Blue Prince, Hades e The House in Fata Morgana estão entre os jogos indie mais bem avaliados da última década. Nos últimos anos, esse segmento cresceu de forma significativa e, além disso, deixou de ser apenas uma alternativa de baixo orçamento para se tornar um dos espaços mais criativos da indústria dos games.
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Atualmente, os jogos independentes se destacam principalmente pela liberdade criativa. Dessa forma, desenvolvedores conseguem explorar ideias originais, estilos diferentes e mecânicas inovadoras, sem depender diretamente de grandes editoras. Como resultado, surgem experiências únicas que chamam a atenção tanto do público quanto da crítica.
Por isso, a República DG reuniu os 8 melhores jogos indie da década segundo o Metacritic, destacando títulos que marcaram esse cenário e ajudaram a redefinir o conceito de jogos independentes no mercado atual.
UFO 50 [91]

Lançado em 2024 pela Mossmouth, UFO 50 é uma coletânea que reúne 50 jogos originais em um único pacote, com experiências que vão do single-player ao multiplayer local. Além disso, o título oferece uma grande variedade de gêneros, incluindo RPG, terror e roguelite, garantindo muitas horas de conteúdo.
A proposta criativa é um dos grandes destaques: todos os jogos são apresentados como se tivessem sido desenvolvidos por um estúdio fictício dos anos 80. Dessa forma, o game combina o visual retrô em 8 bits com ideias modernas de design e jogabilidade, criando uma experiência nostálgica e ao mesmo tempo atual.
Com nota 91 no Metacritic, UFO 50 se destaca como uma das coletâneas indie mais bem avaliadas da década.
Blue Prince [92]

Em Blue Prince, o jogador assume o papel de Simon Jones, um jovem que herda a enigmática mansão Mount Holly. No entanto, o desafio vai além da simples exploração: o objetivo é encontrar o misterioso Quarto 46 antes que o tempo acabe, enquanto a estrutura da casa muda a cada dia.
Dessa forma, cada partida se torna imprevisível, já que a mansão funciona como um verdadeiro labirinto dinâmico. Além disso, o jogador precisa resolver quebra-cabeças e investigar pistas para desvendar segredos ligados à família e ao próprio local.
Desenvolvido pela Dogubomb e publicado pela Raw Fury em 2025, o jogo combina elementos de roguelike com mecânicas de puzzle, criando uma experiência estratégica e cheia de mistério. Com nota 92 no Metacritic, Blue Prince se destaca como um dos principais jogos indie da década.
Celeste [92]

Celeste foi desenvolvido pela Extremely OK Games em parceria com o estúdio brasileiro MiniBoss e acompanha a jornada de Madeline, uma jovem determinada a escalar a montanha Celeste, conhecida por ser tão desafiadora quanto simbólica.
Dessa maneira, o jogo combina uma narrativa sensível com uma jogabilidade precisa de plataforma em 2D, onde o domínio de saltos, escaladas e reflexos rápidos é essencial para avançar. Além disso, o título utiliza seu design para reforçar temas emocionais importantes, como ansiedade e depressão, criando uma experiência profunda e impactante.
Reconhecido como Melhor Indie no The Game Awards 2018, Celeste se consolidou como um dos jogos mais marcantes do gênero. Com nota 92 no Metacritic, o game segue como referência entre os indies mais aclamados da década.
Clair Obscur: Expedition 33 [92]

Clair Obscur: Expedition 33 é frequentemente debatido quanto à sua classificação como indie, porém é geralmente considerado um projeto independente de alto orçamento. O game foi desenvolvido pela Sandfall Interactive, estúdio francês fundado em 2020 por ex-funcionários da Ubisoft, com apoio financeiro da Kepler Interactive.
Nesse contexto, o jogo se destaca por sua ambientação inspirada na Belle Époque francesa, onde uma equipe de heróis precisa enfrentar uma entidade misteriosa antes que todas as pessoas com 33 anos desapareçam. Além disso, a narrativa aposta em um tom dramático e visual artístico marcante, reforçando sua identidade única dentro do gênero.
Com isso, o título combina produção mais robusta com liberdade criativa típica de projetos independentes. Com nota 92 no Metacritic, Clair Obscur: Expedition 33 também ganhou destaque em premiações importantes, incluindo categorias de Melhor Jogo Independente.
Inside [93]

Inside é uma aventura de plataforma desenvolvida pela Playdead que coloca o jogador em um mundo distópico, sombrio e minimalista. Na história, você controla um garoto que precisa atravessar ambientes hostis enquanto resolve enigmas e evita perseguidores constantes.
Dessa forma, a narrativa é construída de maneira totalmente visual, sem diálogos ou textos explicativos. Além disso, o jogo aposta em uma ambientação silenciosa e simbólica, onde cada cena contribui para a interpretação do enredo pelo próprio jogador.
Ao longo da jornada, situações inquietantes surgem e alteram a forma como o progresso acontece, reforçando a tensão e o clima psicológico da experiência. Com isso, Inside se destaca por sua abordagem única de narrativa ambiental e design artístico. Com nota 93 no Metacritic, o título é considerado um dos jogos indie mais impactantes da década.
Hades [93]

Hades (2020), desenvolvido pela Supergiant Games, acompanha Zagreu em sua jornada para escapar do submundo. Nesse caminho, o jogador enfrenta combates intensos em visão isométrica enquanto tenta avançar por diferentes áreas cheias de desafios.
Dessa forma, o game se destaca por seu sistema de progressão baseado em tentativas, onde cada derrota faz parte da evolução da história. Além disso, o jogador pode receber bênçãos dos deuses do Olimpo, que garantem habilidades e melhorias que mudam o estilo de combate a cada nova tentativa.
Com isso, Hades combina ação rápida com narrativa dinâmica, criando uma experiência que se adapta ao progresso do jogador. Com nota 93 no Metacritic, o título se consolidou como um dos principais jogos indie da década.
Hades 2 [95]

Hades II coloca o jogador no controle de Melinoe em uma missão para derrotar Cronos, o Titã do Tempo. Dessa forma, o jogo expande o universo da franquia e apresenta uma nova jornada ambientada entre o Submundo e o Olimpo.
Além disso, o gameplay mantém o foco em combates rápidos e dinâmicos, onde o jogador enfrenta salas cheias de inimigos que se tornam cada vez mais desafiadores. No entanto, a sequência adiciona novas possibilidades de progressão, tornando cada tentativa diferente da anterior.
Assim, o título reforça a identidade da série ao combinar ação intensa com elementos de roguelike e alta rejogabilidade. Com isso, cada partida contribui para o avanço do personagem e para a evolução da narrativa. Desenvolvido pela Supergiant Games, Hades II alcança nota 95 no Metacritic e se consolida como um dos principais jogos indie da década.
The House in Fata Morgana – Dreams of the Revenants Edition [96]

The House in Fata Morgana: Dreams of the Revenants Edition é a versão definitiva da visual novel gótica desenvolvida pela NOVECT, reunindo o jogo base, prequela e epílogo em um único pacote. Dessa forma, o título entrega uma experiência narrativa completa e mais aprofundada.
No enredo, o jogador assume o papel de uma alma sem memórias presa em uma mansão amaldiçoada. Além disso, a história se desenrola por diferentes períodos temporais, exigindo a reconstrução de eventos do passado para compreender a própria identidade.
Assim, o game aposta fortemente em uma narrativa emocional e sombria, com foco em mistério e desenvolvimento de personagens. Com isso, a obra se destaca como uma das visual novels mais marcantes do cenário indie. Com nota 96 no Metacritic, The House in Fata Morgana: Dreams of the Revenants Edition figura entre os jogos independentes mais bem avaliados da década.
