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    Home » Review: Warlander (PS5)
    PlayStation Reviews

    Review: Warlander (PS5)

    lucien.gilbertlucien.gilbertmaio 20, 20236 Mins Read
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    Warlander
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    Quem jogou algum game de temática medieval no fim dos anos 90 ou início dos anos 2000 com certeza deve ter imaginado como o desenvolvimento tecnológico impactaria o gênero em um futuro não tão distante. Estamos em 2023 e podemos dizer que boa parte destes questionamentos foi respondida. Embora não se tenha um consenso sobre um game definitivo no gênero, há grandes avanços que sempre se sucedem. Na tentativa de alcançar o público que gosta de batalhas e, ao mesmo tempo, também agradar os jogadores de MOBA e hack and slash, a Toyologic e a PLAION criaram Warlander, game multiplayer. Mas será que o título vale a pena? Vamos conferir.

    Visuais

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    Warlander é um game ambientado em um cenário fictício medieval, com o que você pode esperar de um mundo desses: armaduras, túnicas, espadas, machados e símbolos se aglomeram nas vestes dos personagens, deixando-os prontos para a batalha. Pedra, madeira e aço se combinam para formar fortalezas impressionantes erguidas em florestas sombrias. Tudo isto é graficamente cingido por um visual que busca um equilíbrio entre realismo e uma jogabilidade e desempenhos satisfatórios em partidas multiplayer.

    Para ser sincero, o visual de Warlander me parece uma daquelas propagandas de jogos para celular, o que é ótimo e demonstra cuidado para com este aspecto. Ao mesmo tempo, isto não basta, e é neste ponto que eu creio que resida o seu maior ponto fraco: a originalidade. Não há nada de muito novo aqui, com lobby, personagens e detalhes que nos fazem ter a experiência de já ter visto isso antes em algum lugar (e realmente vimos).

    Jogabilidade

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    Exibindo uma robusta jogabilidade multiplayer, Warlander tenta desde o início seduzir o jogador neste quesito apresentando as diversas mecânicas e possibilidades dentro do game. Somos introduzidos a um tutorial relativamente curto, mas competente em demonstrar como jogaremos as partidas. A bem da verdade, foi melhor que a apresentação não durasse tanto e não fosse demasiado complexa. Após isso, somos lançados nas batalhas do jogo.

    Algo que me incomodou de início foi a personalização de personagem. Há poucas opções de rostos e símbolos e cores. Alguns dos elementos de personalização precisam ser desbloqueados antes, também. Não haveria problema se fossem itens mais possantes, mas até mesmo cores mais básicas possuem esta questão envolvida. A isto soma-se o fato de que temos apenas três classes: guerreiro, mago e clériga. Resumo: a personalização fica devendo na estética e na variedade de tipos de personagens controláveis.

    Antes de ir para o campo de batalha ainda podemos falar de algumas características, como por exemplo a compra de atributos para o personagem ou mesmo a obtenção de um título. Também é possível obter um passe de temporada para desbloquear recompensas.

    Dito isto, vamos às partidas em si. Temos um mapa relativamente extenso, ambientado no cenário medieval fictício do game, e que comporta até 100 jogadores — um ótimo número. Os jogadores são divididos em esquadrões com cinco membros, cada um com um foco. Como esperado em um MOBA, temos duas equipes, cada uma em sua base. Elas devem, respectivamente, proteger o próprio núcleo e destruir o do inimigo. No caminho há torres que podem ser conquistadas.

    Uma questão que pode irritar alguns jogadores é que leva um certo tempo, até dois minutos, para partidas serem encontradas. No combate em si cada classe tem seus pontos fortes e fracos. O guerreiro, por exemplo, possui grande resistência. Já o mago pode disparar feitiços à distância com grande destreza, tornando a jogabilidade até mesmo semelhante a um shooter. Há como atacar, quebrar a defesa dos inimigos e destrui-los. Ao morrer, o jogador usa a mecânica de distorção para retornar à batalha, podendo escolher outro personagem de uma classe diferente ou mesmo recorrer à ajuda da máquina com os chamados mercenários no lugar.

    O game busca reproduzir não só uma batalha campal, mas também nos coloca em situações de cerco com a presença de escadas e aríetes. Catapultas e bestas podem ser construídas e operadas, dinamizando as partidas.

    Por vezes alguns eventos curiosos ocorrem dentro do jogo. Em determinado momento, meu personagem e o de vários aliados foram agarrados por um tornado e eu fiquei genuinamente impressionado, por mais que fosse uma situação ruim para meu time. Mas acaba sendo um dos poucos elementos que realmente surpreendem.

    No geral as batalhas do game são bem divertidas, mas o senso de repetição que há aqui pode acabar suplantando o ânimo do jogador após alguns embates. Não só isso, também o mesmo senso de falta de originalidade que se percebe nos visuais também se adequa neste ponto. Não é um cenário irreversível: é preciso que a desenvolvedora inclua mais elementos no sentido de classes, cosméticos e variações dentro da gameplay.

    Desempenho, localização e trilha sonora

    O game roda de maneira satisfatória no PlayStation 5, não apresentando crashes, bugs ou perdas de frames significativas. O terreno demonstra alguns pop-ins, mas eles ocorrem longe o bastante do jogador para influenciar na experiência. A trilha sonora é boa, mas acaba por ser um tanto genérica, infelizmente. Já na localização, o game possui legendas em PT-BR e este é um ponto muito positivo.

    Warlander é bom, mas…

    Captura de tela: Lucien Gilbert

    No momento em que vivemos os jogos multiplayer definitivamente têm seu espaço na indústria, com ícones como League of Legends, Apex e outros. Mas para além dos títulos famosos e que fazem sucesso devemos reconhecer que há um verdadeiro cemitério de games multiplayer que não foram bem sucedidos.

    Warlander desponta como um bom jogo, mas infelizmente em um cenário no qual os jogadores são cada vez mais disputados pela empresa, é preciso se destacar. E o game não o fez, ao menos agora. É esperado que surjam mudanças que tornem a experiência cada vez melhor, dinâmica e divertida a fim de que a base de usuários permaneça fiel ao game e que ele possa ter uma longa vida. Longe de dizer que o game é ruim: ele é divertido e consegue empolgar, mas ainda há um caminho a se percorrer para que ele realmente se firme. De todo modo, quem é fã do estilo e principalmente de jogos com temática medieval com certeza se sentirá acolhido e encontrará uma boa experiência por aqui. Vale a pena experimentar!

    Obs: Esta análise foi realizada a partir de uma cópia enviada pela Toyologic Inc. e pela PLAION, às quais agradecemos.

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    7.3 Bom

    Warlander é um game que possui diversão em batalhas campais e cercos a castelos, mas esbarra na falta de originalidade e variedade.

    • Jogabilidade 8
    • Desempenho 9
    • Visuais 7
    • Trilha Sonora 5
    Plaion Warlander
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    lucien.gilbert

    Sou advogado, escritor e entusiasta da tecnologia. Meu primeiro console foi um PlayStation 2 e, desde então, os jogos se tornaram parte da minha rotina. Escrevo sobre o audiovisual desde 2013 com passagens pelo Geekdama, Reserva Cinéfila e Cinerama.

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