Close Menu
República DG | O seu lugar favorito na InternetRepública DG | O seu lugar favorito na Internet
    Stories
    Últimas Notícias

    State of Play retorna em 2 de junho com Marvel’s Wolverine e outros jogos

    maio 20, 2026

    Ilha Watch Party de The Mandalorian & Grogu chega em Fortnite com conteúdo exclusivo

    maio 19, 2026

    Xbox revela a segunda onda de jogos do Xbox Game Pass de maio (2026)

    maio 19, 2026
    Facebook Instagram YouTube TikTok Twitch
    • Ofertas
    • Especiais
    • Youtube
    • Twitch
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest Vimeo
    República DG | O seu lugar favorito na InternetRepública DG | O seu lugar favorito na Internet
    • Notícias

      State of Play retorna em 2 de junho com Marvel’s Wolverine e outros jogos

      maio 20, 2026

      Ilha Watch Party de The Mandalorian & Grogu chega em Fortnite com conteúdo exclusivo

      maio 19, 2026

      Xbox revela a segunda onda de jogos do Xbox Game Pass de maio (2026)

      maio 19, 2026

      Confira os novos preços da PS Plus no Brasil

      maio 18, 2026

      Ubisoft apresenta temporada 2 do Ano 11 de Rainbow Six Siege

      maio 18, 2026
    • Especiais
    • Reviews
    • Jogos
    • Ofertas
    • Guias de Platina
    • Guias
    República DG | O seu lugar favorito na InternetRepública DG | O seu lugar favorito na Internet
    Home » Review – Metaphor: ReFantazio (PC)
    Reviews

    Review – Metaphor: ReFantazio (PC)

    John VictorJohn Victoroutubro 7, 2024Updated:outubro 7, 20248 Mins Read
    Compartilhe Facebook Twitter Reddit Telegram WhatsApp
    Metaphor: ReFantazio
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Telegram WhatsApp

    Persona 5 foi um dos jogos mais bem recebidos dos últimos 10 anos, trazendo consigo uma admiração do público e uma atenção que a Atlus, sua desenvolvedora, jamais tinha visto. Após isso, tivemos o lançamento de Persona 4 para plataformas atuais, a mais nova entrada da saga Shin Megami Tensei e o bem-recebido Remake de Persona 3 como os maiores RPGs da empresa, reiterando SMT e Persona como os pilares da casa (e também os mais antigos).

    Em 2016, tivemos o anúncio do desenvolvimento de uma nova IP pelo próprio diretor de Persona 5, Katsura Hashino, denominado Project Re: Fantasy, uma nova IP com o intuito de se estabelecer junto das outras grandes IPs da Atlus. Oito anos se passaram e finalmente estamos com o jogo em mãos! Desta vez, com um novo nome: Metaphor: ReFantazio. Será que, após todo esse tempo, ele conseguirá se provar à altura de seus “irmãos” mais velhos?

    Vem comigo nessa review de Metaphor: ReFantazio!

    Familiar, mas diferente

    Metaphor: ReFantazio é um JRPG de turno que todo fã da Atlus irá se acostumar rapidamente, tendo mecânicas, estrutura de história e gameplay geral bem parecidos com os outros jogos da empresa. Não se engane! O jogo se passa em um universo semi-medieval totalmente original, o que acaba sendo bem diferente das ambientações modernas e baseadas na realidade de SMT e Persona. A história diverge bastante das que já estamos acostumados nessas séries e conta com mecânicas de gameplay com mudanças e misturas bem interessantes, que, no fim, se juntam em um jogo familiar, trazendo uma experiência refrescante e que prende o jogador por toda a jornada.

    (Reprodução: John Victor)

    Jogo dos Tronos

    O jogo se passa no reino de Euchronia, país composto por nove raças diferentes e governado pela família real, que nos últimos anos perdeu sua autonomia para a Teocracia da Coroa, um grupo político-religioso que prega a disseminação do Sanctarismo como religião absoluta do estado. Louis Guiabern, um oficial militar de alta patente, cansado da estagnação e corrupção do governo e da igreja, é o estopim para os acontecimentos do jogo após matar o rei atual, cujo único herdeiro é reconhecido publicamente como morto, iniciando uma quase literal corrida pela coroa.

    O universo do jogo é rico e pragmático, mostrando constantemente como o racismo, a xenofobia, a corrupção e a intolerância religiosa são práticas comuns nesse mundo, e como a igreja e o estado, apesar de possuírem pessoas que corroboram para o bem, são engolidos pela ganância e obsessão de integrantes mais poderosos.

    Nós controlamos o melhor amigo do príncipe herdeiro, que segue vivo em segredo, porém em coma, com sua saúde deteriorando cada vez mais por conta de uma maldição contraída anos atrás em uma tentativa de assassinato. Sua única esperança de salvação é a morte do mago que o amaldiçoou: Louis Guiabern, o indivíduo mais poderoso do reino e favorito na corrida pelo trono.

    Mistura Perfeita

    Como dito anteriormente, quem jogou SMT ou Persona vai se encontrar rapidamente em Metaphor: ReFantazio, com o sistema de calendário, seguidores/social links, upgrade de virtudes/social stats e exploração em zonas. O combate em si também contém várias semelhanças, com uma mistura de press turn do SMT e personalização/fusão de “classes” do Persona.

    Nas áreas com mudanças, elas são extremamente bem-vindas: as zonas nas cidades para exploração são maiores; podemos teleportar diretamente para os seguidores; existe um compendium que explica praticamente tudo do jogo, acessível a qualquer momento; usar os equipamentos mais fortes com apenas um clique, etc. Além disso, há mudanças maiores, como a introdução de combate em tempo real, que serve tanto para iniciar o combate com o inimigo paralisado e com metade de sua vida, como também matar instantaneamente inimigos mais fracos em campo, acelerando muito a exploração de masmorras e tornando o jogo muito menos cansativo em longas jogatinas.

    (Reprodução: John Victor)

    Provavelmente, a mudança que mais me surpreendeu foi o sistema de arquétipos, que admitidamente não me chamou atenção nos trailers iniciais, mas que, pessoalmente, se provou o melhor sistema de gameplay que a Atlus já fez. Existem mais de 40 arquétipos no jogo, que são basicamente classes liberadas ao decorrer da história, da aproximação com seus seguidores e da evolução dos próprios arquétipos. Por exemplo, o guerreiro, ao chegar ao nível 20, é capaz de liberar o arquétipo do espadachim.

    Nesse momento, quem jogou SMT ou Persona pode estar pensando: “Mas temos acesso a centenas de demônios/personas nos outros jogos. Como esse sistema pode ser melhor se temos uma quantidade menor?” Realmente, a variedade visual e a quantidade pura dos outros jogos é maior, mas, enquanto em SMT controlamos demônios genéricos e em Persona nossos companheiros são limitados a apenas um ou dois personas durante todo o jogo.

    Em Metaphor todos os integrantes que nos acompanham na jornada podem usar praticamente todos os arquétipos a qualquer momento. Isso abre um leque de gameplay e variedade que, na minha opinião, é o resultado de uma excelente mescla dos dois outros jogos. Isso sem contar o sistema de heranças de técnicas, que permite usar até quatro técnicas de qualquer outro arquétipo na sua “classe atual”, possibilitando criar, assim, um mago com dano físico e mágico, ou um cavaleiro tanque que consegue chamar a atenção de inimigos e curar ao mesmo tempo.

    (Reprodução: John Victor)

    Uma coisa não tão boa, no entanto, é o design da maioria das masmorras e zonas de combate, muitas das quais são repetidas durante o jogo e não apresentam uma criatividade destacável ou variedade suficiente, pecando bastante se comparadas aos palácios de Persona 5 ou até mesmo a algumas zonas de SMT 5. O combate em tempo real acaba diminuindo o tempo que passamos nesses lugares, e existem algumas masmorras com visuais notáveis e puzzles bem legais, mas é inegável que esse é um dos pontos mais negativos do jogo.

    Direção de arte padrão Atlus (Metaphor: ReFantazio)

    Além de ter entregue um sistema de gameplay e combate que me cativaram bastante, a parte artística e sonora de Metaphor também transmite a alta qualidade já presente em outros jogos da Atlus. Os menus e interfaces com toques davincianos incríveis tornam a ação de mudar o arquétipo do personagem, ajustar a formação da party ou usar itens uma experiência sempre interessante. O retrato dos personagens também está excelente, com várias emoções e até se mexendo quando o personagem fala.

    A trilha sonora, que por pouco não tirou a de Persona 5 do topo do meu pódio da Atlus. Este é um feito que poucos jogos conseguiram e acabam tornando o combate e a exploração ainda melhores com as músicas dinâmicas, que mudam conforme o que acontece no mapa, como ao entrar em combate ou fugir de inimigos.

    (Reprodução: John Victor)

    Nem tudo são flores! Apesar de nunca esperar um esmero gráfico avançado da Atlus, notei que o jogo muitas vezes aparenta ser mais feio que Persona 3 Reload, SMT 5 Vengeance e, em certos pontos, até que Persona 5 Royal, provavelmente por conta do estilo do jogo ser um pouco mais realista e ambicioso. O jogo apresenta texturas melhores em muitas partes, e o modelo dos personagens mostra uma evolução em relação aos jogos passados, mas realmente é algo muito estranho e difícil de ignorar quando algo pior aparece na tela.

    Em relação desempenho, joguei todo o jogo sem nenhum bug ou crash na versão da Windows Store do PC. Com um processador 3600X, 32GB de RAM e uma RTX 4080, o jogo rodou sem nenhum problema nas configurações máximas em 4K, e parece ser leve o suficiente para rodar em máquinas bem mais modestas e até no Steam Deck. Além disso, Metaphor disponibiliza uma demo para testar a qualquer momento antes de efetuar a compra.

    Metaphor: ReFantazio – Vale a Pena?

    Metaphor: ReFantazio está bem longe de ser meu primeiro jogo da Atlus, e o fato de ser bem parecido com os outros inegavelmente tira aquela sensação única de quando jogamos um Persona ou SMT pela primeira vez. No entanto, a Atlus provou que consegue, sim, evoluir seus jogos e construir um novo universo cativante e com mecânicas ainda melhores que suas obras anteriores. Zerei o jogo com cerca de 80 horas e não vi o tempo passar.

    O protagonista do jogo carrega consigo um livro de fantasia utópico muito peculiar, e a primeira pergunta que temos ao iniciar o jogo é se a fantasia pode ser limitada à imaginação. Seria ela algo tão impotente?

    Quando consumimos algo, seja um livro de aventura, um filme de comédia ou até mesmo um jogo de fantasia, muitas pessoas nos perguntam por que desperdiçamos nosso tempo com isso, afirmando que não é nada além de ficção e inutilidade. Mas, como o próprio jogo nos indaga, isso é mesmo verdade?

    A fantasia nasce da esperança, do luto, da guerra, da amizade, entre outros sentimentos reais que afetam nosso mundo. Quantos de nós, por exemplo, não choramos assistindo a um filme sobre animais ou jogando jogos que tratam de amor paterno, abraçando nossos pets ou pais logo em seguida com um amor ainda maior por eles?

    A fantasia nasce de um desejo, tornando-se tangível e mudando a nossa própria realidade.

    República DG

    9.2 Essencial!
    Pontos Positivos
    1. Melhor gameplay já feita pela Atlus
    2. Universo original e interessante
    3. Trama madura e com um ótimo pacing
    Pontos Negativos
    1. Gráficos bem abaixo do esperado em certos pontos
    2. Design das Dungeons com poucas variações
    3. Conteúdo pós-game/NG+ praticamente inexistente
    • Narrativa e Lore 9
    • Jogabilidade 9.5
    • Gráficos 8.5
    • Trilha Sonora e Efeitos Sonoros 9
    • Desempenho 10
    • Conteúdo secundário 9
    Análise Atlus Metaphor: ReFantazio Review
    Share. Facebook Twitter LinkedIn Telegram WhatsApp
    Previous ArticleReview – Dragon Ball: Sparking! ZERO (PS5)
    Next Article Veja as notas que Metaphor: ReFantazio vem recebendo
    John Victor

    VEJA TAMBÉM

    Guias

    Confira como conseguir as platinas dos jogos que estão deixando a plus em junho/2026

    maio 21, 2026
    Guias

    Roblox – Todos os acessórios em Anime Limitless

    maio 21, 2026
    Guias

    Roblox – Guia completo de Traços em Anime Limitless

    maio 21, 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Você precisa fazer o login para publicar um comentário.

    Top Posts

    Confira como conseguir as platinas dos jogos que estão deixando a plus em junho/2026

    Sherman Castelo Guias

    Roblox – Todos os acessórios em Anime Limitless

    Valteci Junior Guias

    Roblox – Guia completo de Traços em Anime Limitless

    Valteci Junior Guias
    7.8

    Review – Total War: Warhammer 3 – Bhashiva

    John Victor Reviews
    8.5

    Review: Tales of Arise — Beyond the Dawn Edition (Switch 2)

    Jhonatan Carneiro Reviews
    Redes Sociais
    • Facebook
    • YouTube
    • TikTok
    • WhatsApp
    • Twitter
    • Instagram
    Últimos Reviews
    7.8
    Reviews

    Review – Total War: Warhammer 3 – Bhashiva

    John Victormaio 21, 20262 Mins Read
    8.5
    Reviews

    Review: Tales of Arise — Beyond the Dawn Edition (Switch 2)

    Jhonatan Carneiromaio 21, 202610 Mins Read
    8.5
    Reviews

    Review: Luna Abyss (PS5)

    André Custódiomaio 20, 20269 Mins Read
    Bombando 🔥

    6 chuveiros elétricos grandes que melhoram a experiência no banho

    maio 17, 20265 Mins Read

    Xbox revela a segunda onda de jogos do Xbox Game Pass de maio (2026)

    maio 19, 20262 Mins Read

    Confira os novos preços da PS Plus no Brasil

    maio 18, 20262 Mins Read
    Escolhas do Editor

    Conversamos com Rodrigo Dal’Asta e Rafael Dolzan, criadores do RTS brasileiro Outlive 25

    maio 5, 2026

    Jogamos LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas; vem aí o melhor jogo da LEGO!

    maio 5, 2026

    Conversamos com Bruno Toledo, cofundador do estúdio brasileiro de A Investigação Póstuma

    maio 4, 2026
    Categorias
    • Destaque
    • Especiais
    • Guias
    • Guias de Platina
    • Jogos
    • Listas
    • Nintendo
    • Notícias
    • Ofertas
    • PlayStation
    • Promoções
    • Reviews
    • Rumores
    • Uncategorized
    • Xbox
    Facebook Instagram YouTube TikTok Twitch
    © 2026 RepúblicaDG. Desenvolvido por Desconto em Games.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.