A República DG reuniu um ranking completo com os 10 jogos da franquia God of War, organizados do pior ao melhor na Metacritic com base na recepção da crítica e no impacto de cada título na série. Além disso, a lista ajuda a entender como a saga evoluiu ao longo dos anos.
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Desenvolvida pelo Santa Monica Studio, a franquia se tornou referência no mundo dos games, principalmente por entregar combates intensos, narrativa cinematográfica e uma evolução marcante de Kratos.
Por isso, este ranking destaca os jogos que mais se sobressaem dentro da série, mostrando de forma clara quais títulos realmente deixaram sua marca na história dos videogames.
God of War 1 [94]

O primeiro capítulo da franquia God of War apresenta a jornada de vingança de Kratos, um guerreiro marcado por um passado violento e atormentado por suas próprias escolhas. Em busca de redenção, ele aceita servir aos deuses do Olimpo, até receber a missão de derrotar Ares, o Deus da Guerra. Ao longo da história, a busca pela Caixa de Pandora se torna essencial, já que o artefato é a única forma de conceder a um mortal o poder necessário para enfrentar uma divindade, enquanto Kratos encara também o peso de ter destruído sua própria família.
No gameplay, o título ajudou a definir o gênero hack and slash nos anos 2000, trazendo combates rápidos, combos intensos e finalizações extremamente brutais. Além disso, o jogo combina exploração em plataformas com quebra-cabeças que exigem atenção do jogador. Na época, os gráficos chamaram atenção pela qualidade no PlayStation 2, tornando o game um marco técnico. Atualmente, o título não está disponível de forma nativa nos consoles modernos.
God of War (2018) [94]

Em God of War (2018), Kratos abandona a mitologia grega e inicia uma nova vida no mundo nórdico, tentando controlar seu passado enquanto cria seu filho, Atreus. Nesse novo cenário, a história acompanha a jornada dos dois até o ponto mais alto dos nove reinos, onde precisam espalhar as cinzas de Faye, esposa de Kratos. No entanto, o caminho acaba se tornando muito mais perigoso do que o esperado, já que eles chamam a atenção de deuses e criaturas poderosas.
Além disso, o jogo se destaca pelo salto visual, com cenários detalhados e uma ambientação muito mais realista e imersiva. Em comparação com os títulos anteriores da saga, o combate também muda de forma significativa, ficando mais estratégico e menos acelerado. Outro destaque importante é o Machado Leviatã, nova arma de Kratos, que traz variedade às lutas, junto da participação ativa de Atreus, que auxilia em combate e exploração.
God of War: Ragnarok [94]

Em God of War Ragnarök, a história continua após os eventos de 2018, durante o Fimbulwinter, período que antecede o Ragnarok. Dessa vez, Kratos e Atreus precisam viajar pelos nove reinos em busca de aliados para enfrentar a ameaça de Odin, que tenta manipular Atreus para atingir seus próprios objetivos. Ao longo da jornada, novos perigos surgem, incluindo confrontos com deuses poderosos como Heimdall.
Além disso, o jogo amplia tudo o que já funcionava no título anterior. O combate foi refinado, trazendo mais fluidez e novas habilidades para os personagens. Da mesma forma, o arsenal foi expandido com a chegada da Lança Draupnir, que adiciona mais variedade às batalhas. Em determinados momentos da campanha, o jogador também assume o controle de Atreus, o que traz novas perspectivas para a narrativa. No geral, o game mantém a identidade da franquia enquanto evolui seus principais sistemas.
God of War 2 [93]

Em God of War II, a trama continua com Kratos já no posto de Deus da Guerra. No entanto, ele é traído por Zeus e morto em batalha. Após ser salvo por Gaia no Submundo, o espartano inicia uma nova jornada rumo à Ilha da Criação. Lá, ele busca as Irmãs do Destino para tentar alterar o passado e evitar sua morte. Ao mesmo tempo, planeja sua vingança contra o rei do Olimpo. Nesse caminho, enfrenta inimigos poderosos e chefes marcantes da mitologia.
Na época do lançamento, o jogo chamou atenção por ser um dos mais impressionantes do PlayStation 2 em termos visuais. Os cenários eram mais detalhados e os personagens tinham maior riqueza de animação. Além disso, o sistema de combate evoluiu bastante, ficando mais fluido e ganhando novos combos. Isso deixou as batalhas mais dinâmicas e intensas. Hoje, o título não possui versão nativa nos consoles atuais.
God of War 3 [92]

Em God of War III, a história chega ao seu desfecho na saga grega, com Kratos unindo forças aos Titãs em uma ofensiva contra o Monte Olimpo para finalmente derrotar Zeus. No entanto, o plano não sai como esperado, já que Kratos é traído durante a escalada do conflito e acaba caindo no Submundo. A partir daí, ele precisa enfrentar criaturas mitológicas e deuses poderosos para retornar ao Olimpo e concluir sua vingança.
O jogo se destaca por sequências de ação marcantes e batalhas épicas, como o confronto contra Poseidon logo no início, além de embates memoráveis contra Hércules, Hades e o confronto final com Zeus. Além disso, a ambientação grandiosa contribui diretamente para a imersão, reforçando o tom épico da jornada. Atualmente, o título está disponível em versão remasterizada para consoles modernos, permitindo revisitar essa conclusão da saga grega com melhorias visuais.
God of War: Chains of Olympus [91]

Em God of War: Chains of Olympus, a história se passa antes dos principais eventos da saga grega, quando Kratos ainda servia aos deuses do Olimpo. No início, ele é enviado para defender a cidade de Ática, mas logo descobre uma ameaça maior que mergulha o mundo na escuridão. A missão evolui e passa a envolver uma jornada pelo Submundo, com o objetivo de restaurar a luz do sol e impedir o avanço do caos.
Ao longo da trama, Kratos também enfrenta um forte conflito emocional. Ele precisa escolher entre abrir mão de seus poderes para viver com sua filha ou fazer um sacrifício maior para salvar a humanidade dos planos de Perséfone. Além disso, o jogo leva a clássica jogabilidade da franquia ao PSP, mantendo combates intensos e uma narrativa consistente. Por fim, mesmo em um console portátil, o título impressionou pelos gráficos e pela qualidade técnica na época.
God of War: Ragnarok – Valhalla [88]

Em God of War Ragnarök: Valhalla, a narrativa funciona como um epílogo da saga nórdica e acompanha Kratos após os eventos principais de Ragnarök. Ao chegar a Valhalla, o guerreiro é colocado diante de uma jornada interna intensa, onde precisa reviver lembranças do passado e enfrentar ecos de antigos inimigos, incluindo figuras ligadas ao seu tempo na Grécia. Nesse processo, ele também encara versões de si mesmo, o que o obriga a refletir sobre suas escolhas e buscar aceitação.
Além disso, a expansão traz uma abordagem diferente para a franquia ao adotar elementos de roguelite, fazendo com que cada tentativa apresente caminhos e desafios variados. Dessa forma, o jogador precisa adaptar estratégias constantemente, escolhendo melhorias para armas e atributos ao longo das runs. Para acessar o conteúdo, é necessário concluir a campanha principal de God of War: Ragnarök.
God of War: Ghost of Sparta [86]

Em God of War: Ghost of Sparta, a narrativa mostra um lado mais pessoal de Kratos e se passa entre o primeiro e o segundo jogo da saga grega. Ainda atormentado por memórias do passado, o espartano segue rumo a Atlântida para descobrir a verdade sobre seu irmão Deimos, que foi sequestrado pelos deuses ainda na infância. Durante essa jornada, ele reencontra sua mãe e tenta, a qualquer custo, salvar o irmão perdido.
Além disso, o jogo melhora o sistema de combate e adiciona mecânicas mais agressivas. Agora é possível derrubar inimigos no chão e usar a Lança e o Escudo de Esparta com mais eficiência. Outro destaque é o Fogo de Thera, que aumenta o impacto dos ataques e ajuda a quebrar defesas inimigas. Por fim, o título foi lançado para PSP e não possui versão oficial disponível nos consoles atuais.
God of War: Ascension [80]

Em God of War: Ascension, a história se passa no início da cronologia da franquia, logo após Kratos ser enganado por Ares e acabar responsável pela morte de sua própria família. Quebrando seu juramento de sangue, ele passa a ser condenado e aprisionado em uma prisão eterna, onde sofre nas mãos das Fúrias. Nesse cenário, o espartano encontra ajuda em Orkos e inicia uma luta intensa para se libertar do controle do Deus da Guerra.
Além disso, o jogo traz uma evolução no sistema de combate, deixando as batalhas mais técnicas e variadas. O jogador pode desarmar inimigos, aplicar encantamentos elementais nas Lâminas do Caos e usar amuletos capazes de manipular o tempo e reconstruir partes do cenário. Por fim, o título aproveita bem o potencial do PlayStation 3, entregando gráficos detalhados e animações fluidas para a época.
God of War Sons of Sparta [65]

Em God of War: Sons of Sparta, a história volta aos primeiros anos de Kratos antes de ele se tornar o Deus da Guerra. Nesse período, o foco está em seu treinamento espartano ao lado do irmão, mostrando como a disciplina e a honra moldaram sua formação. Tudo começa quando um aliado desaparece, levando a dupla a embarcar em uma missão de resgate que reforça o laço entre eles e coloca o dever acima de qualquer outra coisa.
Diferente dos outros jogos da franquia, este título aposta em uma proposta mais retrô, com visual em 2D e estilo pixel art. Além disso, o combate também foge do padrão tradicional, trazendo a lança espartana como arma principal em vez das clássicas Lâminas do Caos ou do Machado Leviatã. Por fim, o game apresenta uma abordagem mais simples, mas ainda ligada ao universo da saga.
