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    Home » Review: Damon and Baby (PS5)
    Jogos Reviews

    Review: Damon and Baby (PS5)

    Sherman CasteloSherman Castelomarço 22, 20269 Mins Read
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    Damon and Baby
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    Produzir esta review de Damon and Baby me fez reelembrar o porque é tão bom amar jogos de menor escopo e que não tenham tanta expectativas, pois são esses que surpreendem.

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    Damon and Baby é exatamente isso. Em meio a tantos jogos grandes, cheios de orçamento e ambição — como Crimson Desert e Resident Evil Requiem — ele vai na direção oposta. É menor, mais direto, sem querer competir em escala. E talvez por isso funcione tão bem.

    É aquele game que te prende e você não ver a hora passar. Não porque ele é perfeito — porque não é — mas porque ele acerta em algo que muita gente esquece: ele é divertido de jogar.

    Damon and Baby é um jogo de ação e aventura com aquele estilo clássico de dois analógicos, onde você se movimenta com um e mira com o outro. Esse tipo de controle, conhecido como twin-stick shooter, dá uma liberdade muito grande no combate, permitindo atacar em qualquer direção sem travar o movimento.

    O título chega no dia 25 de março de 2026 para PS5, PS4, Nintendo Switch e PC. Esta análise foi feita no PlayStation 5 base. Portanto, sem mais enrolação, vem saber tudo sobre o game nesta review de Damon and Baby.

    Captura por Sherman Castelo

    Uma história simples, mas que segura você até o final

    A narrativa é direta: você controla Damon, um rei demônio que quer subir de categoria no inferno, até chegar ao posto de Lorde Supremo, no entanto, ele recebe a missão de proteger um bebê misterioso e, para piorar, ele é proibido de se afastar da criança e ela não pode sequer adquirir maldade ou angústia em seu coração

    A partir daí, o jogo começa a brincar com a ideia de bem e mal de um jeito interessante.

    Nesse mundo, demônios não são necessariamente vistos como vilões. Em alguns momentos, pessoas fogem ao ver o personagem, mas em outros, a reação é completamente oposta. Tem até situações em que o próprio Damon estranha como, em outros mundos, ele seria tratado como algo ruim.

    Captura por Sherman Castelo

    Esse contraste dá personalidade à narrativa. Não é uma história complexa, nem cheia de reviravoltas, mas funciona bem dentro da proposta. O mistério em torno do bebê é o que te puxa pra frente, e mesmo sem grandes surpresas, você quer entender o que está acontecendo e quem é aquela criança e quais os motivos que levam várias entidades a quererem pegá-la.

    Você encontrará muitos NPC’s pelo meio do caminho, como lojistas, demônios aliados, entidades inimigas, cozinheira, samurais e muito mais. No total, são mais de 130 personagens e inimigos.

    Um pouco dos personagens que encontramos na jornada – Captura por Sherman Castelo

    O único ponto que pesa um pouco é o humor. O jogo possui algumas piadas e trocadilhos, principalmente nas falas do protagonista, e nem sempre isso encaixa bem. Em alguns momentos, quebra um pouco o clima, como se insistisse em ser mais leve do que precisava. Não chega a incomodar o tempo todo, mas dá a sensação de que poderia ter sido mais equilibrado.

    A gameplay é o grande acerto, mesmo com alguns tropeços

    Se tem um ponto onde Damon and Baby realmente brilha, é na jogabilidade.

    O sistema de dois analógicos funciona de forma muito fluida. Você se movimenta com liberdade, mira com precisão e rapidamente entra no ritmo do combate. É aquele tipo de jogo que você aprende em poucos minutos, mas continua aproveitando por horas.

    Captura por Sherman Castelo

    As armas ajudam bastante nisso. Tem uma boa variedade — pistolas, metralhadoras, escopetas e mais — e cada uma muda um pouco a forma de jogar. Ao mesmo tempo, o jogo traz uma progressão interessante, com melhorias de habilidades, atributos como vida, proteção e equipamentos como evolução de bombas, armas e socos.

    O jogo mistura várias ideias ao mesmo tempo. Ele tem elementos de RPG na progressão, pega emprestado conceitos de exploração de metroidvania e ainda traz sistemas que lembram jogos como Dark Souls:

    • Descansar nas “salas seguras” recupera sua vida
    • Permite evoluir o personagem
    • E faz com que os inimigos do mapa retornem

    Essa combinação funciona bem na maior parte do tempo e ajuda a manter o jogo interessante.

    Só que, conforme você avança, começam a aparecer algumas decisões que atrapalham mais do que ajudam.

    Captura por Sherman Castelo

    O principal problema está na falta de direção. O jogo praticamente não te diz pra onde ir. Não há indicação clara de missão principal, nem de objetivos secundários, e o mapa não contribui muito pra te orientar. Até pra comprar a habilidade de colocar pinos de marcação no mapa precisa ser comprada.

    No começo, isso até passa uma sensação de liberdade. Mas com o tempo, vira frustração. Você começa a andar sem rumo, revisitar áreas sem saber exatamente o que está procurando, e isso quebra o ritmo da experiência.

    Captura por Sherman Castelo

    Tenho mesmo que pagar pra tudo?

    Outro ponto que pesa é o excesso de sistemas pagos. Muita coisa depende de dinheiro: liberar viagem rápida, usar recursos do mapa, até pra completar algumas missões secundárias você precisa comprar roupas para completá-las. Isso faz com que você precise farmar mais do que o necessário, o que acaba cansando.

    Além disso, existem pequenos problemas de qualidade de vida que, somados, fazem diferença. O inventário começa muito limitado, não dá pra vender itens direto do baú, falta uma opção de organização automática e, muitas vezes, você desbloqueia uma habilidade nova mas não faz ideia de onde pode usá-la.

    Captura por Sherman Castelo

    Isso fica ainda mais evidente nos momentos com elementos de metroidvania. Você encontra caminhos bloqueados por habilidades que ainda não tem, mas o jogo não te ajuda a lembrar onde estavam esses pontos depois. Talvez uma mudança de cor na parte do mapa onde ainda o jogador não tivesse feito os 100% ajudaria muito.

    A câmera também poderia ser melhor. A ideia de fazer as paredes desaparecerem para mostrar o personagem parece boa, mas na prática gera confusão. Em alguns momentos, fica difícil entender o que é caminho e o que é apenas efeito visual.

    Aumente sua mochila o mais rápido possível

    Se tem uma coisa que você precisa fazer o quanto antes em Damon and Baby, é investir no inventário.

    Aumento sua mochila o quanto antes – Captura por Sherman Castelo

    O jogo começa com um espaço bem limitado, e como você coleta muito item o tempo todo — armas, recursos, equipamentos — não demora nada pra tudo ficar cheio. E aí começa aquele vai e volta que quebra o ritmo: abrir menu, reorganizar, decidir o que descartar, chega a ser cansativo. Senti o mesmo jogando Nioh 3.

    Por isso, aumentar a mochila o mais rápido possível faz muita diferença. Quanto mais espaço você tiver, mais tempo consegue explorar sem precisar parar.

    O mesmo vale pro baú. Ele funciona como um armazenamento geral que aparece em diferentes pontos do jogo, mas também começa pequeno. Se você não evoluir isso cedo, vai lotar rápido e virar mais um problema pra administrar.

    Chefes simples, mas com identidade própria

    As batalhas contra chefes são, no geral, bem positivas. Cada boss tem um estilo próprio, com visual e padrões diferentes, o que ajuda a manter o jogo interessante ao longo da campanha. Não é nada extremamente complexo, mas também não fica repetitivo — dá pra perceber um cuidado em tentar variar esses encontros.

    Captura por Sherman Castelo

    A dificuldade, no geral, é tranquila. O jogo não tenta ser punitivo, então a maioria dos chefes não deve travar o progresso de quem está evoluindo normalmente.

    Agora, se você chegar em algum deles pouco evoluído, pode acabar sofrendo um pouco mais do que o esperado. Nada absurdo, mas o suficiente pra perceber que talvez fosse melhor ter explorado mais ou melhorado o personagem antes.

    Captura por Sherman Castelo

    E um detalhe que ajuda no ritmo: ao final de cada missão principal, você enfrenta um chefe. Isso cria uma sensação boa de progressão, como se cada etapa tivesse um fechamento claro.

    No fim, não são batalhas memoráveis, mas cumprem bem o papel dentro da proposta do jogo.

    Mesmo com tudo isso, o jogo continua funcionando

    O curioso é que, mesmo com esses problemas, o jogo não deixa de ser divertido. Parte disso vem das próprias mecânicas. As habilidades de Damon são interessantes (confesso que senti falta de um “especial”) e os trechos de plataforma também funcionam melhor do que o esperado.

    Captura por Sherman Castelo

    Além disso, há uma boa quantidade de conteúdo secundário. Missões extras, customização com roupas, sistema de equipamentos e até um modo cooperativo local ajudam a dar mais vida à experiência.

    Visual agradável e desempenho sem problemas

    Visualmente, o game segue uma linha mais cartunesca e colorida, sem tentar buscar realismo.

    Os cenários variam bem — entre ruínas, áreas urbanas e outros ambientes — e são agradáveis de explorar. Não é um jogo que impressiona tecnicamente, mas também não decepciona. No PS5 base, o desempenho foi sólido do início ao fim. Sem quedas de frame, sem travamentos e sem bugs perceptíveis.

    Captura por Sherman Castelo

    A trilha sonora acompanha bem o jogo. Não é algo que vai ficar na sua cabeça o tempo todo, mas tem momentos pontuais bem trabalhados que ajudam na ambientação.

    Review de Damon and Baby – Vale a Pena?

    Finalizo esta review de Damon and Baby dizendo que ele é um jogo que conquista pelo conjunto. Ele claramente tem problemas. Algumas decisões de design poderiam ser melhores, principalmente na forma como guia o jogador e em alguns pequenos aspectos que poderiam facilitar a vida do jogador.

    Mas, ao mesmo tempo, ele acerta no principal: é divertido. É aquele jogo que você joga pra relaxar, sem pressão, sem compromisso. E quando percebe, já avançou mais do que imaginava.

    Recomendo muito e, além disso, ele estará disponível por um preço bem acessível já no lançamento. Com certeza ele merece um lugar no seu radar de jogatina.


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    8.2 Ótimo

    Damon and Baby é aquele tipo de jogo que não tenta ser grandioso, mas acerta onde realmente importa: na diversão.

    Mesmo com problemas claros, principalmente na falta de direção, nas decisões de qualidade de vida e em alguns sistemas que exigem mais do jogador do que deveriam, o jogo consegue se sustentar pela sua gameplay fluida, pelo carisma e pela sensação constante de progresso.
    Se você gosta de jogos no estilo twin-stick, com evolução de personagem e exploração, aqui tem uma experiência que vale a pena.

    Onde Damon se destaca
    1. Gameplay fluida e satisfatória
    2. Carisma dos personagens
    3. Mistura de elementos que funciona bem
    4. Desempenho sólido
    5. Co-op local é um bom diferencial
    6. História simples, mas interessante
    Poderia ser melhor
    1. Falta de direção no mapa e objetivos pode cansar e frustrar
    2. Excesso de sistemas que exigem dinheiro
    3. Inventário limitado e pouco prático
    4. Câmera pode confundir
    • Visuais 7.5
    • Jogabilidade 8.5
    • Trilha Sonora 7.5
    • Desempenho 9
    • História 8.5
    Arc System Works Damon and Baby Review
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    Sherman Castelo

    Apaixonado por jogos desde que me conheço por gente! Jogos desafiadores são os meus preferidos, mas não rejeito um bom Super Mario.

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