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    Home » Review: Toxic Commando (PS5)
    Reviews

    Review: Toxic Commando (PS5)

    Diverte, mas não por muito tempo
    Sherman CasteloSherman Castelomarço 11, 2026Updated:março 11, 202615 Mins Read
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    review Toxic Commando
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    O gênero de shooters cooperativos contra hordas de inimigos já é bastante conhecido entre os jogadores. Jogos como Left 4 Dead, Back 4 Blood e World War Z, entre outros, ajudaram a popularizar essa fórmula de quatro jogadores enfrentando ondas de criaturas enquanto cumprem objetivos.

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    John Carpenter’s Toxic Commando segue exatamente essa linha. A proposta, como sempre, é simples: reunir um grupo de mercenários nada convencionais para enfrentar hordas de monstros em missões espalhadas por mapas semi-abertos.

    • Preview – John Carpenter’s Toxic Commando (PC)

    Desenvolvido pela Saber Interactive e publicado pela Focus Entertainment, John Carpenter’s Toxic Commando será lançado no dia 12 de março de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

    A ideia funciona e diverte, principalmente nas primeiras horas. O combate tem uma ótima gunplay e os momentos em que dezenas de inimigos começam a surgir ao mesmo tempo, parecendo que estamos juntos com Brad Pit em Guerra Mundial Z, conseguem criar boas sequências de ação.

    Antes de entrar nos detalhes, porém, existe uma decisão de design que pode incomodar muita gente. O jogo é totalmente online, mesmo quando você decide jogar sozinho com bots.

    Se a internet cair, a partida acaba na hora. Não existe pausa nem modo offline, algo que parece uma escolha estranha para quem pretende aproveitar a campanha sem depender de outros jogadores.

    O jogo possui menus e legendas em português do Brasil, embora não tenha dublagem. Também conta com crossplay entre plataformas, permitindo que jogadores de diferentes sistemas entrem na mesma partida.

    Vale mencionar que estou com o jogo desde o fim de fevereiro, ou seja, bem antes do lançamento oficial. Por isso, é possível que alguns erros ou pequenos problemas encontrados durante esta review de Toxic Commando sejam corrigidos pela desenvolvedora em atualizações.

    Sem mais enrolação, vem comigo conferir esta review de Toxic Commando e veja se ele terá seu lugar ao sol em meio à tantos jogos de estilos parecidos.

    A história está lá, mas claramente não é o motivo de você jogar

    A narrativa de Toxic Commando funciona mais como uma desculpa para colocar o jogador no meio da ação do que como algo realmente desenvolvido.

    Tudo começa quando um experimento científico tentando explorar o poder do núcleo da Terra sai completamente do controle. O resultado é a liberação de uma entidade conhecida como Deus do Lodo, que começa a transformar o mundo em uma mistura de lama e criaturas que querem, literalmente, te comer vivo.

    O responsável por essa bagunça é Leon, um cientista que agora precisa lidar com as consequências do próprio experimento. Sem ter recursos para mobilizar grandes forças militares, ele acaba recorrendo a um grupo de mercenários bastante questionáveis: os Toxic Commandos.

    Leon aparece principalmente no hub central do jogo, funcionando como uma espécie de guia entre as missões. É nesse espaço que o jogador pode preparar equipamentos, testar armas e acessar algumas atividades antes de partir para a próxima operação.

    A inspiração cinematográfica também aparece o tempo todo. Toxic Commando claramente bebe da fonte dos filmes clássicos de John Carpenter, especialmente produções dos anos 80 como The Fog (1980), The Thing (1982) e Big Trouble in Little China (1986).

    A mistura de ação exagerada, criaturas grotescas e humor um pouco absurdo lembra bastante esse período do cinema de terror.

    Nada disso é particularmente profundo. A história cumpre seu papel básico e segue em frente, embora isso não seja uma crítica, afinal, quem aqui lembra da história de Back 4 Blood?

    Escolha seu mercenário e entre na bagunça

    O jogo apresenta alguns personagens jogáveis dentro do grupo de mercenários, como Astrid (“Overwatch 2”), Cato (“Silo”), Ruby (“A Rainha Guerreira) e Walter (“Vikings”).

    Cada um possui um visual próprio e algumas falas diferentes durante as missões. Cato foi meu mercenário mais escolhido durante a maior parte da minha jogatina para a produção desta review de Toxic Commando.

    Percebeu que o elenco de vozes é interessante, com atores e atrizes conceituados e, além disso, o próprio John Carpenter fez a narração do trailer animado abaixo:

    Na prática, porém, a escolha dos personagens é mais estética do que mecânica. O que realmente define a forma de jogar são as classes disponíveis.

    Existem quatro classes principais no jogo: atacante, médico, operador e defensor. Cada uma possui uma função específica dentro do esquadrão e também uma árvore de habilidades própria que pode evoluir até o nível 40. Essa evolução acontece com o uso de Pontos de Técnicas, conquistados ao terminar missões.

    O atacante é focado em causar dano direto contra as hordas, enquanto o médico funciona como suporte para manter o grupo vivo.

    Já o operador utiliza um drone durante o combate, e o defensor se especializa em criar estruturas de proteção que ajudam bastante nas fases mais caóticas das missões.

    Essas habilidades especiais podem virar o rumo de um combate quando as coisas começam a sair do controle.

    Armas, explosões, tipos de inimigos e um monte de coisa para usar no meio da confusão

    O arsenal disponível oferece uma variedade interessante logo nas primeiras horas. Existem diferentes tipos de armas de fogo, que vão desde fuzis de assalto e pistolas até escopetas e rifles de precisão.

    Para a realização desta review de Toxic Commando, utilizei, principalmente, fuzis de assalto e pistolas com alta cadência de tiro. Atirar rápido é essencial quando as hordas aparecem.

    Além disso, o jogador também pode usar equipamentos adicionais durante as missões. Granadas, molotovs, minas e até torretas portáteis aparecem como opções para lidar com grupos maiores de inimigos.

    As armas podem receber modificações e melhorias utilizando a Lodoíta, a moeda principal obtida durante as partidas. Essas melhorias ajudam a personalizar um pouco mais o estilo de combate, embora a progressão às vezes pareça um pouco lenta, mas falaremos disso logo adiante.

    Em relação aos tipos de inimigos que enfrentamos, temos 10 ou mais tipos: Errante, Caçador, Bruto, Imundo, Marreta, Grudento, Ferrão, Dínamo, Cuspidor e Gambá. Cada um com seu estilo de atacar ou habilidade para te ferir.

    Ao final de cada partida, o game mostra quais e quantos deles você destroçou ao longo do caminho, os mais poderosos, obviamente, dão mais Lodoíta, afinal, um mercenário precisa ser bem pago, não é mesmo?!

    As moedas do jogo e a progressão lenta

    Como em muitos jogos desse tipo, Toxic Commando também trabalha com diferentes moedas usadas para liberar melhorias e itens cosméticos. A principal delas é a Lodoíta, que funciona basicamente como o dinheiro do jogo. É com ela que você compra upgrades para as armas.

    O problema é que a quantidade obtida durante as missões nem sempre acompanha o preço das melhorias. Em vários momentos da campanha eu terminei uma missão inteira e ainda não tinha o suficiente para comprar algo simples, como uma nova mira ou algum acessório básico.

    Isso faz com que a progressão pareça um pouco mais lenta do que deveria.

    Também existem moedas voltadas para itens cosméticos:

    • Residium: coletada em locais do mapa, mas só aparece em missões com dificuldade no normal ou maiores, em cada vitória e a cada 5 níveis de perfil;
    • Mortita: coleta em locais do mapa, mas somente em missões no nível difícil ou muito difícil, em vitórias em missões na dificuldades mais altas e a cada dez níveis de perfil.

    Elas usadas principalmente para comprar roupas, acessórios e pequenas mudanças visuais para os personagens.

    A impotância dos veículos

    Durante as missões também aparecem veículos espalhados pelos mapas. Isso é algo que pode ser um diferencial para este game, pois é imprescidível a utlização dos diferentes tipos de conduções.

    Eles são importante demais para a locomoção do squad, assim como o cumprimento de missões, algumas delas não sendo possível a realização sem um veículo equipado com arpão ou um PEM, por exemplo.

    A dirigibilidade é uma parte complicada do processo, os comando parecem duros, mas sei que por muita vezes, isso ocorre devido ao terreno difícil, com lama, lodo, arvorés caídas e vários outros desafios.

    O gameplay e a estratégia precisam ser pensados na duração da blindagem dos veículos, assim como o combustível que teima em acabar rapidamente.

    Saber quais deles usar é muito importante, a ambulância leva muitos kits médicos, portanto, o ideal é alguém do time ir dirigindo uma para eventuais complicações, assim como, o caminhão que possui o arpão se torna parte chave para a progressão de missões e jamais pode ser deixado para trás.

    No lançamento, o game contará com 6 tipos de veículos, são eles: Rebelde (PEM e guincho), Garra, Trovão (lança chamas integrado), Ambulância (muita saúde pra os jogadores), Brasão (leve e com nitro), Espectro.

    Alguns deles possuem habilidades próprias que ajudam bastante na exploração ou no combate. Em vários momentos, por exemplo, é necessário utilizar arpões instalados nos veículos para abrir caminhos ou puxar estruturas.

    Vale a pena explorar o mapa antes de correr para o próximo objetivo

    Durante as missões de Toxic Commando, sair um pouco do caminho principal quase sempre compensa, pois, o jogo espalha vários recursos úteis pelos cenários, então parar alguns minutos para explorar pode facilitar bastante a missão mais adiante e, pode acreditar, isso fez muita diferença em toda a minha gameplay para esta review.

    Um dos itens mais importantes que aparecem pelo mapa são as ferragens. Elas funcionam como um recurso compartilhado entre o esquadrão e servem para abrir caixas que guardam armas especiais ou para montar armadilhas e estruturas defensivas.

    Quando chega a parte final das missões, em que as hordas aparecem com mais força, ter essas defesas prontas faz bastante diferença.

    Também existem algumas áreas que funcionam como pequenos pontos de saque. Normalmente você encontra ali munição, combustível para os veículos, equipamentos letais e kits médicos. Quando o time já está ficando sem recursos, esses lugares acabam virando uma parada quase obrigatória antes de continuar a missão.

    Outro elemento curioso que aparece durante a exploração são as sementes de lodo, elas podem funcionar como uma espécie de segunda chance. Além disso, elas também garantem um bônus de experiência no final da missão se você conseguir terminar a partida ainda carregando uma delas.

    Jogar com bots deveria ajudar, mas muitas vezes só atrapalha

    Grande parte da minha campanha foi jogada ao lado de bots, e infelizmente essa acabou sendo uma das partes mais frustrantes da experiência.

    A inteligência artificial dos companheiros deixa bastante a desejar. Eles frequentemente entram na frente da sua mira e, sim o jogo conta com o tão temido Fogo Amigo, como em Helldivers 2, ignoram itens importantes no cenário e parecem ter pouca noção do que está acontecendo ao redor.

    Em vários momentos eu estava atacando um inimigo e, de repente, um bot simplesmente aparecia na frente da arma no meio da ação.

    Os comandos disponíveis também não ajudam muito. O jogo permite pedir munição, kits médicos ou indicar alguns pontos de interação, mas os bots não obedecem e raramente ajudam em algo, além disso, se estiver jogando com eles, saiba que eles também não dirigem os carros, ou seja, eu sempre era o motorista da rodada.

    Mesmo quando existe um item importante no chão, como munição ou cura, eles não coletam, cabia a mim pegar o item de cura e ficar atrás deles para curá-los e, por muitas vezes, eles se afastavam de mim, dificultando a minha cura, proporcionando uma cena rídicula.

    O únicos momentos em que realmente respondem aos comandos é nas partes finais das missões, quando precisam consertar armadilhas ou estruturas defensivas e quando você pede para eles focarem em algum inimigo poderoso que surgiu no horizonnte.

    As missões parecem um Ctrl + C/ Ctrl+V

    A estrutura das missões funciona bem no início, mas começa a mostrar sinais de repetição depois de algum tempo.

    O jogo possui nove missões no total, sendo que uma delas funciona basicamente como tutorial. Na prática, isso deixa a campanha principal com apenas oito operações de verdade.

    Embora os mapas mudem, a lógica das atividades quase sempre segue o mesmo padrão. O jogador precisa explorar o cenário, coletar alguns recursos e preparar defesas antes da grande horda final que encerra a missão.

    Nas primeiras vezes isso funciona bem. Depois de algumas horas, porém, a sensação de repetição começa a aparecer.

    Quatro níveis de dificuldade para tentar prolongar a experiência

    Toxic Commando oferece quatro níveis de dificuldade: História, Normal, Difícil e Muito Difícil. A ideia é permitir que tanto jogadores mais casuais quanto aqueles que buscam um desafio maior encontrem um modo mais adequado para jogar.

    Durante a análise, completei a campanha no modo Normal, que não apresentou grandes obstáculos, mesmo com os bots atrapalhando em alguns momentos. Com um grupo de amigos bem coordenado, a tendência é que essa dificuldade se torne ainda mais tranquila.

    Os modos mais difíceis acabam funcionando principalmente como uma forma de estender a vida útil do jogo depois de terminar a campanha, já que as missões permanecem as mesmas e o principal incentivo passa a ser ganhar mais experiência e moedas para evoluir equipamentos e personagens.

    Um mundo coberto de lodo e lama que até impressiona visualmente

    Visualmente, o jogo é bastante competente. A ambientação pós-apocalíptica funciona bem e apresenta cenários cheios de detalhes interessantes.

    É comum encontrar locais abandonados e/ou destruídos, veículos largados pra trás e áreas urbanas completamente tomadas pela vegetação. Em alguns momentos, a estética lembra bastante a atmosfera de The Last of Us e Days Gone.

    O jogo também inclui um Modo Cinema, uma opção visual que altera filtros de imagem e tenta aproximar a experiência de algo mais cinematográfico, reforçando a inspiração nos filmes de terror e ação dos anos 80.

    Outro detalhe curioso é a forma como a lama influencia na movimentação. Ela não está ali apenas como elemento visual. Em vários momentos o terreno afeta diretamente a condução dos veículos, que podem acabar atolando dependendo do lugar.

    Esse tipo de detalhe ajuda a dar mais personalidade ao cenário e contribui para a sensação de estar atravessando um mundo realmente destruído.

    Mas, nem tudo são flores na questão visual, o design dos inimigos carece de “beleza”, se é que podemos dizer isso. De longe, são aceitáveis, mas caso cheguem perto, você percebe que faltou um cuidado maior no gráfico das criaturas, mas não é nada que tire pontos do jogo.

    Tiros, explosões e uma trilha sonora que nem sempre ajuda

    O trabalho de áudio tem alguns pontos positivos, especialmente nos efeitos sonoros.

    As explosões soam fortes e o ambiente transmite bem a sensação de loucura durante as batalhas. Jogando com fones de ouvido é possível perceber vários pequenos detalhes que ajudam na imersão, como o combustível balançando dentro do galão enquanto você corre para abastecer seu veículo, entre vários outros detalhes que não passaram despercebidos pela desenvolvedora.

    A trilha sonora, por outro lado, não me agradou tanto. Em alguns momentos, principalmente quando estamos dirigindo veículos, o jogo começa a tocar músicas em estilo rádio, algo sem sentido, ao meu ver, assim como o nosso personagem assovia enquanto abastece o carro, algo sem explicação para o momento de loucura e morte iminente ao redor.

    O problema é que não existe opção para desligar a música, por exemplo, então o jeito foi baixar o volume do som na configuração do jogo mesmo.

    Outro detalhe curioso é que John Carpenter também participou da produção da faixa principal do jogo, trabalhando ao lado do filho, Cody Carpenter, e do compositor Daniel Davies.

    Sei que posso está sendo chato, mas são os pequenos detalhes que fazem a diferença e podem tirar a imersão do jogador.

    Pelo menos o desempenho segura bem a ação

    No PlayStation 5 base, onde realizei toda a gameplay para esta review de Toxic Commando, o desempenho foi bastante sólido durante toda a campanha.

    A minha jornada foi, praticamente o tempo inteiro no modo desempenho, e o jogo conseguiu manter uma taxa de quadros estáveis durante todos, mesmo nos momentos com muitos inimigos na tela e várias explosões acontecendo ao mesmo tempo, a experiência permaneceu muito satisfatória.

    Review de Toxic Commando: vale a pena?

    Finalizo esta review de John Carpenter’s Toxic Commando dizendo que ele vai te divertir, sim, vai, mas não será algo durável. O combate funciona bem, enfrentar hordas de inimigos pode gerar momentos malucos interessantes e o jogo consegue prender a atenção nas primeiras horas.

    Ao mesmo tempo, alguns problemas acabam limitando bastante o potencial da experiência. A campanha é curta, a estrutura das missões se repete bastante e a inteligência artificial dos bots atrapalha mais do que ajuda.

    Com mais conteúdo, melhorias na IA e algumas mudanças na progressão, o jogo poderia se tornar uma experiência cooperativa muito mais sólida.

    Do jeito que está, Toxic Commando funciona como um shooter divertido para algumas sessões com amigos, mas dificilmente vai manter os jogadores engajados por muito tempo.

    Quem sabe com o tempo o jogo receba novos modos, talvez um PvP, raids ou qualquer outro tipo de atividade que incentive o jogador a voltar. Games desse estilo dependem muito desse tipo de suporte, de algo que dê vontade de apertar o play novamente depois de terminar a campanha.

    E esse ponto pesa ainda mais quando olhamos o preço. John Carpenter’s Toxic Commando chega custando R$ 229,90 na PS Store e na Xbox Store, enquanto no PC sai por R$ 159,90 na Steam e na Epic Games Store.

    Considerando que fechei a campanha em menos de seis horas, é um detalhe que acaba entrando na conta na hora de decidir se vale ou não o investimento.


    Curtiu esta review de Toxic Commando? Então fica ligado em outras análises do nosso time:

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    Diverte, mas enjoa rápido

    7.9 Bom

    John Carpenter’s Toxic Commando tem boas ideias e consegue divertir nas primeiras horas. O combate funciona, enfrentar hordas gigantes de inimigos gera alguns momentos caóticos bem legais e a ambientação do game é sensacional.

    O problema é que a experiência começa a mostrar suas limitações rápido demais. A campanha é curta, as missões se repetem bastante e a inteligência artificial dos bots mais atrapalha do que ajuda. Quando os créditos chegam, isso em poucas horas, fica a sensação de que o jogo precisava de mais conteúdo e mais tempo no forno.

    No fim, Toxic Commando é um shooter cooperativo que pode render boas sessões com amigos, mas que dificilmente vai segurar a atenção por muito tempo do jeito que está hoje.

    O que agradou
    1. Gunplay gostosa contra grandes hordas de inimigos
    2. Boa ambientação pós-apocalíptica inspirada no cinema de terror dos anos 80
    3. Veículos e habilidades de classe adicionam variedade
    4. Desempenho sólido no PlayStation 5 durante os momentos mais malucos
    5. Efeitos sonoros bem trabalhados que ajudam na imersão
    Onde o jogo foi tóxico
    1. Campanha curta demais
    2. Estrutura das missões se torna repetitiva após algumas horas
    3. Inteligência ou a falta dela nos bots
    4. Progressão lenta em relação ao custo das melhorias
    5. A trilha sonora me fez diminuir o volume da mesma
    • História 6
    • Jogabilidade 8
    • Visuais 9
    • Desempenho 9
    • Trilha Sonora 7.5
    Focus Entertainment John Carpenter's Toxic Commando PlayStation 5 Review Saber Interactive
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    Sherman Castelo

    Apaixonado por jogos desde que me conheço por gente! Jogos desafiadores são os meus preferidos, mas não rejeito um bom Super Mario.

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