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    Home » Review: She’s Leaving (PS5)
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    Review: She’s Leaving (PS5)

    André CustódioAndré Custódiodezembro 9, 20256 Mins Read
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    Review: She's Leaving (PS5)
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    Um ano recheado de surpresas não poderia acabar no começo de dezembro, né? Restando poucos dias para o final de 2026, obviamente a indústria ainda teria algumas cartas nas mangas, em especial quando falamos de jogos indie.

    E é nesse contexto que surge She’s Leaving. O título da Blue Hat Studio, criado por apenas duas pessoas, é uma aula de survival horror e de competência criativa, trazendo uma experiência que, apesar de curta, garante excelentes momentos e um ótimo ritmo de jogabilidade.

    Ele está sozinho nessa

    Analista forense, o inspetor Charles Dalton decide investigar sozinho supostos crimes ocorridos na remota Mansão Haywood. Sem treinamento de campo e munido de apenas um taser, o policial assume todos os riscos para garantir que a justiça seja feita.

    Aparentemente, diversos desaparecimentos estão envolvidos com o local. Porém, sua época de glória já acabou: hoje, Haywood é apenas um parque de visitação fechado, onde o passado de famílias nobres é contado por meio de diversas atrações, mas também de sombras.

    Fonte: André Custodio

    Algo ainda vive na mansão. Algo espreita. E à medida que Charles se aprofunda nesse caso brutal, ele começa a perceber que pode se tornar a última vítima mais rápido do que imagina.

    She’s Leaving é um jogo de sobrevivência e terror inspirado em escape room. No game, você avança por um cenário tridimensional com configuração de jogo de tabuleiro, resolvendo puzzles, coletando chaves e escapando de um único perseguidor.

    Fonte: André Custodio

    Diferentemente dos escape rooms tradicionais, não há um tempo sugerido para concluir a aventura. Porém, a existência de um stalker que caminha por toda a mansão à sua procura cria esse clima de urgência, exigindo que as decisões do protagonista sejam rápidas e as mais eficazes possíveis.

    Além disso, She’s Leaving tem um detalhe muito único: o combate. Ele ocorre inteiramente por meio de uma ferramenta: o taser. Esse acessório de contenção tanto tem munições limitadas pelo mapa quanto tem cartucho para apenas uma “ficha”. Assim, é essencial gerenciá-lo para sobreviver.

    Primeira parte: análise forense

    Ao chegar na mansão, a primeira coisa com a qual você se depara é a mecânica de análise forense. Como um especialista, Charles precisa analisar uma série de amostras para encontrar evidência clara de ao menos um corpo, e diversos vestígios estão espalhados pela área.

    Esse recurso é simples, mas funciona de forma muito inteligente. Em primeiro lugar, existem três tipos de tipos de sangue, e você deve acertar todos para não ter maiores problemas (errar te causa malefícios graves). Em segundo, o stalker não te esperará concluir a análise.

    Fonte: André Custodio

    Mas não é só isso: em She’s Leaving, ao mesmo tempo que você coleta evidências de sangue, você precisa abrir portas, encontrar chaves, resolver quebra-cabeças numéricos, ler documentos e coletar fusíveis. E de todas as salas, apenas uma é segura: a verde, do save point.

    As mecânicas de jogo funcionam surpreendentemente bem. Por ter controles fluidos e intuitivos, os desenvolvedores conseguiram criar algo consistente e convincente, sem transformarem o protagonista em um super-humano.

    Fonte: André Custodio

    Além disso, enquanto corre, Charles começa a ofegar e muda sua respiração com o tempo; tudo isso em uma experiência realmente orgânica e plenamente capaz de ocorrer na vida real.

    Esteja pronto para combater

    O combate de She’s Leaving também é muito interessante. Você pode usar o taser tanto para inconscientizar o perseguidor ou destravar caixas de energia. A segunda opção é obrigatória, mas a primeira… você escolherá se vale a pena.

    As munições são limitadas e estão espalhadas em áreas muito específicas do jogo. Além disso, o stalker fica incapacitado apenas por poucos segundos. Dessa forma, tudo se torna extremamente estratégico, mas sem deixar de respeitar seus instintos, pois tudo é um aprendizado.

    Fonte: André Custodio

    Outro detalhe diz respeito à carga. Charles pode andar com sua arma em guarda baixa ou mirando, e usá-la é muito simples: basta apertar “R2”, estando em movimento ou não. Porém, ele não consegue andar enquanto carrega, e realizar essa ação pode determinar sua sobrevivência.

    Vale reforçar que o protagonista de She’s Leaving é um analista forense que quebra as ordens de seu escritório para ir ao campo. Essa questão também é tratada de forma inteligente no game, pois como você não é alguém preparado para o tiroteio, um golpe do perseguidor basta para o game over.

    Ambientação e atmosfera impressionantes

    O trabalho da Blue Hat é simplesmente impressionante em termos de atmosfera. Os gráficos do jogo são incríveis e super realistas, principalmente quando falamos no sentido de ambientação.

    Áreas externas e internas são vastas (tamanho médio) e cheias de detalhes, com caminhos secretos, rotas alternativas e mistérios que compensam a exploração. Nem todas as rotas garantem recompensas, mas vale a pena descobrir o que tem no final.

    Fonte: André Custodio

    Outro detalhe diz respeito aos aspectos técnicos. Luzes, iluminação e sombras em She’s Leaving são incríveis. Elas funcionam muito bem tanto como direcionamento quanto como estrutura, não passando nem de longe qualquer sensação de estranhamento por meio de muitas luzes neon.

    Isso vai além quando falamos sobre eventos ambientais. Luzes piscando, bonecos se mexendo, portas rangendo e tubulações fazendo barulhos perturbadores. O título é muito competente em passar essa ideia de insegurança.

    Fonte: André Custodio

    Outro ponto positivo diz respeito ao suporte de hardware. O game é compatível com gatilhos adaptáveis (atirar com o taser) e ao microfone embutido, que permite escutar a voz do perseguidor e saber quando ele está perto.

    Por fim, devemos parabenizar pelo excelente trabalho de dublagem do jogo. As vozes de Charles e dos outros personagens que se comunicam pelo walkie talkie são caprichadas e de altíssima qualidade, sendo afetadas pela estática do acessório e por outras situações mais dramáticas.

    Infelizmente, o jogo não está localizado em português do Brasil e só conta com legendas em inglês e japonês. Quanto à performance, há algumas falhas de popping em áreas mais amplas e longos tempos de carregamento ao transitar entre a mansão e a região exterior, mas nada que comprometa.

    She’s Leaving é a grata “surpresa de Natal”

    She’s Leaving é surpreendente e impressionante. O jogo chama a atenção desde seus primeiros minutos pelo absurdo capricho ambiental, algo que vai além quando analisamos as coisas pelo lado técnico.

    O jogo também se destaca pela excelente dublagem e pelo suporte de alto nível ao hardware do PS5. Para uma aventura que se estende até 4h de duração, tudo que ele trás é elétrico e poderoso; desde a jogabilidade intuitiva até a história chocante.

    Dispensando falhas de otimização e a falta de localização em PT-BR, She’s Leaving é obrigatório para todo fã de survival horror. É um jogo que passará muito tempo em sua mente e garante, no fim, aquela sensação de que tudo valeu a pena.

    8.7 Excelente

    Divertido, desafiador e muito ágil, She's Leaving é um survival horror no estilo escape room que faz referências, de altíssima qualidade, a jogos e franquias que conquistaram gerações

    • História 8
    • Jogabilidade 9
    • Desempenho 8
    • Visuais 9
    • Som 9
    • Diversão 9
    She's Leaving
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    André Custódio

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