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    Home » Review: Pokémon Pokopia (Switch 2)
    Reviews

    Review: Pokémon Pokopia (Switch 2)

    Jhonatan CarneiroJhonatan Carneiromarço 24, 202612 Mins Read
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    review pokopia
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    Embora cada um dos títulos mais recentes da franquia Pokémon tragam novidades interessantes no que se trata de mecânicas e gameplay, jogos como Pokémon Legends: Z-A e Pokémon Scarlet e Violet deixaram uma marca muito negativa em seus fãs devido a aspectos visuais e técnicos muito problemáticos. Qual foi a surpresa de todos, então, quando Pokémon Pokopia foi anunciado em setembro de 2025, se propondo a trazer não apenas visuais muito bonitos, mas também uma premissa única, capaz de chamar a atenção de diferentes públicos.

    Em linhas gerais, Pokémon Pokopia se propõe a fazer uma mistura inusitada de ideias variadas. De um lado, temos um mundo inteiramente composto de “voxels”, à lá Minecraft, o que por si só já oferece um nível de customização absurdo, capaz de prender por dezenas de horas aqueles que se interessem em criar e customizar o seu próprio mundinho. Todavia, diferente do que possa parecer à primeira vista, Pokémon Pokopia é muito mais do que um “clone”, já que ele incorpora ideias únicas para criar uma campanha engajante e surpreendentemente tocante.

    Um Ditto que se transforma, mas do seu jeitinho especial. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Caso você já tenha jogado algum título da franquia Dragon Quest Builders, você vai se sentir em casa em Pokémon Pokopia, já que ambos os títulos compartilham praticamente o mesmo time de desenvolvedores. Consequentemente, ideias presentes em DQ Builders são reaproveitadas em Pokémon Pokopia — tudo isso, é claro, com as devidas adaptações para fazer essas mecânicas e ideias funcionarem com o universo carismático dos monstrinhos de bolso.

    Quem jogou Animal Crossing também encontrará alguns elementos familiares em Pokémon Pokopia, principalmente no que se trata do sistema de tempo dentro do jogo, que é atrelado ao tempo do mundo real. Isso significa que se você abrir Pokémon Pokopia durante a manhã, o mundo do jogo estará de manhã. Se você jogar de noite, o jogo estará de noite. Isso cria uma dinâmica que incentiva você a jogar em diferentes horas do dia, já que o horário de jogo interfere em alguns sistemas e mecânicas.

    Os diálogos brincam com o lore da franquia. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    A utopia dos Pokémon

    Durante a campanha do jogo, que dura no mínimo umas 40 horas (ou muito mais, caso você explore seu extenso conteúdo secundário), você é apresentado a uma versão bastante única do universo Pokémon. Por motivos que você descobre durante a aventura, o mundo do jogo parece estar inteiramente destruído, todos os humanos parecem ter desaparecido, e os Pokémon que restaram parecem estar perdidos por aí, sem muita ideia a respeito de onde ider ou do que fazer.

    Nesse contexto, você controla um Ditto que se transforma (ou melhor, que tenta se transformar) em seu treinador Pokémon desaparecido. Com essa nova forma, você começa a reunir os mais variados Pokémon, com o objetivo de reconstruir diferentes ambientes e, quem sabe assim, talvez conseguir fazer com que os humanos apareçam novamente. Nesse caminho, você também desbloqueia habilidades únicas, que você aprende com Pokémon de tipos variados, que permitem moldar parte do mundo ao seu bem-prazer.

    Quando eu cheguei aqui, era tudo mato, ou quase isso. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Com essa premissa muito diferente de qualquer jogo mainline da série, Pokémon Pokopia se posiciona como um spin-off capaz de explorar facetas do mundo Pokémon que não vemos com tanta frequência — e isso é feito tanto em um nível mecânico quanto narrativo. A respeito desse segundo ponto, inclusive, é interessante destacar como o jogo tem uma narrativa surpreendentemente divertida e envolvente, mesmo que ela ainda seja “simples” quando comparada a outros jogos mais focados em narrativa.

    Diante disso, encontrar os diferentes Pokémon (desde os clássicos Charmander, Bulbassauro e Squirtle até os bichinhos de gerações mais recentes) é sempre uma experiência interessante, já que cada um deles é um personagem próprio, que traz uma personalidade e diálogos inteiramente exclusivos. Alguns desses personagens são mais elaborados, e fazem parte da narrativa maior do jogo, enquanto outros são inteiramente opcionais. Em ambos os casos, todos os monstrinhos tem algo interessante a se dizer.

    Cada habitat atrai alguns tipos diferentes de Pokémon. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Cada macaco no seu habitat

    Uma das ideias principais da série Pokémon, que é a de capturar e “colecionar” todos os monstrinhos disponíveis, foi adaptada em Pokémon Pokopia de uma maneira muito interessante. Diferente de um jogo mainline, você não captura nenhum monstro. Muito pelo contrário. Aqui, um dos seus possíveis objetivos ainda é encontrar todos os 400+ monstros disponíveis na Pokédex, mas você faz isso criando ambientes capazes de os atraí-los para suas diversas cidades — os chamados habitats.

    Esses habitats funcionam por meio da combinação de diferentes elementos e itens em um mesmo ponto do cenário, e eles podem ser construídos em qualquer lugar do mapa. Plante quatro blocos com grama, e você cria um habitat de “grama alta”. Coloque-os ao lado de uma árvore, e você terá uma “grama na sombra”. Crie um desses habitats e, passado algum tempo, um Pokémon pode surgir ali, pedindo para se tornar um membro da sua pequena sociedade.

    Alguns habitats são mais complexos, e algumas vezes hilários. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    De início, esses habitats possuem formatos muito simples, que podem ser facilmente replicados e até mesmo descobertos “na sorte”. Conforme o jogo avança, contudo, novos habitats mais complexos surgem, exigindo a construção de partes raras e, muitas vezes, inusitadas. Construir os habitats que aparecem na história, encontrar “traços de Pokémon”, que ajudam com dicas de habitats novos, e eventualmente ir preenchendo suas cidades com mais e mais monstrinhos é uma atividade prazerosa por si só, mas Pokémon Pokopia ainda faz um bom trabalho ao integrar isso a campanha do jogo por meio de sistemas que se complementam.

    Conforme você avança, alguns Pokémon da história passam a pedir ajuda com determinadas missões, muitas delas exigindo a construção de habitats específicos para o surgimento de Pokémon com habilidades distintas. Nesse sentido, inclusive, cada criatura assume um papel único na sua pequena sociedade. Alguns coletam itens automaticamente, outros trabalham transformando materiais (argila em tijolos, troncos em pranchas de madeira, dentre outros), e outros possuem funções necessárias para a construção de casas e edifícios maiores.

    As missões guiam a campanha e ajudam com ideias sobre o que reconstruir. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Um jogo de (re)construção

    Por meio da campanha do jogo, Pokémon Pokopia apresenta diferentes mapas para serem desenvolvidos, cada um com características e desafios únicos. O primeiro mapa, por exemplo, é uma terra seca e desolada, que precisa de água para recuperar seu brilho. O segundo, por sua vez, parece uma cidade litorânea, com grandes extensões de água, enquanto o terceiro parece ter sido soterrado por lava vulcânica.

    Além de trazer desafios distintos, um dos pontos mais positivos dos mapas de Pokémon Pokopia, na minha opinião, está em como eles são mapas criados manualmente, e possuem um level design inteiramente pensado para incentivar ações distintas e diferentes tipos de desenvolvimento. Isso significa que Pokémon Pokopia é mais do que um jogo de construção; ele é, na realidade, um jogo de reconstrução.

    Construções maiores necessitam de mais material. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Isso não significa que você não possa soltar a sua liberdade livremente. Muito pelo contrário! Desde o lançamento do jogo, a internet tem sido inundada de vídeos e imagens de pessoas criando as cidades mais bonitas e elaboradas possíveis. Todavia, diferente de um jogo como Minecraft, onde os mapas são gerados proceduralmente e, por consequência, são mais um template em branco para os jogadores do que qualquer outra coisa, Pokémon Pokopia oferece fundações muito claras, que ajudam jogadores menos criativos (como eu) a se guiar durante toda sua jornada.

    Quando você chega em cada um dos mapas, é perceptível que ali já existia alguma coisa. Restos de construções, ruínas de prédios e até mesmo pedaços restantes de caminhos ajudam como uma sugestão do que pode ser feito. É um level design pensado para “guiar” o olhar do jogador rumo às possibilidades, o que fica ainda mais interessante conforme você avança e o jogo começa a adicionar novos elementos, como trilhos de trens, elevadores e bondinhos.

    O jogo dá dicas sobre o que construir, incluindo caminhos com a água. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Pokémon mais vivo do que nunca

    Neste sentido, é muito surpreendente ver o quão vivo o mundo começa a se tornar conforme você avança no jogo. Para começo de conversa, diversos elementos que você constrói são inteiramente funcionais. Trilhos de trem podem ser utilizados com carrinhos para que você se desloque mais rapidamente de um lado para o outro. Elevadores te ajudam a chegar em lugares altos. Bondinhos podem ligar ilhas que estão afastadas umas das outras.

    O que torna tudo mais fantástico, contudo, é o modo como os Pokémon são vivos e dinâmicos. Como eu mencionei anteriormente, cada Pokémon possui uma ou duas habilidades, e eles executam atividades específicas diante de determinados objetivos. Pokémon do tipo fogo, por exemplo, podem acender velas e fogueiras, ou ainda podem trabalhar em uma caldeira, derretendo minérios de metal. Mas as interações vão muito além disso.

    Os Pokémon interagem com os objetos e ajudam com recursos. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Mesmo quando você está longe, os Pokémon transitam em todo o mapa, interagindo com objetos deixados no cenário, e interagindo uns com os outros. Dependendo de suas preferências próprias, eles podem ficar mais felizes ou mais tristes por estarem vivendo em ambientes do seu agrado. Ou, dependendo da situação, eles podem interagir uns com os outros, oferecendo diálogos únicos que brincam muito com a vasta lore da série. É claramente o tipo de coisa feita para o fã mais hardcore da série.

    Infelizmente, nesse aspecto, eu preciso ressaltar um dos pontos mais negativos de Pokémon Pokopia, que é justamente a ausência de localização em português do Brasil. Por mais que os futuros títulos Pokémon Ventos e Ondas estejam confirmados para chegarem em nossa língua, Pokémon Pokopia ficou de fora, o que é realmente uma pena, visto que além de o jogo possuir um apelo amplo, para diversos públicos, ele tem um texto muito bom e divertido.

    Cada receita que você desbloqueia é uma possibilidade a mais de crianção. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Muito de arte, nem tanto de multiplayer

    Toda a divertidíssima experiência de (re)construção de Pokémon Pokopia toma forma por meio de um estilo artístico muito agradável, digno de um “cozy game” do melhor tipo possível. Acompanhado de uma trilha sonora excelente, que adapta brilhantemente temas presentes em toda a franquia Pokémon, a apresentação de Pokémon Pokopia combina modelos bastante fofos e detalhados dos Pokémon com ambientes que, embora compostos por “voxels”, formam composições muito belas, já que suas texturas se conectam automaticamente conforme você faz suas criações.

    O jogo roda perfeitamente bem, tanto no modo portátil quanto TV, e não apresenta quaisquer mínimos problemas de performance, mesmo nas situações mais extremas, com mapas extremamente carregados de elementos e personagens. O multiplayer também funciona muito bem, e o jogo oferece diferentes modalidades, porém existem algumas considerações incômodas aqui e acolá.

    O multiplayer é divertido, mas possui limitações. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    De modo geral, o jogo oferece três modalidades de gameplay distintas: sendo elas o multiplayer pelo GameShare, o multiplayer padrão local e online, e o multiplayer pelas chamadas “Dream Islands”. A funcção do GameShare permite que você convite um jogador do Switch 1 ou Switch 2 para jogar com você, mas ela funciona em apenas um dos mapas do jogo, que você desbloqueia conforme avança a campanha.

    As outras modalidades multiplayer são um pouco mais amplas. No caso do multiplayer local ou online, é possível chamar amigos para as suas cidades, ou visitar os mundinhos deles, porém, novamente, apenas um dos mapas do jogo permite construção e destruição total (nos demais mapas, o convidado não possui habilidades de construção). O modo das Dream Islands, por sua vez, possibilita a criação de um mundo compartilhado, que todos os jogadores envolvidos podem visitar e modificar independentemente uns dos outros.

    Visualmente, o jogo tem uma direção de arte muito charmosa. (Imagem: Jhonatan Carneiro)

    Review de Pokémon Pokopia — um exclusivo imperdível

    Embora essas modalidades multiplayer possuem algumas limitações chatinhas, Pokémon Pokopia oferece uma extensa campanha single-player, com o potencial de se tornar um desses “jogos eternos”, que incentivam que você volte de novo e de novo para construir mais um pouquinho e desenvolver ainda mais cada uma das suas ilhas.

    Por meio de mecânicas que se complementam de maneiras surpreendentes, Pokémon Pokopia permite a criação de mundos vivos e extremamente divertidos, oferecendo uma visão do mundo de Pokémon que poucos jogos da série já fizeram. Ele é um dos maiores exemplos atuais de que “não se deve julgar o livro pela capa” quando se trata de jogo. Seus visuais mais cartunescos escondem sistemas complexos e engajantes, além de uma narrativa e lore surpreendentemente profundos.

    Se você gosta do gênero dos cozy games e possui um Nintendo Switch 2, Pokémon Pokopia é um título absolutamente imperdível. Se você não é um fã tão grande de jogos desse gênero, mesmo assim é possível que você se encante com esse jogo ao experimentá-lo. Afinal, sem qualquer tipo de exagero, Pokémon Pokopia é facilmente um dos melhores jogos dentro desse estilo, e já se assume o pontos de um dos grandes exclusivos do Nintendo Switch 2.

    PS: A análise foi feita em um Nintendo Switch 2 através de uma cópia cedida pela Nintendo.

    9.0

    Com uma apresentação fofa e agradável, Pokémon Pokopia oferece uma mistura única de gêneros, onde elementos de Minecraft e Animal Crossing se combinam com o mundo Pokémon para uma das melhores experiências "cozy" disponíveis no Nintendo Switch 2.

    Pontos positivos
    1. Mundo dinâmico e vivo
    2. Sistemas amplos, que incentivam a criatividade
    3. Mapas com level design único
    4. Texto divertido e surpreendentemente profundo
    5. Visuais e trilha sonora encantadores
    Pontos negativos
    1. Limitações no multiplayer
    2. Ausência de localização em pt-br
    • Narrativa 8
    • Jogabilidade 9
    • Desempenho 10
    • Direção de arte 9
    • Som 9
    cozy games Game Freak Koei Tecmo Minecraft Nintendo Nintendo Switch 2 Omega Force Pokémon Pokopia
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    Jhonatan Carneiro

    Pai, professor e editor de arte. Estou sempre envolvido em algum projeto de revista ou livro sobre Nintendo. Você pode me encontrar lá no Twitter em: @JhoCarneiro

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