028-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215230028-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215230028-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215230028-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215230028-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260215230028-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Resident Evil Requiem é um verdadeiro colírio para os olhos, oferecendo uma experiência fluida e imersiva. &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p>Tudo isso é acompanhado por gráficos surpreendentes, cores vivas, cenários extremamente detalhados e um trabalho de captura facial (MoCap) que representa, sem dúvida, o melhor já visto na franquia até hoje e possivelmente o melhor que já vi em toda a minha vida. Os personagens se destacam ainda mais, permitindo perceber pequenos detalhes nas expressões do rosto, nos tecidos das roupas ou nos elementos de cenário.</p>



<p>O jogo também implementa todos os recursos do DualSense, incorporando feedback háptico e gatilhos adaptáveis que se comportam de maneira diferente conforme a arma utilizada, tornando o acionamento do gatilho mais &#8220;duros e pesados&#8221;. Embora não seja uma funcionalidade utilizada por todos os jogadores, sua implementação contribui para a imersão e pode fazer diferença para aqueles que buscam uma experiência mais completa dentro do survival horror.</p>



<p>Partindo para o lado sonoro, o jogo é uma verdadeira obra prima! Ao utilizar um headset, o som espacial está presente, dando um ar mais sombrio na jogatina, especialmente nos momentos que controlamos Grace Ashcroft. Aqui, os inimigos (zumbis) possuem um pouco de &#8220;humanidade&#8221;, onde podemos escutar alguns deles se desculpando por aquilo que está acontecendo ou o sofrimento que é estampado em sua voz. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216235547-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-95576" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216235547-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216235547-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216235547-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216235547-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216235547-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216235547-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216235547-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/02/RESIDENT-EVIL-requiem_20260216235547-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sobreviva em meio ao inferno. &#8211; Foto por Gabriel Petri</figcaption></figure>



<p>Apesar de ter realizado minha campanha principal em inglês, também testei a dublagem em <strong>Português do Brasil</strong>, e o trabalho de <strong>Felipe Grinnan</strong> (Leon) e <strong>Angela Sant&#8217;Albano</strong> (Grace) é simplesmente impecável. Ambos conseguem transmitir emoção, peso e personalidade em cada diálogo. Um trabalho digno de destaque e uma verdadeira obra-prima da dublagem nacional!</p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Review de Resident Evil Requiem &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p>Quando tive contato com Resident Evil na era do PlayStation 1, mesmo apavorado com os zumbis, pude sentir que aquilo se tornaria algo gigante. Mesmo na percepção de uma criança, você é capaz de entender suas frustrações com o jogo, além do medo constante em uma franquia que provavelmente traumatizou boa parte das crianças. Ter a oportunidade de jogar Resident Evil Requiem em acesso antecipado não foi apenas uma realização de um sonho, mas uma meta que eu nunca imaginei que iria alcançar em minha vida.</p>



<p class="has-black-color has-text-color">Deixando o fanatismo e a nostalgia de lado, sinto que Resident Evil Requiem deixou muito a desejar nas lutas contra os chefes, fazendo com que esses combates sejam completamente esquecíveis com o passar do tempo. Entretanto, o jogo conquista aqueles que buscam uma gameplay assustadora e frenética com cada um dos personagens. <em>Requiem </em>pode sofrer com a falta de desenvolvimento dos chefes, mas entrega uma experiência sólida quando falamos de jogabilidade.</p>



<p>Arrisco a dizer que esse é um dos jogos mais bonitos que joguei da franquia, graças a RE Engine e a implementação de novas mecânicas que provavelmente se tornarão o futuro daqui pra frente. </p>



<p>Requiem não é o melhor Resident Evil da franquia quando falamos sobre narrativa, mas é capaz de entregar uma experiência única e altamente recomendada para todos os jogadores. Por isso é certo dizer, que mesmo com erros, Requiem é uma verdadeira carta de amor para os fãs do survival horror e uma ótima forma de introduzir novos jogadores para conhecerem um pouco mais sobre a história.</p>



<p>Gostou da nossa Review? Não deixe de conferir todo o nosso conteúdo de Resident Evil Requiem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Guia de Platina</li>



<li>As melhores dicas para o Modo Insano</li>



<li>Localização de todos os arquivos e Mr. Raccoons para a platina/100%</li>
</ul>



<p></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-de-resident-evil-requiem-apos-a-platina-ps5-pro/">Review de Resident Evil Requiem após a platina (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Review &#8211; BrokenLore: Unfollow (PC)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-brokenlore-unfollow-pc/</link>
					<comments>https://republicadg.com.br/review-brokenlore-unfollow-pc/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 21:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[BrokenLore: Unfollow]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Serafini Productions]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=91703</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se existe algo que sempre me fascinou, são os jogos de terror psicológico, experiências que vão além do jumpscare e apostam em uma atmosfera perturbadora, capaz de mexer profundamente com a mente do jogador. São jogos que nos colocam em dúvida, fazendo questionar o que é real, o que é ilusão e até onde vai [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-brokenlore-unfollow-pc/">Review &#8211; BrokenLore: Unfollow (PC)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se existe algo que sempre me fascinou, são os jogos de terror psicológico, experiências que vão além do jumpscare e apostam em uma atmosfera perturbadora, capaz de mexer profundamente com a mente do jogador. São jogos que nos colocam em dúvida, fazendo questionar o que é real, o que é ilusão e até onde vai a nossa visão do mundo. A <a href="https://republicadg.com.br/?s=brokenlore" target="_blank" rel="noreferrer noopener">franquia BrokenLore</a>, da renomada <strong>Serafini Productions</strong>, sempre soube trabalhar muito bem com esses elementos, o que torna tudo ainda mais assustador ao longo de 7 títulos que marcariam o gênero.</p>



<p>Apesar de apresentar uma temática mais profunda e impactante, explorando questões como saúde mental, distúrbios psicológicos e bullying, <strong><a href="https://opencritic.com/game/19676/brokenlore-unfollow" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BrokenLore: Unfollow</a></strong> entrega elementos que outros títulos do gênero não conseguiram até hoje. O jogo se destaca por sua narrativa envolvente, ainda que em alguns momentos acabe seguindo caminhos previsíveis e problemas em sua gameplay. </p>



<p>Será que Unfollow cumpre o seu papel, entregando uma experiência sólida, sombria e imersiva? É isso que você irá descobrir em nossa análise!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Review/Análise de BROKENLORE: UNFOLLOW, o MELHOR JOGO da FRANQUIA?" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/gb_LEUYSFEo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Esta review foi produzida graças a um código de PC cedido gentilmente pela <a href="https://serafiniproductions.com/brokenlore/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Serafini Productions</a>.</strong></p>



<p><strong>Pode ficar tranquilo(a): esta análise é totalmente livre de SPOILERS!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Traumas do passado</h2>



<p>Em <em>BrokenLore: Unfollow</em>, os jogadores assumem o papel de Anne, uma jovem que sofreu bullying durante a infância por ser obesa. Além dos traumas deixados no período escolar, seus problemas psicológicos aumentaram pela falsa sensação de amizade, já que muitas pessoas que se diziam próximas, mas nunca foram verdadeiramente amigáveis. Desde os primeiros momentos da campanha, o jogo deixa claro o quão conturbada foi sua infância, marcada por feridas que não cicatrizaram nem mesmo com o passar dos anos.</p>



<p>Um exemplo claro desse conflito surge no Capítulo 2, quando o game apresenta duas escolhas ao jogador, refletindo diretamente os desejos e frustrações do passado de Anne. Essas decisões são relevantes e impactam n narrativa, colocando o jogador diante de um dilema: aprender a conviver com os traumas e superá-los ou seguir um caminho de vingança.</p>



<p>Ao expor essas situações, o jogo mostra que a garota faz constantes comparações com YouTubers, alimentando a busca por uma perfeição inalcançável. Esse comportamento acaba gerando uma rivalidade e a leva a se medir o tempo todo com outras pessoas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115231727_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-91752" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115231727_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115231727_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115231727_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115231727_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115231727_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115231727_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115231727_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115231727_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Viva os traumas na pele de Anne. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Assim como nos títulos anteriores, <em>BrokenLore</em> mantém o mesmo padrão de gameplay, no qual o jogador precisa escapar de stalkers bizarros, coletar itens, resolver puzzles e avançar para novas áreas. Desta vez, <em>Unfollow</em> traz novidades ao apresentar novos assassinos mais assustadores, tornando a experiência mais tensa. Curiosamente, alguns trechos se destacam após a aparição de uma criatura conhecida como <strong>“Mãe”</strong>, cuja presença deixa tudo ainda mais perturbador, diante do contexto da personagem.</p>



<p>Por outro lado, em alguns momentos o jogo pode se tornar cansativo (assim como nos jogos anteriores) ao insistir na dinâmica de ir do ponto A ao ponto B apenas para coletar itens e avançar na campanha. Em determinadas situações, isso pode incomodar parte dos jogadores, que podem acabar encarando a experiência mais como um walking simulator do que como um jogo de terror psicológico.</p>



<p>Outros momentos que chamam a atenção em determinados capítulos do game são os trechos que incorporam a temática dos <strong>Backrooms</strong>. Para quem não conhece, os Backrooms são um conceito de terror psicológico surgido em fóruns de <em>creepypastas</em>, cuja proposta gira em torno de um espaço infinito fora da realidade, composto por ambientes vazios, repetitivos e perturbadores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115232044_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-91753" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115232044_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115232044_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115232044_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115232044_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115232044_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115232044_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115232044_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115232044_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Uma experiência imersiva e de arrepiar! &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Ao longo da campanha, é possível notar sequências ambientadas em áreas como piscinas, além da constante sensação de estar preso em um loop temporal. Essa escolha se mostra um grande acerto do estúdio, ao unir uma temática que vem se popularizando e se tornando viral na internet com um contexto que se encaixa perfeitamente na narrativa, especialmente ao retratar uma protagonista viciada em redes sociais e obcecada pela busca do sucesso.</p>



<p>Com cerca de duas horas e meia de duração, <em>Unfollow</em> se mostra uma ótima escolha para um final de semana chuvoso. Embora não seja um jogo inovador e esteja longe de alcançar o impacto de <em>Layers of Fear</em>, ele cumpre bem a proposta ao manter o jogador tenso. Os stalkers são um dos grandes acertos do game, responsáveis por sequências de perseguição, especialmente em ambientes apertados, como a biblioteca, onde a sensação de perigo é constante, sendo sempre perseguido por um maníaco com gancho.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115235416_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-91754" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115235416_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115235416_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115235416_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115235416_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115235416_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115235416_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115235416_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115235416_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Anne não está sozinha. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Aspectos técnicos</h2>



<p>Desenvolvido na <strong>Unreal Engine 5</strong>, <em>BrokenLore: Unfollow</em> aposta em uma abordagem mais realista, criando uma estética que &#8220;brinca&#8221; com o psicodélico em determinados momentos, mesclando distorções visuais com a realidade. O resultado disso tudo são gráficos que impressionam, tornando a experiência mais sombria, imersiva e perturbadora.</p>



<p>Objetos de cenário também compõem os locais, deixando tudo ainda mais assustador. É uma verdadeira obra de arte, entretanto, as coisas não são perfeitas!</p>



<p>A Unreal Engine 5 é conhecida por dificultar a vida dos desenvolvedores, e em Unfollow isso não seria diferente! Em diversos momentos, o jogo sofre com problemas de desempenho e engasgos, principalmente no PC. Apesar de não ter jogado a versão dos consoles, pude notar problemas durante os momentos de perseguição, ataques do stalker e até áreas da casa que reduziam o FPS bruscamente. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115230218_1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-91755" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115230218_1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115230218_1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115230218_1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115230218_1-1536x864.jpg 1536w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115230218_1-2048x1152.jpg 2048w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115230218_1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115230218_1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/20260115230218_1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">BrokenLore é uma carta de amor para os fãs do terror psicológico. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>O que chama ainda mais a atenção é que os testes foram realizados em uma <strong>RTX 5090</strong>, com todas as configurações no Ultra. A otimização definitivamente não é o ponto forte do game, algo que pode acabar frustrando uma parcela considerável dos jogadores.</p>



<p>Em relação à trilha sonora, o jogo acaba tropeçando em alguns aspectos, com músicas repetitivas e pouco melancólicas, algo que poderia ter sido explorado de forma melhor por se tratar de um terror psicológico. Grande parte da música surge apenas durante a aparição dos inimigos, o que, por outro lado, é uma escolha interessante e pode funcionar muito bem, mantendo os jogadores em alerta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Review de BrokenLore: Unfollow &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p>Como um grande fã de BrokenLore, Unfollow está longe de ser o melhor título da franquia, entretanto, sua gameplay é divertida e os stalkers estão cada vez melhores. Apesar dos problemas de desempenho e uma campanha divertida (mas que não surpreende), esse pode ser o ponto de partida inicial para conhecer os outros jogos, criando uma atmosfera tensa. </p>



<p>Programado para ser lançado em 16 de janeiro de 2026, o jogo se torna uma verdadeira carta de amor para os fãs do gênero de terror psicológico, oferecendo temas pesados, sensíveis, mas que são essenciais para o nosso cotidiano.</p>



<p>Um título obrigatório para os fãs e uma ótima oportunidade para os novatos conhecerem um pouco mais das histórias da Serafini Productions!</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-brokenlore-unfollow-pc/">Review &#8211; BrokenLore: Unfollow (PC)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://republicadg.com.br/review-brokenlore-unfollow-pc/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Review: Yakuza Kiwami 1 e 2 (PS5 Pro)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-yakuza-kiwami-1-e-2-ps5-pro/</link>
					<comments>https://republicadg.com.br/review-yakuza-kiwami-1-e-2-ps5-pro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2026 15:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Ryu Ga Gotoku Studio]]></category>
		<category><![CDATA[Yakuza Kiwami 1]]></category>
		<category><![CDATA[Yakuza Kiwami 2]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=90976</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não é surpresa para ninguém que a franquia Yakuza e seus spin-offs se popularizam no ocidente, principalmente após a chegada de Kiwami, o Remake do primeiro título lançado no PlayStation 2 em 2005. Apesar de ser um título focado no público oriental, sua narrativa e personagens carismáticos fizeram com que novos jogadores tivessem acesso, incluindo [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-yakuza-kiwami-1-e-2-ps5-pro/">Review: Yakuza Kiwami 1 e 2 (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não é surpresa para ninguém que a franquia Yakuza e seus spin-offs se popularizam no ocidente, principalmente após a chegada de Kiwami, o Remake do primeiro título lançado no PlayStation 2 em 2005. Apesar de ser um título focado no público oriental, sua narrativa e personagens carismáticos fizeram com que novos jogadores tivessem acesso, incluindo o ocidente.</p>



<p>Embora <strong><a href="https://republicadg.com.br/review-yakuza-0-directors-cut-ps5-pro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Yakuza 0 Director&#8217;s Cut</a></strong> tenha sido o primeiro título da franquia que finalizei no PlayStation 5, também tive a oportunidade de jogar <strong>Yakuza 1</strong> no PlayStation 2 em meados de 2005. No entanto, na época, não levei a experiência tão a sério, principalmente por conta da barreira linguística, que dificultava a compreensão de diálogos e momentos narrativos que são a essência do game. Por um lado, a SEGA vem acertando ao buscar novos jogadores, optando por relançar os títulos seguindo a ordem cronológica.</p>



<p>A campanha de <strong>Kiwami 1 e 2</strong> não possui a mesma complexidade ou profundidade narrativa de <strong>0 Director’s Cut</strong>, mas cumpre bem seu papel ao introduzir a franquia, apresentar novos personagens e criar um vínculo inicial com o jogador. Não é obrigatório finalizar o Director’s Cut antes, porém, diversas referências e até personagens surgem na trama sem uma contextualização, o que pode acabar afastando quem não está familiarizado com o universo da série.</p>



<p>Com o anúncio e o lançamento do <strong>Nintendo Switch 2</strong>, a Ryu Ga Gotoku Studio e a SEGA entregam um remake impressionante, agora com a adição de legendas em Português do Brasil, tornando a experiência narrativa ainda mais acessível e imersiva para o público.</p>



<p><strong>OBS: Esta análise tem como objetivo priorizar os aspectos técnicos da versão de PlayStation 5. Para uma abordagem mais aprofundada da narrativa de Kiwami 1 e 2, as análises já estão disponíveis no site e podem ser lidas abaixo.</strong></p>



<p><strong>Esta review foi produzida graças a um código de PS5 cedido gentilmente pela <a href="https://www.sega.com/homepage" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SEGA</a>.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Revisitando Kiwami 1</h2>



<p>Se de um lado a narrativa de&nbsp;<em>Yakuza Kiwami</em>&nbsp;é um dos seus pontos mais fortes, de outro, temos o seu mundo aberto e sistema de combate que são aspectos um pouco mais “básicos” do jogo. Sobre o combate, primeiramente, temos um sistema muito inspirado por jogos de beat ‘em ups, onde Kiryu pode desferir combos combinando golpes fracos, golpes fortes, agarrões, golpes especiais, além de armas e objetivos que você pode pegar no cenário para te ajudar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-49-1024x576.png" alt="" class="wp-image-91137" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-49-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-49-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-49-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-49-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-49-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-49-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-49.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Uma narrativa impactante e repleta de reviravoltas. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Embora seja um remake,&nbsp;<em>Yakuza Kiwami</em>&nbsp;traz alguns elementos “antiquados” quando consideramos o ritmo de jogo e, principalmente, o balanceamento e cadenciamento dos combates. É muito comum você passar quase uma hora inteira avançando na narrativa, assistindo cutscenes e não fazendo nada além de andar de um lado para outro na cidade (como curiosidade, o meu Switch 2 chegou a entrar em “modo de economia de energia” em alguns momentos enquanto jogava&nbsp;<em>Yakuza Kiwami</em>, pois fazia tempo demais que eu apertava qualquer botão). Parece então que o jogo repara o que está acontecendo, e decide então te jogar em uma longa arena de lutas, com sequências infindáveis e com alguns picos de dificuldade esquisitos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Confira nossa Review <a href="https://republicadg.com.br/review-yakuza-kiwami-1-switch-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLICANDO AQUI</a>!</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Revisitando Kiwami 2</h2>



<p>Para além das melhorias visuais e mudanças no combate,&nbsp;<em>Yakuza Kiwami 2</em>&nbsp;traz uma narrativa que continua diretamente de onde o primeiro&nbsp;<em>Kiwami&nbsp;</em>parou. Diferente do primeiro jogo, contudo, há uma diferença de foco, já que os novos acontecimentos envolvendo Kiryu e sua trupe parecem (ao menos em um primeiro momento) serem menos “pessoais” do que nos primeiros jogos. Todavia, esse não é um aspecto necessariamente ruim.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-48-1024x576.png" alt="" class="wp-image-91136" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-48-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-48-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-48-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-48-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-48-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-48-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-48.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Kiryu está de volta em Kiwami 2! &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Esse segundo título se foca em um embate direto entre duas facções de cidades distintas. De um lado, temos o Clã Tojo, uma das maiores facções da Yakuza de Kamurocho, representado pelo nosso protagonista Kiryu. De outro, a Aliança Omi de Kansai ergue-se como os principais antagonistas da trama, liderados por Ryuji Goda. À princípio, a trama desse segundo jogo se configura como uma história mais direta e simples envolvendo a luta entre esses dois poderes distintos, mas alguns outros elementos e twists interessantes tornam essa uma narrativa digna dos jogos da série&nbsp;<em>Yakuza.</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Confira nossa Review <a href="https://republicadg.com.br/review-yakuza-kiwami-2-switch-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLICANDO AQUI</a>!</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Novidades de Yakuza Kiwami 1 e 2</h2>



<p>Com foco nos consoles da nova geração, <strong>Yakuza Kiwami 1 e 2</strong> receberam aprimoramentos no <strong>PlayStation 5</strong>, <strong>Xbox Series X|S</strong> e <strong>PC</strong>. Entre as principais melhorias, destacam-se os avanços visuais com <strong>resolução 4K</strong> e <strong>taxa de quadros estável a 60 FPS</strong>, tornando-se assim um dos títulos mais bonitos da série.</p>



<p>Além da resolução, o jogo implementou algumas melhorias adicionais, sendo elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Adição de legendas em Português do Brasil (PT-BR);</li>



<li>Desempenho e Gráficos em 4K 60FPS, mantendo a experiência estável durante toda a gameplay;</li>



<li>Adição de novas músicas como &#8220;Receive You [Reborn]&#8221; e &#8220;Bleed&#8221;;</li>



<li>Texturas e iluminações aprimoradas no Remake.</li>
</ul>



<p>Embora <strong>Kiwami</strong> tenha focado em aprimoramentos gráficos, diferentemente de <strong>0 Director’s Cut</strong>, fica a sensação de que faltaram conteúdos adicionais, especialmente aqueles que foram inseridos de na versão <strong>Director’s Cut</strong> de <em>Yakuza 0</em>.</p>



<p>Isso não o torna menos divertido que seu antecessor, porém a adição de novos conteúdos pela <strong>Ryu Ga Gotoku</strong> poderia enriquecer ainda mais a experiência, oferecendo mais contexto para determinados personagens, seja por meio de flashbacks ou de novas cutscenes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-50-1024x576.png" alt="" class="wp-image-91138" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-50-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-50-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-50-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-50-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-50-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-50-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-50.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O jogo recebeu melhorias gráficas e adição de legendas em PT-BR. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Para os jogadores que já estão familiarizados com a franquia, as semelhanças entre o clássico e o remake são facilmente perceptíveis. Nesta nova versão, os personagens ganham maior destaque na narrativa, o que contribui para uma aproximação mais intensa com o público e favorece a criação de uma conexão emocional entre jogador x personagem.</p>



<p>Apesar dos gráficos e a localização em português se tornarem os principais pontos positivos do jogo, a experiência é prejudicada por diversos problemas técnicos. Há problemas constantes nas legendas, erros de ortografia e até bugs de áudio que, em algumas cutscenes, chegam a comprometer. </p>



<p>As texturas e a iluminação sofreram alterações drásticas, dando um tom mais realista para <strong>Kamurochō</strong>, distrito fictício de <strong>Kabukichō &#8211; Tokyo</strong>, com neon e luzes ao redor dos bares e casas de entretenimento adulto. Felizmente, o jogo retrata muito bem, dando um tom real ao Japão de 1995/2005. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Revisitando um clássico</h2>



<p>Apesar de considerar <strong>Kiwami 1</strong> e <strong>Kiwami 2</strong> inferiores a <em>Yakuza 0 Director’s Cut</em>, é inegável que a construção de seus personagens continua emocionante, especialmente quando jogados nos consoles de nova geração. Ainda assim, nem tudo funciona como deveria. Conforme mencionado anteriormente, o título apresenta pequenos problemas de áudio e sincronização, além de erros de ortografia e trechos sem tradução adequada.</p>



<p>Outro ponto que gerou incômodo entre os jogadores foi o fato de o upgrade para a versão de nova geração ser pago. A decisão causou certa insatisfação, especialmente entre o público da Steam, onde muitos usuários consideraram a atualização desnecessária ou enxergaram as melhorias apenas como um patch que poderia ter sido disponibilizado gratuitamente, sem custos adicionais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-51-1024x576.png" alt="" class="wp-image-91139" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-51-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-51-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-51-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-51-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-51-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-51-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-51.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Yakuza é uma franquia obrigatória para fãs e novatos! &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Por se tratar de um relançamento da versão de PS4 para PS5, o upgrade acaba tendo um custo mais acessível. Ainda assim, a disponibilização de uma atualização gratuita seria extremamente bem-vinda para os jogadores que já possuíam o título. Apesar desse ponto negativo, as legendas cumprem bem o seu papel ao auxiliar quem não domina o inglês, ampliando a acessibilidade e tornando a experiência mais amigável para o público brasileiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Review de Yakuza Kiwami 1 e 2 &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p>Diferentemente de seu antecessor, <strong>Yakuza Kiwami 1 e 2</strong> não trazem novos modos de jogo ou conteúdos secundários capazes de expandir a experiência. Ainda assim, esta continua sendo uma das melhores portas de entrada para a franquia, especialmente pelo esforço da SEGA em tornar o título mais acessível ao público brasileiro por meio de legendas em Português do Brasil.</p>



<p>Com melhorias gráficas expressivas, novos efeitos de iluminação e faixas musicais adicionais, <strong>Yakuza Kiwami 1 e 2</strong> se mostram praticamente obrigatórios para os novatos, elevando ainda mais a imersão em uma narrativa densa e repleta de reviravoltas. Para aqueles que já concluiram o jogo anteriormente, o upgrade se justifica como uma ótima oportunidade de reviver a experiência. Sem dúvidas, a franquia <em>Yakuza</em> e seus spin-offs são indispensáveis para qualquer jogador!</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-yakuza-kiwami-1-e-2-ps5-pro/">Review: Yakuza Kiwami 1 e 2 (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://republicadg.com.br/review-yakuza-kiwami-1-e-2-ps5-pro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Review: Despelote (Switch 2)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-despelote-switch-2/</link>
					<comments>https://republicadg.com.br/review-despelote-switch-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 15:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[despelote]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=90603</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os videogames vão muito além de uma forma de arte. Eles exploram experiências que não podem ser reproduzidas em outras mídias, como o cinema, tornando tudo ainda mais emocionante para quem joga. A sensação de liberdade e de escolha vai além dos jogos baseados em decisões ou múltiplos finais. Com o tempo, eu entendi que [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-despelote-switch-2/">Review: Despelote (Switch 2)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os videogames vão muito além de uma forma de arte. Eles exploram experiências que não podem ser reproduzidas em outras mídias, como o cinema, tornando tudo ainda mais emocionante para quem joga. A sensação de liberdade e de escolha vai além dos jogos baseados em decisões ou múltiplos finais. </p>



<p>Com o tempo, eu entendi que o videogame é muito mais do que uma narrativa bem construída ou uma gameplay fluída como a de <em>The Last of Us Part II</em>, mas um meio capaz de transmitir diretamente ao jogador as emoções. Em <em>Despelote</em>, novo título do estúdio equatoriano liderado por <strong>Julián Cordero</strong> e <strong>Sebastián Valbuena</strong>, essa proposta se mantém viva!</p>



<p>Após jogá-lo pela primeira vez no PlayStation 5, fiquei completamente encantado com sua narrativa emocionante, criando momentos únicos mesmo com apenas 2 horas de duração. Decidi dar uma chance para rejogá-lo no Nintendo Switch 2 e revisitar esse universo brilhante na palma de minhas mãos, e confesso que o resultado me surpreendeu!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Review/Análise de DESPELOTE, uma CARTA DE AMOR ao FUTEBOL" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/QtNCBBSvjU4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Esta review foi produzida graças a um código de Nintendo Switch 2.</strong></p>



<p><strong>Pode ficar tranquilo(a): esta análise é totalmente livre de SPOILERS!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O amor pelo futebol</h2>



<p>Apesar de usar um enquadramento em primeira pessoa, o jogo carrega várias camadas. Em alguns momentos, ele parece uma memória de infância interativa; em outros, funciona como um documentário esportivo misturado com drama social e uma reflexão transparente sobre o processo criativo.</p>



<p>Desde a cena de abertura,&nbsp;<em>Despelote</em>&nbsp;já faz refletir sobre o quanto os jogos de futebol evoluíram desde o início dos anos 2000. Ao final, pode ser difícil não pensar no crescimento do próprio meio dos videogames.</p>



<p>Logo nos primeiros minutos, no entanto, todas essas questões parecem distantes. Você assume o papel de <strong>Julián, um garoto de oito anos</strong> — uma versão levemente fictícia do próprio Cordero brincando com uma cópia de <em>Kick Off</em>, clássico top-down de Dino Dini.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-43-1024x576.png" alt="" class="wp-image-90866" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-43-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-43-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-43-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-43-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-43-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-43-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-43.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A história de um garoto apaixonado pelo futebol. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>A sensação é familiar, mas o controle é diferente: para chutar, é preciso usar o analógico direito, com a opção de recuar e aplicar mais força. Esse detalhe, na verdade, serve como um tutorial disfarçado, preparando o jogador para os momentos em que Julián terá uma bola real nos pés.</p>



<p>O cenário é um pedaço da cidade de Quito, incluindo sua casa, a escola e o Parque La Carolina. Em 2001, o&nbsp;<strong>Equador estava tomado pela febre do futebol</strong>, catalisada por um momento histórico: Agustín “Tin” Delgado, ídolo local, marcou um gol decisivo contra o Peru, deixando a seleção a poucos pontos da classificação inédita para a Copa do Mundo de 2002.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Confira nossa Review completa de Despelote para PS5 <a href="https://republicadg.com.br/review-de-despelote/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLICANDO AQUI</a>!</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Uma partida de futebol na palma das suas mãos</h2>



<p>Despelote é uma experiência incrível para ficar apenas &#8220;nos consoles de mesa&#8221;! Assim como na primeira vez que joguei no PS Portal, dessa vez pude jogar de forma nativa através do Nintendo Switch 2. Com 2 opções disponíveis (Dock ou Handheld), optei por finalizá-lo completamente no modo portátil, tornando a experiência ainda mais divertida e memorável.</p>



<p>Utilizando a Unity Engine, o jogo oferece uma experiência visual com desenhos feitos à mão, reforçando ainda mais seu tom artístico. Além disso, o desempenho se mantém estável durante toda a jogatina, independentemente da forma escolhida para jogar no Nintendo Switch 2. Ao finalizar o game pela segunda vez, notei apenas um pequeno problema de áudio, no qual um trecho específico da narrativa ficou silenciado por alguns segundos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-44-1024x576.png" alt="" class="wp-image-90867" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-44-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-44-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-44-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-44-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-44-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-44-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-44.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Jogue através da Dock ou na palma das mãos! &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>O estilo visual do game pode não agradar a todos, já que aposta em uma paleta de cores mais escura, como tons de vermelho e cores claras para destacar os personagens. Ainda assim, esses elementos se encaixam de forma harmoniosa e com o passar do tempo, é fácil se identificar com as escolhas artísticas dos desenvolvedores.</p>



<p>Em suma, <em>Despelote</em> é uma experiência memorável e nostálgica, que resgata a infância de seu protagonista e apresenta de forma sensível à história de Julián, um garoto apaixonado por futebol e por pequenas lembranças de sua família no passado.</p>



<p>Não há muito mais a acrescentar: se você procura uma experiência sólida, com gameplay responsiva, narrativa imersiva e ótimo desempenho no Switch 2, este é, sem sombra de dúvidas, o jogo ideal para você!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma jornada linear de curta duração</h2>



<p>Apesar de apreciar jogos lineares, de curta duração e com foco narrativo, é impossível não mencionar que <em>Despelote</em> oferece cerca de apenas duas horas de gameplay, sem conteúdos secundários que ampliem sua vida útil. Isso pode ser um ponto negativo para parte do público, mas, na minha concepção, não chega a ser um motivo para deixá-lo de lado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-45-1024x576.png" alt="" class="wp-image-90868" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-45-1024x576.png 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-45-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-45-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-45-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-45-450x253.png 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-45-1200x675.png 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-45.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Despelote é um jogo excelente para um final de semana. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Com uma narrativa curta e objetiva, o jogo apresenta um início, meio e fim bem definidos. Sempre que a experiência é voltada para as partidas de futebol, ambas se mostram divertidas e animadas, graças aos comentários dos personagens, que são carismáticos e contribuem para a jornada na vida de Julián. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Review de Despelote &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p>Divertido, envolvente e emocionante, <em>Despelote</em> é uma verdadeira carta de amor ao futebol, fugindo das fórmulas tradicionais de títulos como <em>FIFA</em> e apostando em uma narrativa mais sensível e imersiva, vivida sob a perspectiva de um garoto de apenas 8 anos. Apesar de ter jogado inicialmente no PS5, a versão de Nintendo Switch se mostra altamente recomendada, já que a experiência no modo portátil adiciona uma camada única de imersão.</p>



<p>O jogo não apresenta problemas de desempenho, afastando qualquer preocupação para quem busca sair do console tradicional e aproveitar uma experiência mais interativa na palma das mãos. Não há muito mais a ser dito além de uma recomendação direta: <em>Despelote</em> é um título que merece ser jogado por todos!</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-despelote-switch-2/">Review: Despelote (Switch 2)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://republicadg.com.br/review-despelote-switch-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Review: Yakuza 0 Director&#8217;s Cut (PS5 Pro)</title>
		<link>https://republicadg.com.br/review-yakuza-0-directors-cut-ps5-pro/</link>
					<comments>https://republicadg.com.br/review-yakuza-0-directors-cut-ps5-pro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[gspetri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 18:38:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Ryu Ga Gotoku Studio]]></category>
		<category><![CDATA[SEGA]]></category>
		<category><![CDATA[Yakuza 0 Director&#039;s Cut]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republicadg.com.br/?p=88583</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lançado originalmente em 2015, Yakuza 0 é um título que pode ter passado batido por muitos jogadores na época de seu lançamento, especialmente pela falta de legendas em Português do Brasil. Eu confesso que levei meses e até mesmo anos para testar um jogo da Ryu Ga Gotoku Studio, mesmo sendo apaixonado pela cultura oriental [...]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-yakuza-0-directors-cut-ps5-pro/">Review: Yakuza 0 Director&#8217;s Cut (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lançado originalmente em 2015, <strong>Yakuza 0</strong> é um título que pode ter passado batido por muitos jogadores na época de seu lançamento, especialmente pela falta de legendas em Português do Brasil. Eu confesso que levei meses e até mesmo anos para testar um jogo da Ryu Ga Gotoku Studio, mesmo sendo apaixonado pela cultura oriental e retornando recentemente do Japão. </p>



<p>Com a chegada do <strong>Nintendo Switch 2</strong>, <a href="https://republicadg.com.br/review-yakuza-0-directors-cut-switch-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Yakuza 0 Director’s Cut</strong> </a>se tornou o primeiro jogo que finalizei no console, e foi ali que percebi que aquele era o momento ideal para finalmente conhecer um pouco mais sobre a franquia. Apesar da exclusividade temporária, a versão de PlayStation 5 e PC não demorou para chegar às lojas digitais, o que só aumentou ainda mais a minha vontade de jogá-lo novamente no console para conquistar a platina e ver o desempenho geral do jogo.</p>



<p>Por se tratar de uma versão intitulada de <strong>Corte do Diretor (Director&#8217;s Cut)</strong>, fica claro que o estúdio decidiu adicionar todo o conteúdo original já lançado desde a versão do PS3/PS4, como a implementação de novos modos extras, melhorias gráficas significativas, novas cenas, efeitos de iluminação e a implementação das legendas em PT-BR. Felizmente, esta é a versão definitiva e obrigatória do game, tratando-se de um dos melhores relançamentos da Ryu Ga Gotoku até hoje.</p>



<p>Mas será que as novas adições são suficientes para fazer os jogadores voltarem à pele de <strong>Kiryu </strong>e <strong>Majima</strong>? Será que esse é um título essencial para quem está chegando agora na franquia? E como está o desempenho do jogo nos consoles? É isso que você irá descobrir em nossa análise! </p>



<p><strong>Esta review foi produzida graças a um código de PlayStation 5 cedido gentilmente pela&nbsp;<a href="https://www.sega.com/homepage" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SEGA</a>.</strong></p>



<p><strong>Pode ficar tranquilo(a): esta análise é totalmente livre de SPOILERS!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Kiryu e Majima estão de volta</h2>



<p>Esta <strong>Review </strong>tem como objetivo destacar as melhorias presentes na versão <strong>Director’s Cut </strong>e analisar o desempenho do jogo no <strong>PlayStation 5</strong>. Portanto, caso você esteja em busca de uma avaliação focada na narrativa e na performance no Nintendo Switch 2, confira o trecho disponível logo abaixo:</p>



<p>A narrativa de <em><strong>Yakuza 0</strong></em> se passa no momento mais antigo na timeline principal de <em><strong>Yakuza</strong></em>, mas ela não apresenta uma única história de origem, mas sim duas histórias únicas. Durante as mais de 30 horas da campanha principal do jogo, o jogador alterna o controle entre os dois protagonistas, <strong>Kiryu </strong>e <strong>Majima</strong>, enquanto acompanha uma narrativa que explora a dualidade de um Japão corrupto que se vê em um momento de decadência e potencial de expansão.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_7ace0e60-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-88664" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_7ace0e60-1-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_7ace0e60-1-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_7ace0e60-1-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_7ace0e60-1-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_7ace0e60-1-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_7ace0e60-1-1200x675.jpg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_7ace0e60-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Kiryu e Majima estão de volta em Yakuza 0: Director&#8217;s Cut. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Nesse sentido, eu já preciso ressaltar desde já: a narrativa de <em>Yakuza 0</em> é, sem sombra de dúvidas, o melhor aspecto do jogo. Como alguém que está iniciando na série <em>Yakuza</em> agora, eu levei um tempo até conhecer e entender a relação entre todos os personagens da trama — nesse sentido, <em>Yakuza 0</em> é um daqueles jogos que leva sua narrativa em “banho maria” —, porém, a partir do momento em que a narrativa engrena, você se vê ansioso para ver o que vai acontecer em seguida. Os personagens são carismáticos, enigmáticos e interessantes (e isso vale até mesmo para os antagonistas), e você rapidamente se vê torcendo por Kiryu e Majima.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Confira nossa Review do Nintendo Switch 2 <a href="https://republicadg.com.br/review-yakuza-0-directors-cut-switch-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLICANDO AQUI!</a></strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Os novos conteúdos de Yakuza 0 Director&#8217;s Cut</h2>



<p>Assim como na versão para Nintendo Switch 2, <strong>Yakuza 0 Director’s Cut</strong> no PlayStation 5 traz os mesmos conteúdos secundários. No entanto, a principal novidade fica por conta das legendas em Português do Brasil, um acréscimo essencial para os jogadores, especialmente considerando a grande quantidade de cutscenes e diálogos presentes ao longo de toda a experiência. </p>



<p>É curioso notar que apenas após muitos anos, os jogos das franquias Yakuza e Like a Dragon passaram a receber legendas, mesmo contando com uma base de fãs no Ocidente. Isso mostra a força da série em nosso território, provando que tudo vai muito além do mercado oriental.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_eba10814-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-88665" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_eba10814-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_eba10814-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_eba10814-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_eba10814-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_eba10814-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_eba10814-1200x675.jpg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_eba10814.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O jogo oferece uma campanha imersiva e novos conteúdos secundários. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>E por falar nos conteúdos secundários do game, podemos aguardar por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Modo Multiplayer Red Light Raid com 60 personagens jogáveis;</strong></li>



<li><strong>Novas cutscenes (conteúdo de aproximadamente 25-30 minutos de duração);</strong></li>



<li><strong>Dublagem oficial em inglês;</strong></li>



<li><strong>Legendas em PT-BR;</strong></li>



<li><strong>Melhorias gráficas com suporte a 60 FPS e resolução 4K;</strong></li>



<li><strong>Nova trilha sonora e faixas licenciadas que foram adicionadas.</strong></li>
</ul>



<p>O Modo Multiplayer Red Light Raid recebeu um grande destaque durante a divulgação de Yakuza 0 Director&#8217;s Cut, mas não entrega uma experiência divertida e pode se tornar cansativa com o passar do tempo.</p>



<p>Um exemplo claro disso é que, para desbloquear novos personagens e evoluir, o jogo exige uma grande quantidade de grinding, o que acaba se tornando cansativo, repetitivo e pouco intuitivo. Além disso, há a possibilidade de enfrentar outros jogadores que estão em níveis muito superiores, o que obriga você a continuar fortalecendo seu personagem constantemente. </p>



<p>A experiência também é algo pouco recompensador, tirando o foco do que realmente importa na campanha principal do game. De qualquer forma, a adição deste modo é válida e pode se tornar algo interessante para o futuro da série, ou quem sabe, até atrair novos jogadores.</p>



<p>Como mencionado anteriormente, as legendas se tornaram algo essencial para a franquia, tendo em vista a quantidade de diálogos e cutscenes presentes ao longo da trama. Durante a campanha, pude notar que algumas legendas estavam com pequenos erros de ortografia ou não estavam traduzidas. Outro ponto que incomoda é que algumas traduções provavelmente não foram revisadas, algo que não deveria ocorrer considerando que essa é a versão definitiva do jogo. Em trechos como a boate e nos minigames, por exemplo, esses erros são persistentes, criando uma interpretação errada de algumas frases ou traduções inacabadas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.35_2113f321-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-88666" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.35_2113f321-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.35_2113f321-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.35_2113f321-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.35_2113f321-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.35_2113f321-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.35_2113f321-1200x675.jpg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.35_2113f321.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Passeie por Kamurocho (Kabukicho &#8211; Tokyo) e Sotenbori (Dotonbori &#8211; Osaka). &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Mesmo com a existência de diversos spin-offs ao longo dos anos, <strong>Yakuza 0</strong> permanece um prequel essencial, sendo praticamente obrigatório para quem deseja conhecer a franquia e entender como tudo começou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aspectos técnicos</h2>



<p>As novas cutscenes são um espetáculo à parte! Mesmo não sendo oficialmente considerado como uma remasterização, podemos notar diversos aspectos que o &#8220;tornam um Remaster&#8221;. <strong>Yakuza 0 Director’s Cut</strong> recebeu melhorias significativas de desempenho, tempos de carregamento mais rápidos e <strong>suporte à resolução 4K</strong>, mantendo <strong>60 FPS estáveis</strong> ao longo de toda a gameplay.</p>



<p>Composta por <strong>Hidenori Shoji</strong>, a trilha sonora é acompanhada de efeitos sonoros marcantes e se destaca em inúmeros momentos da experiência, desde o menu inicial, que traz uma cutscene repleta de trechos emblemáticos do jogo, até os instantes mais descontraídos de <strong>Kiryu e Majima</strong> nas sessões de karaokê.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_8c4c0c2e-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-88667" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_8c4c0c2e-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_8c4c0c2e-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_8c4c0c2e-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_8c4c0c2e-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_8c4c0c2e-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_8c4c0c2e-1200x675.jpg 1200w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-16-at-18.49.34_8c4c0c2e.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Viva uma experiência única em um mundo controlado pela máfia japonesa. &#8211; Foto por Gabriel Petri (gspetri)</figcaption></figure>



<p>Em relação ao combate, é perceptível que o tempo e a engine não acompanharam a evolução, resultando em um sistema que pode parecer <strong>datado</strong>. Ainda assim, o combate está longe de ser ruim, o jogo oferece diversas opções na árvore de habilidades e <strong>três estilos de luta distintos para cada personagem</strong>. Isso amplia consideravelmente a variedade durante as batalhas. </p>



<p>Com o passar do tempo, essa diversidade pode se tornar maçante, especialmente devido à <strong>grande quantidade de inimigos</strong> e ao <strong>alto volume de HP de alguns chefes</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Review de Yakuza 0 Director&#8217;s Cut &#8211; Vale a Pena?</h2>



<p>É impossível não recomendar <strong>Yakuza 0 Director’s Cut</strong> tanto para novos jogadores quanto para aqueles que já tiveram contato com o título anteriormente. As novidades são essenciais, especialmente para quem sempre teve interesse em jogar, mas sofria com a ausência de legendas.</p>



<p>Embora o conteúdo secundário <strong>Red Light Raid</strong> acabe se tornando enjoativo e pouco recompensador, as melhorias gráficas, a tão aguardada localização em Português do Brasil, que, apesar de apresentar diversos erros, é essencial para contextualizar a narrativa e a adição de novas cutscenes, transformam o jogo em uma experiência mais completa, capaz de ultrapassar facilmente as 40 horas de duração.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br/review-yakuza-0-directors-cut-ps5-pro/">Review: Yakuza 0 Director&#8217;s Cut (PS5 Pro)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://republicadg.com.br">República DG | O seu lugar favorito na Internet</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://republicadg.com.br/review-yakuza-0-directors-cut-ps5-pro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
