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	<title>jogos esquecidos Archives - República DG | O seu lugar favorito na Internet</title>
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	<description>República DG &#124; Notícias, guias, dicas, opiniões e análises sobre entretenimento e tecnologia</description>
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		<title>Excelentes franquias de jogos que morreram no PlayStation 2 e deixaram saudades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sherman Castelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de PlayStation 2]]></category>
		<category><![CDATA[jogos esquecidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você vai se surpreender com essas 8 franquias de jogos que morreram no PlayStation 2 e sumiram do mapa, mas mereciam retornar aos holofotes.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O PlayStation 2 marcou uma das épocas mais ricas e diversificadas da história dos videogames. Durante seus anos de ouro, várias franquias de jogos que morreram no PlayStation 2 conquistaram o público, apresentando propostas inovadoras e, muitas vezes, arriscadas.</p>



<ul>
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</ul>



<p>No entanto, por diferentes razões, algumas dessas séries não sobreviveram à transição para as gerações seguintes, deixando um vazio no coração dos fãs.</p>



<p>Apesar de algumas dessas franquias ainda receberem ports ou remasterizações, a falta de continuações ou reboots as coloca na lista de séries que, na prática, morreram com o PS2. Entretanto, nem tudo está perdido, já que casos como o retorno de <em><a href="https://republicadg.com.br/primeiras-impressoes-onimusha-way-of-the-sword-promete-ser-um-dos-melhores-jogos-de-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Onimusha</a></em> em 2026 reacendem a esperança de que outras franquias possam ressurgir futuramente.</p>



<h2 class="has-text-align-center" style="font-style:normal;font-weight:100">Bloody Roar: A selvageria que se apagou</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Blood-Roar-1024x576.jpg" alt="Blood Roar é uma das franquias de jogos que morreram no PlayStation 2" class="wp-image-71841" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Blood-Roar-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Blood-Roar-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Blood-Roar-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Blood-Roar-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Blood-Roar-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Blood-Roar.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução: Hudson Soft</figcaption></figure>



<p><em>Bloody Roar</em> surgiu nos fliperamas em 1997 e logo foi adaptado para o PS1 no ano seguinte. Sua proposta chamava atenção: lutadores que podiam se transformar em animais durante os combates, criando batalhas dinâmicas e imprevisíveis. </p>



<p>Entretanto, o ápice da franquia foi <em>Bloody Roar 4</em>, lançado exclusivamente para PS2 em 2003. Desde então, a série não recebeu novas versões relevantes nem ports para os consoles modernos. Assim, mesmo com um conceito original, <em>Bloody Roar</em> acabou se tornando mais uma das franquias de jogos que morreram no PlayStation 2.</p>



<h2 class="has-text-align-center" style="font-style:normal;font-weight:100">Dark Cloud: Construção e exploração que fazem falta</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dark-Cloud-1024x576.jpg" alt="Dark Cloud é uma das franquias de jogos que morreram no PlayStation 2" class="wp-image-71843" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dark-Cloud-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dark-Cloud-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dark-Cloud-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dark-Cloud-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dark-Cloud-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dark-Cloud.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução: Level-5</figcaption></figure>



<p>Lançado em 2001, <em>Dark Cloud</em> destacou-se ao combinar exploração de masmorras com construção de cidades, criando uma experiência híbrida de RPG e simulação. Sua sequência, <em>Dark Cloud 2</em>, lançada em 2003, ampliou ainda mais as mecânicas e conquistou muitos fãs. </p>



<p>No entanto, apesar do sucesso e dos pedidos constantes por uma continuação, a desenvolvedora Level-5 nunca lançou um terceiro jogo. Embora existam ports para o PS4, a franquia permanece congelada, tornando-se mais um exemplo de franquias de jogos que morreram no PlayStation 2.</p>



<h2 class="has-text-align-center" style="font-style:normal;font-weight:100">Final Fight: O retorno que não vingou</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Final-Fight-2-819x1024.jpg" alt="Final Fight é uma das franquias de jogos que morreram no PlayStation 2" class="wp-image-71845" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Final-Fight-2-819x1024.jpg 819w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Final-Fight-2-240x300.jpg 240w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Final-Fight-2-768x960.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Final-Fight-2-150x188.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Final-Fight-2-450x563.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Final-Fight-2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução:Capcom</figcaption></figure>



<p><em>Final Fight</em> foi um clássico dos arcades, tendo enorme sucesso nos anos 90. Buscando reviver a franquia, a Capcom lançou <em>Final Fight: Streetwise</em> em 2006 para PS2 e Xbox. Entretanto, a tentativa não agradou ao público e à crítica, afundando rapidamente qualquer possibilidade de novas continuações. </p>



<p>Ainda que alguns personagens de <em>Final Fight</em> continuem aparecendo em jogos como <em>Street Fighter</em>, a franquia principal permanece inativa.</p>



<h2 class="has-text-align-center" style="font-style:normal;font-weight:100">Jak &amp; Daxter: A dupla que perdeu o protagonismo</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/JakDaxter-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-71846" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/JakDaxter-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/JakDaxter-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/JakDaxter-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/JakDaxter-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/JakDaxter-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/JakDaxter.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução: Jak &amp; Daxter | Eco-mmunity</figcaption></figure>



<p>Quando <em>Jak &amp; Daxter: The Precursor Legacy</em> foi lançado em 2001, a Naughty Dog mostrou todo seu talento em criar aventuras cativantes. A série rendeu vários jogos, incluindo <em>Jak II</em>, <em>Jak 3</em> e o spin-off <em>Daxter</em>. O último título, <em>Jak &amp; Daxter: The Lost Frontier</em>, saiu em 2009 para PS2 e PSP, mas desde então não houve novas produções focadas na dupla. Apesar de aparecerem em coletâneas e participações especiais, não houve um verdadeiro retorno. Assim, essa querida dupla se junta às franquias de jogos que morreram no PlayStation 2.</p>



<h2 class="has-text-align-center" style="font-style:normal;font-weight:100">Manhunt: Polêmico e esquecido</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Manhunt-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-71847" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Manhunt-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Manhunt-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Manhunt-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Manhunt-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Manhunt-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Manhunt.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução: Rockstar Games</figcaption></figure>



<p>A Rockstar chocou o mundo com <em>Manhunt</em>, um jogo centrado na violência extrema e ambientado em um universo sombrio de snuff movies. Lançado para PS2, o jogo gerou debates acalorados. Sua sequência, <em>Manhunt 2</em>, chegou em 2007, também cercada de controvérsias. </p>



<p>No entanto, as polêmicas acabaram enterrando a franquia, que nunca mais recebeu novos capítulos. Apesar do impacto cultural, <em>Manhunt</em> hoje é apenas mais uma das franquias de jogos que morreram no PlayStation 2.</p>



<h2 class="has-text-align-center" style="font-style:normal;font-weight:100">Shadow Hearts: História alternativa esquecida</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Shadow-Hearts-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-71848" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Shadow-Hearts-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Shadow-Hearts-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Shadow-Hearts-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Shadow-Hearts-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Shadow-Hearts-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Shadow-Hearts.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução: Sacnoth</figcaption></figure>



<p>Lançado em 2001, <em>Shadow Hearts</em> destacou-se por sua visão alternativa e sombria da história mundial, misturando elementos sobrenaturais com eventos históricos reais. Com mais três títulos, incluindo <em>Shadow Hearts: From the New World</em>, de 2006, a série construiu uma base de fãs apaixonada. No entanto, sem novos lançamentos ou adaptações modernas, <em>Shadow Hearts</em> permanece inacessível para as novas gerações.</p>



<h2 class="has-text-align-center" style="font-style:normal;font-weight:100">Xenosaga: Grandes planos frustrados</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Xenosaga-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-71849" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Xenosaga-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Xenosaga-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Xenosaga-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Xenosaga-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Xenosaga-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Xenosaga.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução: Namco</figcaption></figure>



<p><em>Xenosaga</em> começou com ambições grandiosas: originalmente planejada para ter seis episódios. No entanto, a franquia foi reduzida a uma trilogia completa no PS2, encerrando-se em 2006 com <em>Xenosaga Episode III: Also Sprach Zarathustra</em>. </p>



<p>Embora tenha recebido algumas adaptações paralelas, a história principal nunca foi continuada. A desenvolvedora Monolith Soft encontrou sucesso com a série <em>Xenoblade Chronicles</em>, mas os fãs de <em>Xenosaga</em> ainda aguardam um retorno.</p>



<h2 class="has-text-align-center" style="font-style:normal;font-weight:100">Zone of the Enders: O voo interrompido dos mechas</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Zone-of-Enders-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-71850" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Zone-of-Enders-1024x576.jpg 1024w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Zone-of-Enders-300x169.jpg 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Zone-of-Enders-768x432.jpg 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Zone-of-Enders-150x84.jpg 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Zone-of-Enders-450x253.jpg 450w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Zone-of-Enders.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução: Konami</figcaption></figure>



<p>Produzido por Hideo Kojima, <em>Zone of the Enders</em> chamou atenção em 2001 com seu combate ágil de mechas e pela presença de uma demo de <em>Metal Gear Solid 2</em>, que impulsionou suas vendas iniciais. A sequência, <em>The 2nd Runner</em>, chegou em 2003 e consolidou a franquia. Houve ainda um RPG tático para GBA, mas o projeto de um terceiro jogo foi cancelado. Mesmo com remasterizações em HD e suporte a VR, <em>Zone of the Enders</em> nunca ganhou o tão aguardado terceiro capítulo, consolidando-se como uma das franquias de jogos que morreram no PlayStation 2.</p>



<h3>O legado das franquias esquecidas do PS2</h3>



<p>Portanto, mesmo com o imenso sucesso do PS2, muitas franquias de jogos que morreram no PlayStation 2 não conseguiram atravessar gerações. Seja por decisões comerciais, recepção do público ou mudanças na indústria, essas séries ficaram marcadas na memória dos jogadores, mas nunca receberam o retorno que mereciam. </p>



<p>Entretanto, como vimos no recente retorno de <em>Onimusha</em>, sempre existe a possibilidade de que algumas dessas sagas possam surpreender com um renascimento inesperado. Até lá, seguimos celebrando seu legado como parte essencial da era de ouro do PlayStation 2.</p>



<p><strong>Quais destas franquias esquecidas você gostaria que retornasse? Conta pra gente nos comentários!</strong></p>
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		<title>10 jogos esquecidos que fazem parte das maiores franquias dos games</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eric Bortoleto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 09:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[jogos esquecidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem todo jogo de uma franquia conhecida alcança o sucesso dos principais títulos. Com o passar dos anos, algumas produções acabaram caindo no esquecimento — seja por mudanças no estilo, gráficos ultrapassados ou porque foram lançadas em plataformas menos populares. Pensando em comprar jogos digitais? Aproveite o para comprar giftcard&#160;nesse link. A Hype Games, nossa [...]</p>
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<p>Nem todo jogo de uma franquia conhecida alcança o sucesso dos principais títulos. Com o passar dos anos, algumas produções acabaram caindo no esquecimento — seja por mudanças no estilo, gráficos ultrapassados ou porque foram lançadas em plataformas menos populares.</p>



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<p>Apesar disso, esses jogos ainda fazem parte do universo de grandes sagas que marcaram gerações. Em muitos casos, passaram despercebidos pelo público, enquanto outros nunca chegaram a conquistar a atenção dos próprios fãs.</p>



<p>Por isso, é fácil esquecer que essas obras existem — e mais ainda ignorar que, mesmo com pouco reconhecimento, elas ajudaram a moldar as franquias como conhecemos hoje.</p>



<ul>
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<p>Neste artigo, você vai relembrar (ou descobrir pela primeira vez) 10 jogos esquecidos que fazem parte de séries consagradas no mundo dos games. Vamos explorar o contexto de cada um, o estilo de gameplay e onde é possível jogar atualmente — seja no PC, consoles da nova geração ou até no celular.</p>



<h2>The Legend of Zelda: The Minish Cap (2004)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-21.png" alt="" class="wp-image-69100" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-21.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-21-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-21-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-21-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-21-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Lançado em 2004, The Minish Cap é um dos títulos mais esquecidos da franquia The Legend of Lançado em 2004, The Minish Cap é um dos títulos mais esquecidos da franquia The Legend of Zelda. Exclusivo do Game Boy Advance, o jogo não tem ligações diretas com os outros capítulos da série — e talvez por isso tenha passado despercebido por muitos fãs.</p>



<p>Com visual colorido e estilo que lembra A Link to the Past, o game traz gráficos mais refinados e uma proposta bem criativa. Aqui, Link encontra um chapéu falante que permite encolher de tamanho, explorando cenários minúsculos como tocas e formigueiros. Essa mecânica dá um charme especial à aventura e torna a exploração ainda mais divertida.</p>



<h2>Fallout Shelter (2015)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-1-4.png" alt="" class="wp-image-69101" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-1-4.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-1-4-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-1-4-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-1-4-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-1-4-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Fallout Shelter é um dos jogos mais diferentes da série Fallout. Lançado em 2015 pela Bethesda, em parceria com a Behaviour Interactive, o game deixa de lado o mundo aberto pós-apocalíptico e, em vez disso, aposta em uma experiência voltada para a gestão.</p>



<p>Dessa vez, você é o responsável por comandar um abrigo nuclear. Sua missão? Manter os moradores vivos, felizes e seguros. Para alcançar esse objetivo, é preciso administrar recursos, expandir instalações, treinar habitantes, combater ameaças e enviar equipes para explorar o mundo exterior.</p>



<p>Além disso, uma das maiores vantagens é que ele é totalmente gratuito. Está disponível para Android, iPhone (iOS), PC e até no Xbox e Nintendo Switch, o que o torna uma ótima porta de entrada para o mundo de Fallout — ou simplesmente uma boa opção para quem quer jogar algo rápido e estratégico.</p>



<h2>Aliens: Dark Descent (2023)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-2-4.png" alt="" class="wp-image-69102" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-2-4.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-2-4-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-2-4-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-2-4-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-2-4-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>A franquia Alien é conhecida pelo terror e pela tensão, especialmente com o sucesso de Alien: Isolation. No entanto, Aliens: Dark Descent, lançado em 2023, oferece uma proposta diferente e envolvente: ação estratégica em tempo real.</p>



<p>Neste jogo, o jogador assume o comando de um esquadrão de fuzileiros navais em plena missão de sobrevivência contra Xenomorfos. Cada unidade do time tem funções específicas, como atiradores de elite, técnicos e médicos, e cabe a você usar cada uma de forma tática para conter a ameaça alienígena na hostil Lua de Lethe.</p>



<p>O gameplay exige planejamento, movimentação cuidadosa e decisões rápidas — tudo isso mantendo o clima tenso característico da franquia. É uma experiência ideal para quem prefere estratégia em vez de sustos.</p>



<h2>Lara Croft Go (2015)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-3-4.png" alt="" class="wp-image-69103" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-3-4.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-3-4-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-3-4-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-3-4-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-3-4-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Lara Croft Go, lançado em 2015, é uma mudança total no estilo da clássica franquia Tomb Raider. Em vez da tradicional ação em 3D, o jogo aposta em uma experiência mais calma e estratégica, com visão isométrica e jogabilidade por turnos.</p>



<p>Inspirado em Hitman Go, o título também foi desenvolvido pela Square Enix e transforma a exploração em um desafio de lógica. No controle de Lara, você deve resolver quebra-cabeças enquanto atravessa ruínas antigas, enfrenta armadilhas e evita inimigos como cobras e até dragões gigantes.</p>



<p>Ao longo da aventura, a protagonista investiga o mito da Rainha de Veneno, tudo com um visual artístico minimalista e uma trilha sonora imersiva.</p>



<h2>Silent Hill 4: The Room (2004)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-4-4.png" alt="" class="wp-image-69104" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-4-4.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-4-4-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-4-4-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-4-4-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-4-4-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Lançado em 2004, Silent Hill 4: The Room é um dos jogos mais diferentes — e esquecidos — da clássica franquia de terror psicológico. Ao invés da tradicional cidade envolta em névoa, o game começa dentro do apartamento 302, em Ashfield, onde Henry Townshend descobre um misterioso buraco no banheiro.</p>



<p>Esse portal leva o protagonista a mundos paralelos sombrios e cheios de monstros. Para sobreviver, é preciso explorar os cenários, resolver enigmas, encontrar itens-chave e descobrir os segredos por trás de um serial killer que age além do tempo.</p>



<p>Com mais foco na ação e até momentos em primeira pessoa, Silent Hill 4 divide opiniões, mas é uma experiência única dentro da série. Foi o último jogo desenvolvido pelo Team Silent, equipe original responsável pelos primeiros títulos da franquia.</p>



<h2>Need for Speed: Payback (2017)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-5-5.png" alt="" class="wp-image-69105" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-5-5.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-5-5-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-5-5-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-5-5-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-5-5-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Need for Speed: Payback, lançado em 2017, é um jogo de corrida com cara de filme de ação. Claramente inspirado em Velozes &amp; Furiosos, o game aposta em assaltos espetaculares, perseguições cinematográficas e muita adrenalina ao volante.</p>



<p>Apesar do visual impactante, o jogo foi criticado no lançamento por alguns pontos polêmicos, como o sistema de melhorias baseado em sorte (RNG), microtransações e uma IA inconsistente. Além disso, muitos sentiram falta de perseguições policiais mais intensas e missões variadas.</p>



<p>Com o tempo, a desenvolvedora Ghost Games corrigiu diversos problemas, lançou atualizações e melhorou a experiência geral. Hoje, Payback se tornou uma alternativa interessante para quem curte Forza, Gran Turismo ou The Crew, mas quer algo mais voltado para a ação e história.</p>



<h2>Assassin’s Creed: Rogue (2014)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-6-4.png" alt="" class="wp-image-69106" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-6-4.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-6-4-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-6-4-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-6-4-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-6-4-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Assassin’s Creed: Rogue, lançado em 2014, é um dos títulos mais subestimados da franquia. Ele chegou no mesmo dia que Assassin’s Creed: Unity, exclusivo para nova geração, o que fez muita gente ignorar esse capítulo — mesmo sendo um dos mais interessantes.</p>



<p>Neste jogo, você controla Shay Patrick Cormac, um ex-assassino que, após uma tragédia, muda de lado e passa a caçar seus antigos aliados. A mudança de perspectiva oferece uma visão única sobre a eterna luta entre assassinos e templários.</p>



<p>A história se passa no século XVIII, durante a Guerra Franco-Indígena, e traz ambientes variados, incluindo regiões geladas e cidades costeiras. Além disso, o gameplay mantém as missões navais de Black Flag, com batalhas marítimas e exploração de navios — um dos pontos altos do jogo.</p>



<h2>God of War: Ascension (2013)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-7-4.png" alt="" class="wp-image-69107" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-7-4.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-7-4-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-7-4-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-7-4-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-7-4-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Lançado em 2013 para PS3, God of War: Ascension é um dos capítulos menos lembrados da saga. Apesar disso, ele marca o ponto de partida na história de Kratos, antes mesmo dos eventos do primeiro God of War, lançado em 2005.</p>



<p>Neste prelúdio, o guerreiro espartano enfrenta as Fúrias após romper seu pacto com Ares, dando início à sua jornada de vingança. A trama foca nos conflitos internos de Kratos, ainda atormentado pelas manipulações dos deuses do Olimpo.</p>



<p>O jogo mantém o estilo de ação hack and slash clássico dos títulos anteriores, com combates brutais, quebra-cabeças e cenários mitológicos. Porém, na época do lançamento, recebeu críticas por repetir fórmulas já desgastadas e por apresentar uma narrativa menos impactante.</p>



<h2>Red Dead Revolver (2004)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-8-4.png" alt="" class="wp-image-69108" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-8-4.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-8-4-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-8-4-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-8-4-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-8-4-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Antes do sucesso estrondoso de Red Dead Redemption e sua sequência, a franquia começou de forma bem diferente, com Red Dead Revolver, lançado em 2004 para PS2 e Xbox.</p>



<p>O jogo tem uma pegada clássica de faroeste, com tiroteios intensos em terceira pessoa e uma história de vingança. Red Harlow, o protagonista, busca justiça após ver seus pais serem assassinados, embarcando em uma jornada cheia de duelos e criminosos.</p>



<p>Ao contrário dos sucessores, Red Dead Revolver possui uma estrutura mais linear, dividida por fases, sem o mundo aberto e a liberdade vistos em Red Dead Redemption. Apesar disso, o game traz o DNA da Rockstar com combates marcantes e muito estilo western.</p>



<h2>GTA: Chinatown Wars (2009)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-9-4.png" alt="" class="wp-image-69109" srcset="https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-9-4.png 1000w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-9-4-300x169.png 300w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-9-4-768x432.png 768w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-9-4-150x84.png 150w, https://republicadg.com.br/wp-content/uploads/2025/05/i.s3.glbimg-9-4-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>GTA: Chinatown Wars é um dos jogos menos lembrados da franquia Grand Theft Auto, mesmo trazendo ideias ousadas para a série. Lançado em 2009 para PSP e Nintendo DS, ele retornou à clássica Liberty City, mas com uma pegada diferente.</p>



<p>No comando de Huang Lee, um jovem envolvido com a máfia chinesa, o jogador embarca em uma história de vingança e disputas familiares. O visual isométrico lembra os primeiros GTA, mas com gráficos melhorados e jogabilidade adaptada para dispositivos portáteis.</p>



<p>Entre os destaques do game estão mecânicas de toque e um sistema polêmico de tráfico de drogas, que adicionava estratégia e risco à jogatina. Mesmo com essas inovações, o jogo ficou limitado aos portáteis da época e acabou passando despercebido por muitos fãs da série.</p>
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