Durante o Play Days da Summer Game Fest 2026, a equipe da República DG teve a oportunidade de testar Crimson Moon, um novo Souls-like desenvolvido pela ProbablyMonsters. Durante uma sessão hands-on de aproximadamente 30 minutos, logo após testarmos Nekome: Nazi Hunter, pudemos mergulhar nas profundezas da cidade caída de Gildenarch. O jogo bebe diretamente da fonte de gigantes como Dark Souls e Bloodborne, mas tenta encontrar o seu próprio “brilho “caminho” ao introduzir mecânicas únicas de transformação do personagem. Confira as nossas impressões iniciais!
O grande diferencial do game
Em Crimson Moon, controlamos um protagonista híbrido, meio humano e meio anjo. Para se destacar em um gênero já “saturado” no mercado, a Monster aposta em sua principal inovação: um sistema de transformação.
Conforme você ataca, defende, esquiva e derrota inimigos, uma barra de energia é preenchida. Quando carregada ao máximo, o jogador pode se transformar em um Nephilim, uma criatura gigante e de poder devastador. Essa mecânica de metamorfose para um ser ainda mais letal traz inovação ao combate tradicional, tornando o protagonista em uma criatura poderosa.
Combate fluído e familiar
Para quem já é veterano no gênero, os controles de Crimson Moon são similares aos jogos clássicos, bebendo da fonte com um combate rápido.
- R1: Ataques rápidos e fracos.
- R2: Ataques pesados e carregados.
- Bolinha / B: Esquivas.
- L1: Defesa com escudo.
A transição entre o uso de lanças, escudos e armas de uma mão é intuitiva. O combate em si já se mostra bastante fluído, embora algumas animações específicas de esquiva e ataque dos inimigos ainda precisem de um polimento final antes do lançamento. É uma experiência divertida, mas que, tirando a mecânica do Nephilim, não foge muito do que já conhecemos no gênero.
Level Design e direção de arte
Um dos pontos altos do nosso teste foi notar o quão avançadoo projeto parece estar, especialmente no level design. A exploração recompensa o jogador, revelando caminhos secundários com novos inimigos, armas e equipamentos para aprimorar os atributos do personagem.
A iluminação é um aspecto muito bem trabalhado pela equipe de desenvolvimento, mas a direção de arte pode causar certa estranheza inicial. Diferente da fantasia sombria e do impactoque sentimos ao chegar em locais como Undead Burg no primeiro Dark Souls, o mundo de Crimson Moon apresentou uma paleta colorida para um jogo do gênero. Não é um defeito, mas é uma escolha estética que quebra as expectativas de quem espera cenários sombrios.
Preview de Crimson Moon – Um jogo com potencial
A nossa experiência de 30 minutos com Crimson Moon foi extremamente positiva, inclusive, consegui chegar até o chefe final da demonstração, morrendo por um mero detalhe (e muita falta de sorte) quando faltava muito pouco para derrotá-lo.
Ainda que o mundo colorido possa não impactar visualmente com a mesma força dos clássicos e o combate seja algo similar a outros jogos, a fluidez das mecânicas, o ótimo level design interconectado e a brutalidade da transformação em Nephilim mostram que o título tem muito potencial.
Ainda não temos uma data de lançamento oficial, mas é muito provável que tenhamos grandes novidades com um lançamento programado para 2027.
