Close Menu
República DG | O seu lugar favorito na InternetRepública DG | O seu lugar favorito na Internet
    Stories
    Últimas Notícias

    Garfield: Escape from Monday revelado e já com data de lançamento

    junho 19, 2026

    Neon Giant revela bastidores da criação de Port Desire, cidade do promissor No Law

    junho 19, 2026

    Transmissão de Persona 4 Revival revelou vários detalhes do remake

    junho 19, 2026
    Facebook Instagram YouTube TikTok Twitch
    • Ofertas
    • Especiais
    • Youtube
    • Twitch
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest Vimeo
    República DG | O seu lugar favorito na InternetRepública DG | O seu lugar favorito na Internet
    • Notícias

      Garfield: Escape from Monday revelado e já com data de lançamento

      junho 19, 2026

      Neon Giant revela bastidores da criação de Port Desire, cidade do promissor No Law

      junho 19, 2026

      Transmissão de Persona 4 Revival revelou vários detalhes do remake

      junho 19, 2026

      Shinobi: Art of Vengeance ganhou data pra chegar no Switch 2

      junho 19, 2026

      PlayStation pretende ampliar experiências portáteis, afirma CEO da Sony

      junho 18, 2026
    • Especiais
    • Reviews
    • Jogos
    • Ofertas
    • Guias de Platina
    • Guias
    República DG | O seu lugar favorito na InternetRepública DG | O seu lugar favorito na Internet
    Home » Review: The Drifter (Switch 2)
    Reviews

    Review: The Drifter (Switch 2)

    Jhonatan CarneiroJhonatan Carneirojunho 22, 202610 Mins Read
    Compartilhe Facebook Twitter Reddit Telegram WhatsApp
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Telegram WhatsApp

    Dentre as diversas características positivas de jogos independentes, um aspecto que sempre vai fazer com que eles se destaquem quando comparados a jogos mais mainstreams está em como eles podem se arriscar a explorar gêneros específicos, que muitas vezes são totalmente ignorados por publicadoras grandes. Esse é exatamente o caso de The Drifter, um jogo de adventure point n’ click que chega ao Switch e Switch 2 com uma premissa e visuais únicos.

    E quando falo aqui de um jogo no estilo adventure point n’ click, estou me referindo justamente à era de ouro do gênero, marcado pelos incontáveis clássicos de estúdios como Sierra e LucasArts. Títulos como Monkey Island, Day of the Tentacle e Grin Fandango, cujo foco central costumava envolver uma mistura única de narrativa, puzzles e exploração. The Drifter, em sua essência, é um título que bebe nas águas de jogos como esses.

    Carter volta à cidade, mas encontra muito mais do que um velório. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Todavia, embora The Drifter possa ser jogado como um point n’ click clássico (e logo mais entrarei em detalhes a respeito de seus controles), ele é um jogo com diversas amenidades típicas de jogos modernos, já que foi inteiramente adaptado para ser jogado com controles, com um esquema de comandos contextuais que funcionam surpreendentemente bem. 

    Soma-se a isso uma narrativa bastante instigante, que mistura elementos de ação, sci-fi e elementos “pulp”, e o resultado é um jogo bastante único que, durante suas oito horas de campanha, conseguiu encontrar um espaço especial dentre os melhores jogos que eu já joguei em 2026. Agora, é preciso ser dito: com raízes fortes no gênero de adventure, The Drifter também traz algumas arestas que podem fazer com que ele não seja um jogo que agrade a todos.

    A trama envolve o estranho desparecimento de moradores de rua. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Mortes, mistérios e moradores de rua

    Como um dos bons jogos de adventure point n’ click, um dos pontos altos de The Drifter está, justamente, em sua narrativa. Em sua campanha linear, que dura cerca de oito hora, o jogador é colocado na pele de Mick Carter, um fracassado de meia idade que volta à sua cidade natal para o velório de sua mãe. O que já seria um complicado reencontro com sua irmã e ex-esposa, se transforma em uma aventura tensa e cheia de camadas quando Carter acaba envolvido em uma trama bizarra ligada ao enlouquecimento e desaparecimento de pessoas de rua.

    Eu quero dar os mínimos detalhes possíveis sobre os elementos presentes na trama de The Drifter, pois esse é um daqueles jogos que são melhor aproveitados quanto menos você sabe a respeito do que está por vir. O que eu vou dizer é que a narrativa de The Drifter mistura de maneira brilhante diversos elementos e estilos. Em um determinado momento, você vai se ver em uma fuga alucinada digna de um ótimo filme de ação. No instante seguinte, precisa ativar seus dotes detetivescos para descobrir nomes, endereços e paradeiros de pessoas envolvidas em um grande mistério.

    Diferentes personagens fazem parte da trama. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Além dessa mistura de diferentes “estilos” narrativos em uma única e contínua trama, outra qualidade de The Drifter está em como ele consegue surpreender e tirar o seu tapete em diversos momentos da campanha. É uma daquelas narrativas que guardam uma surpresa atrás da outra, e te faz ficar se indagando se a sua teoria anterior estava certa, ou se há algum outro detalhe que você não entendeu completamente.

    Como se isso não fosse o suficiente, The Drifter ainda toca em alguns assuntos bastante impactantes. Há desde momentos muito dark e tensos, até revelações e situações verdadeiramente emocionantes. Carter, nesse sentido, é um personagem complexo e bastante falho, o que dá uma profundidade grande à trama. Infelizmente, contudo, toda essa ótima narrativa está sujeita à limitação da língua, já que The Drifter não possui localização em português do Brasil.

    Coletar itens e utilizá-los na hora certa é crucial. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Apontar e clicar, com sensibilidades modernas

    Toda a fantástica narrativa de The Drifter se desenrola a partir de uma estrutura de progressão linear — o jogo possui um total de nove capítulos, estruturados quase como se fossem episódios de uma série de TV —, que inclui elementos muito típicos de jogos de adventure point n’ click. Isso significa que você precisará explorar diferentes cenários, coletando itens, conversando com pessoas, e interagindo com os mais diversos elementos para solucionar puzzles que podem ser bastante complicados em alguns momentos.

    Embora essa estrutura possa soar como algo “do passado”, The Drifter apresenta um sistema de controles bastante inteligente, que adapta a ideia clássica do “apontar e clicar” para o controle do videogame. Basicamente, enquanto você controla o personagem livremente com o direcional esquerdo, o direcional direito funciona como um menu contextual, que destaca todos os elementos ao seu redor com os quais você pode interagir.

    Com controles modernos, é possível destacar pontos de interesse ao redor do protagonista. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Graças aos seus controles únicos, The Drifter consegue adaptar muito os conceitos e ideias de point and click clássicos para um sistema moderno e intuitivo, ao ponto de que é possível jogá-lo inteiro com controle ou no modo portátil sem aquela “lerdeza” típica do gênero — isso é, se você quiser. The Drifter também oferece uma experiência mais clássica, se você quiser, já que você pode utilizar os controles de mouse para jogá-lo da mesma forma que faria no PC.

    Nesse sentido, a Powerhoof fez um excelente trabalho de conversão, já que você pode trocar entre os dois modos de controles simplesmente encostando o Joy-Con 2 em uma superfície. A mudança é instantânea. Curiosamente, toda a HUD do jogo se modifica para cada uma das modalidades, apresentando menus, itens e outros elementos de uma maneira diferente para cada tipo de controle.

    Com os controles de mouse, toda a HUD fica diferente. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Heranças do gênero, boas e más

    Se por um lado The Drifter oferece diferentes opções de controle, por outro, seus puzzles e progressão são bastante específicos e, em alguns momentos, um tanto quanto obtusos. Não me entenda mal, de modo geral, o jogo apresenta uma ótima seleção de puzzles, incluindo segmentos absurdamente divertidos, onde você precisa explorar cenários, deduzir informações, e combinar e usar itens de maneiras criativas para conseguir avançar.

    Não obstante, o jogo também possui a sua dose de segmentos levemente frustrantes e puzzles com lógicas um pouco esquisitas. No espectro da frustração, The Drifter apresenta alguns trechos onde Carter corre risco de vida iminente. Situações essas que às vezes são muito bem construídas, criando aquele elemento de tensão na medida certa, mas que às vezes caem em um âmbito de frustração e repetição quando a solução para aquela situação é um tanto quanto ilógica. São momentos de tentativa-e-erro que podem ficar chatos rapidamente.

    Encontrar informações nunca é fácil. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Já sobre os puzzles meio ilógicos, The Drifter parece carregar às vezes aquela herança de “lógica lunática”, muito comum em jogos clássicos de adventure point n’ click. Eles não são tão comuns, nem de longe tão frustrantes quanto acontecia em jogos antigos, mas eu tive um ou outro momento em que travei porque faltava interagir com um item aleatório que estava escondido em um canto de um cenário que eu já tinha explorado, ou ainda quando tinha todos os itens em meu inventário, mas precisava combinar coisas muito nada a ver.

    Novamente, contudo, reforço aqui que esses foram momentos bastante pontuais, que podem irritar jogadores que não estejam muito acostumados com jogos desse estilo, mas que de forma alguma estragam a experiência como um todo. Desde que você tenha um pouco de paciência ao travar e bater a cabeça em um ou outro segmento, The Drifter mais do que compensa com a sua narrativa engajante e impactante.

    Às vezes, é difícil saber o que fazer para avançar no jogo. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Pixels crocantes e uma trilha competente

    Por fim, mas não menos importante, é preciso destacar o quão bonitos são os visuais de The Drifter. Aqui, o estúdio Powerhoof optou por apresentar o jogo todo com um estilo de pixel art muito único, que se destaca por uma combinação única de cores saturadas e chamativas, bem como suas animações extremamente bem-feitas.

    Mesmo dentro das limitações auto-impostas pelo estilo, é possível ver os personagens mexendo a boca de acordo com a dublagem de cada fala, reagindo com expressões faciais aos acontecimentos mais importantes da trama, e se envolvendo em cenas de ação muito bem dirigidas. A imaginação do jogador também é utilizada de maneira inteligente, já que às vezes você é apresentado a uma tela preta, onde a narração de Carter faz todo o trabalho de descrever o que está acontecendo.

    Uma tela preta com narração funciona para instigar a imaginação do jogador. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Lado a lado aos visuais chamativos de The Drifter, você tem uma trilha sonora competente, que pontua cada segmento de acordo com o clima desejado. Tudo isso é apresentado com uma performance irretocável, incluindo uma resolução de 4k e 60fps no modo TV, e full HD e 120fps no modo portátil.

    Embora o estilo gráfico do jogo não pareça demandar muito visualmente, é sempre interessante quando vemos desenvolvedores como a Powerhoof fazendo um trabalho extra para utilizar as capacidades máximas do console. Tudo isso sem quaisquer quedas ou bugs durante toda a campanha do jogo.

    O jogo possui uma pixel art lindíssima. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Review de The Drifter — imperdível para fãs do gênero

    Embora The Drifter possua algumas pequenas arestas em relação a elementos típicos do gênero de adventure point n’ click, o jogo faz um trabalho fenomenal de adaptar suas mecânicas e controles para sensibilidades modernas, ao mesmo tempo em que oferece opções de controles de mouse para quem queira uma experiência mais clássica.

    Por meio de segmentos de exploração divertidos e puzzles muito envolventes (embora às vezes obtusos), The Drifter apresenta uma narrativa que me pegou do começo ao fim, me deixando sempre curioso para o próximo plot twist e o desenrolar do grande mistério por trás do jogo. Mais do que isso, ele foi capaz de apresentar momentos que me emocionaram de verdade, algo que valorizo muito em jogos com forte apelo narrativo.

    O resultado final é um jogo que consegue trazer um gênero clássico aos tempos modernos com maestria. Mesclando um estilo de arte único, uma narrativa fantástica, e puzzles divertidos, The Drifter é um jogo obrigatório para todo fã de adventures point n’ click, e é também um jogo que pode agradar muito até mesmo quem não tenha toda essa paixão pelo gênero. Isto é, claro, desde que a limitação do idioma não seja uma grande barreira para você.

    PS: A análise foi feita em um Nintendo Switch 2 através de uma cópia cedida pela Powerhoof.

    8.5

    The Drifter é um adventure point n' click que adapta muito bem o gênero às sensibilidades modernas. Apesar de alguns momentos de tentativa-e-erro e alguns puzzles obtusos, sua campanha é extremamente engajante, já que mescla um estilo artístico único com uma narrativa fantástica e bastante impactante.

    Pontos positivos
    1. Narrativa engajante do começo ao fim
    2. Pixel arte bonita e bem animada
    3. Controles adaptados à modernidade
    4. Ótimo uso das funções do Switch 2
    Pontos negativos
    1. Alguns puzzles obtusos
    2. Momentos de tentativa-e-erro
    3. Ausência de localização
    • Narrativa 9
    • Jogabilidade 8
    • Desempenho 9
    • Direção de arte e trilha sonora 8
    Adventure jogos narrativos Nintendo Nintendo Switch 2 Pixel Art Point n' Click Powerhoof The Drifter
    Share. Facebook Twitter LinkedIn Telegram WhatsApp
    Previous ArticleReview: Deer & Boy (PS5 Pro)
    Jhonatan Carneiro

    Pai, professor e editor de arte. Estou sempre envolvido em algum projeto de revista ou livro sobre Nintendo. Você pode me encontrar lá no Twitter em: @JhoCarneiro

    VEJA TAMBÉM

    8.2
    Reviews

    Review: Deer & Boy (PS5 Pro)

    junho 22, 2026
    Guias

    Roblox – Como conseguir sementes de ouro em Grow a Garden 2

    junho 22, 2026
    Guias

    Roblox – Códigos de Anime Destiny (junho 2026)

    junho 22, 2026
    Add A Comment

    Comments are closed.

    Top Posts
    8.5

    Review: The Drifter (Switch 2)

    Jhonatan Carneiro Reviews
    8.2

    Review: Deer & Boy (PS5 Pro)

    Ruancarlo Silva Reviews

    Roblox – Como conseguir sementes de ouro em Grow a Garden 2

    Valteci Junior Guias

    Roblox – Códigos de Anime Destiny (junho 2026)

    Valteci Junior Guias

    Roblox – Como completar a Maestria de Kokushibo em Lineage Piece

    Valteci Junior Guias
    Redes Sociais
    • Facebook
    • YouTube
    • TikTok
    • WhatsApp
    • Twitter
    • Instagram
    Últimos Reviews
    8.5
    Reviews

    Review: The Drifter (Switch 2)

    Jhonatan Carneirojunho 22, 202610 Mins Read
    8.2
    Reviews

    Review: Deer & Boy (PS5 Pro)

    Ruancarlo Silvajunho 22, 20266 Mins Read
    7.8
    Reviews

    Review: Beastro (PS5)

    Sherman Castelojunho 19, 20267 Mins Read
    Bombando 🔥

    Roblox – Códigos de Demon Born (junho 2026)

    junho 19, 20262 Mins Read

    4 jogos de super-heróis para PlayStation que valem a pena jogar

    junho 20, 20264 Mins Read

    Pré-venda de GTA 6 começa em 25 de junho

    junho 18, 20261 Min Read
    Escolhas do Editor

    Preview: Stranger than Heaven

    junho 17, 2026

    Preview: Hellraiser: Revival

    junho 16, 2026

    Mais de 30 jogaços chegam no segundo semestre; confira o calendário de lançamentos

    junho 15, 2026
    Categorias
    • Destaque
    • Especiais
    • Guias
    • Guias de Platina
    • Jogos
    • Listas
    • Nintendo
    • Notícias
    • Ofertas
    • PlayStation
    • Promoções
    • Reviews
    • Rumores
    • Uncategorized
    • Xbox
    Facebook Instagram YouTube TikTok Twitch
    © 2026 RepúblicaDG. Desenvolvido por Desconto em Games.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.