A biblioteca do PS 2 é um verdadeiro oceano de possibilidades, mas, em meio a tantos títulos, alguns se destacaram por uma razão bem particular: a dificuldade esmagadora. Esses jogos não apenas testavam os reflexos, como também a paciência e a coragem de quem ousava enfrentá-los. Era como entrar em uma arena onde cada passo errado poderia ser fatal, e a vitória, quando chegava, parecia quase um gol em uma final de campeonato. Portanto, confira nossa lista com jogos difíceis do PlayStation 2.
Devil May Cry 3: Dante’s Awakening

Dante não pegou leve em sua terceira aventura. Cada inimigo era uma fera faminta por erro, e os pontos de salvamento eram raros. Os combos, além de estilosos, viravam um ritual de sobrevivência. Não bastava apertar botões: tinha que ter sincronismo e exatidão. Um deslize e o jogo ria da sua cara, devolvendo você ao começo.
Oni

Oni surgiu com a promessa de misturar luta corporal com tiro em terceira pessoa. Bonito no papel, cruel na prática. Assim, os controles pesados eram como lutar com pesos nos braços, e os inimigos apareciam sempre na pior hora. Itens de cura? Raríssimos.
Ghosthunter

No meio do clima sombrio, Ghosthunter trouxe estilo cinematográfico, mas também uma dificuldade de tirar o fôlego. Portanto, capturar fantasmas exigia precisão cirúrgica, e a falta de salvamentos no meio da missão fazia cada confronto ser uma guerra. As batalhas contra chefes eram longas, desgastantes, e obrigavam o jogador a aprender apanhando.
Contra: Shattered Soldier

A tradição de tortura da série Contra brilhou forte aqui. Balas vinham de todos os lados, como uma tempestade de aço que não dava trégua. Portanto, sobreviver significava decorar padrões com a disciplina de um monge e reagir no tempo exato. Contudo, um erro, e pronto: de volta ao início. Para completar, só um desempenho impecável liberava os melhores finais. O jogo não aceitava nada menos que perfeição.
Jak 2

A mudança de tom da série pegou todo mundo de surpresa. Jak 2 parecia decidido a punir o jogador com dificuldade elevada. Assim com missões longas, checkpoints distantes e inimigos implacáveis formavam um coquetel de frustração e adrenalina. E quando surgiam as fases de veículos, até um pequeno erro podia anular minutos preciosos de esforço. Era diversão, sim, mas com gosto de castigo.
Shin Megami Tensei 3: Nocturne

Nocturne elevou o RPG de turno a uma experiência quase cruel. Inimigos exploravam suas fraquezas sem piedade, e perder uma luta podia significar a ruína total do grupo. Portanto, o sistema Press Turn era como um pacto: usado com sabedoria, trazia poder; mal aplicado, abria as portas do inferno. Em meio à atmosfera densa e opressora, a sensação era de caminhar sobre gelo fino que poderia quebrar a qualquer momento.
Maximo: Ghosts to Glory

Inspirado no lendário Ghosts ‘n Goblins, Maximo era um tributo ao sofrimento clássico. Armadura despedaçada, vidas limitadas e saltos arriscados transformavam cada fase em uma batalha entre esperança e desespero. Assim, a cada golpe, a tensão crescia, e quando a armadura caía, o herói ficava vulnerável, quase nu diante do perigo. Poucos jogos do PS2 mantinham tão viva a essência do “tente outra vez”.
Shinobi

Com Shinobi, não havia meio-termo: ou você dominava a velocidade e a precisão, ou era destroçado. Correr por paredes, manter combos e não perder o ritmo era vital. O sistema de decaimento da espada pressionava como um relógio invisível, sempre lembrando que hesitar custava caro. Sendo assim, um jogo que parecia exigir mais fôlego do que uma corrida de maratona.
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