Durante o Play Days da Summer Game Fest 2026, realizada em Los Angeles, tivemos a oportunidade de testar Turok Origins a convite da Saber Interactive. Para quem não lembra (ou nem era nascido na época, como é o meu caso), a franquia original fez história no Nintendo 64, em 1997. Agora, Origins chega como um prequel ambientado muitos anos antes do clássico, colocando os guerreiros futuristas da antiga ordem dos Turoks contra os Xenias, uma espécie de répteis que busca dominar o universo.
Confira abaixo as nossas primeiras impressões após testar três missões do game.
Impressionante na Unreal Engine 5
O primeiro impacto ao iniciar Turok Origins é justamente o visual. O jogo foi totalmente desenvolvido na Unreal Engine 5, o que garante cenários deslumbrantes e uma imersão surreal. Uma mecânica muito bem-vinda é a liberdade de perspectiva durante a gameplay. Aqui, você pode jogar em primeira ou terceira pessoa e alternar entre as duas câmeras a qualquer momento, seja no meio de um tiroteio frenético ou durante a exploração.
Classes e Arsenal
A demonstração contava com três fases focadas no modo co-op, que suporta até três jogadores. Para a nossa sessão, formamos esquadrão com outros jornalistas e membros da equipe de desenvolvimento. A Saber já deixou claro que o jogo permite jogar uma campanha totalmente offline no modo single-player, mas a experiência se torna brilhante mesmo com o time completo.
No jogo, podemos escolher entre três classes distintas, como o Puma, Corvo e Bisão. Cada uma dessas classes acaba contando com suas próprias habilidades especiais. O combate permite que você equipe até três armas simultaneamente.
Durante a gameplay, optei por um fuzil como arma principal e uma shotgun (12) como secundária. O destaque fica para a terceira arma especial. Vale ressaltar que apesar de seu enorme poder de fogo, a munição é bastante limitada, exigindo que os jogadores administrem cada disparo com cuidado e evitem desperdiçar recursos.

Conteúdo secundário
O nível de desafio do jogo me surpreendeu de forma positiva! Se você tentar bancar o “atirador” e partir para o confronto corpo a corpo, com certeza irá morrer rapidamente. A comunicação e a tática em equipe são essenciais, além de mesclar as classes de cada um dos jogadores. Embora os mapas da demonstração não fossem de mundo aberto, a exploração se mostrou recompensadora. Vasculhar os cantos dos cenários sempre rendia munição ou itens voltados para o aprimoramento dos personagens e sistema de upgrades que estará disponível na versão final.
As missões também apresentaram uma boa variedade de objetivos, sendo eles:
- Ataque: Na primeira fase, o objetivo era localizar e destruir geradores que forneciam escudos de proteção para grupos de inimigos, permitindo que a equipe avançasse pela área.
- Defesa de NPC: Na última missão, o desafio foi proteger um NPC de ataques aéreos realizados por criaturas bizarras (que lembravam borboletas com rostos). O NPC contava com uma barra própria de HP; caso zerasse, a missão falhava. Se protegido com sucesso, ele conseguia fugir e oferecia suporte tático para a equipe.

Preview de Turok: Origins – Futuro promissor!
Nossa experiência durou entre 20 e 30 minutos e apesar de curta, foi o suficiente para entregar muita diversão e deixar aquela curiosidade para o lançamento final. O desenvolvedor mencionou que o lançamento contará com uma grande quantidade de conteúdo secundário e variações de mapas para garantir que o fator replay continue alto e a experiência não se torne repetitiva na terceira ou quarta jogatina.
Se a versão final mantiver a qualidade dessa demonstração e expandir o universo com bastante conteúdo, Turok Origins tem tudo para ser uma verdadeira carta de amor para os fãs do clássico de 1997.
